22 de novembro de 2008

As origens nazistas do terrorismo árabe moderno

As origens nazistas do terrorismo árabe moderno

A inspiração e as crenças políticas de Saddam Hussein, Yasser Arafat, Bin Laden, membros do Hamas e outros terroristas islâmicos remontam à época da II Guerra Mundial. Mais precisamente, a duas figuras centrais do período: Adolf Hitler e Amin al-Husseini, o então grão-mufti* de Jerusalém. Muito se escreveu sobre o mufti, e tudo foi muito bem documentado, incluindo capítulos de autores notáveis como Connor Cruise O’Brien, ex-embaixador da Irlanda na ONU. Existem pilhas de evidências documentadas e abertas ao público, para qualquer um que queira verificá-las.

Os julgamentos de Nuremberg e de Eichmann revelaram que, em 1937, o oficial nazista Adolf Eichmann encontrou-se na Palestina com o mufti, que na época havia sido nomeado pelos britânicos. Após o encontro, o mufti tornou-se praticamente um agente da Alemanha nazista encarregado de financiar e criar organizações pró-nazistas no Egito, na Síria, na Palestina e no Iraque.

Em 1941, junto com Rashid Ali e Kharaillah Tulfah, tio e futuro sogro de Saddam Hussein, o mufti instigou um golpe pró-nazista no Iraque, com armas e aeronaves financiadas pelos nazistas. Após o fracasso do golpe, o mufti escapou para Berlim, onde teria o primeiro de uma série de encontros com Adolf Hitler. Relata-se que, nesse primeiro encontro, o mufti teria dissuadido Hitler da idéia de deportar os judeus para a Palestina. Ao invés disso, teria defendido — e talvez até sugerido — o que veio a tornar-se conhecido como a “solução final” contra os judeus. Mais tarde, em 1942, o mufti interveio para impedir os nazistas de trocar 10.000 crianças judias por prisioneiros de guerra nazistas.

As atividades do mufti na Alemanha nazista e na Europa ocupada prepararam o palco para o terrorismo islâmico da atualidade. Em 25 de abril de 1941, os nazistas enviaram o mufti para a Bósnia (então recentemente ocupada pelos alemães), onde assumiu o título de “Protetor do Islã”. Em 10 de fevereiro de 1943, Hitler ordenou a criação da divisão Hanzar (ou “Handschar”) na SS nazista, para a qual se apresentaram como voluntários aproximadamente 100 mil muçulmanos da Bósnia. Ocupando a posição de administrador-chefe, o mufti se referiu a essas brigadas de muçulmanos nazistas como “a nata do islã”.

Os Hanzars — o nome deriva de um tipo de adaga utilizada pelo exército do Império Otomano, a cimitarra — participaram ativamente do extermínio de cristãos e judeus nos Bálcãs. O mufti tentou implementar o “Plano Pejani” nazista, que proclamava a exterminação dos sérvios cristãos, e do qual Hitler acabou desistindo depois. No cômputo geral, os Hanzars muçulmanos da Bósnia cooperaram com o extermínio de aproximadamente 200 mil cristãos sérvios, 40 mil ciganos e 22 mil judeus.

Em 1943, Hitler nomeou o mufti para presidir um governo nazi-muçulmano no exílio. De seu centro de operações em Berlim, situado numa mansão confiscada de judeus, o mufti traçava o projeto de um campo de concentração para os judeus nas proximidades de Nablus (Palestina), planejado nos moldes de Auschwitz. Existem até fotos de uma visita do mufti a Auschwitz, acompanhado por Heinrich Himmler. A melhor expressão das atitudes nazistas em relação ao islã está, talvez, nas seguintes palavras, ditas pelo próprio Himmler: “Eu não tenho nada contra o islã, porque ele educa os homens desta divisão para mim e promete-lhes o paraíso, caso lutem e morram na batalha. Para os soldados, é uma religião bastante prática e atraente”.

