28 de março de 2006

Os Ativistas Homossexuais da Europa e do Canadá Estão Usando o Governo para Silenciar a Oposição

Ativistas Homossexuais da Europa e do Canadá Estão Usando o Governo para Silenciar a Oposição

Essa situação também acabará ocorrendo no Brasil?

Ed Vitagliano

(AgapePress) — Durante décadas, os ativistas homossexuais afirmavam que eles eram oprimidos por sociedades que queriam que eles permanecessem em silêncio e no armário. Agora que estão experimentando aceitação cultural inédita na civilização ocidental desde a época da antiga Grécia, os homossexuais não mais ficam sem visibilidade e oportunidade de falar tudo o que querem. Aliás, a população homossexual vem obtendo lugar de participação nas importantes esferas de poder político.

Aparentemente, os ativistas consideram essa reviravolta social como um jogo limpo. Na Europa e no Canadá, os simpatizantes do movimento homossexual estão usando o poder coercivo do governo para silenciar aqueles que se opõem à sua agenda.

Os grupos pró-família nos Estados Unidos, ao mesmo tempo, estão apontando para esses outros países com crescente urgência, avisando que o que está acontecendo na Europa e Canadá já está começando a acontecer nos EUA.

Tempestade

Na Europa, a medida em que o ponto de vista politicamente correto se enraíza dentro do sistema legal, o ponto de vista cristão está cada vez mais sob pressão.

Por exemplo, quando o Rev. Peter Forster, o bispo anglicano de Chester, Inglaterra, declarou ao jornal de sua cidade que os homossexuais podem deixar seu estilo de vida obtendo ajuda médica profissional, ele recebeu uma visita inesperada da polícia. Agentes policiais foram até a residência de Forster depois que fizeram uma queixa, com boletim de ocorrência, acusando-o de crime de ódio.

Pelo menos um grupo homossexual chamou os comentários de Forster de “diabólicos”. Martin Reynolds, diretor de comunicações do Movimento Cristão Gay e Lésbico, disse ao jornal Daily Telegraph (de Londres): “Esses comentários são irresponsáveis e poderiam inflamar latente homofobia”.

A polícia investigou a queixa, porém decidiu não tomar mais nenhuma medida — mas só porque a lei britânica contra o incitamento ao ódio racial não havia ainda sido estendida para incluir a orientação sexual.

A escritora Lynette Burrows, que defende os valores da família, também aprendeu do modo difícil, quando ela criticou a adoção homossexual numa entrevista de rádio ao vivo em Cambridge, Inglaterra. De acordo com o jornal Daily Telegraph, depois que um dos ouvintes se queixou, a polícia iniciou uma investigação — afirmando que os comentários dela podem ter se constituído num “incidente homofóbico”.

“Fiquei espantada”, disse Burrows acerca investigação formal. Quando ela declarou para a investigadora que a Inglaterra era um país livre que protegia a liberdade de expressão, a policial respondeu a ela que “não era um crime, mas que ela tinha de registrar esses incidentes. A polícia estava me usando. A investigadora me informou que a polícia estava de olho nas minhas opiniões. Acho isso sinistro e completamente inaceitável”.

A mesma pressão está sendo usada em outras partes da Europa: o cardeal católico Gustaaf Joos da Bélgica está enfrentando um processo por causa de seus comentários, publicados numa revista, acerca da opinião cristã sobre o homossexualismo. Na Espanha, o cardeal Antonio Varela de Madri também está enfrentando um processo por pregar contra o homossexualismo num sermão. E na Irlanda, o clero católico foi informado de que se distribuir as publicações da Igreja Católica contra o casamento gay poderá enfrentar processos sob as leis de crimes de ódio da Irlanda.

Ao mesmo tempo, a medida em que a União Européia (UE) continua tentando fiscalizar mais e mais a vida diária das nações membros, o confronto entre os direitos homossexuais e os direitos religiosos se torna inevitável também.

Em janeiro de 2006, por exemplo, o Parlamento Europeu passou uma resolução condenando a “homofobia” e exigindo que as nações membros introduzam e então implementem leis concedendo direitos para os homossexuais no ambiente de trabalho.

De acordo com uma matéria da Rede Arco-Íris, a resolução, que foi aprovada por 469 votos a favor e 149 contra, requer que a Comissão Européia comece processos contra países que recusam passar tais leis.

Naturalmente, a passagem da resolução recebeu aplausos dos homossexuais, um dos quais agradeceu aos cristãos por sua falta de ação durante os debates para a aprovação da resolução. “Outro ponto positivo é que os radicais lunáticos estavam aparentemente muito silenciosos”, gabou-se Joke Swiebel, um ativista homossexual e ex-membro do Parlamento Europeu. “Não vale mais a pena se opor aos gays e lésbicas no próprio Parlamento”.

Loucuras Canadenses

No Canadá, grupos pró-família e outros conservadores sofreram séria derrota quando essa nação legalizou o casamento gay em 2005. Mas a pressão do governo contra aqueles que ousam abrir a boca contra o homossexualismo vinha aumentando há vários anos.

Por exemplo, em 2001 William Whatcott criou e distribuiu um panfleto alertando acerca dos perigos médicos e espirituais do estilo de vida homossexual, mas ele acabou sofrendo problemas legais depois que quatro homossexuais leram o panfleto. Eles o consideraram “expressão de ódio”, e o Tribunal de Direitos Humanos de Saskatchewan concordou. Whatcott recebeu ordem de pagar mais de $17.000 para os homossexuais.

Ao mesmo tempo, os Cavaleiros de Colombo, uma organização masculina ligada à Igreja Católica Romana, foram multados em $2.000 pelo Tribunal de Direitos Humanos da Colúmbia Britânica depois que os Cavaleiros se recusaram a permitir que duas lésbicas alugassem um salão de sua organização para um “casamento” homossexual. Embora o tribunal poupasse, na base de objeções religiosas, os Cavaleiros de Colombo de uma condenação, a multa foi imposta por causa da “humilhação” que as lésbicas “sofreram” por terem de procurar outro local — ainda que as próprias lésbicas é que tivessem tornado o assunto público informando a imprensa.

Contudo, as lésbicas não ficaram satisfeitas com a decisão, e disseram que apelarão. A advogada delas, Barbara Findlay, disse: “Esse vai ser o primeiro teste legal real da lei de casamento gay. Queremos que o tribunal deixe bem claro até onde se estende a liberdade de religião. Onde estão os limites entre direitos religiosos e direitos homossexuais?”

Esses limites legais podem ser irrelevantes para David Hauser, o membro dos Cavaleiros de Colombo que tinha responsabilidade de vetar a celebração nupcial das lésbicas no salão. Mas o que acabou ocorrendo, de acordo com uma matéria em LifeSiteNews.com, é que Hauser foi demitido de seu emprego na empresa Costco logo depois, e ele alega que foi por causa dessa briga.

Por que é que ele pensa desse jeito? Uma das lésbicas que registrou o boletim de ocorrência alegando discriminação na realidade também trabalha na empresa de Hauser, e ele disse que muitas das pessoas na gerência de seu antigo local de trabalho eram abertamente homossexuais.

