6 de novembro de 2008

Boas notícias: casamento e família vencem nas eleições americanas

Boas notícias: casamento e família vencem nas eleições americanas

“Quando nos unimos em torno de valores eternos como casamento, podemos ganhar”

Casamento e família foram os grandes ganhadores na terça, quando três estados americanos votaram para proteger o casamento em suas constituições e o estado do Arkansas votou para que as crianças tenham direito a uma mãe e pai adotivos.

Flórida, Arizona e Califórnia se tornaram o 28º, 29º e 30º estados a introduzirem emendas em suas constituições estaduais para definir o casamento como a união entre um homem e uma mulher.

Apesar das dezenas de milhões de dólares gastos por ativistas gays para derrotar as iniciativas para defender o casamento, líderes pró-família nos três estados conduziram campanhas heróicas para proteger o casamento contra juízes e legisladores ativistas.

“Estamos contentes que Focus on the Family pôde ser parte das campanhas vitoriosas no Arizona, Califórnia e Flórida”, disse Jenny Tyree, analista de assuntos de casamento de Focus on the Family Action. “Damos nossas mais sinceras congratulações às centenas de membros e voluntários de nossa coalizão que garantiram que os reais ganhadores são as gerações futuras de crianças”.

Na Califórnia, a Proposta 8 muda a decisão da Suprema Corte estadual em maio que legalizou o “casamento” homossexual.

“Sabemos que Deus foi adiante de nós”, disse Ron Prentice, diretor executivo do Conselho de Família da Califórnia. “Dezenas de milhares de pessoas estavam orando e jejuando para que a medida para se proteger o casamento na Califórnia fosse vitoriosa”.

Os eleitores do Arizona, que rejeitaram por pequena maioria uma emenda de proteção ao casamento há dois anos, apoiaram a Proposta 102 na terça.

“Quando nos unimos em torno de valores eternos como casamento, podemos ganhar”, disse Cathi Herrod, presidente do Centro de Políticas do Arizona. “Espero que isso seja um novo começo de união em questões com as quais mais nos importamos”.

A Emenda 2 da Flórida recebeu os 60 por cento de apoio que precisava para passar — e mais alguns pontos percentuais.

“Essa é uma vitória para os filhos e para o futuro da Flórida”, disse Mathew Staver, fundador e presidente do Conselho Liberdade. “A Emenda 2 impedirá que os juízes ativistas redefinam o casamento com uma simples canetada”.

John Stemberger, presidente do Conselho de Políticas de Família da Flórida, disse que ele não pode levar o mérito da vitória.

“Há duzentas pessoas que fizeram o trabalho”, disse ele. “Eu só apontei o caminho. Senti que o Senhor me chamou para fazer isso, e fiquei feliz que os líderes do estado me apoiassem”.

No Arkansas, os eleitores de forma esmagadora aprovaram a Iniciativa 1, que exige que os casais se casem antes de poderem se tornar pais adotivos ou adotarem.

Jerry Cox é presidente do Conselho da Família no Arkansas e dirigiu a campanha para passar a medida.

“Trabalhamos com aproximadamente 1.000 igrejas e um batalhão de voluntários de 2.700 pessoas dedicadas”, disse ele. “E eles são aqueles que ganharam essa eleição”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: CitizenLink

4 comentários :

Anônimo disse...

Isso serve de exemplo para nós, cristãos brasileiros, NÃO PRECISAMOS ESPERAR MAIS E VAMOS ORGANIZAR A NOSSA RESITÊNCIA FRENTE AO CASAMENTO GAY E ADOÇÃO DE FILHOS POR PAIS GAYS. Todo filho precisa de referencia masculina e feminina. Sarah Farias - Maceió - AL

Anônimo disse...

Derrotamos essa aberração juridica que é o casamentoi gay.

marcelo victor disse...

Srs,
Reproduzo, abaixo, uma notícia recente obtida na UOL, a respeito de um instrumento legal que existe nos EUA e que permite aos cidadãos decidirem eles mesmos sobre assuntos que os interessa e afetam suas vidas pessoais.

Será que esse instrumento (plebiscito) seria aplicável ao Brasil, mesmo considerando os altos índices de miséria e analfabetismo? Ou será que padrões morais não têm a ver com pobreza e ignorância, sendo, portanto aplicáveis aqui? Seria a solução para evitar manobras políticas em assuntos que poderiam afetar inclusive a liberdade de credo?

