22 de abril de 2018

Record é condenada a exibir programas de bruxaria em horário nobre


Record é condenada a exibir programas de bruxaria em horário nobre

Julio Severo
Depois de 14 anos de batalha judicial, a Rede Record de Televisão perdeu um recurso na Justiça Federal de São Paulo e será obrigada a exibir 16 programas na TV em horário nobre feitos por entidade ligada ao candomblé e outras religiões afro-brasileiras. O juiz determinou que os programas serão veiculados durante 16 dias seguidos no horário nobre com três chamadas diárias. A gravação dos programas deverá ser feita nos estúdios na própria Record em São Paulo.
O processo movido pelo Ministério Público Federal atendeu a uma ação de 2004 da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão em São Paulo, juntamente com o Centro de Estudos das Relações de Trabalho e da Desigualdade (CEERT) e pelo Instituto Nacional de Tradição e Cultura Afro Brasileira (Intercab), que alegaram que as religiões afro-brasileiras “vêm sofrendo constantes agressões” em programas veiculados na Record, citando ofensas veiculadas no programa “Mistérios”, no quadro “Sessão de descarrego” e ainda no livro “Orixás, Caboclos e Guias, Deuses ou Demônios,” de Edir Macedo. Citaram também que a Constituição Federal proíbe o que chamaram de “demonização” de religiões por adeptos de outras crenças.
Embora a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), que é dona da Record, tenha práticas ofensivas às outras igrejas evangélicas, pastores de outras denominações não têm processado a Record por “agressões.” Por exemplo, Macedo, que é o poderoso chefão da IURD, tem defendido descaradamente o aborto e dito que filhos são como ratos. Tais ideias são agressões violentas aos ensinos da Bíblia, que defende a vida e a família.
Se eu, como evangélico pró-vida, fosse seguir o exemplo dos pais-de-santo melindrados e ofendidos, eu entraria com um processo contra Macedo e IURD por suas agressões à concepção bíblica de vida e família. Essas agressões são constantes e sistemáticas, com a obsessão de Macedo propagar um falso “evangelho” de planejamento familiar que é essencialmente anti-bebês e anti-família.
Não apoio a IURD e sua “evangelho” pró-aborto.
Outras agressões da IURD miram cristãos pentecostais, renovados e neopentecostais que acreditam em profecias, revelações e outros dons sobrenaturais. Macedo crê e ensina que tais experiências não são para hoje, tachando-as de demoníacas. Sua visão cessacionista, que diz que não existe hoje nenhuma revelação fora da Bíblia, é semelhante às teologias cessacionistas de certas minorias igualmente extremistas entre evangélicos.
Os cristãos que acreditam e têm experiências de profecias e revelações deveriam processar a IURD por sua demonização desses dons e dos que os possuem hoje?
A IURD foi também uma das primeiras igrejas do Brasil a demonizar experiências como cair no Espírito, demonizando, por exemplo, a Vineyard Church (Igreja da Vinha) nos EUA desde a década de 1990 em seus programas. As igrejas demonizadas deveriam processar a IURD?
Nunca me passou pela cabeça processar a IURD por suas opiniões bizarras sobre aborto, planejamento familiar, filhos, profecias, revelações e cair no Espírito. Há uma liberdade de expressão que precisa ser respeitada.
Com relação às ultra-sensibilidades de adeptos do candomblé, o que eles julgam “agressões” estão presentes em grande parte dos Evangelhos como expulsões de demônios. Jesus passava grande parte de seu tempo pregando o Evangelho, curando os enfermos e expulsando demônios.
Pode-se questionar o modo como a IURD aplica expulsões ou até mesmo se são reais, mas nunca as expulsões bíblicas em si. Além disso, denúncia de bruxaria sempre foi parte do Cristianismo. A Bíblia possui várias orientações contra práticas ocultistas que são plenamente aceitas pelo candomblé e outras religiões.
Quando religiões adeptas de práticas de bruxaria precisam da força do Estado para coibir opiniões contrárias a essas práticas, o resultado é fascismo, nazismo e comunismo. É simplesmente ditadura.
Oponho-me a muitas ideias e práticas da IURD, mas não preciso do Estado para coibir a IURD. Minha oposição se reflete em meus argumentos e artigos. Se o candomblé precisa do Estado para coibir discordantes, é prova de que não possui argumentos bons e convincentes para defender suas práticas.
Se quiserem processar a IURD por defesa do aborto, há respaldo jurídico, pois a defesa do aborto é defesa de assassinato de bebês. Podem também processar a IURD por suas maracutaias financeiras com a Record. Mas processar por condenações de práticas de bruxaria sendo que a fonte de toda condenação à bruxaria é a própria Bíblia? O que as religiões afro-brasileiras vão fascistamente exigir em seguida? Proibição da Bíblia?
Se todos seguirem a reação melindrada e perturbada dos adeptos do candomblé, processos choverão de todos os lados contra tudo e contra todos. No final, vencerá quem tem mais proteção estatal. Isso é fascismo. Proteção estatal à bruxaria é puro fascismo.
Hoje, coíbem a IURD pró-aborto. Mas amanhã os adeptos do candomblé poderão se utilizar do mesmo fascismo para coibir igrejas pró-vida.
Com informações de CongressoEmFoco.
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21 de abril de 2018

