28 de julho de 2004

O socialismo é diabólico

O socialismo é diabólico

Walter Williams

© 2004 Creators Syndicate, Inc.


O que é o socialismo? Perdemos a oportunidade se dizemos que é uma agenda dos esquerdistas radicais e dos democratas. De acordo com a doutrina marxista, o socialismo é um estágio da sociedade, entre o capitalismo e o comunismo, onde a propriedade privada e o controle sobre a propriedade são eliminados. A essência do socialismo é o enfraquecimento e a total abolição dos direitos à propriedade privada.

Os ataques à propriedade privada incluem, mas não são limitados a, o confisco da propriedade legal de uma pessoa e dá-la a outra a quem não pertence. Quando tal ato é feito por um indivíduo, chamamos de roubo. Quando é feito pelo governo, utilizamos eufemismos: transferência ou redistribuição de renda. Não são só os esquerdistas radicais e os democratas que reivindicam e admiram o socialismo, mas os extremistas de direita e os republicanos também.


Os republicanos e os extremistas de direita são a favor da tomada dos ganhos de um cidadão e dá-los para fazendeiros, banqueiros, companhias aéreas e outras empresas que estão falindo. Os democratas e os esquerdistas radicais são a favor da tomada dos ganhos de um cidadão e dá-los para pessoas pobres, cidades e artistas. Ambos os grupos concordam em tomar os ganhos de um cidadão e dá-los para outro; a única diferença é quem vai receber. Esse tipo de atividade do Congresso constitui ao menos dois terços do orçamento federal.


Independente do propósito, tal conduta é moralmente errada. É uma forma reduzida de escravidão. Afinal, qual é a essência da escravidão? É a utilização forçada de uma pessoa para servir os propósitos de outra. Quando o Congresso, mediante suas leis de imposto, toma os ganhos de uma pessoa e vira em direção contrária para dá-los para outra pessoa na forma de drogas medicamente receitadas, previdência social, tíquetes de alimento, subsídios a fazendas e auxílios de emergência para companhias aéreas, está utilizando, por força, uma pessoa para servir os propósitos de outra.


A questão moral sobressai com total nitidez quando reconhecemos que os programas de gastos sociais aprovados no Congresso não representam legisladores que utilizam dinheiro do próprio bolso. Além disso, não podemos supor que o dinheiro está vindo do nada. O fato de que o governo não tem recursos próprios nos obriga a reconhecer que o único jeito de o governo dar um único dólar a um cidadão é primeiramente tirando — com intimidações, ameaças e coerção — esse dólar de outro cidadão.


Alguns poderiam responder que tudo isso é resultado do processo democrático e é legal. A questão da legalidade não é o que dirige um povo que possui princípios morais. Há muitas coisas neste mundo que já foram, ou ainda são, legais, porém são claramente imorais. A escravidão era legal. Mas só por que a lei permitia, então a escravidão era moralmente certa? O apartheid da África do Sul, a perseguição nazista aos judeus e as matanças ordenadas por Stálin e Mao Tse Tung eram legais, mas só por isso eram moralmente certas?


Será que, moralmente, dá para defender a tomada da propriedade que um cidadão possui por justo direito e dá-la a outro a quem não pertence? É por isso que o socialismo é diabólico: utiliza meios diabólicos (coerção) para realizar o que é considerado como bom propósito (ajudar as pessoas). Podemos também notar o fato de que um ato que é inerentemente diabólico não se torna moralmente certo só porque o consenso da maioria o aprova.


Os argumentos contra esse tipo de roubo legalizado são interpretados como se fossem argumentos contra a assistência às pessoas em necessidade. A caridade é um instinto nobre, porém o roubo — legal ou ilegal — é desprezível. Ou, para explicar de outro modo: É um ato nobre e digno de elogio quando alguém utiliza seu próprio dinheiro para ajudar outra pessoa. Contudo, pegar o dinheiro dos outros para ajudar as pessoas é algo desprezível e digno de condenação.


Para nós que somos cristãos, deve-se ver como pecado a atitude do socialismo e dos governos que acham que devem ajudar os outros tomando, através da cobrança de impostos, o dinheiro das pessoas.


Quando Deus deu a Moisés o mandamento “Não furtarás”, tenho certeza de que Ele não quis dizer que tu não deves furtar, a menos que haja o voto da maioria. E tenho certeza de que se você perguntasse a Deus se é certo receber uma propriedade roubada, Ele também consideraria isso pecado.

Dr. Walter E. Williams é um americano negro, professor de economia na Universidade George Mason em Fairfax, Va, EUA.

Traduzido e adaptado, com a devida permissão do autor, por Julio Severo: www.juliosevero.com.br

Fonte:
http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=39677

Lula lança campanha da auto-estima

Lula lança campanha da auto-estima

Julio Severo

No mês de julho, o Presidente Lula lançou em São Paulo uma campanha nacional de auto-estima, que utilizará anúncios de TV para dar um referencial positivo de ânimo para o povo brasileiro. De acordo com o Estadão Online:

Para o presidente, vários dos problemas da sociedade brasileira estão concentrados em suas residências, com a desagregação familiar e, por isso, seria importante recuperar valores “religiosos, familiares e de amizade”. Em uma frase longa, no discurso de improviso, o presidente Lula misturou o cantor e compositor Cazuza com desagregação familiar e o desvio do comportamento padrão. Esta é a frase: “Ontem, estava assistindo o filme do Cazuza e estava pensando. Não é apenas a questão financeira que leva o jovem a fazer isso ou a fazer aquilo. Acho que as coisas estão muito mais ligadas à família, ao meio ambiente em que a pessoa vive, mas a família é a célula principal. Se um pai, uma mãe, o presidente da República, o governador, a prefeita, os deputados, se os juízes não servirem como referência, por que esses jovens vão se apegar para ter uma referência e dizer: olha, acho que eu posso. E a partir daí, ele chega lá”.[1]

Participou da campanha da auto-estima a prefeita de São Paulo Marta Suplicy, conhecidíssima por seu apoio explícito às causas gays mais radicais.

