11 de novembro de 2008

Governo decide levar vacina até a casa de quem ainda não se vacinou

Governo decide levar vacina até a casa de quem ainda não se vacinou

Pessoas vacinadas reclamam dos efeitos das vacinas. Mesmo assim, campanha estatal “Brasil Livre da Rubéola” se estenderá agora diretamente aos lares

Julio Severo

Alegando que “boatos” espalhados na internet prejudicaram a campanha, Ministério da Saúde havia determinado a prorrogação de seu projeto de vacinar brasileiros.

Segundo o jornal O Dia [1], na cidade de “Duque de Caxias, RJ, a meta era de que 95% da população fossem vacinados, mas até 9 de setembro apenas 54% procuraram pelos postos de saúde”. Baseando-se em informações do Ministério da Saúde, o jornal atribuiu o baixo número aos “boatos” de internet. Mais especificamente, O Dia mencionou o seguinte artigo de minha autoria (http://juliosevero.blogspot.com/2008/08/o-que-est-por-trs-da-campanha-brasil.html).

Por isso, houve prorrogações em setembro e outubro, mas parece que essas medidas foram insuficientes. Agora, o governo resolveu adotar outra estratégia: ir diretamente à casa de quem não se vacinou. Se você não foi até a vacina, o governo vai levá-la até você! De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, “técnicos farão visitas às casas para avaliar quem recebeu a imunização. Os técnicos questionarão se o entrevistado foi vacinado contra a rubéola e, em caso de negativa, o motivo pelo qual ainda não procurou uma unidade de saúde para ser imunizado. Após responder ao questionário, as pessoas identificadas como ainda não vacinadas receberão a vacina no local” [2]. O objetivo inicial, que está sendo implementado no Estado de São Paulo, é alcançar 200 mil pessoas até dezembro.

Um leitor do meu blog acaba de me escrever para relatar sua estranha experiência:

Quinta feira fui abordado por duas pessoas de branco dentro do condomínio onde vivo, que me mostraram um cartaz horrível com fotos de crianças deformadas segundo eles pela rubéola congênita. Feita esta pequena seção de coação, me perguntaram se eu não gostaria de tomar a tal vacina.

Disse que não e fui embora, mas não pude deixar de pensar… o governo nunca se esforça em nada que seja a respeito do bem da população. Não é estranho que estejam agora dentro de propriedade particular, tentando convencer as pessoas, na base do medo, a tomar a vacina contra rubéola? De onde vem tanto esforço e interesse? Difícil não desconfiar, né?

Tenho 33 anos e nunca recebi e nem conheço alguém que tenha recebido em casa a visita do tal “médico da família”, programa que quase todos os governos alegam ter. E do nada sou abordado quase que a força para tomar vacina? Estranho…[3]

A campanha “Brasil Livre da Rubéola” está chegando a um nível extremo onde nos próprios lares as pessoas receberão visitas e ficarão sob a pressão de técnicos e agentes de saúde. O governo quer assim garantir que os que leram “boatos” não percam de forma alguma seu “direito democrático” à vacina. Nem mesmo eu poderia imaginar que meu alerta de saúde levaria o governo a ficar tão interessado em visitar seus súditos!

Movida evidentemente por nobres interesses e preocupações, Sua Majestade pró-aborto quer apenas assegurar que os bebês em gestação de seus súditos não sofram aborto ou outras complicações. Vamos então receber com carinho os nobres agentes de saúde em nossos lares, para nos aplicarem a nobre agulhada!

Representante do Ministério da Saúde faz contato com Julio Severo

Quando eu estava em Brasília participando de um recente evento pró-vida, recebi um email dizendo: “Meu nome é Cristina e em nome do Ministério da Saúde envio algumas informações sobre as dúvidas citadas no seu post”. Entre outras defesas à campanha, ela acrescentou: “O público-alvo da campanha são 70 milhões de homens e mulheres em todo o Brasil. É importante que quem já se vacinou ou já tenha tido a doença, se vacine novamente. Assim, reforça o nível de imunidade contra a Rubéola e Sarampo, evitando possíveis danos à saúde”. Ela finalizou o email deixando suas credenciais: Cristina Carnaval, Diretoria de Planejamento de VRM e Inovação, Addcomm — Sua Nova Agência Digital, Uma empresa Ideiasnet.