Pinoquice: Revista da Globo acusa GospelPrime de espalhar notícias falsas


Pinoquice: Revista da Globo acusa GospelPrime de espalhar notícias falsas

Julio Severo
Em reportagem de capa intitulada “O exército de Pinóquios,” a revista Época, que é um dos muitos tentáculos das organizações Globo, atacou frontalmente o maior portal evangélico do Brasil por causa de uma denúncia do GospelPrime sobre repasse de verbas do governo brasileiro para a Autoridade Palestina, que, de acordo com a Época, não tem envolvimento com o terrorismo.
Buscando desacreditar o GospelPrime, Época tentou manchar a fonte de renda do site evangélico. De acordo com a revista da Globo, o GospelPrime ganha de R$ 10 mil a R$ 20 mil por mês — valor que não deve chegar nem a 1 por cento do que a Globo tira. Se Época vê ou tenta insinuar “corrupção” nessa quantia, o que dizer dos milhões que as organizações Globo recebem de várias fontes, inclusive governamentais? É uma insinuação hilária.
Em contraste, as denúncias contra a Globo são antigas. Há por exemplo o livro “A história secreta da Rede Globo,” escrito por Daniel Heiz e publicado em 1987.
Em sua reportagem, a Época disse: “O Gospel Prime, por exemplo, não publica única e exclusivamente informações falsas, mas, de vez em quando, solta pérolas como a dos terroristas palestinos ou a de um cientista que colocou em xeque a Teoria da Evolução (que, na realidade, acabou demitido).”
Época faz parecer que a única ocupação do GospelPrime é espalhar notícias falsas. Embora eu não concorde com todas as informações desse portal (precisei certa vez desmentir uma verdadeira notícia falsa, que com certeza a Globo aplaudiria: a propaganda gratuita que o GospelPrime fez de uma “pesquisa” tendenciosa de uma evangélica feminista), o GospelPrime está muito longe de ser um promotor exclusivo de notícias falsas. A Globo e seus veículos de desinformação ocupam muito mais espaço nessa área.
Se crianças precisam de proteção contra a agenda gay, a Globo invariavelmente promove o ponto-de-vista dos predadores homossexuais. Isso é fakenews, ou notícia falsa.
O GospelPrime fica do lado das crianças, que são as vítimas de doutrinações homossexuais e até abusos físicos. Isso é notícia verdadeira.
Se o aborto mata crianças, a Globo mostra esse tipo de assassinato como mero “direito” de mulheres assassinas. Isso é fakenews.
O GospelPrime fica do lado das crianças, que são vítimas de torturas e morte nas mãos de médicos aborteiros. Isso é notícia verdadeira.
A Globo é um oceano de fakenews. Ver a Globo acusar o GospelPrime de notícias falsas é a mesma coisa que ver Stálin acusando Billy Graham de ser genocida.
Em resposta às calúnias da Globo, o GospelPrime publicou sua “Nota de Esclarecimento sobre ataque da Revista Época.”
O ataque frontal da Globo ao GospelPrime é prova de uma tendência irreversível: a maior resistência ao socialismo no Brasil são os evangélicos. Essa tendência já foi confirmada pela esquerda no Brasil e também foi comprovada por The Nation, uma das revistas mais antigas dos EUA.
A Globo está incomodada com essa tendência!
A reportagem da Época é pura perseguição e medo do poder dos evangélicos, que vão continuar avançando e derrubando estruturas que há décadas produzem fakenews sobre os evangélicos e sobre valores pró-vida e pró-família que são tão importantes para a maioria dos brasileiros.
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19 de abril de 2018

