31 de julho de 2011

Bispo do México sob investigação do Vaticano por apoiar organização gayzista

Bispo do México sob investigação do Vaticano por apoiar organização gayzista

SALTILLO, México, 29 de julho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Raul Vera, bispo católico de Saltillo, México, está sob investigação do Vaticano por ter patrocinado uma organização que faz vista grossa à sodomia, de acordo com fontes da imprensa mexicana.
Bispo Raul Vera
Os jornais da região de Saltillo estão noticiando que Vera recebeu um pedido de informações vindo de autoridades não identificadas do Vaticano com relação à Comunidade Gay e Lésbica de San Aelredo.
A organização San Aelredo, que professa ser católica, ensina os membros que eles podem se envolver com relações homossexuais, mas os incentiva a fazer isso com um único parceiro. O grupo também realiza festivais cinematográficos exibindo produções que aprovam a conduta homossexual.
O bispo Vera publicamente associou sua diocese a esse grupo e tem promovido suas atividades, inclusive o patrocínio de seus festivais cinematográficos, de acordo com reportagens nos meios de comunicação do México. A organização está também envolvida em muitas paróquias diocesanas.
A primeira vez que LifeSiteNews (LSN) fez uma reportagem sobre as atividades da organização San Aelredo foi em 2008, depois de uma investigação que incluía entrevistas com o líder da organização, Noe Ruiz, bem como com o padre diocesano Robert Coogan, que atua como um “guia espiritual” para o grupo. Tanto Ruiz quanto Coogan confessaram para LSN naquele tempo que a organização aprova a conduta homossexual.
LSN publicou informações de contato para a Congregação para a Doutrina da Fé do Vaticano, bem como da Congregação para os Bispos e a Congregação para o Clero em seu artigo de 2008. Contudo, autoridades do Vaticano não agiram até que uma nova série de artigos começou a ser publicada pela agência noticiosa católica espanhola ACI Prensa.
Confirmando para o jornal Zocalo, de Saltillo, que ele recebeu uma “chamada telefônica do Vaticano” e que “tenho de esclarecer coisas”, Vera acrescentou: “Tenho de responder a uma série de perguntas da Cidade do Vaticano que estão perguntando com relação ao meu trabalho com homossexuais, mas é devido a essa agência católica de informações que vem dizendo barbaridades”.
Vera se queixa de que a agência havia feito acusações “sem base” de “que promovo relações homossexuais”.
“E eu, em minha vida, nunca trabalhei para isso. Na diocese de Saltillo temos objetivos muito claros. Trabalhamos com eles [a comunidade homossexual] para ajudá-los a recuperar sua dignidade humana, que está ferida para muitos deles desde seus lares, na sociedade, e eles são tratados como uma calamidade”.
Contudo, depois do pedido de informações do Vaticano, o bispo Vera anunciou para a imprensa que está “reestruturando” o grupo, e removeu Ruiz de sua posição como coordenador do grupo.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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30 de julho de 2011

Mais elevado tribunal da Colômbia ordena que Congresso reconheça uniões homossexuais

Mais elevado tribunal da Colômbia ordena que Congresso reconheça uniões homossexuais

27 de julho de 2011 (Notícias Pró-Família) — O Tribunal Constitucional da Colômbia anunciou uma decisão que declara que as duplas homossexuais constituem uma “família”, faltando muito pouco para lhes dar um direito de “se casarem” um com o outro.
Numa decisão anunciada ontem de noite, o Tribunal decretou que a questão de “matrimonio” entre duas pessoas do mesmo sexo é uma questão para o Congresso Nacional decidir, e deu aos legisladores dois anos para começarem a tratar do assunto.
De acordo com a decisão, o Congresso deve legislar “de uma forma integral, sistemática e ordenada com relação aos direitos das duplas de mesmo sexo com o propósito de eliminar a falta de proteção” que existe para suas uniões.
Os juristas decretaram que se o Congresso não aprovar uma lei sobre o assunto dentro desse período, “no dia seguinte, as duplas de mesmo sexo terão permissão de ir a um cartório e legalizar sua união”.
De acordo com a decisão, o Congresso será obrigado a aprovar uma lei que reconheça os direitos de “família” para os homossexuais que vivem juntos.
Embora a Constituição declare expressamente que o casamento é a união de um homem e uma mulher, o presidente do Tribunal negou a relevância dessa cláusula na Constituição, afirmando que “não significa que as duplas de mesmo sexo estão excluídas de fazer o mesmo”.
O Código Civil colombiano, que também define o casamento como “um contrato por meio do qual um homem e uma mulher se unem com o propósito de viver juntos, procriar e ajudar um ao outro”, também não conseguiu levar os juízes à conclusão de que o casamento se restringe aos casais de sexo oposto.
Conforme foi noticiado, o Tribunal prosseguirá em seguida para a possibilidade de permitir que os homossexuais adotem crianças.
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Organização de ateus está tentando demolir cruz do World Trade Center