Ironicamente, outros cristãos estão descobrindo que estão no lado errado da lei. As leis antidiscriminação e contra os crimes de ódio — leis que os ativistas gays declaram ser absolutamente necessárias para proteger a população homossexual — são agora armas nas mãos dos que querem silenciar o Cristianismo.

Scott Brockie, um tipógrafo cristão, foi multado em $5.000 em 2000 pela Comissão de Direitos Humanos de Ontário porque ele se recusou, na base de suas convicções religiosas, a imprimir materiais para um grupo homossexual. Mas a Comissão decidiu que ele deveria imprimir. Aliás, a Comissão lhe disse que ele deveria imprimir qualquer outra coisa que o grupo quisesse.

Muito embora uma corte de apelação tivesse dado a Brockie uma vitória parcial — lhe informando que ele não tinha de imprimir mais materiais com temas homossexuais — a multa original foi sustentada. Além disso, o processo inteiro de apelo o deixou com uma dívida de mais de $100.000. Então a Comissão de Direitos Humanos entrou com processo e venceu uma ação que exigia que Brockie pagasse as despesas legais da Comissão. Essa ação o sobrecarregou com uma dívida de mais $40.000.

Mas até mesmo quando um cristão promove suas convicções em seu próprio tempo livre, de uma maneira desligada de seu emprego, os resultados podem ser devastadores. Chris Kempling, conselheiro do Distrito Escolar de Quesnel na Colúmbia Britânica, concedeu uma entrevista à Rádio CBC em 2003 — enquanto estava em seu lar no feriado de Natal.

Na entrevista, Kempling, que é um psicólogo licenciado com um doutorado nessa área, explicou sobre sua especialidade: aconselhamento para homossexuais que desejam deixar esse estilo de vida.

O distrito escolar suspendeu Kempling por três meses, mas quando ele tentou processar a escola por discriminação religiosa, o Tribunal de Direitos Humanos da Colúmbia Britânica negou-lhe audiência.

Em resposta, o Rev. Tristan Emmanuel, um aberto defensor da família tradicional no Canadá, disse para LifeSiteNews.com: “A decisão do Tribunal de Direitos Humanos [da Colúmbia Britânica] deixou claro que a questão não é sobre tolerância — é sobre supressão de toda a oposição — um tipo de guerra santa contra a livre expressão e liberdade de religião”.

A verdade é que a liberdade de religião continua a enfrentar pressões no Canadá, assim como vem ocorrendo na Europa. De acordo com o jornal National Catholic Register, o bispo católico Fred Henry de Calgary ofendeu os grupos homossexuais quando ele se opôs ao casamento gay numa carta à sua diocese. Dois homossexuais acusaram o bispo de discriminação.

Em sua própria defesa, o bispo Henry argumentou: “Meus direitos à liberdade de religião e livre expressão foram violados. Aqueles que apóiam o casamento gay querem silenciar as igrejas nesse importante debate. Aqueles que favorecem o casamento gay receberam plenas oportunidades de expor suas opiniões nessa questão. Mas agora eles estão dizendo que qualquer um que abrir a boca contra o casamento gay está cometendo discriminação contra os homossexuais”.

Para os cristãos do Canadá, talvez a lei mais detestável foi a lei homossexual contra crimes de ódio, a Lei C-250, que foi aprovada pelo poder legislativo em 2004. Como explicou Lynn Vincent da revista World, a Lei C-250 declara que é “ilegal publicar, distribuir, mandar pelo correio, importar ou falar qualquer comunicação que se possa perceber como promovendo ou incitando ‘ódio’ contra ‘grupos identificáveis’”, que inclui os homossexuais.

“Todos os que, ao comunicarem declarações (menos conversas em particular), deliberadamente promoverem ódio contra qualquer grupo identificável são culpados de… um crime sujeito à sanção penal”, diz a lei. A punição inclui até dois anos de prisão.

Embora a lei faça uma exceção aos grupos religiosos, os cristãos no Canadá temem que os tribunais removam essa isenção, pois a exceção só se aplica se uma pessoa expressa sua opinião religiosa “em boa fé”.

Vincent declarou que “pelo menos um tribunal de Saskatchewan já sustentou que certas passagens da Bíblia expõem os homossexuais ao ódio”.

Levando em conta a aprovação da Lei C-250, pelo menos um advogado no Canadá está aconselhando as igrejas a considerar “evitar críticas públicas aos grupos identificáveis” e “limitar opiniões às conversas em particular”.

Se as igrejas seguirem esse conselho legal, será o começo da morte do testemunho cristão no Canadá. Mas parece que é isso o que os ativistas homossexuais querem. Aqueles que saíram do armário querem começar a socar os cristãos para dentro de seu próprio armário.

Ed Vitagliano é um colaborador regular de AgapePress e é editor de notícias de AFA Journal, uma publicação mensal da Associação da Família Americana.

© 2006 AgapePress all rights reserved.

Traduzido e adaptado por Julio Severo:

www.juliosevero.com.br

www.juliosevero.com

Fonte: http://headlines.agapepress.org/archive/3/152006b.asp

26 de março de 2006

A escolha deliberada de lares sem filhos: a rebelião moral com uma nova face

A escolha deliberada de lares sem filhos: a rebelião moral com uma nova face

Albert Mohler

De acordo com o jornal The Atlanta Journal-Constitution, Joe e Deb Schum de Atlanta não estão preocupados em preparar seu lar para a chegada de um bebê. A realidade é que o casal nem mesmo tem intenção alguma de ter filhos e eles sentem orgulho de seu casamento sem filhos. Conforme a matéria do jornal, “o casal Schum é parte de um número crescente de casais nos EUA para os quais filhos não são um fator importante no casamento”.

O jornal também apontou para o fato de que a taxa de natalidade americana caiu em 2004 para um histórico nível baixo de 66.9 nascimentos por 1.000 mulheres de idades entre 15 e 44. Isso representa um declínio de 43% desde 1960. “Muitos casais sem filhos”, de acordo com a notícia, “sentem prazer em sua decisão, apesar de incomodados com mães e amigos chocados. Outros lutam com a escolha antes de decidir ter um lar sem nenhum filho”.

Os Schums simplesmente não querem filhos atrapalhando seu estilo de vida. Eles adoram viajar pelas montanhas da Georgia em suas motos combinadas Harley-Davidson. Eles adoram sua cozinha refinada, toda equipada com utensílios da moda. Deb Schum explica: “Se tivéssemos filhos, precisaríamos de uma mesa onde as crianças poderiam fazer o dever de casa”. Claramente, filhos não são parte do plano de decoração interior deles.

Esse padrão de lares sem filhos vem atraindo a atenção dos meios de comunicação. O site esquerdista Salon.com realmente publicou uma série de artigos intitulados: “Ter ou Não Ter Filhos”. Essa série apresentou casais e indivíduos que decidiram que filhos não são parte de seu estilo de vida selecionado.

Certa mulher escreveu que a maternidade não é exatamente parte do plano dela, independente das expectações culturais ao contrário. O papel de mãe simplesmente não se encaixa em sua auto-imagem ou sua programação. “Participo de competições de corrida, natação e bicicleta. Meu marido pratica artes marciais. Nós dois temos carreiras que nos satisfazem. Viajamos pelo mundo… Adoramos nossa família e amigos. Temos um relacionamento íntimo e divertido”. Para outros casais, a questão decisiva é simplesmente financeira. Certa mulher perguntou: “O que ganharíamos com esse investimento? Há leis que obrigam meus filhos a pagar meu asilo quando eu envelhecer? Eles vão ser uma proteção suficiente contra a pobreza e a solidão?” O que dá para receber com esse investimento?