Os profetas de Israel celebrariam o aniversário de 70 anos do Estado de Israel?


Os profetas de Israel celebrariam o aniversário de 70 anos do Estado de Israel?

Julio Severo
Cristãos no mundo inteiro celebraram os 70 anos de independência de Israel em 18 de abril de 2018, apontando não só para a sobrevivência de Israel em meio a nações muçulmanas hostis, mas também seu progresso econômico.
Contudo, pelo fato de que amam muito Israel, os cristãos têm ignorado grandes questões que afetam a sobrevivência eterna e terrena dos judeus.
Se recebessem a oportunidade divina de ressuscitar hoje, os profetas do antigo Israel celebrariam o progresso econômico do Israel moderno?
Eles tinham olhos espirituais e até mesmo quando o antigo Israel estava tendo progresso terreno, eles apontavam que os pecados deles trariam destruição.
Eles condenavam especialmente a idolatria, que envolvia sacrifício de crianças e homossexualidade.
Esses três pecados estão presentes no Israel moderno. Existe uma idolatria de ideologias materialistas que apoiam o aborto provocado — que é sacrifício de crianças — e a homossexualidade, que é “sagrada” nas leis israelenses. Aliás, Israel é um campeão desses dois pecados no Oriente Médio.
Os antigos profetas muitas vezes clamavam para Israel:
​​​​​​​​Mas as suas maldades separaram vocês do seu Deus; os seus pecados esconderam de vocês o rosto dele, e por isso ele não os ouvirá. ​​” (Isaías 59:2 NVI)
“Diga a esse povo: Darei de graça a sua riqueza e os seus tesouros como despojo, por causa de todos os seus pecados, por toda a sua terra.” (Jeremias 15:13 NVI)
Por que os cristãos deveriam achar que a mensagem deles seria diferente hoje?
Muitas vezes os cristãos nos Estados Unidos — a maior nação protestante do mundo — e no Brasil — a maior nação católica do mundo — condenam o aborto e a agenda gay em seus próprios governos e nações. Eles também condenam o aborto e a agenda homossexual em outras nações e na ONU. Mas ficam em silêncio sobre os mesmos pecados no governo israelense. Eles celebram Israel constantemente, independente de seus pecados.
Se ressuscitassem hoje, os profetas fariam o que os cristãos estão fazendo? Eles celebrariam? Não. Eles fariam hoje o que eles costumavam fazer no antigo Israel: eles chorariam para que Israel se arrependesse de seus pecados. Eles proclamariam para os judeus de hoje que eles precisam aceitar o Messias Jesus.
Muitos cristãos parecem pensar: “Como posso apontar os pecados de aborto e homossexualidade para Israel se há preocupações maiores, principalmente que Israel está cercado por inimigos muçulmanos, que querem destruí-lo?”
Nada mudou. Quando os antigos profetas profetizaram contra os pecados de Israel, Israel estava também cercado de inimigos que queriam destruí-lo.
Progresso econômico e tecnológico é importante, mas sem salvação em Jesus Cristo, no final das contas não existe nenhum ganho real. E quando o aborto, a homossexualidade, o socialismo e outros pecados estão avançando em Israel, o Deus dos antigos profetas está celebrando ou chorando? O Deus de Israel está celebrando ou chorando?
Jesus veio para Israel não só como Judeu, mas principalmente como seu Messias. Contudo, os judeus não o receberam bem. A Bíblia diz:
“Aquele que é a Palavra veio para o seu próprio país, mas o seu povo não o recebeu.” (João 1:11 NTLH)
Os cristãos deveriam se conduzir como o Apóstolo Paulo, que era judeu. Ele disse:
“Irmãos, o desejo do meu coração e a minha oração a Deus pelos israelitas é que eles sejam salvos.” (Romanos 10:1 NVI)
Os cristãos deveriam se engajar em oração constante pela salvação de Israel em Jesus Cristo.
Os cristãos podem celebrar quando Israel prospera economicamente.
Os cristãos podem celebrar quando Israel pode se defender de terroristas muçulmanos.
Os cristãos podem celebrar quando Jerusalém for finalmente reconhecida como capital de Israel.
Entretanto, Isaías, Jeremias e outros antigos profetas diriam:
Não podemos celebrar a prosperidade econômica de Israel quando o aborto, a homossexualidade e outros pecados destrutivos estão avançando em Israel.
Não podemos celebrar a força militar israelense de se defender quando sabemos que pecados destroem a defesa real de uma nação. Aliás, a homossexualidade destruiu Sodoma, que era uma antiga cidade que está na terra de Israel.
Não podemos celebrar Jerusalém como capital de Israel quando esta cidade santa celebra paradas homossexuais todos os anos e derrama o sangue inocente de suas crianças por meio do aborto legal.
Como é que poderíamos celebrar quando Israel não está salvo? Como é que poderíamos celebrar quando Israel não conhece seu Salvador Jesus Cristo?
Os cristãos deveriam chorar e orar pela salvação de Israel, pois a maior celebração é a salvação. Jesus disse:
“Eu lhes digo que, da mesma forma, há alegria na presença dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.” (Lucas 15:10 NVI)
Quando Israel se arrepender de seus pecados — inclusive o aborto e a homossexualidade — e aceitar seu Messias, haverá alegria e celebração no céu e entre cristãos verdadeiros na terra.
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18 de abril de 2018