Lula acertou quando disse que um presidente e prefeita precisam servir de referência. No entanto, que tipo de referência ele e a prefeita de São Paulo estão dando aos jovens do Brasil com seu financiamento das paradas gays? Nenhum político do Brasil tem feito mais para promover as questões homossexuais do que Lula e Marta Suplicy.

Lula também acertou quando disse que seria importante recuperar valores religiosos e familiares. Contudo, as pretensões dos xiitas gays radicais (inclusive casamento homossexual, adoção de crianças, etc.) são agressões contra os valores bíblicos e familiares, e ele e Marta não têm escondido o fato de que entre valores bíblicos e valores homossexuais, eles preferem mostrar seu favoritismo pelo estilo de vida homossexual, que leva geralmente ao final de vida infeliz que teve Cazuza. É desse jeito que ele pretende “recuperar valores religiosos e familiares” e servir de referência?

[1] http://www.estadao.com.br/agestado/noticias/2004/jul/19/54.htm

Fonte: http://www.juliosevero.com.br

3 de julho de 2004

Lula quer que Brasil imite Vietnã

Lula quer que Brasil imite Vietnã

Julio Severo


De acordo com o jornal online Estadão de 3 de julho de 2004, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, no discurso de inauguração da Mina de Cobre do Sossego, no Pará, que o Brasil pode voltar a crescer se o povo usar a determinação demonstrada pelos comunistas vietnamitas na guerra contra os Estados Unidos.

O Vietnã não é um país conhecido pelo progresso econômico. Como então o Brasil conseguirá crescer economicamente se tivermos, como deseja Lula, de imitar os vietnamitas? Que tipo de crescimento Lula deseja para o Brasil? Se progresso econômico não é o ponto forte do Vietnã comunista, então qual é?

Conforme o noticiário evangélico online Crosswalk, o governo americano deveria tomar medidas contra o governo comunista do Vietnã por seu assassinato recente de mais de cem evangélicos.

Jeff King, presidente da organização evangélica de direitos humanos International Christian Concern, denuncia que as medidas do governo vietnamita contra os evangélicos na região montanhosa central do país deixaram, durante o período da Páscoa de 2004, pelo menos 280 mortos e 26 pessoas desaparecidas.

King também revela que três anos atrás o governo vietnamita lançou semelhante campanha de repressão, quando evangélicos protestaram contra suas condições deploráveis de vida. Na ocasião, soldados vietnamitas mataram 400 pastores.

Infelizmente, não é só Lula que está despreocupado com a questão dos direitos humanos dos evangélicos no Vietnã. King alertou que John Kerry, candidato do Partido Democrático à presidência dos EUA, está ajudando a bloquear os esforços do governo Bush de impor sanções contra o Vietnã.

No entanto, não temos nada a ver com a situação americana. Estamos no Brasil e precisamos nos ocupar com o que acontece em nosso país. No caso do atual presidente, tudo o que ele faz pode mudar o rumo da nação, para melhor ou para pior. Então fica a pergunta: Por que Lula quer que imitemos o Vietnã? Para onde ele pretende levar o Brasil?

Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual (Editora Betânia): http://www.juliosevero.com.br

Fonte:
Estadão online:
http://www.estadao.com.br/economia/noticias/2004/jul/02/88.htm
Crosswalk — Religion Today Feature: U.S. Senators at Center of Vietnamese Human Rights Debate, May 20, 2004.

2 de julho de 2004

Pastor Sueco é Condenado à Prisão por Pregar sobre o Homossexualismo

Pastor Sueco é Condenado à Prisão por Pregar sobre o Homossexualismo

O que se temia já está acontecendo: um pastor da Suécia, que pregou do púlpito a verdade sobre o homossexualismo, vai ser preso.

De acordo com uma lei sueca contra incitamento e preconceito, o Pr. Ake Green, de uma igreja pentecostal, foi sentenciado a um mês de prisão por descrever, numa pregação, o homossexualismo como “anormal — um terrível tumor cancerígeno no corpo da sociedade”. Suas palavras ofenderam alguns praticantes do homossexualismo, que prontamente o denunciaram às autoridades.

Soren Andersson, presidente da federação sueca de direitos gays, lésbicos, bissexuais e transgêneros concorda com a sentença contra o pastor e declarou que a liberdade religiosa não deve ser usada “como razão para ofender as pessoas”.


A sentença de prisão do Pr. Ake Green serve como exemplo do que está para vir e mostra as ciladas e perigos ocultos das leis antidiscriminação e orientação sexual. A tolerância que os militantes homossexuais exigem só se aplica aos que aceitam os atos homossexuais. Os que não aceitam correm sério risco de sofrer todos os tipos de demonstração de intolerância — inclusive prisão.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: http://www.juliosevero.com.br

Fonte: CITIZENLINK, Daily Update — 2 de julho de 2004. Focus on the Family.