Alguns que escolheram ficar sem filhos chegaram até a formar organizações a fim de se unirem. O grupo “Nenhum Filho” foi formado em Atlanta em 2001 como um desabafo social para os casais que escolhem não ter nenhum filho. Traci Swartz, 30 anos e terapeuta ocupacional, se juntou ao Nenhum Filho com seu marido Jeremy, um analista de computação de 32 anos. “Quando não temos filhos, não ficamos envolvidos em nenhuma atividade como muitas outras pessoas, tais como futebol e balé”, disse Traci.

Ela explicou que os membros de Nenhum Filho têm mais probabilidade de conversar sobre bichinhos de estimação, viagens ou outros interesses comuns. Crianças raramente aparecem como assunto de uma conversa. “As pessoas pensam que nos sentamos por aí e conversamos sobre como odiamos crianças, mas quase nunca mencionamos crianças”, Traci explicou. Não é de admirar.

Outra mulher no grupo de Atlanta explicou: “A gente investe aqueles sentimentos maternais em outras áreas. Para nós, nossos cães recebem todo esse amor”. Esse modo de ver as coisas é doente, mas mais e mais comum.

Os cristãos precisam reconhecer que essa rebelião contra a paternidade representa nada menos do que uma revolta absoluta contra o plano de Deus. A Bíblia mostra que um casamento sem filhos é grande maldição e que filhos são um presente divino. O salmista declarou: “Os filhos são herança do SENHOR, uma recompensa que ele dá. Como flechas nas mãos do guerreiro são os filhos nascidos na juventude. Como é feliz o homem que tem a sua aljava cheia deles! Não será humilhado quando enfrentar seus inimigos no tribunal”. (Salmo 127: 3-5 NVI)

Moralmente falando, a epidemia de lares sem filhos não tem nada a ver com os casais legalmente casados que desejam ter filhos, mas por algum motivo não têm a capacidade física de tê-los. A questão envolve os casais que têm plena capacidade de ter filhos, mas os rejeitam como intrusão em seu estilo de vida.

O lema desse novo movimento de homens e mulheres que escolhem deliberadamente lares sem filhos poderia ser resumido num adesivo criado na década de 1970 por Zero Population Growth, uma organização dedicada ao controle populacional. O adesivo dizia: “FAÇA SEXO, NÃO BEBÊS”. Esse modo de ver as coisas é precisamente o que as Escrituras Sagradas rejeitam. Casamento, sexo e filhos vêm incluídos juntos. Negar qualquer parte dessa inclusão total é rejeitar a intenção de Deus na criação — e Seu mandamento revelado na Bíblia.

A revolução sexual teve muitas manifestações, mas podemos agora ver que os americanos modernos estão determinados não só a livrar o sexo do casamento [e até mesmo das diferenças sexuais], mas também da procriação.

As Escrituras Sagradas nem mesmo imaginam casais que escolhem não ter filhos. A realidade chocante é que alguns cristãos estão engolindo esse estilo de vida e afirmam que um casamento sem filhos é uma opção legítima. O surgimento dos modernos anticoncepcionais tornou tecnologicamente possível tal opção. Mas o fato permanece que embora a revolução dos anticoncepcionais tenha possibilitado o casamento sem filhos, esse tipo de casamento é uma forma de rebelião contra o plano e ordem de Deus.

A Bíblia não dá aos casais a opção de escolher ter um lar sem filhos. Pelo contrário, os mandamentos de Deus nos instruem a receber filhos alegremente como presentes de Deus, e criá-los na instrução e conselho do Senhor. Descobriremos muitas das nossas alegrias e satisfações mais profundas criando filhos dentro do contexto da família. Os que rejeitam filhos querem ter as alegrias do sexo e do companheirismo conjugal sem as responsabilidades da paternidade. Eles se apóiam em outros para produzir e sustentar as gerações futuras.

Não será o repensamento secular que corrigirá essa epidemia de deliberados lares sem filhos. Numa campanha para separar o prazer do sexo do poder da procriação, os americanos modernos pensam que é seu direito o sexo totalmente livre de restrições e concepções. Filhos, é claro, representam uma restrição séria na vida dos pais. A paternidade não é um hobby, mas representa uma das oportunidades mais cruciais para a criação de homens e mulheres de Deus nesta vida.

A sociedade está claramente engolindo esse conceito. As reivindicações legais para que haja complexos de apartamentos e outras moradias semelhantes resumem-se à reivindicação de que os adultos precisam viver num ambiente sem crianças. Outros afirmam que as crianças já recebem atenção pública e investimentos de impostos demais, e que isso é uma imposição injusta sobre os que escolhem não procriar. É claro, o próprio uso dessa terminologia trai a rebelião nesse argumento. Os animais dão cria. Os seres humanos procriam e criam filhos para a glória de Deus.

Sem dúvida, filhos provocam imposições em nossos confortos de criaturas, acordando-nos no meio da noite com necessidades exigentes e interrupções inconvenientes. Os pais aprendem sem demora que filhos não são somente o querubim sorridente dormindo no berço, mas também a criancinha de face suja, o adolescente teimoso e o jovem tempestuoso.

As igrejas deveriam insistir em que o padrão da Bíblia para a vida dos adultos significa casamento e casamento significa filhos. Tal padrão nos faz lembrar de nossa responsabilidade de criar meninos para serem maridos e pais e meninas para serem esposas e mães. Vê-se a glória de Deus nessa responsabilidade, pois a família é a esfera decisiva em que a glória de Deus é revelada ou negada. É tão simples assim.

As igrejas precisam ajudar a sociedade a readquirir o respeito pelas crianças como presentes de Deus. Deve-se chamar de rebelião moral a escolha deliberada de uma sexualidade estéril e um casamento sem filhos. Exigir que o casamento signifique sexo — mas sem filhos — é defraudar o Criador de Sua alegria e prazer em ver os santos criando Seus filhos.

Traduzido do artigo original Deliberate Childlessness: Moral Rebellion With a New Face. Albert Mohler Jr. é presidente do Seminário Teológico Batista do Sul em Louisville, Kentucky. Para conhecer mais artigos e outros materiais do Dr. Mohler, visite seu site: www.albertmohler.com

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com; juliosevero.com.br

Fonte: The Al Mohler Crosswalk Commentary — Deliberate Childlessness:Moral Rebellion With a New Face, June 7, 2005.

24 de março de 2006

Televisão promove promiscuidade nas crianças

Televisão promove promiscuidade nas crianças

Terry Vanderheyden

CHAPEL HILL, Carolina do Norte, EUA, 23 de março de 2006 (LifeSiteNews.com) — Filmes, televisão, músicas e revistas estão abastecendo a promiscuidade em crianças de 12 a 15 anos, de acordo com um novo estudo recentemente publicado.

Conforme relatou a Revista de Saúde do Adolescente, os pesquisadores avaliaram os efeitos dos meios de comunicação nos comportamentos sexuais de 1.011 adolescentes de 12 a 15 anos que estavam participando de sua pesquisa.