Pastor americano é preso, acusado de “terrorismo,” na Turquia


Pastor americano é preso, acusado de “terrorismo,” na Turquia

Julio Severo
Um pastor americano está preso na Turquia desde outubro de 2016 acusado de ter ajudado grupos terroristas ou de ter espionado contra a Turquia.
Andrew Craig Brunson
Andrew Craig Brunson, um pastor evangélico de 50 anos da Carolina do Norte, enfrenta até 35 de prisão por acusações de “cometer crimes em prol de grupos terroristas” e “espionagem.”
Brunson, que nega ter cometido algum crime, foi preso em 2016 por ligações alegadas com o Partido dos Trabalhadores do Curdistão, o partido socialista curdistão que tem lutado pela independência da Turquia.
“Não vimos nenhuma prova credível de que o sr. Brunson seja culpado de um crime e estamos convencidos de que ele é inocente,” disse numa declaração Heather Nauert, porta-voz do Departamento de Estado dos EUA.
Brunson trabalhou como pastor da Igreja da Ressurreição de Izmir, uma pequena congregação evangélica em Izmir, a cidade bíblica de Esmirna, e tem vivido na Turquia por 23 anos.
O Presidente Donald Trump tem pedido que o presidente turco Recep Tayyip Erdogan liberte Brunson, mas seu pedido não tem obtido resposta.
A acusação da Turquia contra o pastor evangélico é absurda. Ainda que os terroristas sejam comuns no islamismo, eles não são comuns no Cristianismo, principalmente entre evangélicos.
Erdogan deveria ver essa diferença óbvia e imediatamente libertar Brunson.
É uma afronta imensa a Turquia prender um pastor evangélico da nação que lidera a OTAN, pois a presença da Turquia na OTAN foi um privilégio exclusivamente — e imerecidamente — concedido pelos Estados Unidos. A Turquia é radicalmente islâmica e seus valores são contrários, em religião e história, aos valores cristãos da Europa e Estados Unidos. Não existe nenhuma justificativa para a Turquia ser membro da OTAN e aliada dos EUA.
Entretanto, não é só o ataque da Turquia a um pastor inocente que prova que a Turquia não merece ser aliada de nações cristãs.
No mês passado, Erdogan disse que Israel é “um Estado terrorista” e que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu é “um terrorista” por causa de esforços defensivos de Israel contra os terroristas palestinos. A Turquia tem financiado e armado o Hamas contra Israel e, com a Arábia Saudita, tem financiado e armado grupos terroristas islâmicos, inclusive o ISIS, contra o governo sírio. Isso é terrorismo real. Como é que a Turquia islâmica pode hipocritamente acusar Israel de terrorismo?
Um dos maiores genocídios modernos de cristãos foi cometido pela Turquia. Cerca de 100 anos atrás na Turquia, um número estimado de 1,5 milhão de cristãos armênios em 66 cidades e 2.500 vilas foram massacrados; 2.350 igrejas e monastérios foram saqueados e 1.500 escolas e colégios foram destruídos. Apesar disso, para aplacar a ira da Turquia, Trump tem evitado dizer que o Genocídio Armênio foi genocídio. Israel, que todo ano acertadamente comemora o Holocausto, também tem evitado reconhecer o Genocídio Armênio, ainda que cristãos evangélicos estejam trabalhando muito para pressionar as nações a reconhecer o Holocausto. Tanto os EUA quanto Israel não reconhecem o Genocídio Armênio porque os muçulmanos turcos odeiam ouvir sobre seus crimes contra os cristãos.
