21 de abril de 2012

Secretário-Geral da ONU Diz que Países da África Têm de Adotar Direitos LGBT


Secretário-Geral da ONU Diz que Países da África Têm de Adotar Direitos LGBT

Dr. Stefano Gennarini
NOVA IORQUE, 9 de fevereiro de 2012 (C-FAM) Na semana passada, o secretário-geral da ONU Ban Ki-moon orientou os países africanos a revogar as leis criminais que sancionam a conduta homossexual e a parar toda discriminação de orientação sexual ou identidade de gênero.
Ban Ki-moon se dirigiu aos 54 países africanos na Cúpula da União Africana em Addis Abeba em 29 de janeiro. Ele exortou os países que compareceram a fortalecer os direitos civis, políticos e econômicos. Entre esses ele incluiu os direitos lésbicos, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT).
Ele disse: “Permitam-me mencionar uma forma de discriminação que tem sido ignorada ou até mesmo sancionada por muitos Estados por tempo longo demais… a discriminação baseada na orientação sexual ou identidade de gênero. Isso tem levado alguns governos a tratar as pessoas como cidadãos de segunda classe, ou até mesmo criminosas. Confrontar essa discriminação é um desafio. Mas temos de viver à altura dos ideais da Declaração Universal”.
Na maioria dos países a homossexualidade é desaprovada como imoral e degradante. A maioria dos países do Leste e Oeste da África criminalizam os atos homossexuais, alguns até chegando ao ponto de prescrever a pena de morte. Muitas dessas leis datam do período pós-colonial e foram aprovadas nos últimos dez anos. Na maioria desses países, os direitos LGBT não são nem mesmo considerados como possibilidades no futuro distante.
Essa não é a primeira vez que uma figura política mundial faz pressão pela aceitação de direitos LGBT na África. Em novembro do ano passado, David Cameron disse que a Inglaterra estava trabalhando em toda a Comunidade de Nações para pressionar os países da África a reconhecerem os direitos LGBT. Cameron chegou ao ponto de dizer que toda assistência futura da Comunidade viria com a imposição de condições. De modo semelhante, Hillary Clinton falou em dezembro sobre promover direitos LGBT como “prioridade” para a política externa dos EUA.
Tais menções de direitos LGBT no contexto internacional são ambíguas na melhor das hipóteses. Frequentemente se faz referência aos direitos de todos os seres humanos serem livres de violência e discriminação, conforme estão consagrados na Declaração Universal dos Direitos Humanos e outros tratados internacionais. Mas o alvo de tais menções é evidentemente a adoção de todas as exigências feitas pelos grupos homossexuais de pressão política, começando com a remoção de leis criminais que proíbem a conduta homossexual, então concedendo às uniões homossexuais os mesmos direitos legais que os casais casados têm, e terminando com o reconhecimento de todos os tipos de orientações sexuais e identidades de gênero. Tais direitos foram rejeitados, ou nem mesmo considerados, quando a Declaração Universal dos Direitos Humanos e outros tratados internacionais foram escritos.
Especialistas legais internacionais apontam para o fato de que nenhum tratado internacional menciona direitos LGBT. A orientação sexual e a identidade de gênero simplesmente não existem no direito internacional, e não podem ser a base para nenhum direito especial. Embora as nações tenham uma obrigação de proteger todos os indivíduos, inclusive pessoas com orientações sexuais e identidades de gênero fora dos padrões normais, de discriminação injusta, os Estados soberanos mantêm o direito de legislar conforme acharem melhor sobre questões de saúde e moralidade. Está fora da alçada do secretário-geral e outros líderes mundiais reinterpretarem a lei para pressionar os direitos LGBT sobre outras nações.
Até agora, poucos países deram alguma indicação de que vão se prostrar a essa pressão.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
A Bíblia condena o homossexualismo

3 comentários:

Anônimo disse...

E o secretario geral da ANU(s) tem que cuidar da propria vida! Se ele quer ir atrair desgraça, que atraia somente sobre sua vida, e nao sobre um continente todo, que ja sofre com a adoracao que presta aos seus deuses..!

saulo

Anônimo disse...

ADOTE UM GAY, E MATE UM FETO!
A verdadeira politica que o tinhoso impôs ao mundo!
Quem disse que gays não tem direitos?
Tem sim... Assim como eu e todo ser pensante na face da terra, está "protegido" nos braços da lei.
Fazer piadinhas maliciosas com portugueses e loiras é uma coisa que faz muitos "politicamente corretos" dar risadas.
Eu tenho uma filha de 12 anos, loirinha, e sou obrigado a dizer: NÃO ESQUENTA, FILHA... NEM DÊ BOLA PARA PIADINHAS NA ESCOLA, etc... (e isto é fato).
E se a minha filha fosse lésbica (Deus que me perdoe), ela poderia denunciar os "homofobicos"?
Aí vão me dizer: ah... Mas isto é bulling (nem sei escrever isto)... Bulling o caramba!!!
Se, na escola, a minha filha chamar alguém de "bicha", mesmo que o indivíduo seja, ela está cometendo um "crime de homofobia".
E por que fazer piada da cor do cabelo de uma criança, não existe "fobia"?
Dá nojo, viu, da nojo!!!
Fabiano Santos.

Anônimo disse...

É só uma questão de tempo. Jesus está à frente dessa luta pelos direitos dos eunucos desde o ventre materno. E ai de quem desafiá-lo.