Ela deixou claro o ilógico do ilógico: vacinar quem já teve rubéola ou quem já foi vacinado. Quem está ganhando com tal propaganda falsa? Não é preciso ser médico para saber que quem já teve rubéola, nunca mais a terá. Além de trabalhar para o Ministério da Saúde, Cristina Carnaval faz parte da diretoria de Addcomm, um grupo que faz propaganda para empresas comerciais, inclusive farmacêuticas. [4]

Essa defesa irracional da vacinação veio de uma funcionária governamental com ligações empresariais. Há alguma dúvida de que empresas que lucram com vacinações saem ganhando quando todos atendem à convocação estatal para se vacinar?

Descaso e dissimulação para com os vacinados

Se a reação das autoridades estatais e das empresas farmacêuticas aos questionamentos do meu artigo foi tratá-lo como “boatos”, os questionamentos do público não receberam tratamento melhor. O site “Brasil Livre da Rubéola”, que faz propaganda da vacinação, simplesmente desconversou os brasileiros vacinados que lá contaram ter sofrido efeitos da vacina e pedem esclarecimentos. Dois dos comentários dizem:

Comentário enviado por Fabio: Olá, eu tomei a vacina no dia 20/08 e uns 9 dias depois surgiram ínguas no pescoço e atrás da orelha. Também apareceu um pequeno carocinho no pescoço, as ínguas doíam nos primeiros dias, mas hoje (10/09) elas não doem mais, mas ainda estão com volume alterado. Isso pode ser reação da vacina? Vi que nas explicações de vocês sempre citam isso como reação que ocorre em algumas crianças, mas no meu caso que tenho 31 anos, poderia ser também? Obrigado. [5]

Comentário enviado por Danilo Miranda: Tomei vacina da rubéola no dia 29/08 e fiquei doente no dia 09/10, já fui ao médico e foi constatado que é rubéola. Acho muito estranho pois já contactei outras pessoas que ocorreram o mesmo. [6]

Muitas mulheres também escreveram para o site governamental “Brasil Livre da Rubéola”, preocupadas porque descobriram que, ao se vacinarem, estavam grávidas. Embora toda a literatura médica disponível fortemente desaconselhe a vacinação em grávidas, houve muitos casos. E agora? A vacinação, que tinha como objetivo proteger bebês em gestação, acabou colocando em perigo a saúde de bebês em gestação, ao expô-los propositadamente ainda no útero ao contato com o vírus da rubéola.

A resposta do Ministério da Saúde às grávidas preocupadas foi: “Não há nenhuma comprovação de que a vacine cause algum mal ao bebê”. Qualquer preocupação ou questionamento ligado à vacina recebeu do Ministério contra a Saúde uma resposta aliviadora e dissimuladora.

Confiando a saúde dos bebês em gestação ao “ilustre” Ministro pró-aborto

Muitas pessoas teriam dificuldade de confiar num funcionário governamental que proclama ser a favor de matar filhotinhos de gato ou cachorro. Sem dúvida alguma, ele seria capaz de cometer outras maldades também, inclusive mentir. Mas o que há na campanha contra a rubéola é muito mais grave. O funcionário estatal José Gomes Temporão (ou Temporal, dependendo de que ângulo se veja suas intenções) proclama sem rodeios seu apoio à legalização do aborto. Do que ele seria capaz? Bem, pergunte aos bebês em gestação!

E por falar em aborto e bebês em gestação, o povo brasileiro, que está acostumadíssimo a desempenhar o papel de gado de curral diante das vontades e insanidades do governo, optou por acreditar, conforme o ministro Temporal, que a campanha “Brasil Livre da Rubéola” tem como alvo proteger 17 bebês anuais que poderiam anualmente contrair a rubéola de suas mães infectadas. Acredite se quiser, Temporal tem grande carinho pelos bebês em gestação. Esse carinho estranho e repentino mais parece boato. A pergunta que fica é: Boatos estatais devem ser cridos?

Diretor de escola corajosamente protege alunos da vacina da rubéola

É verdade que não se sabe até que ponto a vacina da rubéola está sendo usada para propósitos de controle populacional no Brasil. Mas existe uma polêmica ligada à vacina da rubéola: o uso de bebês abortados. Com base no fato muito pouco conhecido de que a vacina da rubéola foi originalmente derivada de células tomadas dos pulmões de um bebê americano deliberadamente abortado na década de 1960, um importante colégio católico da Inglaterra se retirou de um programa nacional de vacinação. O Colégio Ampelforth, de North Yorkshire, anunciou que não permitiria que seus alunos — todos meninos — recebessem a vacina da rubéola.

Em declaração oficial, o diretor da escola disse: “Cremos que chegou a hora de nos certificarmos de que os produtos ligados ao aborto jamais sejam usados de novo para propósitos médicos. Temos agora de dar testemunho dos valores que defendemos”.