Por essas razões óbvias, a Turquia representa preocupações para os cristãos, que olham também para fatos históricos com relação à violência da Turquia contra cristãos e judeus.
Hagia Sophia, a maior e mais antiga catedral cristã do mundo, foi conquistada pelos muçulmanos em 1453 em Constantinopla, o nome cristão da atual cidade islâmica de Istambul, Turquia. Uma civilização cristã foi destruída por invasores islâmicos que transformaram a terra cristã — a terra das sete igrejas do Apocalipse — na Turquia.
Não só uma terra tradicionalmente cristã foi conquistada, mas também a terra de Israel.
De 1517 a 1917, a Turquia — que era então o Império Otomano — conquistou e possuiu a Terra Prometida. Isto é, durante quatro séculos a terra de Israel esteve sob controle islâmico. Então quando a Bíblia fala de Gogue e Magogue vindo do Norte e conquistando Israel, isso era a Turquia, que está no Norte de Israel, e possuiu a terra de Israel por séculos.
Aliás, acadêmicos judeus e cristãos apontaram para a Turquia como Gogue e Magogue, conforme o escritor evangélico Joel Richardson mostrou:
Hipólito de Roma (170–235), um teólogo cristão primitivo, em suas crônicas, conectou Magogue com os gálatas na Ásia Menor, ou Turquia moderna.
Moisés Ben Maimonides (também conhecido como Rambam) (1135–1204), o reverenciado mito judeu, em Hichot Terumot, identificava Magogue como estando na fronteira da Síria e moderna Turquia.
Nicolau de Lira (1270–1349), um estudioso hebreu e renomado exegeta bíblico, cria que Gogue era outro título do Anticristo. Lira também afirmou que a religião dos “turcos,” um termo usado para se referir aos muçulmanos em geral, era a religião do Anticristo.
Martinho Lutero (1483–1546) compreendia que Gogue era uma referência aos turcos, os quais Deus havia enviado como flagelo para castigar os cristãos.
Sir Walter Raleigh (1554–1618), em sua História do Mundo, também colocava Magogue na Ásia Menor, ou Turquia moderna.
John Wesley (1703–1755), em suas Notas Explicativas sobre Ezequiel 38 e 39, identificava as hordas de Gogue e Magogue com “as forças do Anticristo” que viriam da região da moderna Turquia.
Jonathan Edwards (1703–1758), um dos mais renomados teólogos da história americana, também via a Turquia moderna como a nação que traria a invasão de Gogue e Magogue.
Por que os Estados Unidos alistaram Gogue e Magogue — que trata um pastor evangélico e Israel como “terroristas” e que matou 1,5 milhão de cristãos armênios — como membro da OTAN e seu aliado? Para vir do Norte e conquistar Israel de novo? Para vir do Norte e conquistar cristãos e tratá-los como “terroristas” de novo? Para matar cristãos, como no Genocídio Armênio e na Síria por meio de grupos terroristas islâmicos?
A Turquia tem um perfil profético que não só se encaixa em Gogue e Magogue, mas também como uma grande ameaça aos cristãos e Israel nos últimos dias.
Com informações de Associated Press, WorldNetDaily, Haaretz e Jerusalem Post.
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17 de abril de 2018