Kelly Ladin L’Engle, Jane Brown e Kristin Kenneavy, cientistas da Universidade da Carolina do Norte, concluíram que as crianças que são expostas a mais conteúdo sexual mediante os meios de comunicação e que “percebem maior apoio dos meios de comunicação ao comportamento sexual entre adolescentes, contam que sentem intenções maiores de se engajar em relações sexuais e mais atividade sexual”.

O grupo informou que a maioria das 264 fontes de mídia examinadas revelou que as situações sexualmente carregadas eram quase sempre entre casais solteiros e geralmente mostram sexo como “livre de risco”.

O grupo descreveu os meios de comunicação como um “supercolega sexual” com uma influência pelo menos igual à religião ou ao relacionamento entre filho e pais. Em média, a idade dos adolescentes [pesquisados] era 13.7 anos.

Traduzido e adaptado por Julio Severo:

www.juliosevero.com.br

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Fonte: http://www.lifesite.net/ldn/2006/mar/06032304.html

Rapaz de 15 anos estuprou quatro meninas depois de ver pornografia

Nigel Bunyan
24 de março de 2006

Um rapaz de 15 anos que estuprou quatro meninas depois de ver pornografia explícita foi enviado a uma instituição de menores criminosos por quatro anos.

O adolescente se aproximou de suas vítimas — duas de oito e as outras de sete e dez anos — enquanto elas brincavam no Parque Mandley, em Salford, Inglaterra. Ele as enganou e as levou a uma área mais isolada, ameaçou “chicoteá-las” se elas tentassem escapar e as atacou uma de cada vez.

Depois, uma das vítimas foi ignorada por um transeunte quando ela tentou pedir socorro e o alerta só foi dado depois que as meninas chegaram a seus lares.

No tribunal de Manchester o rapaz confessou que cometeu os quatro estupros…

Depois do caso, as famílias das meninas disseram que suas vidas haviam sido devastadas. “A inocência de nossas filhas lhes foi cruelmente roubada por essa terrível experiência sexual. Elas nunca mais serão as mesmas”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo:

www.juliosevero.com.br

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Fonte: http://news.telegraph.co.uk/news/main.jhtml?xml=/news/2006/03/24/nrape24.xml

23 de março de 2006

A Grande Mentira: O Socialismo Começou na Bíblia

A Grande Mentira: O Socialismo Começou na Bíblia

Julio Severo

Os socialistas, comunistas, esquerdistas e outros radicais com diferentes rótulos — porém com idéias e ambições políticas semelhantes — costumam alegar que o socialismo começou na Bíblia. Eles utilizam como exemplo uma experiência que os 12 apóstolos tentaram na primeira igreja cristã, na região da Judéia. Não houve direção direta de Deus para os líderes cristãos judeus decidirem o uso e administração de seus recursos financeiros, mas Deus lhes deu liberdade para tentarem seus próprios caminhos. O que sabemos é que os apóstolos tiveram a inspiração humana de que todos os cristãos judeus deveriam vender tudo o que tinham e entregar todo o dinheiro aos apóstolos. Nada era poupado, inclusive propriedades. Foi talvez uma tentativa de criar uma comunidade de interesses, trabalhos e sacrifícios comuns.

Prova de fogo

À primeira vista, a tentativa era excelente, principalmente porque os apóstolos tinham muito boas intenções com sua iniciativa. Contudo, tudo o que é bom precisa passar pelo teste de aprovação, assim como o próprio ouro precisa passar pelo fogo, para que toda sujeira seja retirada e o ouro fique puro e valioso. A tentativa de introduzir uma vida de comunidade entre os cristãos judeus passaria por um tempo de muita necessidade, uma verdadeira prova de fogo. Aliás, o mundo inteiro passaria por tal necessidade, e o próprio Deus avisou seu povo do que estava para acontecer. Deus usou um profeta para prevenir:

“Um deles, Ágabo, levantou-se e pelo Espírito predisse que uma grande fome sobreviria a todo o mundo romano, o que aconteceu durante o reinado de Cláudio”. (Atos 11:28 NVI)

O profeta Ágabo alertou que uma grande fome sobreviria para todo o mundo romano. Já que os apóstolos de Jesus e a primeira igreja cristã do mundo estavam em Jerusalém, na Judéia, é de supor que de todas as igrejas espalhadas pelo mundo, as igrejas judaicas teriam melhores condições espirituais de enfrentar o problema da fome. Mas não foi o que aconteceu. A fome sobreveio ao mundo romano inteiro e todos sofreram. Mas todas as igrejas cristãs conseguiram prevalecer nessa situação, menos as igrejas da Judéia. Por que? Todos eles não tinham o mesmo Cristo poderoso e seu Espírito Santo, que até os avisou?

Todas as igrejas, judaicas ou não, sofriam perseguição religiosa e mais tarde, juntamente com todo o restante do mundo, passaram a sofrer o problema da fome. No entanto, só as igrejas da Judéia estavam mais vulneráveis a esse problema. Se as igrejas não judaicas, que estavam sob a direção de apenas um apóstolo, conseguiram se manter no meio de uma crise mundial de fome e até ajudar as igrejas judaicas, como é que as igrejas judaicas, sob a liderança de doze apóstolos, estavam tão vulneráveis e fracas? Qual foi a diferença importante entre essas igrejas?

Não há diferenças significativas, a não ser que levemos em consideração que nas igrejas cristãs não judaicas cada cristão era encorajado a lutar por sua independência econômica. Veja por exemplo a recomendação que Paulo deu para a igreja européia da cidade de Tessalônica, muito tempo depois da fundação da primeira comunidade cristã judaica: “Esforcem-se para ter uma vida tranqüila, cuidar dos seus próprios negócios e trabalhar com as próprias mãos, como nós os instruímos; a fim de que andem decentemente aos olhos dos que são de fora e não dependam de ninguém”. (Tessalonicenses 4:11-12 NVI, o destaque é meu.)

No entanto, nas igrejas judaicas todos entregaram tudo o que tinham para viver em comunidade. Tudo indica que por causa da sua perda de independência econômica para investir na vida em comunidade, os cristãos judeus pagaram um elevado preço, passando a depender até de cristãos não judeus de outros países para sobreviver. Nos capítulos oito e nove inteiros de 2 Coríntios Paulo orienta como as igrejas não judaicas devem proceder para ajudar a igreja dos apóstolos em Jerusalém!

Um experimento que ninguém queria imitar

A tentativa de introduzir entre os cristãos judeus um modelo de comunidade baseado na extinção da independência econômica de cada pessoa teve efeitos negativos e trágicos que ninguém inteligente na liderança cristã da Europa quis imitar ou preservar. Foi uma experiência que veio e foi, para a tristeza de ninguém. Na prova de fogo, o ouro sai puro. Na prova de fogo do experimento dos apóstolos, o resultado não foi puro nem belo. Não sobrou nada, além de pobreza e miséria.

A única explicação para a impotência financeira e econômica da igreja judaica diante de uma crise mundial de fome é que seu experimento humano — interpretado modernamente como “socialismo” — de conduzir a administração da igreja do Senhor não foi um experimento abençoado. Não foi Deus quem ordenou esse experimentou. Ele só o permitiu.