A rubéola é uma doença bem branda de 24 horas em crianças e a imunidade natural é permanente. Contudo, a rubéola pode ser perigosa para alguns bebês em gestação se a mãe pegá-la durante os três primeiros meses de gravidez. Os bebês com a rubéola congênita podem ter corações defeituosos, ser surdos, cegos ou problemas mentais. Contudo, mesmo quando a mãe pega rubéola na gravidez, a maioria dos bebês não é assim afetada.

A vacina da rubéola atualmente usada na maioria dos países foi desenvolvida depois que pesquisadores americanos no Instituto Wistar cultivaram o vírus da rubéola a partir de um bebê que foi deliberadamente abortado por uma mãe infectada com a rubéola. Essa vacina é chamada RA 27/3 porque o vírus da rubéola foi isolado no 27º bebê deliberadamente abortado enviado ao Instituto Wistar na epidemia de rubéola de 1964. Os pesquisadores não conseguiram cultivar a rubéola dos órgãos dos primeiros 26 bebês enviados ao Wistar. Esses bebês haviam sido propositadamente abortados por médicos.

O diretor do Colégio Ampelforth na Inglaterra comentou: “A fim de eliminar o desejo entre cientistas biomédicos de querer órgãos de bebês abortados, temos a obrigação de não aceitar a vacinação da rubéola”.[7]

Campanha “Brasil Livre da Rubéola” trouxe risco para pacientes hospitalares

Outro grande risco que a campanha do governo trouxe foi para os bancos de sangue em diferentes pontos do Brasil, provocando o desabastecimento principalmente em São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Paraíba. Por causa da vacinação, os bancos de sangue ficaram com os estoques em situação crítica, pois a pessoa vacinada fica proibida de doar sangue durante 30 dias.

Durante essa crise, o Dr. Dante Langhi Júnior, diretor administrativo da Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia, alertou: “É uma situação crítica que nunca foi vista. Há risco real de morte para pacientes que precisam de plaquetas”. O Ministério da Saúde literalmente colocou vidas em risco.[8]

Nem todos estão se deixando levar pela propaganda do “ilustre” Ministro pró-aborto. Recentemente, um médico advertiu a mim e minha esposa a evitarmos a vacina da rubéola. Mundo pequeno, não? Aproveitei e relatei-lhe outros absurdos ligados à vacinação governamental, especialmente a obrigatoriedade de vacinar as crianças, sob a ameaça de multas e até perda da guarda dos filhos. O médico, dono de clínica particular, mostrou-se surpreso, dizendo que não sabia que o governo brasileiro era tão duro. O importante é que pude colocá-lo a par da realidade vacinal no Brasil.

Liberdade individual X sonegação de direitos e informações

Eu não sou do tipo que engole tudo, principalmente quando a fonte — o governo — que dá garantias sobre as vacinas é a mesma que oferece à população do Brasil uma péssima assistência de saúde. A realidade estatal de saúde fala por si e fala acima da eloqüente defesa estatal às vacinas.

Não é prudente crer e acolher tudo o que vem do Estado. Por exemplo, só porque o ministro contra a Saúde Temporal acha que o aborto é certo (e tem ele lá seus argumentos para esse tipo de assassinato), isso não significa que tenhamos todos de respeitar ou baixar a cabeça diante do “ilustre” médico pró-aborto.

Invariavelmente, quando as mães levam seus filhos para vacinar, não é garantido a elas o direito de saber todos os efeitos colaterais e adversos das vacinas. Sonegar informações e direitos é crime, e esse crime vem sendo cometido sistematicamente por quem garante que as vacinas são seguras.

Na questão das vacinas infantis, as medidas estatais são patentemente ditatoriais. Enquanto em países muito mais desenvolvidos do que o Brasil, como a Austrália, os pais têm a liberdade total de vacinar ou não, no Brasil os médicos de hospitais públicos são obrigados a vacinar as crianças e os pais são obrigados a levá-las para vacinar.

Com tanta sonegação de direitos e informações no Brasil, é vital que questionemos e assumamos posturas que defendam nosso direito natural de decidir na área de educação e saúde. Desde a publicação do meu artigo “O que está por trás da campanha Brasil Livre da Rubéola?”, dezenas de sites, blogs e até jornais o reproduziram, tornando acessível aos brasileiros o direito básico de ter informações de saúde e fazer suas próprias escolhas, sem nenhuma coerção governamental.

No entanto, no que depender do governo, ninguém deverá escapar do “direito democrático” de se vacinar. Mesmo com riscos para a população, o Ministro pró-aborto está determinado a levar adiante sua estranha campanha, e um jornal do interior disse: “Vacinação virou programa de família!”[9] Isto é, em resposta à resistência de muitas pessoas, agora caberá aos agentes de saúde acharem, identificarem e vacinarem os “rebeldes”, em nome do programa “saúde da família”. Pena que por trás do bonito nome esconda-se o veneno da intromissão estatal.