Organização de ateus está tentando demolir cruz do World Trade Center

ALBANY, N.Y., EUA, 28 de julho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Quando duas vigas principais de aço foram encontradas intactas, na forma de uma cruz, no meio dos escombros do World Trade Center depois do ataque terrorista de 11 de setembro de 2001, muitos a aclamaram como um mini-“milagre” e sinal de esperança para um país assediado por um devastador ataque terrorista.
Cruz do entulho do World Trade Center
Contudo, agora uma organização de ateus entrou com uma ação judicial buscando demolir essa cruz, que foi mudada recentemente para o Memorial e Museu 9/11 na Cidade de Nova Iorque.
A organização Ateus Americanos entrou com sua ação judicial, Ateus Americanos versus Autoridade Portuária de Nova Iorque e Nova Jérsei, no tribunal do estado de Nova Iorque na segunda-feira.
“O que estamos procurando é uma solução que honre todos de forma igual, com uma exposição que tenha neutralidade religiosa, ou uma exposição de igual tamanho e proeminência”, disse Dave Silverman, o diretor da organização.
De acordo com a ação judicial, os membros de Ateus Americanos “estão sendo sujeitos a e prejudicados pela consequência de ter uma tradição religiosa que não é sua imposta sobre eles por meio do poder do Estado”.
Entretanto, as autoridades do Museu Memorial 9/11 defenderam a cruz, dizendo que a missão do museu é simplesmente “contar a história do 11 de setembro por meio de artefatos históricos como a cruz do World Trade Center”.
“Este refugo de aço se tornou um símbolo de consolo espiritual para os milhares de trabalhadores da recuperação que trabalharam no lugar onde o World Trade Center foi destruído, bem como para as pessoas ao redor do mundo”, disse numa declaração o presidente do museu, Joe Daniels.
A ação judicial está também tendo a oposição do Fundo de Defesa Aliança (FDA), uma organização advocatícia que defende os interesses do público.
“A agenda de uma única organização de ateus não deveria diminuir o sacrifício feito pelos heróis do 11 de setembro”, disse Byron Babione, consultor jurídico graduado do FDA, o qual argumentou que a cruz “simplesmente não equivale a um ato governamental instituindo uma religião”.
“A cruz não somente é conhecida em todos os lugares como um símbolo religioso, mas também como um símbolo de morte, memória e honra aos mortos. Os americanos há muito tempo reconhecem isso. Nada na Constituição autoriza os ateus a sair por aí numa missão de buscar e destruir cruzes memoriais”.
Em 2005, os Ateus Americanos haviam entrado com uma ação judicial num tribunal federal para demolir as cruzes à beira de estrada que honravam os policiais rodoviários de Utah mortos em serviço. O FDA, que representa a Associação de Policiais Rodoviários de Utah, recorreu desse caso no Supremo Tribunal dos EUA.
Em abril de 2010, o Supremo Tribunal dos EUA concluiu que um memorial de veteranos na forma de uma cruz no Deserto de Mojave na Califórnia não tinha de ser removido. Nessa decisão, o tribunal escreveu: “A meta de evitar endosso governamental não requer a erradicação de todos os símbolos religiosos da esfera pública… A Constituição não obriga o governo a evitar nenhum reconhecimento público do papel da religião na sociedade”.
“Cruzes têm sido usadas para honrar heróis mortos em combate neste país desde sua fundação”, disse Tom Marcelle, consultor jurídico graduado do FDA com sede em Albany. “O FDA está de prontidão para defender a Cruz do World Trade Center de qualquer forma que puder, exatamente como temos defendido muitos outros memoriais de cruzes em todo o país”.
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29 de julho de 2011