Deus dava direção específica aos primeiros cristãos judeus — uma dessas direções era que eles deveriam levar o Evangelho a toda criatura. Essa orientação veio diretamente do coração do Senhor Jesus. Mas com relação à vida de comunidade e redistribuição de renda da primeira igreja cristã, a Palavra de Deus claramente mostra que a iniciativa não foi de Deus. Ele nunca lhes deu direção nesse sentido. Tal iniciativa veio diretamente do coração humano dos apóstolos.

É claro que Deus poderia muito bem revelar de antemão a eles qual seria o fim de seu experimento. Afinal, eles tinham dons de revelação e sabiam se comunicar com Deus. Eles buscavam a Deus intensamente em muitas questões e recebiam respostas, mas quando resolveram viver comunitariamente, dividindo tudo igualmente entre si, ninguém se lembrou de pedir a direção ou permissão de Deus. E Deus nada falou porque ele também espera que seu povo aja com bom senso, e às vezes se mantém calado a fim de que seu povo adquira “experiências” por si mesmo, ainda que dolorosas.

Homens de Deus, porém humanos e imperfeitos

É possível então um homem de Deus se esquecer de pedir a direção de Deus em determinadas ocasiões importantes e sofrer as conseqüências? Claro que sim. Josué era um homem que buscava intensamente a Deus e ouvia a sua voz, e Deus lhe deu a posição de líder da nação inteira de Israel. Quando ele pedia direção, Deus mostrava claramente a ele o que ele devia fazer. Um dessas direções era que ele não devia fazer acordo algum com os povos que habitavam a terra de Canaã. No entanto, um desses povos conseguiu elaborar uma estratégia: enviar uma comitiva, que disse a Josué e aos líderes judeus:

“—Nós estamos chegando de um país que fica bem longe daqui. Façam um acordo de paz com a gente. Porém os homens de Israel disseram: —Pode ser que vocês morem aqui por perto. Como é que podemos fazer um acordo de paz com vocês? —Estamos prontos para ser seus empregados! —responderam eles. —Quem são vocês? De onde vêm? —perguntou Josué. Os gibeonitas responderam: —Nós, os seus criados, somos de um país que fica muito longe e viemos até aqui porque ouvimos falar do SENHOR, seu Deus. Ouvimos as notícias de tudo o que ele fez no Egito.” (Josué 9:6-9 NTLH)

O acordo foi feito e ninguém percebeu nada. Só depois é que os judeus descobriram que haviam cometido um erro. Eles foram enganados e fizeram um acordo errado porque “não consultaram o Senhor” (veja Josué 9:14b). Já que não foi consultado, Deus deu a Josué e aos líderes judeus a mesma coisa que ele deu aos apóstolos em seu experimento de vida de comunidade: liberdade de tomar determinadas atitudes importantes sem pedir seu conselho.

Ainda que os socialistas de hoje — evangélicos ou não — utilizem o experimento da igreja judaica como o primeiro exemplo socialista da história, com o único objetivo de ganhar a simpatia política de adeptos cristãos, as práticas socialistas — se há uma real determinação de procurar experimentos na história da humanidade — podem ser vistas na Grécia, uns 500 anos antes de Cristo. Então a verdade pura é que foram os gregos, não os cristãos judeus, que foram os criadores de um tipo de sistema interpretado modernamente como socialismo.

O pequeno e curto experimento trágico das primeiras igrejas cristãs judaicas foi o suficiente para Paulo não tentar imitar nas igrejas cristãs não judaicas da Europa o que os desesperados cristãos “progressistas” de hoje insistem em chamar de exemplo socialista. Se foi realmente um exemplo ou não, o que é fácil de perceber é que então foi um exemplo que Paulo e nenhum outro líder cristão sábio procurou imitar. Afinal, não valia a pena copiar as imperfeições, os erros e a imaturidade administrativa que acabaram em fracasso.

O Apóstolo Paulo bem sabia que os 12 apóstolos não eram perfeitos. Ele comentou sobre eles: “Quanto aos que pareciam influentes — o que eram então não faz diferença para mim; Deus não julga pela aparência — tais homens influentes não me acrescentaram nada”. (Gálatas 2:6 NVI) Em certa ocasião, Paulo precisou repreender um dos apóstolos publicamente: “Quando, porém, Pedro veio a Antioquia, enfrentei-o face a face, por sua atitude condenável”. (Gálatas 2:11 NVI)

As imperfeições da igreja cristã judaica eram tão fortes que, os 12 apóstolos permitiam que os recursos da igreja fossem utilizados para ajudar somente as viúvas judias: “Naqueles dias [quando o experimento administrativo dos recursos da igreja estava em pleno funcionamento], crescendo o número de discípulos, os judeus de fala grega entre eles queixaram-se dos judeus de fala hebraica, porque suas viúvas estavam sendo esquecidas na distribuição diária de alimento”. (Atos 6:1 NVI) Por pura imaturidade, a primeira igreja cristã judaica estava deixando de fora de seu ministério assistencial as viúvas que falavam grego, e não a língua comumente usada pelos judeus da época.

Assim, é de compreender o motivo por que Paulo não copiou o modelo imperfeito de administração dos recursos da igreja judaica. Ele tinha discernimento e maturidade e entendia corretamente que Deus jamais havia confirmado esse experimento iniciado pela inspiração humana dos 12 apóstolos, embora no caso de Ananias e Safira Deus os tenha castigado não por rejeitar tal experimento, mas por escolherem mentir ao Espírito Santo na questão do que a liderança apostólica havia deliberado. No entanto, os cristãos progressistas de hoje têm evitado seguir o bom exemplo de Paulo.

A introdução da experiência de comunidade entre os cristãos judeus foi um fracasso doloroso. Além disso, Paulo e outros líderes cristãos que trabalhavam na Europa e outros lugares fora da Judéia não tentaram introduzir essa experiência nas igrejas novas que estavam se formando na Europa. De fato, não se faz nenhuma menção a uma tentativa de copiar o modelo cristão judaico de entregar todas as propriedades para uma vida de comunidade. Algumas práticas úteis foram imitadas — como evangelizar, orar pelos enfermos e expulsar demônios —, mas o modelo de comunidade cristão judeu não foi copiado e nem mesmo mencionado.

Imitando o fracasso da igreja primitiva

Outra tentativa bem intencionada de instituir práticas socialistas entre evangélicos ocorreu na fundação dos Estados Unidos. Os fundadores dessa grande nação eram evangélicos comprometidos com Deus e eles estavam tão apegados a Deus e sua Palavra que eles queriam imitar tudo o que estava na Bíblia. Eles até queriam instituir o hebraico como língua oficial da jovem nação americana. De maneira semelhante, eles também se esforçaram para imitar a vida de comunidade dos primeiros cristãos judeus, conforme mostra o artigo Mais Sábios que Deus, de Olavo de Carvalho:

Ao chegar à América em 1623, o governador William Bradford encontrou a colônia de Plymouth numa situação desesperadora: magros, doentes, em farrapos, sem atividade econômica organizada, os peregrinos estavam à beira da extinção. Muitos, depois de vender aos índios todas as suas roupas e demais bens pessoais, tinham lhes vendido sua liberdade: eram escravos, vivendo de cortar lenha e carregar água em troca de uma tigela de milho e um abrigo contra o frio.