Cuidado! O governo comuno-fascista-vacinal está em ação.

Notas

1. http://odia.terra.com.br/rio/htm/secretaria_convoca_populacao_de_caxias_para_ultimos_dias_de_vacinacao_contra_rubeola_198357.asp

2. http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u464498.shtml

3. Email recebido pelo autor em 10 de novembro de 2008.

4. http://www.addcomm.com.br/site/home/

5. O comentário foi obtido no mês de agosto no site: http://www.brasillivredarubeola.com.br

6. O comentário foi obtido no mês de agosto no site: http://www.brasillivredarubeola.com.br

7. http://www.nvic.org/History/Newsletters/nlr395.htm

8. http://www.opovo.com.br/saude/818368.html

9. http://ocorreio.megawebservice.com.br/index.php?news=1101

Para mais informações sobre a polêmica campanha da vacina contra a rubéola, leia:

O que está por trás da campanha “Brasil Livre da Rubéola”?

Vacinação em massa no Brasil levanta suspeitas de programa velado de esterilização

Brasil livre de rubéola... ou livre de bebês?

Brasil admite que estranha campanha de vacinação provocará mais reações graves do que impedirá defeitos congênitos

Para mais informações sobre a polêmica envolvendo a atuação dos agentes de saúde, leia:

Governo Lula adota medidas para fortalecer Programa Saúde da Família

A cubanização da dengue e a idiotização dos que confiam no governo

6 comentários :

carloshenrique disse...

Bom, Júlio Severo, há tempos se fala neste mundo em se combater o terrorismo. Agora, e quando o terrorista é o próprio governo, como que ficam as coisas?
Fica-se difícil. Essa campanha de vacinação bem que se poderia ser apelidada de "Campanha Terrorista Nacional de Vacinação em Massa".
Bom, só peço a Deus o seguinte: que logo me tire daqui do Brasil e me leve para um outro País longe daqui da América do Sul, e principalmente do Brasil, pois não quero viver mais tempo nesse País. Nesse país não me considero nenhum pouco com segurança, mas totalmente inseguro, e só tenho a Deus para me guardar.
Bom. Vou ficando por aqui, e espero que esse comentário seja aprovado.
Cordialmente, Carlos.

ANTÔNIO CARLOS DE OLIVEIRA disse...

Não estou certo de que vacina faz tão mal à saúde. Não sou epidemiologista, sanitarista nem microbiologista para dar uma opinião sobre o assunto. No meu caso particular, sempre tomei as vacinas recomendadas pelas autoridades sanitárias e venho vivendo bem até os dias de hoje.

Também não sei se há uma conspiração secreta urdida pelo governo para esterelizar a população brasileira e assim estabelecer um controle de natalidade extra-oficial.

Historicamnte, no Rio de Janeiro, a vacinação em massa, liderada pelo dr. Oswaldo Cruz, de 1902 a 1904, obteve muito bons resultados contra a varíola, a febre amarela e a peste bubônica, evitando por este método que as mortes no Brasil correspondesse aos mesmos números da Peste negra que assolou a Europa no século VI: 40 milhões de pessoas.

Portanto, o processo histórico está a demostrar que a vacinação em massa traz mais benefícios do que malefícios às populações.

Para além do aspecto físico, a vacina também encerra um princípio filosófico: Transformar o veneno em remédio; o mal em bem.

As frustrações, derrotas, dificuldades, desconfortos, contrariedades que, inevitavelmente, atingem a todos os seres humanos, não deveriam ser vistos como flexas mortíferas que nos matam pouco a pouco, que nos abatem e desanimam. Ao contrário, tudo isso pode ser metabolizado e transformado em força de estímulo, desde que encarado da forma adequada.

Antonio Ahmed Ramdan

Marcelo disse...

Só quero ver algum técnico do "ministério da doença" em minha casa querendo me vacinar, se após eu disser não, eles começarem com o lero-lero, saírão de lá expulsos. Onde já se viu vacinar em casa com tanto problema de saúde nesse país!

Julio Severo disse...

Prezado Antônio, as medidas de Osvaldo Cruz contra a varíola tinham razões aceitáveis. A varíola é uma doença muito contagiosa e mortal. A rubéola é uma doença majoritariamente benigna. Além disso, o Rio era palco de todos os tipos de doenças e epidemias, por causa de subnutrição, falta de saneamento básico, onde esgôtos eram a céu aberto, onde a água da população era contaminada, onde não havia medicamentos nem serviços de saúde. Mas a principal razão mesmo de doenças como a varíola era de ordem higiênica.