Homocracia totalitária

Homocracia totalitária

Eguinaldo Hélio de Souza
Um conhecido site de compartilhamento na internet possui cerca de 34 milhões de arquivos. São textos, vídeos, áudios, imagens, programas de todas as naturezas. Dificilmente um tema não será encontrado ao ser digitado em seu sistema de buscas. Entretanto, se você inserir a palavra “homossexualismo” nada encontrará dentro de seus inúmeros arquivos. Se, pelo contrário, inserir “homofobia”, uma enxurrada de informações estará a seus dispor.
A questão é porque uma palavra há pouco tão comum em nossa cultura desapareceu tão completamente e um vocábulo recém criado tomou o seu lugar? Quem é responsável por essa mudança? Que intenções existem por trás desse procedimento? Quais as implicações de tal fato? Essa mudança vocabular tem conseqüências maiores?
Na verdade, tais fatos são sintomáticos. Estão indicando uma mudança cultural significativa. Não necessariamente uma mudança natural do pensamento da sociedade e sim uma alteração imposta. A questão semântica envolvida está fundamentada em decisões e atitudes ditatoriais que não abre espaço para o debate e não permite discordâncias.
Os leitores do livro “1984” de George Orwell com certeza estarão bem familiarizados como essa manipulação da linguagem. Eles sabem que não se trata de mudar vocábulos, mas de manipular pensamentos e distorcer conceitos. A ditadura fictícia criada por Orwell era baseada em fatos históricos. Qualquer semelhança não era mera coincidência.
Ao dar às palavras um sentido diverso do que elas tinham, a mente era forçada a se contradizer. Era a novilíngua servindo de instrumento de dominação. A supressão de certas palavras tinha a finalidade de suprimir idéias ligadas à elas. A criação de novas palavras inseria as idéias que os dominadores queriam inculcar na mente de ouvintes e leitores, mesmo sem seu consentimento.
No romance de orwelliano, o Miniamor, ou Ministério do Amor, torturava os discordantes. O Minipaz, ou Ministério da Paz, criava e fomentava a guerra. E o Minifartura, ou Ministério da Fartura, controlava a distribuição de alimentos criando artificialmente a carência e a fome. É fácil entender o quanto essa distorção realidade-palavra era importante para o domínio e controle. O trecho abaixo mostra o protagonista ouvindo a explicação a respeito da manipulação das palavras. Foi reduzido por questão de espaço, mas é suficiente para nos fazer entender a seriedade do assunto:
- Estamos dando à língua a sua forma final - a forma que terá quando ninguém mais falar outra coisa. Quando tivermos terminado, gente como tu terá que aprendê-la de novo. Tenho a impressão de que imaginas que o nosso trabalho consiste principalmente em inventar novas palavras. Nada disso! Estamos é destruindo palavras - às dezenas, às centenas, todos os dias. Estamos reduzindo a língua à expressão mais simples. (...)
- É lindo, destruir palavras. Naturalmente, o maior desperdício é nos verbos e adjetivos, mas há centenas de substantivos que podem perfeitamente ser eliminados. Não apenas os sinônimos; os antônimos também. Afinal de contas, que justificação existe para a existência de uma palavra que é apenas o contrário de outra? (...)
- Não vês que todo o objetivo da Novilíngua é estreitar a gama do pensamento? No fim, tornaremos a crimidéia [idéia contrária aos desejos da ditatura]  literalmente impossível, porque não haverá palavras para expressá-la. Todos os conceitos necessários serão expressos exatamente por uma palavra, de sentido rigidamente definido, e cada significado subsidiário eliminado, esquecido. (...) Cada ano, menos e menos palavras, e a gama da consciência sempre um pouco menor. Naturalmente, mesmo em nosso tempo, não há motivo nem desculpa para cometer uma crimidéia. É apenas uma questão de disciplina, controle da realidade. Mas no futuro não será preciso nem isso. A Revolução se completará quando a língua for perfeita. (...) Mudarão as palavras de ordem. Como será possível dizer "liberdade é escravidão” se for abolido o conceito de liberdade? Todo o mecanismo do pensamento será diferente. Com efeito, não haverá pensamento, como hoje o entendemos. Ortodoxia quer dizer não pensar... não precisar pensar. Ortodoxia é inconsciência.
É fácil perceber o perigo por trás das mudanças. Mudam-se as palavras para que as consciências sejam mudadas. Para um exemplo prático e histórico desse tipo de manipulação ideológica basta lembrar que “limpeza étnica” era o termo técnico usado pelo nazismo ao queimar, asfixiar e matar por tortura milhões de judeus. Por trás do eufemismo se escondiam ações diabólicas. As ditaduras não sobrevivem sem manipular o sentido das palavras.