Deixar a decisão, de questões fundamentais para a nossa própria sobrevivência (nossa e dos nossos filhos), nas mãos de pessoas que, volta e meia, estão envolvidas em vergonhosos escândalos amplamente noticiados pela imprensa, é uma medida inteligente ou representa, de fato, um perigo para as nossas liberdades individuais, de expressão e de credo?

Se for chegado o tempo, seremos obrigados a calar (ou não, para os que estão dispostos a seguir o exemplo da igreja primitiva, preferindo ser lançados aos leões a negar o nome do Senhor Jesus). Mas se ainda resta um pouco de tempo para que se pregue livremente a verdade (a Palavra de DEUS), então, entendo que o tema merece ser discutido e divulgado.

Meu temor é de que, por um prato de comida ou por um emprego, os desfavorecidos sejam "influenciados" (condicionados pela mídia totalmente pervertida) a dizerem “sim” para a ABOMINAÇÃO DESOLADORA”, referida pelo profeta Daniel.
Respeitosamente.


05/11/2008 - 17h04
Plebiscitos sobre aborto e maconha tiveram resultados diversos nos EUA

Washington, 5 nov (EFE) - O direito ao aborto em Dakota do Sul, o uso medicinal da maconha em Michigan e as punições para as pessoas que contratarem imigrantes ilegais no Arizona foram algumas das questões decididas pelos eleitores na terça-feira, no mesmo dia em que escolhiam o futuro presidente dos Estados Unidos.

O sistema americano permite às legislaturas estaduais ou aos cidadãos, por meio da coleta de assinaturas, submeter a plebiscito propostas sobre diversos assuntos na cédula eleitoral, e na última terça-feira houve 153 consultas desse tipo em 36 estados.

O que chamou mais a atenção nacional foi a chamada "Proposta 8" na Califórnia, que perguntou aos eleitores se concordavam ou não com a proibição do casamento entre homossexuais, legalizado pela Corte Suprema do estado em maio.

No total, 52% dos eleitores respaldaram a proposta, e, apesar de ainda não terem sido contabilizados os votos por correio, o casamento gay foi proibido no estado.

O presidente eleito Barack Obama tinha expressado sua oposição à proibição e seu adversário na corrida presidencial, o republicano John McCain, a respaldava, mas ambos evitaram falar sobre o assunto durante a campanha eleitoral.

Os eleitores do Arizona e Flórida também se pronunciaram este ano sobre emendas a suas constituições estaduais que proíbem esse tipo de uniões. No total, 52% dos eleitores no Arizona e 62% dos da Flórida apoiaram essas iniciativas.

Em Califórnia, Colorado e Dakota do Sul se votou sobre o direito ao aborto, um tema que costuma aparecer em todo ciclo eleitoral.

No Colorado, 73% dos eleitores rejeitaram uma proposta que teria estabelecido que a vida humana começa no momento da concepção, e 55% dos cidadãos de Dakota do Sul rejeitaram uma proposta que imporia limites ao aborto.

Na Califórnia, 52% votaram contra uma restrição similar.

Já em Michigan, 63% dos eleitores apoiaram uma proposta para a legalização do uso da maconha com fins médicos. Em Washington, 59% dos eleitores respaldaram a descriminalização da assistência médica para o suicídio de pacientes terminais.

A imigração também teve seu lugar. No Arizona, 59% dos eleitores disseram não a uma proposta para aumentar as multas a empresas que contratem imigrantes ilegais.

zeninguemaiqualquerdavida disse...

Vi a notícia ontem e fiquei tremendamente feliz, foi um grande golpe contra o fascismo homossexual, bem feito! Logo em São Francisco, a nova sodoma, esta proposta foi derrotada. Para mim esta foi a verdedeira contenda da eleição americana, já que todos nós sabemos que a implantação da doutrina do sodomismo é a nova guerra geopolítica a ser travada, a verdadeira batalha que atualmente esta se travando no mundo, muito mais importante do que crise financeira, ou o combate ao terrorismo.

Bem feito para os sodo-demagogos. Os californianos demonstraram que ainda existe vida inteligente na California, que nem tudo esta perdido por aqueles lados