15 de novembro de 2005

Estimados amigos

Vejam a notícia abaixo, que peguei no site do Fenasp (
www.fenasp.com). O Congresso Nacional está dando os primeiros passos para dar ao governo maior controle sobre as famílias. Primeiro, vem a alegação de que é a "obrigação" do governo oferecer educação para crianças bem novas. Os passos seguintes poderão ser exigidos das famílias, que sofrerão a imposição de novas leis que garantem que é "obrigação" dos pais colocar suas crianças novas em instituições que, por melhores que sejam, são bem fracos substitutos para as famílias. O projeto que torna obrigatória a educação infantil já recebeu aprovação no Senado, conforme mostra o texto abaixo.

Para conhecer as implicações dessa obrigatoriedade que o governo procurará impor sobre o Brasil, leia o artigo Pré-Escola Prejudica os Telentos Sociais e o Desenvolvimento Emocional das Crianças, traduzido por mim, que se encontra no meu site:
www.juliosevero.com

Vamos lutar por nossas crianças, antes que o governo resolva tomá-las de nós com a desculpa de lhes oferecer "educação".

Julio Severo


Educação infantil

Fenasp - 9-11-2005

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou, na última terça-feira (25), a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 393/05, do Senado, que torna obrigatória a educação infantil (creches e pré-escola) na rede pública de ensino.


A relatora da matéria na comissão, deputada Sandra Rosado (PSB-RN), acatou os argumentos de que cabe ao Estado garantir educação pública a todos, sem distinção de idade.

Obrigação atual
A PEC altera o artigo 208 da Constituição Federal para que essa modalidade de ensino seja oferecida a todas as crianças de zero a seis anos de idade, em todo o País. Atualmente, essa obrigação é assegurada somente para o ensino fundamental (de 1ª a 8ª séries), na faixa etária de 7 a 14 anos.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há mais de 20 milhões de crianças no Brasil com até seis anos de idade.


Tramitação
A PEC agora será analisada por uma comissão especial, criada especificamente para avaliar seu conteúdo.


Fonte: Agência Câmara

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