Homossexualismo X Homofobia

A palavra homossexualismo foi exorcizada por uma ditadura gay incipiente que alegou ser o sufixo “ismo” um indicador de doenças. Usá-la significaria atribuir uma enfermidade ao praticante. Entretanto, esse é um preconceito contra o sufixo. Ele tem inúmeros significados que nada têm haver com doença. Podemos citar:
* Doutrinas ou sistemas: realismo, positivismo, fascismo, budismo;
* Modo de proceder ou pensar: heroísmo, servilismo;
* Forma peculiar da língua: galicismo, neologismo;
* Na terminologia científica: daltonismo, reumatismo.
De acordo com o dicionário, ismo, é um sufixo de origem grega e indica origem, crença, escola, sistema, conformação. Ou seja, palavras com essa terminação indicam que uma ideologia é seguida, que existe algo consolidado como regra ou, pelo menos, que se acredita ser uma regra. Assim temos o positivismo, catolicismo, presidencialismo, helenismo, jornalismo, etc. Meu jornalismo opinativo não é uma doença com toda certeza.

Mas que dizer da palavra homofobia?

Homofobia sim traduz a idéia de doença. Não é simplesmente um medo, mas um medo irracional e mórbido. Quando aplicado a qualquer pessoa que discorde da prática sexual entre pessoas do mesmo sexo, torna esse um doente. E mais. Além desse sentido de doença, foi acrescentado a ele o sentido de ódio e de um modo tão vil que para ser homofóbico, basta discordar. Então o indivíduo automaticamente se torna um doente e criminoso que odeia os praticantes da homossexualidade. Em um simples jogo de palavras, tudo vira de ponta cabeça.

Homossexualidade X Homoafetividade

Uma das maiores demonstrações de manipulação mental e social através da mudança de vocabulário está presente na substituição da palavra homossexualidade por homoafetividade. Foi feito como se ambas fossem sinônimos, quando na verdade são conceitos bem diferentes.
Homossexualidade (grego homos = igual + latim sexus= sexo) refere-se ao atributo, característica ou qualidade de um ser — humano ou não — que sente atração física, emocional e estética por outro ser do mesmo sexo. Como uma orientação sexual, a homossexualidade se refere a "um padrão duradouro de experiências sexuais, afetivas e românticas principalmente entre pessoas do mesmo sexo";
Homoafetividade por seu turno se refere pura e simplesmente à manifestação de afeto, ou seja, carinho e amor, por uma pessoa do mesmo sexo.
Ora, a homoafetividade ocorre entre pai e filho, entre mãe e filha, entre irmãos, parentes ou mesmo amigos do mesmo sexo sem que esteja presente qualquer prática sexual. Seria absurdo pensar tal coisa. Afeto eu tive por meu pai e o tenho naturalmente por meu filho. Todavia, praticar sexo com eles seria horrendamente impensável. Transformar em sinônimos essas duas palavras é um crime contra a consciência e contra a verdade.
Afeto é bonito e terno, expressa o sentimento de amor que Deus deu ao homem. Igualá-lo a uma prática condenada ao longo da história por meio de uma troca de palavras é um abuso que já devia há muito ter sido denunciado.
Esse jogo de palavras causa muita confusão. Há casos de jovens que se consideram homossexuais, sem nunca ter tido qualquer relação sexual com pessoa do mesmo sexo. Consideram que o fato de terem grande amizade e apreço por alguém do mesmo sexo já os classifica desse modo. A verdade é que nada é ao acaso. Tudo é friamente calculado. A intenção é confundir.