Havia tantas epidemias no Rio, de todos os tipos de doenças, que as pessoas morriam aos montes, como moscas, e eram enterradas em vala comum. Em séculos passados, o Rio veio a ser chamado de a "cidade maldita", justamente pela abundância de doenças e pragas.

Mesmo a varíola sendo mortal, a Autrália e a Nova Zelândia não a enfrentaram com vacinas, mas com rigorososas medidas de quarentena, obtendo resultados excelentes. Havia também higiene e precauções sanitárias, bem diferente do Rio, que ainda hoje tem problemas nessa área.


É possível arriscar os efeitos das vacinas apenas quando é uma questão de vida ou morte, o que não é o caso da rubéola, que não é mortalmente perigosa quanto a varíola.

Além disso, a vacina da varíola usada por Osvaldo Cruz não vinha contaminada com o DNA de bebês deliberadamente sacrificados para se produzir a vacina, como é o caso da vacina da rubéola.

Contudo, cada pessoa deve ter acesso a essas informações e decidir, diante de Deus, o melhor para si.

Meus artigos apenas têm o objetivo de preencher a lacuna de informações nessa importante questão.

ivanrezende19 disse...

Prezado Júlio Severo. meu nome é ivan rezende. MORO NO RIO DE JANEIRO, NO BAIRRO DA TIJUCA.como você disse em suas sensatas e devidamente suportadas advertências sobre a campanha da rubéola, hoje, dia, 24/11/2008, às 10:45 am aproximadamente, interfonaram para o meu apartamento, dizendo-se da secretaria municipal de saúde e que estavam fazendo um monitoramento da vacina contra rubéola, e que se havia alguém no meu apartamento com a idade entre 20 e 39 anos , ao que respondi com um NÃO!FIM DOS TEMPOS MESMO! jamais poderia imaginar, embora não tenha sido surpresa, dado às suas advertências, COMO se chegaria ao ponto NOS OBRIGAREM A TOMAR A VACINA CHEIA DE COMPONENTES ANTIESTERIZANTES!FIM DOS TEMPOS MESMO! notei que estavam interfonando pra outros aptos, é claro. continue este valoroso sério, sensato, racional site servindo ao SENHOR Deus, Salvador por Jesus Cristo, nosso Senhor. ivan rezende, tijuca, rio de janeiro.

carloshenrique disse...

Bom, Júlio Severo, esses nossos nobres Deputados que pouco fazem pelo bem do Brasil, agora inventam mais uma
Agora leia o absurdo que o Deputado Valdir Collato quer que seja aprovado:


Projeto exige anotação de vacinas na carteira de trabalho

A Câmara analisa o Projeto de Lei 3964/08, do deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), que torna obrigatória a anotação, na carteira de trabalho, das vacinas tomadas pelo empregado, de acordo com o calendário de vacinação para adultos definido pelo Ministério da Saúde. A medida será regulamentada pelo ministério, que também deverá definir a forma como essa anotação será feita.

Na avaliação do parlamentar, a vacinação de adultos ainda não atinge um número desejável de pessoas porque a necessidade de prevenção é pouco divulgada. Além disso, Colatto afirma que há descaso com o cartão de vacina: muitas pessoas não o atualizam ou perdem o documento. Ele lembra que, no início deste ano, quando houve uma epidemia de febre amarela silvestre, muitas pessoas tomaram a vacina desnecessariamente porque não sabiam se já haviam sido imunizadas. "Muitos tomaram a vacina há menos de dez anos e não se lembravam, o que gerou um número grande de sérios de efeitos colaterais. Se houvesse mecanismos de controle sobre os cartões de vacinação, teríamos evitado isso", afirma o deputado.

Colatto cita a campanha de vacinação contra a rubéola, realizada nos meses de agosto e setembro, para demonstrar a importância de consolidar a prática da vacinação de adultos. "O Brasil é o único país das Américas onde o vírus da rubéola ainda circula", lamenta.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Agência Câmara, 27 de outubro de 2008.
Fonte daonde peguei: http://www.portaldocomercio.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?from_info_index=21&infoid=8631&sid=169&tpl=view_tpl04.htm
Agora, só faltava mais esta: para trabalhar ter que estar vacinado, com vacina em dia. Um absurdo! É a ditadura sendo implantada nesse país! Desse jeito vão tirando a liberdade das pessoas não quererem tomarem vacina, e tornando obrigatória a vacina.
Que Deus nos guarde.