Vegetarianos anti-bebês pregam que é moralmente errado pessoas terem bebês e xingam quem discorda deles


Vegetarianos anti-bebês pregam que é moralmente errado pessoas terem bebês e xingam quem discorda deles

Julio Severo
“Defender opiniões não vegetarianas, defender a procriação ou se opor ao aborto não caem bem. Isso vai contra a missão deste grupo, que segue a ética vegetariana e é antinatalista.”
“Pessoas não vegetarianas e pais não são permitidos neste grupo.”
Essas são apenas algumas das regras fundamentais para entrar nos fóruns de Facebook (tais como Vegetarianos Livres de Filhos e Legião Vegion Anti-Natalista) mantidos por vegetarianos anti-bebês ou antinatalistas que acreditam que é essencialmente imoral o ser humano ter filhos. Um dos promotores principais do antinatalismo é o cadêmico sul-africano David Benatar, cujo livro de 2006 “Better to Never Have Been” (Melhor Nunca Ter Existido) argumentou que “vir a existir é sempre um dano sério. As pessoas jamais, sob nenhuma circunstância, deveriam procriar — uma postura chamada ‘antinatalismo.’”
Se você não concorda com o antinatalismo dos vegetarianos e sua ética, você deveria provavelmente ficar longe, bem longe dos fóruns que discutem isso. Uma usuária de Facebook se queixou de que, quando outros membros do grupo perceberam que ela era contra o aborto, ela foi totalmente caluniada e “recebi muitas [ameaças] de morte, disseram-me que eu seria estuprada, e deram detalhes bastante vividos e fortes de como eu deveria me matar e como eu deveria ser estuprada por vários homens.”
Há uma hostilidade clara dirigida contra as pessoas que têm filhos — elas são estigmatizadas, debochadamente, como “procriadoras” pelos vegetarianos antinatalistas. Na página de Facebook Vegetarianos Livres de Filhos, entre as fotos e vídeos que dá para se considerar ofensivos estão: “Mães amamentando, barrigas de mulheres grávidas, bebês e crianças em geral.”
Um vegetariano antinatalista disse:
“Acho excepcionalmente egoísta trazer mais vidas a este mundo. Acho a noção inteira da procriação narcisista, egomaníaca e enganosa. O que faz as pessoas acharem que o mundo precisa de outro você? É tão egoísta querer de forma deliberada e descuidada reproduzir o seu DNA.”
As pessoas não simplesmente nascem odiando bebês e famílias grandes. Grande parte dessa mentalidade é resultado de pura propaganda e doutrinação. Por exemplo, em 1974 o governo dos EUA produziu um documento ultra-confidencial, intitulado NSSM 200, sobre como reduzir os índices de natalidade em outras nações para o benefício exclusivo dos interesses econômicos dos Estados Unidos. Certamente, havia outras iniciativas de controle de natalidade antes, mas o NSSM 200 foi a campanha de controle populacional mais importante já feita, efetivamente sequestrando nas sombras governos e a ONU e colocando-os a serviço do controle populacional. O NSSM 200 foi de longe a máquina de propaganda, doutrinação e ações mais abrangente contra os bebês já planejada.
Seus resultados são vistos hoje com pessoas não dando importância ao casamento, aos bebês e às famílias. Quando as pessoas hoje querem só dois filhos, isso é o NSSM 200. A meta do NSSM 200 era programar os casais a desejar apenas dois filhos ou menos.
Durante milhares de anos, o único jeito de as pessoas sobreviverem na sua velhice era sendo sustentadas por seus próprios filhos.
Entretanto, por cerca de cem anos o Estado tem assumido as funções da família, inclusive educação e cuidado de crianças e sustento na velhice.
Agora o Estado sustenta os velhos tomando os ganhos da novas gerações e dando uma parte para os idosos.
Hoje, é muito fácil para um casal evitar filhos, pois eles confiam em que o Estado os sustentará por meio dos filhos dos outros casais. Mas à medida em que os números de crianças estão caindo por causa do controle da natalidade e do aborto e à medida em que os números de idosos estão aumentando, o Estado cedo ou tarde terá de decidir como sustentá-los ou eliminá-los.
Aqueles que vivem pelo Estado morrerão por sua espada.
Aqueles que vivem pela Espada de Deus (Sua Palavra) serão sustentados por seus próprios filhos. A Palavra de Deus diz sobre filhos:
“Os filhos são herança do Senhor, uma recompensa que ele dá.” (Salmo 127:3 NVI)
O Senhor “Dá um lar à estéril, e dela faz uma feliz mãe de filhos. Aleluia!” (Salmo 113:9 NVI)
“Então disse Jesus: ‘Deixem vir a mim as crianças e não as impeçam; pois o Reino dos céus pertence aos que são semelhantes a elas.’” (Mateus 19:14 NVI)
Esquerdistas e outros radicais têm sua própria filosofia sobre filhos: Eles não querem ter seus próprios filhos para educar, mas exigem os filhos dos outros casais para doutrinação.
Eles não querem ter seus próprios filhos para sustentá-los na sua velhice, mas exigem os filhos dos outros casais para sustentá-los em sua velhice por meio de um sistema estatal que demole a família.
Com informações do DailyMail.
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15 de abril de 2018