Homocracia X Democracia

Somos uma democracia, ao menos oficialmente. Em uma definição simplista, governo do povo, pelo povo, para o povo. Como o consenso é impossível, vence a maioria. A vitória de uma minoria agride o sentido da palavra “democrático”.
A maioria do povo brasileiro aprovaria a PLC 122/06? Aprovaria o “kit-gay” nas escolas? Se fosse lhe dado chance, aprovaria a decisão recente do STF de união estável para os homossexuais? Aceitariam a mordaça que da lei de homofobia que criminaliza qualquer pessoa que discorde deles por questões religiosas e de consciência? É óbvio que não. Bastaria um plebiscito para oficializar o que já dizem as enquetes. Se fosse dada uma chance verdadeira do povo se manifestar, com certeza as verbas estatais milionárias e absurdas que as paradas gays e outras atividades do gênero seriam cortadas imediatamente.
Contudo, inúmeras decisões sérias têm sido tomadas em nome de uma minoria contra uma maioria. Uma aristocracia homossexual tem assumido decisões, utilizado verbas públicas, criminalizando pessoas descentes para justificar suas escolhas abomináveis.
Sob a desculpa de um governo laico qualquer padrão moral é taxado de fanatismo religioso. Sim, a população brasileira é cristã, de alguma forma, em sua maioria. E porventura seu cristianismo invalida sua opinião? Pagar imposto pode. Exprimir sua opinião, não pode. Desde quando o laicismo estatal desconsidera um povo por suas crenças? Como já disse alguém, leis ruins são o pior tipo de tirania. Não é esse o nosso caso? A verdade é que os ativistas gays não querem apenas direitos. Eles querem poder.

Erótico versus espiritual

Termino com um texto de A.W. Tozer, um profeta, que como todos os profetas soube captar a essência de seu tempo e expô-lo à luz de Deus. O que ele escreveu há cinqüenta anos mostra sua percepção do verdadeiro conflito que enfrentamos:
O período em que vivemos bem pode passar à história como a Era Erótica. O amor sexual foi elevado à posição de culto. Eros tem mais cultuadores entre os homens civilizados de hoje do que qualquer outro deus. Para milhões o erótico suplantou completamente o espiritual. (...)
Pois bem, se esse deus nos deixasse a nós, cristãos, em paz, eu por mim deixaria em paz o seu culto. Toda a sua esponjosa e fétida sujeira afundará um dia sob o seu próprio peso e será excelente combustível para as chamas do inferno, justa recompensa recebida, e que nos enche de compaixão por aqueles que são arras­tados em sua ruinosa voragem. Lágrimas e silêncio talvez fossem melhores do que palavras, se as coisas fossem ligeiramente diversas do que são. Mas o culto de Eros está afetando gravemente a igreja. A religião pura de Cristo que flui como rio cristalino do coração de Deus está sendo poluída pelas águas impuras que escorrem de trás dos altares da abominação que aparecem sobre todo monte alto e sob toda árvore verde. A.W. Tozer, Erótico versus Espiritual.

Resista verbalmente

Se vamos resistir, resistiremos a partir da linguagem. Os cristãos jamais devem utilizar a palavra “homoafetivo” ou “homoafetividade”. Chame pelo nome verdadeiro – homoerótico ou homossexual. Quando o acusarem ou acusarem alguém de homofóbico, pergunte o que significa isso. Medo de homossexuais? Ódio a homossexuais? Absolutamente não temos. Apenas reprovamos o que a Bíblia reprova.
A mídia já está popularizando a expressão “casal heterossexual”. Essa expressão faz tanto sentido quanto água molhada e fogo quente. Qualquer criança sabe e qualquer dicionário confirma que um casal é macho e fêmea. Desde sempre, em qualquer cultura, em qualquer escrito, religiosos ou não, um casal foi macho e fêmea. Agora porque alguns querem realizar suas práticas sexuais sem serem criticados, subvertem milênios da história humana, não poupando a própria linguagem. Não importa o que duas pessoas do mesmo sexo façam, não importa o que digam, não importa nem mesmo o que outros dirão sobre isso. Eles jamais serão um casal.
Publicado originalmente na Revista Apologética Cristã nº 11.
Paira sobre os cristãos do Brasil perseguição por causa do homossexualismo

Paquistaneses denunciam como “terrorismo cultural” festividade gay em Embaixada dos EUA

Paquistaneses denunciam como “terrorismo cultural” festividade gay em Embaixada dos EUA