Interrogando os líderes da comunidade em busca da causa de tão deplorável estado de coisas, Bradford descobriu que a origem dos males tinha um nome bem característico. Chamava-se “socialismo”.

Os habitantes de Plymouth, revolucionários puritanos exilados, trouxeram para a América as idéias sociais esplêndidas que os haviam tornado insuportáveis na Inglaterra, e tentaram construir seu paraíso coletivista no Novo Mundo. As terras eram propriedade comunitária, a divisão do trabalho era decidida em assembléia e a colheita se dividia igualitariamente entre todas as bocas. O sistema havia resultado em confusão geral, a lavoura não produzia o suficiente e aos poucos a miséria havia se transformado naturalmente em anarquia e ódio de todos contra todos.

A um passo do extermínio, a comunidade aceitou então a sugestão de mudar de rumo, voltando ao execrável sistema de propriedade privada da terra. “Isso teve muito bons resultados”, relata Bradford. “Muito mais milho foi plantado e até as mulheres iam voluntariamente trabalhar no campo, levando suas crianças para ajudar”. O surto de prosperidade que se seguiu é bem conhecido historicamente: ele permitiu que os colonos fincassem raízes na América e começassem a construir o país mais rico do mundo.

Homem de fé, Bradford não atribuiu a salvação da colônia aos méritos dela ou dele próprio, mas à mão da providência divina. O sucesso do sistema capitalista, escreveu ele, “bem mostra a vaidade daquela presunção de que tomar as propriedades pode tornar os homens mais felizes e prósperos, como se fossem mais sábios que Deus”.[1]

Entres os primeiros judeus cristãos e os evangélicos fundadores do EUA, as práticas socialistas trouxeram fome e miséria. O efeito foi igual. Mas entre os que não são evangélicos, essas práticas trouxeram muito mais do que só fome e miséria. Aproximadamente 100 milhões de seres humanos foram brutalmente assassinados por governos socialistas durante o século XX.

Com boas intenções, até mesmo com intenções cristãs e santas, práticas minimante parecidas com o socialismo trouxeram pobreza, miséria e morte para os primeiros cristãos dos EUA e para os cristãos judeus do primeiro século. Com supostas “boas” intenções, mas sem nenhuma ética cristã, o socialismo se tornou, pela abundância de evidências históricas, a ideologia mais macabra, enganadora e assassina do século XX.

Entretanto, sua propaganda continua iludindo milhões, por seu apelo aos pobres. Propostas como redistribuição de renda e alimentação dos necessitados geralmente atraem a simpatia das multidões e produzem força política — até mesmo entre cristãos. Mas é assim que Jesus age?

A prioridade de Jesus: alimento espiritual

O Senhor Jesus Cristo, em seu ministério de evangelização, não tinha um trabalho exclusivo de caridade para alimentar as multidões. Apesar de que ele tinha constante contato com os pobres e de que ele tinha autoridade e poder para produzir alimentos suficientes para eles diariamente, a Bíblia mostra que só em duas ocasiões ele utilizou essa autoridade e poder. Quando ele deu alimentos numa ocasião em que as pessoas estavam famintas por terem passado com ele três dias inteiros ouvindo a Palavra de Deus, houve uma conseqüência com enorme potencial político e imenso apoio popular. As pessoas receberam tão bem a generosa distribuição de alimentos que Jesus fez que queriam com todas as sua forças elevá-lo ao cargo político mais importante daquele tempo, a fim de que ele pudesse continuar sua distribuição de alimentos (veja João 6:15).

O ato de os cristãos progressistas promoverem propostas políticas de alimentação dos pobres tem também o mesmo potencial de produzir apoio político para suas causas, e eles têm tirado vantagem desse potencial, canalizando inclusive apoio dos evangélicos para a eleição de candidatos socialistas que se identificam com o que eles enxergam como vocação “profética” da igreja — uma preocupação política obsessiva de se aproveitar dos pobres para avançar seus interesses ideológicos.

Quando os cristãos progressistas vêem que determinadas medidas políticas de alimentação aos pobres ajudam a avançar seus interesses, eles as utilizam como alavanca para subir politicamente. Contudo, Jesus mostrou claramente que quando foi necessário alimentar os que estavam ouvindo a Palavra, houve todo o cuidado de não permitir que a ocasião fosse utilizada para finalidades políticas.

Os evangélicos progressistas pensam que antes de tentarmos evangelizar os pobres primeiro precisamos alimentá-los. Contudo, Jesus não alimentou as multidões famintas a fim de produzir mais abertura para o Evangelho que ele pregava. Ele as alimentou porque elas já estavam ouvindo a Palavra de Deus. Ele as alimentou porque elas estavam já havia três dias ouvindo a Palavra de Deus. Não há em todos os Evangelhos nenhuma citação de Jesus alimentando os pobres para que eles se abrissem mais para o Evangelho. Pelo contrário, eles os alimentou somente em duas ocasiões em que eles permaneceram muito tempo ouvindo o Evangelho:

“—Estou com pena dessa gente porque já faz três dias que eles estão comigo e não têm nada para comer. Se eu os mandar para casa com fome, eles vão cair de fraqueza pelo caminho, pois alguns vieram de longe.” (Marcos 8:2-3 NTLH)

A compaixão de Jesus produziu uma miraculosa multiplicação de alimentos para seu público atento à Palavra de Deus. A fome de todos foi saciada. A conseqüência foi que eles imediatamente queriam promover Jesus politicamente:

“Jesus ficou sabendo que queriam levá-lo à força para o fazerem rei; então voltou sozinho para o monte.” (João 6:15 NTLH)

Qual foi a resposta de Jesus para as multidões que ele havia acabado de alimentar e que estavam ansiosas para promovê-lo politicamente por causa da perspectiva de comida na mesa?

“Jesus respondeu: —Eu afirmo a vocês que isto é verdade: vocês estão me procurando porque comeram os pães e ficaram satisfeitos e não porque entenderam os meus milagres. Não trabalhem a fim de conseguir a comida que se estraga, mas a fim de conseguir a comida que dura para a vida eterna. O Filho do Homem dará essa comida a vocês porque Deus, o Pai, deu provas de que ele tem autoridade. —O que é que Deus quer que a gente faça? —perguntaram eles. —Ele quer que vocês creiam naquele que ele enviou! —respondeu Jesus. Eles disseram: —Que milagre o senhor vai fazer para a gente ver e crer no senhor? O que é que o senhor pode fazer? Os nossos antepassados comeram o maná no deserto, como dizem as Escrituras Sagradas: “Do céu ele deu pão para eles comerem.” Jesus disse: —Eu afirmo a vocês que isto é verdade: não foi Moisés quem deu a vocês o pão do céu, pois quem dá o verdadeiro pão do céu é o meu Pai. Porque o pão que Deus dá é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo. —Queremos que o senhor nos dê sempre desse pão! —pediram eles. Jesus respondeu: —Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim nunca mais terá fome, e quem crê em mim nunca mais terá sede. Mas eu já disse que vocês não crêem em mim, embora estejam me vendo. Todos aqueles que o Pai me dá virão a mim; e de modo nenhum jogarei fora aqueles que vierem a mim. Pois eu desci do céu para fazer a vontade daquele que me enviou e não para fazer a minha própria vontade. E a vontade de quem me enviou é esta: que nenhum daqueles que o Pai me deu se perca, mas que eu ressuscite todos no último dia. Pois a vontade do meu Pai é que todos os que vêem o Filho e crêem nele tenham a vida eterna; e no último dia eu os ressuscitarei.” (João 6:26-40 NTLH)