Tendo como base financeira um fundo monetário também confiscado de judeus, conhecido como Sonderfund (Fundo Especial), o mufti estava instalado como diretor do Islamisches Zentralinstitut (Instituto Central Islâmico), criado pelos nazistas e sediado em Dresden, de onde pôde dar início ao processo de educação dos futuros líderes islâmicos na cartilha da ideologia nazista. Em março de 1944, em Berlim, o mufti proferiu um discurso para as tropas Hanzar com o intuito de estimulá-las à vitória, no qual bradou: “Matem os judeus onde quer que vocês os encontrem. Isso agrada a Alá, à História e à religião. Isso salvará a sua honra. Alá está com vocês”. Nesse dia, os futuros terroristas islâmicos receberam suas ordens de ataque.

(Chuck Morse, extraído de www.chuckmorse.comhttp://www.beth-shalom.com.br)

Divulgado por www.juliosevero.com

* Chefe religioso muçulmano

3 comentários :

ANTÔNIO CARLOS DE OLIVEIRA disse...

As origens judaicas do terrorismo moderno: o uso científico do terror para quebrar a vontade de governantes liberais.

No dia 29 de junho de 1946 os britânicos fizeram uma investida rápida e repentina contra a Agência Judaica. Um total de 2.718 judeus foram presos. O objetivo era produzir uma liderança judaica mais moderada. E o objetivo fracassou. Uma vez que o Irgun não foi atingido pelas prisões, Begin saiu fortalecido do espisódio. Ele conseguiu anuência da Haganá para fazer explodir o Hotel Rei Davi, onde estava sediada parte da administração britânica. O objetivo acordado entre eles era o de humilhar e não de matar. Mas o risco de uma matança em grandes proporções era enorme, mas Begin sabia dos riscos. Na hora do almoço do dia 22 de julho de 1946, seis minutos antes do que foi programado, cerca de 700 libras de um exploisivo poderoso (aproximadamente 317 quilos) demoliu uma ala do hotel, matando 28 britânicos, 41 árabes e 17 judeus.

Portanto, se os árabes se utilizam hoje do terrorismo para fazer valer suas vontades, é graças a um judeu chamado Menachem Begin, o fundador do terrorismo moderno.

LUIS CARLOS DE OLIVEIRA disse...

É incrível como esses simpatizantes dos grupos terroristas árabes são condescendentes com os nazistas, como o comentarista anterior.
Parece o defensor da liberação da maconha falando da legalidade do cigarro de nicotina.
Pelo menos ele não negou as ligações entre os nazistas e os terroristas árabes.

Elias disse...

Esse artigo q relaciona diretamente o terrorismo islâmico com o nazismo foi bastante profundo em suas argumentações.Muitas pessoas talvez ñ notem q o nazismo reunia em si ideias marxistas,ateístas,materialistas e evolucionistas,e q no passado isto esteve lado à lado com o islamismo(a escravidão seguida com fé).Quando vemos os muçulmanos matando cristãos e judeus na atualidade com a total condescendência das mídias ateístas ocidentais,q não mostram a perseguição q ocorre no mundo árabe-muçulmano,ao mesmo tempo as esquerdas ateístas se infiltram nas igrejas visando colocar os cristãos na pista errada,fazendo com q a perseguição frenética a fé judaico-cristã seja sempre mantida em sigilo,para q os próximos a serem perseguidos e/ou mortos,sejam pegos de surpresa e facilmente subjugados.
Ateus e muçulmanos sempre estiveram do mesmo lado(embora haja ódio profundo entre os mesmos),ou seja,o lado do obscurantismo,do roubo,da destruição,da escravidão e do morticínio.Curiosamente,o comportamento ateu-islâmico é a manifestação direta da missão de satanás,q como diz a bíblia:a missão satânica é matar,roubar e destruir.
Por cristo somos mais q vencedores,e estes q respiram ameaças e mortes contra a fé judaico-cristã,serão derrotados e terão q reconhecer q Jesus Cristo é o Senhor.Porém,enquanto isto ñ ocorre,devemos ser vigilantes e alertar o maior número de cristãos à respeito da perseguição em curso,muitos nem sabem dessas coisas.