ISLAMABAD, Paquistão, 26 de julho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Uma festa na Embaixada dos EUA em Islamabad anunciada como uma celebração de direitos homossexuais está inflamando os grupos paquistaneses conservadores, que condenaram o evento como um ato de “terrorismo cultural” que tem como alvo os valores islâmicos do Paquistão.
A Embaixada dos EUA realizou uma celebração de “orgulho gay” em 26 de junho, a primeira promoção de direitos homossexuais já realizada por diplomadas americanos no país islâmico.
Em sua reportagem, a Associated Press (AP) disse que uma coalizão de líderes religiosos e políticos, inclusive o maior partido islâmico do Paquistão, o Jamaat-e-Islami, divulgou uma declaração condenando o ato do governo americano de defender o homossexualismo, chamando-o de o “pior terrorismo social e cultural já cometido contra o Paquistão”.
O grupo o chamou de o segundo ataque mais perigoso dos EUA contra o Paquistão, após os ataques de pequenos aviões não tripulados realizados pelas forças armadas dos EUA em terroristas islâmicos suspeitos.
De acordo com a AP, Richard Hoagland, vice-embaixador dos EUA, atuou como o mestre de cerimônias da festa, que foi co-patrocinada pelas Agências Gays e Lésbicas das Relações Exteriores. Setenta e cinco indivíduos compareceram à festa para mostrar solidariedade aos homossexuais que buscam aceitação social e política no país.
“Quero deixar claro: a Embaixada dos EUA está aqui para apoiar vocês e permanecer ao lado de vocês em todos os passos do caminho”, declarou Hoagland.
A AP acrescenta que o código penal do Paquistão pune “relações sexuais carnais contra a ordem da natureza” com multa, sentenças de prisão entre dois anos à vida inteira, ou ambos. Os atos homossexuais podem também ser merecedores da pena de morte sob a lei xaria.
A atitude da embaixada de revelar publicamente o fato depois de ocorrido provocou protestos em grandes cidades em todo o Paquistão, inflamando ressentimento antiamericano.
“Condenamos a conspiração americana de incentivar o bissexualismo em nosso país”, disse Mohammad Hussain Mehnati, o chefe do Jamaat-e-Islami em Karachi, de acordo com o jornal Express Tribune. Pelo que foi noticiado, mais de 100 pessoas estiveram na demonstração.
“Eles estão nos destruindo fisicamente, impuseram a tão chamada guerra contra o terrorismo em nós e agora desencadearam o terrorismo cultural em nós”.
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28 de julho de 2011

Terrorismo de imprensa

Terrorismo de imprensa

Mídia trata islamismo como “religião de paz”, mas trata terrorista darwinista como se fosse cristão conservador. Enquanto isso, PT quer tornar obrigatório o ensino do islamismo nas escolas.