Jesus jamais agiu conforme a “ética” socialista. Ele jamais se aproveitava das necessidades das multidões para usá-las para objetivos políticos e ideológicos. Pelo contrário, ele sempre deixava claro para os pobres que quando damos prioridade para a vontade de Deus na nossa vida, ele supre nossas necessidades. Jesus declara:

“—Por isso eu digo a vocês: não se preocupem com a comida e com a bebida que precisam para viver nem com a roupa que precisam para se vestir. Afinal, será que a vida não é mais importante do que a comida? E será que o corpo não é mais importante do que as roupas? Vejam os passarinhos que voam pelo céu: eles não semeiam, não colhem, nem guardam comida em depósitos. No entanto, o Pai de vocês, que está no céu, dá de comer a eles. Será que vocês não valem muito mais do que os passarinhos? E nenhum de vocês pode encompridar a sua vida, por mais que se preocupe com isso. —E por que vocês se preocupam com roupas? Vejam como crescem as flores do campo: elas não trabalham, nem fazem roupas para si mesmas. Mas eu afirmo a vocês que nem mesmo Salomão, sendo tão rico, usava roupas tão bonitas como essas flores. É Deus quem veste a erva do campo, que hoje dá flor e amanhã desaparece, queimada no forno. Então é claro que ele vestirá também vocês, que têm uma fé tão pequena! Portanto, não fiquem preocupados, perguntando: “Onde é que vamos arranjar comida?” ou “Onde é que vamos arranjar bebida?” ou “Onde é que vamos arranjar roupas?” Pois os pagãos é que estão sempre procurando essas coisas. O Pai de vocês, que está no céu, sabe que vocês precisam de tudo isso. Portanto, ponham em primeiro lugar na sua vida o Reino de Deus e aquilo que Deus quer, e ele lhes dará todas essas coisas.” (Mateus 6:25-33 NTLH, o destaque é meu.)

Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual (Editora Betânia).

Fonte: http://www.juliosevero.com.br/

Nota:

[1] Olavo de Carvalho, Mais Sábios que Deus, publicado no jornal Diário do Comércio, 28 de novembro de 2005.

22 de março de 2006

O veredicto dos boateiros: “Bush mentiu”

O veredicto dos boateiros: “Bush mentiu”

Julio Severo

“Está comprovado que George W. Bush mentiu sobre as armas de destruição em massa no Iraque”. — Opinião comum da mídia brasileira.[1]

Não é segredo para ninguém que hoje em dia ser contra o aborto e o homossexualismo é um convite para a impopularidade entre os liberais e esquerdistas. Se não é fácil até para um cristão assumir essas posições impopulares, muito menos para um homem que ocupa importante função política.

Mas os esquerdistas e liberais são “justos”, pelo seu próprio conceito. Eles nunca lançariam um ataque frontal direto contra as convicções cristãs de uma autoridade política, pois tal atitude negativa poderia despertar os cristãos para uma revolta legítima contra os agressivos preconceitos anticristãos.

A tática é simples: aguarda-se que a “vítima” cometa qualquer coisa que eles possam interpretar como grave erro ou até crime. Qualquer mínimo deslize pode ser inflado para muito além da seriedade que jamais mereceu.

Um clássico exemplo é a proverbial “mentira de Bush”. Diz-se proverbial porque é a palavra mais comum usada para se referir ao presidente americano. Quem diz que é mentira é a mídia liberal, que não está nem aí se Bush estava com a razão quando declarou que o ditador Saddam Hussein tinha armas de destruição em massa (ADMs).

Essas armas representavam um enorme perigo internacional, porque já era bem sabido que Saddam financiava os ataques terroristas suicidas contra alvos civis israelenses inocentes. Bombas mortíferas explodiam em todas as partes de Israel, mutilando, destruindo e matando, enquanto as famílias dos “palestinos” suicidas eram recompensadas com o dinheiro que Saddam reservava especialmente para essa finalidade.

Além disso, há evidências de que o governo de Saddam cooperou com o grupo terrorista muçulmano que cometeu os atos terroristas contra os EUA em 11 de setembro de 2001.[2]

As intenções terroristas de Saddam não são novidade. No começo da década de 1980, a força aérea israelense bombardeou e destruiu uma instalação nuclear no Iraque. Essa foi a primeira tentativa frustrada de Saddam de fabricar ADMs.

Agora, o serviço secreto americano informava ao presidente Bush da existência de ADMs nas mãos de Saddam. Como sempre, Israel seria um alvo inquestionável. Em segundo lugar, viriam os Estados Unidos que, ou bem ou mal, são a nação que mais defende Israel.

O que então Saddam poderia fazer possuindo mortíferas ADMs? O que seria de Israel? O que seria dos EUA?

“É tudo mentira!”

Bush precisava agir rapidamente contra as ADMs, antes que fosse tarde demais. O Iraque foi invadido e… as ADMs não foram encontradas. Pelo simples fato de que essas terríveis armas de grande poder de destruição não foram imediatamente achadas, os inimigos de Bush aproveitaram para lançar a campanha “Bush mentiu”. Quando se ouve hoje que “Bush mentiu”, repete-se exatamente o slogan dessa propaganda.

Até mesmo revistas evangélicas, que se consideram conceituadas, entraram alegremente na campanha, como se tivessem subido o monte Sinai, conversado com o Deus de Moisés e depois retornado para dizer a todo o povo evangélico: “Sim, Deus nos contou tudo. Bush realmente mentiu. Saddam Hussein nunca teve ADMs. Saddam está sofrendo injustiças do presidente americano”.

Em matéria intitulada “A descoberta da mentira” — inteiramente dedicada a Bush —, a revista Ultimato, que jamais tentou esconder seus sentimentos sobre o presidente americano, declarou:

Já que o nome de Deus foi profanado abertamente pelos detentores do maior poder bélico do mundo, a religião cristã foi muito prejudicada… A revista Veja pergunta “Onde estão as armas?” e anota: “Se nada for encontrado, o distinto público poderá entender que o governo de George W. Bush mentiu para convencer o mundo da necessidade de derrubar o ditador” (11 jun. 2003, p. 55). Na mesma edição, a coluna “Ponto de Vista”, do historiador brasileiro Luiz Felipe de Alencastro, transcreve um editorial do jornal francês Le Monde (29 maio 2003), no qual se lê: “Trata-se, sem dúvida, da maior mentira de Estado destes últimos anos” (p. 18).[3]

No curtíssimo artigo, Ultimato homenageia negativamente Bush citando a palavra mentira 12 vezes, citando a Bíblia três vezes e citando Carlos Heitor Cony duas vezes. Cita a Bíblia porque é a praxe evangélica. Não se pode chegar ao povo evangélico, para ensinar ou enganar, sem o uso de trechos da Bíblia. Cita Carlos Heitor Cony porque é a praxe esquerdista. Ninguém melhor do que um esquerdista para expressar os sentimentos de outro esquerdista.