Aumento de imigrantes muçulmanos faz homossexuais franceses voltarem para dentro do armário


Aumento de imigrantes muçulmanos faz homossexuais franceses voltarem para dentro do armário

Julio Severo
O site conservador liberal Breitbart noticiou hoje que “lésbicas que vivem em subúrbios franceses cheios de imigrantes são forçadas a esconder sua sexualidade e muitas são até forçadas a se mudarem se ‘saem do armário.’”
O Breitbart também disse:
Os subúrbios cheios de imigrantes se tornaram comumente conhecidos como zonas proibidas devido aos níveis elevados de crimes… e o predomínio do islamismo radical.
O Breitbart acrescentou:
Duas lésbicas no subúrbio parisiense de Val-d’Oise no início deste ano… foram atacadas fisicamente por um grupo de jovens no metrô que as chamou de “prostitutas lésbicas” e gritou outros palavrões contra elas.
Homens homossexuais também têm sido alvos de ameaças e importunações de indivíduos de áreas de imigrantes. No mês passado no subúrbio parisiense de Hauts-de-Seine dois homens relataram que uma mulher gritou contra eles num supermercado chamando-os de vários palavrões e dizendo: “Eles merecem morrer. Na Argélia [país islâmico], costumamos cortar as cabeças deles.”
Isso é só o começo. Com o crescimento do islamismo na Europa, militantes homossexuais, que fazem acusações espalhafatosas contra os cristãos, insinuando que mencionar a postura da Bíblia contra o homossexualismo equivale a atitudes assassinas contra homossexuais, vão ficar calados quando muçulmanos radicais começarem a matar homossexuais.
Com os cristãos, que não matam homossexuais, os militantes gays abusam nas acusações.
Com os muçulmanos, que matam homossexuais, os militam gays se calam de medo.
Apesar de tudo, hoje os homossexuais europeus gozam dos muçulmanos mais “respeito” do que as mulheres e meninas, que estão sendo estupradas aos milhares em toda a Europa.
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