Julio Severo
O terrorista norueguês Anders Behring Breivik proclamava abertamente a supremacia da “ciência” de Charles Darwin sobre a Bíblia. Darwin não reconhecia Deus como a origem da vida humana, mas a atribuía às amebas e aos macacos. Essa “ciência” era a base da Alemanha nazista e da União Soviética, sistemas políticos e ideológicos hostis ao Cristianismo.
Entretanto, em resposta ao ato terrorista do darwinista fundamentalista, a imprensa esquerdista aproveitou a oportunidade para cometer um grande atentado terrorista: dizer que o norueguês era cristão conservador. E por que não aceitar essa mentira?
Essa é mesma imprensa que idolatra como “ciência” as teorias de Darwin, tornando Breivik muito mais próximo do secularismo da mídia do que os cristãos conservadores, que sempre desprezaram Darwin, Alemanha nazista e União Soviética.
Mas e se o norueguês realmente fosse um cristão conservador? O que a imprensa faria?
Desde os sistemáticos e frequentes ataques terroristas islâmicos contra o Ocidente, a resposta dos meios de comunicação ocidentais é repetir cansativamente: “O islamismo é uma religião de paz”. Não há atentado ou monstruosidade islâmica, por mais mortífera que seja, que desvie a mídia de sua pregação da religião de Maomé como verdadeira pomba de paz na terra.
Semana após semana islâmicos cometem atos terroristas. E semana após semana, a imprensa repete seu mantra da “religião de paz”.
O Brasil sofreu recentemente o caso do massacre do Realengo, nitidamente islâmico, mas a imprensa apressadamente protegeu e acobertou a “religião de paz”.
E para garantir que o Brasil esteja em sintonia com as pregações da mídia, o PT apresentou no Congresso Nacional o projeto de lei PL 1780/2011 para tornar obrigatório nas escolas o ensino da “cultura árabe e da tradição islâmica”. A finalidade do PT é “combater a intolerância e o preconceito” contra a “religião da paz”. O projeto inteiro pode ser baixado em PDF aqui.
Não há nenhuma incoerência no PT, que segue as conveniências do Partido dos Trabalhadores Nacional Socialista, também conhecido como nazismo, que tinha aliança com árabes muçulmanos.
Se os adeptos do islamismo não fossem responsáveis por milhares de atentados e se os terroristas fossem na verdade seguidores de Darwin, seria correto ensinar nas escolas que os islâmicos não são os autores dos milhares de atos terroristas que estão ocorrendo em nossos dias. Mesmo assim, não daria para chamá-lo de “religião de paz”, pois os cristãos são perseguidos e mortos aos milhares em países islâmicos.
De forma igual, não seria correto dizer que o darwinismo não tem nenhuma ligação com atrocidades na humanidade. Assim como o islamismo, o darwinismo não tem frutos de paz. A liderança soviética e nazista e Breivik amavam a “ciência” de Darwin da mesma forma que um cristão ama Jesus. Dá para igualar os frutos deles com os frutos dos cristãos?
Na escola, quando o professor explicou a origem do homem usando a “ciência” de Darwin, pedi permissão para contestar, e li para a classe o capítulo 1 inteiro do livro de Gênesis. Então, o professor respondeu que a criação do homem por Deus era teoria. Tenho certeza de que nazistas, comunistas soviéticos e Breivik teriam também se oposto à minha postura. Mas essa é a eterna incompatibilidade entre seguir Darwin e seguir Deus.
Se Breivik realmente fosse um cristão conservador e a mídia realmente não tivesse nenhum rancor e inveja dos cristãos conservadores, os jornalistas seguiriam a mesma lógica que eles aplicam ao islamismo: Eles apresentariam sistematicamente o Cristianismo conservador como “religião de paz”. E o PT apresentaria um projeto de lei para tornar obrigatório nas escolas o ensino do conservadorismo cristão, para combater a intolerância e preconceito contra os cristãos conservadores.
Eu, como cristão conservador, teria de agir rápido se estivesse naquela ilha da Noruega presenciando um criminoso massacrando adolescentes. E, é claro, eu precisaria de uma arma de defesa, que seria o único recurso contra um criminoso armado. A polícia norueguesa levou exatamente uma hora e meia para atender ao primeiro telefonema de socorro. Com tal absurda demora policial, qualquer terrorista teria tempo suficiente para cometer qualquer massacre que quisesse.
Esse episódio também derruba a falácia do desarmamento, pois se houvesse na ilha homens armados para se defender (como é comum na Suíça), o terrorista darwinista não teria tido liberdade e tempo de matar tantos adolescentes.
Como cristão conservador, me oponho totalmente ao darwinista que assassinou adolescentes. E me oponho aos terroristas islâmicos. E também tenho de me opor à imprensa tendenciosa, que protege o terrorismo islâmico e lança sobre os cristãos conservadores a culpa dos crimes de um darwinista fundamentalista.
A Bíblia, que está acima da “ciência” de Darwin, não mente quando diz que o mundo está debaixo da autoridade do maligno. Essa autoridade é visível na imprensa, que nunca joga sobre o islamismo a culpa dos ataques terroristas islâmicos, mas aproveita qualquer mentira para jogar sobre cristãos conservadores crimes que eles nunca cometeram, desde assassinatos de prostitutos homossexuais às altas horas das madrugadas em áreas perigosas até o massacre cometido por Anders Behring Breivik.
Não é “intolerância e preconceito” jogar sobre o islamismo o que muitos de seus adeptos fazem. Mas é verdadeira intolerância e preconceito jogar sobre os cristãos conservadores o massacre cometido por um seguidor das teorias de Darwin. É também verdadeira difamação e incitação ao ódio.
É impossível destruir um grupo cultural ou religioso sem antes difamá-lo sistematicamente. O assassinato em massa de judeus na Alemanha nazista só foi possível depois de anos de difamações da imprensa, onde se atribuía aos judeus todo e qualquer tipo de crime.
Com a ajuda uma imprensa que mente descaradamente, o PT agora está pronto para ensinar o islamismo nas escolas e como combater a intolerância e o preconceito contra a “religião da paz”, como se o Brasil já não estivesse sofrendo de aliciamentos suficientes do islamismo. O islamismo agora se juntará ao darwinismo como matéria escolar obrigatória.
E não há dúvida de que, no que depender de sua malícia, essa imprensa fará tudo o que puder para combater não o darwinismo — que tanto radicalismo assassino gerou na humanidade —, mas o conservadorismo cristão que é seu principal alvo e vítima.
Versão em inglês deste artigo: Media terrorism

