25 de abril de 2012

Maioria esmagadora da Rússia apoia proibição de propaganda gay


Maioria esmagadora da Rússia apoia proibição de propaganda gay

MOSCOU, Rússia, 19 de abril de 2012 (LifeSiteNews.com) — Um projeto de lei para criminalizar a propaganda do movimento homossexual, principalmente propaganda visando crianças, está recebendo a aprovação da maioria esmagadora do público russo. Uma pesquisa de opinião pública conduzida pela agência de pesquisa estatal VTsIOM revelou que 86 por cento dos 1.600 entrevistados em toda a Rússia disseram que apoiam uma lei que proíba a promoção de relacionamentos homossexuais.
Recentemente, a delegação da Federação Russa na Cúpula do G8 se recusou a apoiar uma declaração conjunta de ministros de relações exteriores que incluía indivíduos “lésbicos, gays, bissexuais ou transgêneros” em sua defesa de direitos humanos. Uma nota de rodapé da declaração diz: “A Federação Russa se dissocia dessa linguagem considerando a ausência de definições ou cláusulas explícitas relativas a tal grupo ou tais indivíduos como detentores de direitos separados sob as leis internacionais de direitos humanos”.
Sergei Ryabkov, vice-ministro de relações exteriores da Rússia, disse que “sob o pretexto de proteger tão chamadas minorias sexuais, na realidade há uma propaganda agressiva e a imposição de certas condutas e valores que podem insultar a maioria da sociedade”.
Entretanto, oitenta e cinco por cento dos entrevistados em Moscou e São Petersburgo, e 96 por cento das áreas rurais — no total, 94 por cento — disseram que nunca viram nenhuma “propaganda gay”. A pesquisa de opinião pública revelou que a principal fonte das propagandas é a televisão, que concentra 57 por cento de todos os exemplos. Oitenta por cento dos entrevistados se referiram ao “culto que é prestado ao homossexualismo” em todos os meios de comunicação.
Em março, a prefeitura de São Petersburgo foi alvo de indignação quando aprovou uma lei que proíbe a promoção de relações homossexuais e pedofilia para menores de idade. Ativistas homossexuais da Rússia e outros países convocaram um boicote de viagens a São Petersburgo, um popular destino turístico. Um projeto de lei semelhante desde então foi introduzido no Parlamento federal, e uma autoridade da cidade de Moscou disse nesta semana que a capital da Rússia está considerando uma lei para proibir a promoção da sodomia, informou o serviço noticioso RIA Novosti.
Michael Birnbaum, jornalista do jornal Washington Post, diz que durante as recentes eleições nacionais, um sentimento antiocidental, inclusive críticas pesadas à cultura homossexual e sua aceitação generalizada, tiveram destaque e proeminência na retórica das campanhas.
A lei de São Petersburgo pode impor multas equivalentes a 17.000 dólares pela divulgação de “propaganda da sodomia, lesbianismo, bissexualidade ou transexualidade entre menores”. Isso inclui “informações que formam concepções deturpadas da equivalência social das relações de casamento tradicional e não tradicional”.
Tais leis estão destinadas a ganhar popularidade num país em que uma pesquisa de opinião pública de 2010 revelou que 74 por cento dos russos disseram que os homossexuais são “depravados ou aleijados morais” e acreditam que a homossexualidade é “uma perversão mental sem moral”.
Traduzido por Julio Severo do artigo de LifeSiteNews: Russians overwhelmingly endorse ‘gay propaganda’ ban

5 comentários:

ÉLQUISSON disse...

Pode ser que a Rússia não seja um país 100% cristão, mas, por enquanto, ela está sendo firme nas suas convicções a favor da família (e também sendo implacável contra o homossexualismo).

Na resolução de São Petersburgo, os russos destacaram a importância da família na educação e na formação das pessoas (principalmente crianças). Na mesma resolução, há 2 pontos fundamentais que merecem destaque:

– "O lugar da família na história e na vida de todas as sociedades humanas é absolutamente única, e nenhuma outra forma de relacionamento doméstico jamais poderá ser vista como de igual valor e status. Qualquer tentativa de prever igualdade de status para qualquer outra forma de relacionamento doméstico (em especial as uniões entre pessoas do mesmo sexo) é socialmente destrutiva".

– "Estamos convencidos de que a família tradicional, o casamento, a geração e a educação dos filhos são elementos inseparáveis uns dos outros".

Vejam que ironia: a Rússia, até alguns anos atrás, era odiada por ser comunista. Os Estados Unidos se auto–denominava como país exemplo, se gabava de ser o melhor país do mundo (e era considerado o país mais cristão do mundo).

Hoje, está tudo ao contrário: a Rússia abandonou o comunismo e está dando uma verdadeira lição de moral nos países que se dizem cristãos (inclusive Estados Unidos e Brasil). Já os Estados Unidos vem decaindo moralmente, e já está contaminado pelo homossexualismo, bruxaria, satanismo, ensinamentos da Nova Era e outras coisas anti–cristãs (sem contar a atual tolerância ao islamismo).