No artigo, Cony “inocentemente” promulga que Bush invadiu o Iraque por interesses puramente financeiros. Como é que ele conseguiu “descobrir” que o presidente americano agiu por dinheiro? Fácil. Pela sua experiência.

Na política do governo Lula de sugar os nossos impostos para indenizar radicais comunistas perseguidos durante o governo militar, Cony, não pensando nos próprios interesses financeiros, renunciou a uma gorda indenização, paga exclusivamente pelo generoso povo brasileiro. No entanto, não foi bem assim que o bondoso esquerdista agiu. Em 2004, o jornal O Estado de S. Paulo informou:

De 1965, data da perseguição de que o acadêmico [Carlos Heitor Cony] se diz vítima, para cá não consta que ele tenha passado necessidade, uma vez que esteve sempre bem empregado e tenha merecido notório reconhecimento social. Mas sua renda, que na certa modesta não é, será acrescida de uma indenização de R$ 1,4 milhão. Ele ainda teria direito a receber R$ 23.187,90 por mês, mas o valor será de fato de R$ 19.115,19, teto salarial do funcionalismo federal, correspondente ao salário de um ministro do STF.[4]

Esse é o perfil altruísta do esquerdista que a revista Ultimato usou para sustentar o boato de que Bush mentiu sobre ADMs nas mãos de Saddam.

Afinal, Bush mentiu ou não? Se ele não mentiu, por que os esquerdistas, evangélicos ou não, insistem em sustentar e fortalecer a “proverbial mentira de Bush”?

Havia realmente armas de destruição em massa

De acordo com Pat Boone, há hoje provas convincentes que as ADMs eram uma ameaça real. Boone é cantor, artista e escritor evangélico, mais conhecido entre os evangélicos por seu papel do Pr. David Wilkerson no filme A Cruz e o Punhal. Ele é também descendente do legendário Daniel Boone. Ele declara:

  • Os Estados Unidos descobriram umas 12 horas de gravações no palácio de Saddam Hussein — autenticadas pela metodologia do FBI — contendo debates com vozes conhecidas como Tariq Aziz e outros, inclusive o próprio Saddam, falando sobre o que fazer com os estoques e recursos de ADMs.

  • Unidades Spetsnaz (forças militares especiais da Rússia) ajudaram os soldados de Saddam a esconder — principalmente na Síria — as ADMs. Os iraquianos haviam comprado essas armas da própria Rússia.

  • Duas autoridades militares iraquianas de alta patente — General Georges Sada, o segundo em comando na Força Aérea do Iraque, e Ali Ibrahim, outro comandante iraquiano — afirmam que Saddam possuía estoques de ADMs e as transportou para fora do Iraque por terra e num avião de passageiros 747 adaptado, para serem escondidas na Síria.[5]

A verdade final então é que a campanha covarde “Bush mentiu” apenas revela como o ódio pode mover um ser humano contra outro, a ponto de mentir para acusar o outro de mentiroso. Pode-se chamar de “campanha que mentiu que Bush mentiu”. A iniciativa maliciosa foi tão sistemática e bem sucedida que hoje, não importa o que Bush diga, o rótulo de mentiroso continua sendo sustentado.

Contudo, até mesmo Jesus era acusado de enganar e mentir. Não importa o que ele fizesse, os inimigos viam somente o que queriam ver:

“Na multidão havia muita gente comentando sobre ele. Alguns diziam: —Ele é bom. — Não é não; ele engana o povo! —afirmavam outros.” (João 7:12 NTLH)

“E disseram: — Governador, nós lembramos que, quando ainda estava vivo, aquele mentiroso disse: “Depois de três dias eu serei ressuscitado.”” (Mateus 27:63 NTLH)

Ninguém está comparando Bush com Jesus, porém é importante entender que ninguém é imune a difamações e mentiras. Se até Jesus não escapou de ser alvo de boatos maldosos, o que se pode então esperar dos meios de comunicação que odeiam a posição de Bush contra o aborto e o homossexualismo?

O que fazer com boatos e mentiras?

É claro que a atitude da mídia liberal acusando Bush de mentir sobre as ADMs representa desonestidade. Mas para os líderes e meios de comunicação evangélicos que também participaram, o caso envolve mais do que desonestidade. Espalharam um boato malicioso no meio do povo de Deus, sem consultar a Deus. E é de estranhar que tenham agido assim, pois o Brasil tem um presidente que se comprometeu diante de muitos pastores evangélicos, antes das eleições de 2002, de que jamais deixaria seu governo promover o aborto e o homossexualismo. No entanto, qual é o líder ou revista evangélica que ousa se levantar para dizer que Lula mentiu?

Esses guardiões da verdade prosseguem seus boatos acerca de Bush, sem nenhum respeito, mas se recusam a dizer que Lula mentiu, porque, dizem eles, “a Bíblia nos ensina a respeitar as autoridades”. Não se sabe então qual é o critério que eles usam para criticar uma autoridade que não mentiu e poupar a autoridade que realmente mentiu.

Contudo, o que se sabe é que quando não se tem certeza de um assunto, não temos o direito de espalhá-lo como se fosse verdade. A própria Bíblia condena essa atitude:

“Não espalhe notícias falsas e não minta…”. (Êxodo 23:1 NTLH)

“Ninguém faça declarações falsas e não seja cúmplice do ímpio, sendo-lhe testemunha mal-intencionada”. (Êxodo 23:1 NVI)

“Não admitirás falso rumor e não porás a tua mão com o ímpio, para seres testemunha falsa”. (Êxodo 23:1 RC)

“Não faça acusações falsas…. Pois eu condenarei aquele que fizer essas coisas más”. (Êxodo 23:7 NTLH)

Aliás, um dos Dez Mandamento ordena que não podemos contar mentiras sobre as pessoas:

“Não dê testemunho falso contra ninguém”. (Êxodo 20:16 NTLH)

Embora pouco possa se fazer para que os meios de comunicação seculares pensem em descer de seu pedestal de arrogância para se arrependerem de seus boatos e mentiras contra Bush, as revistas evangélicas têm uma oportunidade de ouro de mostrar que são diferentes. Independentemente do fato de que essas revistas considerem Bush evangélico ou não, é preciso destacar que foram lançadas contra o homem covardes ADMs (Armas de Difamação em Massa), e muitos ajudaram a espalhar essas ADMs através de boatos. É hora de reconhecer o erro.

“Porque quem se engrandece será humilhado, mas quem se humilha será engrandecido”. (Lucas 14:11 NTLH)

O cristão, seja um simples articulista ou dono de uma revista, TV ou rádio, tem o chamado, como todos os outros cristãos, de espalhar o Evangelho, não boatos.

www.juliosevero.com.br

Notas:

[1] http://www.mp.sc.gov.br/canal_mpsc/clipping/revistas/veja_051108.htm

[2] http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=49297

[3] http://64.233.179.104/search?q=cache:lOHnSB5D_oAJ:www.ultimato.com.br/revistas_artigo.asp%3Fedicao%3D283%26sec_id%3D620+Bush+mentiu+OR+mentira+OR+mente+site:www.ultimato.com.br&hl=en&ct=clnk&cd=1

[4] http://txt.estado.com.br/editorias/2004/10/25/editoriais001.html?


[
5] http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=49221