O terrorismo do mal e do pecado: a tragédia na Noruega

O terrorismo do mal e do pecado: a tragédia na Noruega

27de julho de 2011 (Notícias Pró-Família) — A Noruega é um dos lugares mais belos da terra. Um paraíso nórdico de fiordes, litoral, geleiras e florestas. Os noruegueses têm merecidamente orgulho de sua sociedade pacífica e próspera.
Pois bem, hoje a Noruega está num estado de choque total e absoluto depois de um dos atos de terrorismo mais cruéis e a sangue frio desde os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 contra os EUA. Os noruegueses estão desesperadamente tentando explicar essa matança sem lógica. O assassino tem sido descrito como um extremista de direita, um cristão fundamentalista, um fanático anti-imigração e mentalmente doente. O mais provável, em minha opinião, é que ele seja um fascista.
Mas há duas razões básicas desse ato horrível que poucos na Noruega, ou no resto do mundo ocidental inclusive, reconhecerão: o mal e o pecado.
Entenda: a Noruega é um dos países mais seculares da Europa ocidental. Quase nada restou da fé cristã que no passado dominava o país.
Por isso, sem a compreensão cristã da natureza humana caída, o povo da Noruega fica apenas com o luto, mas sem uma explicação para o horror que lhes sobreveio.
Tudo o que posso pensar é numa visita que fiz a uma prisão de segurança máxima fora de Oslo na década de 1980. Conto-lhe esse caso no meu livro How Now Shall We Live? (Como viveremos agora?) Fui cumprimentado pela carcereira, que era psiquiatra. Ela me guiou num passeio pelo lugar, que parecia mais um laboratório do que uma prisão. Vimos tantos outros psiquiatras que perguntei à carcereira quantos dos presos ali eram casos de doença mental.
Ela respondeu: “Todos eles, é claro”.
Fiquei espantado, e perguntei: “Verdade?”
“Veja bem”, disse ela, “qualquer um que comete um crime violento tem obviamente um desequilíbrio mental”.
Essa era a expressão máxima do modelo terapêutico. As pessoas, assim segue esse tipo de raciocínio, são basicamente boas, de modo que qualquer um que faça algo tão horrível quanto isso só pode ser doente mental. E a solução é terapia. É uma maneira tragicamente falha e inexata de ver a natureza humana. E, conforme fiquei sabendo apenas alguns dias mais tarde, é uma maneira muito perigosa.
Durante essa visita preguei o Evangelho aos presos. Eles estavam completamente insensíveis à mensagem. Mas quando eu estava indo embora, uma funcionária cristã da prisão veio até mim. Ela disse que havia orado para que alguém confrontasse os presos com a mensagem sobre pecado e salvação. Ela estava frustrada com o sistema prisional da Noruega, onde não havia nenhum conceito de responsabilidade pessoal. Portanto, não havia nenhuma razão para os presos buscarem uma transformação pessoal.
Alguns dias mais tarde, fiquei sabendo da notícia trágica: a jovem funcionária com quem eu havia conversado foi incumbida de escoltar um preso para fora da prisão para assistir a um filme como parte da terapia dele. No caminho de volta para a prisão, ele a matou.
A questão importante é esta: quando tentamos dar razões convincentes sobre o mal moral, fracassaremos em nossos esforços de reprimi-lo. Não podemos dar explicações sobre a conduta humana sem reconhecer que somos criaturas caídas propensas ao pecado.
Como um triste comentário final sobre a tragédia de Oslo, a sentença máxima que um criminoso pode receber na Noruega é 21 anos. Por isso, a não ser que ocorra algo fora do comum, o terrorista de Oslo estará de volta às ruas em 2032. Uma porta-voz da polícia de Oslo explicou desta forma: “O que o mundo precisa compreender sobre a Noruega é que esse incidente representa nossa perda da inocência, pois temos sido um país muito seguro de se viver, até agora”. Ela então acrescentou: “Não existe nenhuma razão para se manter as pessoas a vida inteira na prisão”.
Mas há e sempre haverá. Chama-se pecado.
Publicado com a permissão de Breakpoint
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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