Aqui no Brasil, o quadro não chega a ser muito diferente dos Estados Unidos: temos um governo totalmente pró–homossexualismo, pró–aborto, anti–família e anti–cristão. Que futuro o nosso país terá com um governo corrupto e demoníaco desses no poder? Isso sem contar que o STF, recentemente, se manifestou favorável ao aborto!

Está faltando alguém que tenha coragem o suficiente para romper de uma vez por todas com esse governo podre e imoral, está faltando alguém que possa colocar a Palavra de Deus como diretriz para a nossa nação, enfim, está faltando alguém que possa tirar o Brasil do caminho do inferno que o PT colocou (juntamente com outros partidos que pensam e agem igual)!

Alguém concorda comigo?

maria disse...

PARABENS, você foi perfeito! sábias palavras... vou indicar seu texto aos amigos!

Idevam disse...

Ta Concordado !!!

PRESBÍTERO VALDOMIRO disse...

Os russos estão de parabéns pela sua corajosa atitude, e pela sua postura firme em dizer um "NÃO" bem sonoro ao homossexualismo.

Enquanto os russos têm leis para proibir a divulgação do homossexualismo, aqui no Brasil querem fazer exatamente o contrário: querem criar uma lei (no caso, o PLC 122) para calar a voz dos cristãos e das demais pessoas que são contra o homossexualismo! Isso sem contar as nojentas e indecentes "Paradas Gays" que são promovidas com a cumplicidade deste nosso governo corrupto!

Por que a bancada evangélica do nosso Congresso Nacional não usa este exemplo da Rússia para enfrentar os ativistas homossexuais?

Desde já, dou meu total apoio aos russos (por não aceitarem esta imoralidade chamada homossexualismo) e, ao mesmo tempo, manifesto meu total repúdio à atuação da nossa bancada evangélica (que tem sido omissa no combate ao pecado)!

ELISEU disse...

O comentário do Élquisson foi perfeito. Realmente, os russos estão dando uma verdadeira lição de moral em muitos países que se dizem cristãos (inclusive o Brasil).

Quanto ao que diz a Resolução de São Petesburgo, eu destaco (além dos pontos que o Élquisson mencionou) mais outros pontos importantes desta mesma Resolução (conforme segue abaixo):

1 - "Estamos convencidos de que a família natural (tradicional), traçada na natureza humana e baseada na união voluntária de um homem e uma mulher na aliança vitalícia do casamento, cujo propósito é a geração e criação de filhos, é a unidade coletiva natural e fundamental da sociedade".

2 - "A separação artificial da geração e da educação de filhos da família tradicional, da vida familiar e do casamento viola os direitos genuínos da criança e causa a destruição de qualquer sociedade".

3 - "Estamos convencidos de que as crianças possuem um direito inato de nascerem na sua família natural (tradicional), de um homem e uma mulher casados, e de viverem com seus pais e serem criadas por eles, ou seja, com seu pai e sua mãe naturais. Mãe e pais são o modelo de vida para seus filhos, principalmente no que concerne à vida familiar, que obedece à natureza humana".

4 - "Estamos seriamente preocupados com as ações de algumas organizações internacionais nos últimos anos, agindo contrariamente aos interesses de povos soberanos e manipulando a noção de 'direitos humanos' para criar artificialmente os assim chamados direitos que antes eram desconhecidos e não possuem fundamento na natureza humana nem na natureza da sociedade, como 'direito ao aborto' e o 'direito de escolher sua orientação sexual e identidade de gênero'. Na realidade, não existem tais direitos no direito internacional, seja por uma obrigação decorrente de tratado ou pelo direito internacional público costumeiro".

5 - "Em particular, estamos bastante preocupados com o fato de que hoje, sob o pretexto de defender os direitos das crianças sob uma interpretação ilogicamente ampla e alguns 'direitos humanos' recentemente fabricados (como os 'direitos sexuais'), com o apoio da ONU e de seus organismos, a cultura tradicional da vida familiar (que inclui a educação das crianças nesse contexto) está sendo sistematicamente destruída por muitas pessoas, incluindo algumas do nosso próprio país".

6 - "Insistimos em que os Estados devem respeitar o papel e a posição única que os pais naturais (biológicos) possuem nas vidas das crianças. Quaisquer interpretações de qualquer posição dentro do direito internacional ou nacional devem refletir a suposição natural de que os pais naturais costumam agir de boa fé e conforme os interesses dos seus filhos. Os direitos dos pais com relação aos seus filhos são naturais e não 'concedidos' a eles pelo Estado ou por qualquer organismo nacional ou internacional".

7 - "Temos também uma grande preocupação a respeito da recusa em proteger o direito à vida da criança no útero sob o pretexto do invertido 'direito ao aborto' da mulher. Estamos cientes de que no que concerne aos fatos científicos, uma nova vida humana começa na concepção e que, desde a concepção, cada criança é, por natureza, um ser humano. Crianças em gestação são seres humanos e, portanto, há uma obrigação dos Estados sob o direito internacional de proteger suas vidas da mesma forma que a de qualquer ser humano. Ao mesmo tempo, não existe um direito ao aborto no direito internacional, seja por meio de tratado ou pelo direito internacional público costumeiro'".

Que tal se o Brasil adotasse esses mesmos princípios