30 de abril de 2013

Rússia não quer suas crianças em adoção para duplas gays da França


Rússia não quer suas crianças em adoção para duplas gays da França

Julio Severo
Com a ação radical do governo socialista da França de passar por cima da vontade de seu povo e dar legitimidade de “casamento” para as uniões homossexuais, inclusive forçando a entrega de crianças em adoção para duplas gays, a Rússia é o primeiro país do mundo a dar um tabefe no governo francês.
O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que a Rússia buscará efetuar mudanças no acordo sobre adoções de crianças russas por pais franceses, declarando que a união entre duplas homossexuais viola princípios e valores morais da Rússia.
“Precisamos reagir ao que está acontecendo ao nosso redor. Respeitamos os nossos parceiros, mas pedimos que respeitem as nossas tradições culturais e as normas éticas, legislativas e morais da Rússia,” declarou Putin.
Uma pesquisa nacional de opinião pública conduzida pelo instituto estatal de opinião pública VTsIOM em 2012 mostrou que 86 por cento dos 1.600 entrevistados na Rússia disseram que apoiam leis proibindo a promoção de relações homossexuais. Uma pesquisa de opinião pública de 2010 revelou que 74 por cento dos russos disseram que os homossexuais são “moralmente depravados ou aleijados” e acreditam que a homossexualidade é “uma perversão mental amoral”.
A medida de Putin de modificar o acordo de seu país com a França sobre adoção de crianças não é a primeira vez que a Rússia age para proteger suas crianças.
Em 2010, a Rússia já havia alterado seu acordo sobre adoções de crianças com os Estados Unidos. No novo acordo, duplas homossexuais americanas não têm permissão de adotar crianças russas.
A atitude da Rússia, de colocar normas éticas acima da ideologia homossexual, é um total contraste com o governo dos Estados Unidos, que vem exercendo um imperialismo cultural cada vez maior para homossexualizar seus próprios cidadãos e o restante do mundo.
Com informações do site homossexual A Capa.
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29 de abril de 2013

Alerta: Dra. Damares Alves dá uma mensagem poderosa aos pais


Alerta: Dra. Damares Alves dá uma mensagem poderosa aos pais

Julio Severo
Numa mensagem dada na Primeira Igreja Batista de Campo Grande, a Dra. Damares Alves deu um alerta muito forte para os pais do Brasil sobre o que está acontecendo com seus filhos nas escolas.
A mensagem, que foi gravada em vídeo (http://youtu.be/BKWc0sUOvVM), é impactante pela crueldade psicológica com que estão sendo tratadas as crianças das escolas do Brasil.

A mensagem foi uma surpresa para a Dra. Damares, que nem sabia que sua mensagem estava sendo gravada.
Mas tudo ali é real.
Tenho contato com a Dra. Damares desde pelo menos 1999 ou 2000, e sua preocupação pelas crianças é séria e a tem envolvido em todos os tipos de embates com forças hostis ao bem-estar das crianças. Ela é, por exemplo, uma lutadora contra o infanticídio indígena, um dos maiores e mais covardes crimes permitidos pelo Estado brasileiro.
Mas ela sempre trabalhou nos bastidores, nunca permitindo que seu nome fosse divulgado, a fim de evitar a perseguição de certas forças ocultas. Muitas das matérias de alerta que fiz durante anos teriam sido impossíveis sem a ajuda dela.
Oremos por ela, pois sua mensagem no YouTube poderá atrair a fúria dessas forças sinistras que têm amplo apoio do Estado para promover suas maldades contra as crianças.
Divulgue esta mensagem e vídeo a todos os seus amigos.
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A fanática ditadura da educação


A fanática ditadura da educação

Ao tornar o ensino obrigatório dos 4 aos 17 anos, o Estado brasileiro estatiza as crianças e martiriza as famílias, ao obrigá-las a matricular os filhos numa escola que só tem a oferecer drogas, violência e sexo precoce

José Maria e Silva 
A partir de agora, todos os pais estão obrigados a matricular seus filhos na escola a partir dos 4 anos de idade e eles devem permanecer matriculados até os 17 anos, custe o que custar. Já está em vigor a Lei 12.796, de 4 de abril de 2013, que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e regulamenta a Emenda Constitu­cional 59, de 11 de novembro de 2009, promulgada, na época, pelo então presidente do Senado, José Sarney, e pelo presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer. Essa emenda alterou o artigo 208 da Constituição e aumentou o tempo do ensino obrigatório, que deixou de ter a duração de 9 anos (dos 6 aos 14) e passou a ser de 14 anos (dos 4 aos 17). Com isso, é provável que o Brasil tenha se tornado o País com o maior tempo de escola obrigatória em todo o mundo, superando, com folga, os países europeus, cuja escolaridade compulsória não costuma ultrapassar dez anos. É o Brasil megalomaníaco de sempre, empenhado em pôr o chapéu onde a mão não alcança.
Essa medida não poderia ser mais insana. É como se um médico, diante da dor e febre de um doente, lhe receitasse uma forte dose de paracetamol e, mesmo notando os sintomas de uma hipersensibilidade ao medicamento, reforçasse a dose, levando o paciente à morte por insuficiência renal aguda. É o que faz o Estado brasileiro ao receitar ainda mais ensino obrigatório para crianças e adolescentes, como se não fosse justamente a escola – corrompida por droga, sexo e violência – a grande responsável pela falência moral e intelectual da juventude brasileira. Basta observar o catastrófico aumento da criminalidade no País – ele acompanha de perto o aumento da escolaridade e não é por mera coincidência. Escola só educa se for com disciplina, mas como a educação brasileira baniu radicalmente qualquer forma de disciplina, as escolas públicas tornaram-se meros pontos de encontro de filhos devolutos, emancipados da autoridade paterna por um Estado ditador e prontos para ingressarem no mundo da vadiagem ou do crime.
Por influência da nefasta autoajuda marxista do pedagogo Paulo Frei­re, a educação se tornou um ver­dadeiro abracadabra no País e se atribui a ela a capacidade de curar os mais díspares problemas humanos, desde espinhela caída até a de­linquência juvenil. Um motorista anda em alta velocidade, ultrapassa o sinal vermelho e mata pessoas? Na­da de multa e cadeia – educação ne­le. Um adolescente estupra e mata uma menina durante um assalto, faltando apenas três dias para completar 18 anos, com aconteceu há alguns anos na cidade de Ani­cuns, no interior de Goiás? Nada de prisão em regime fechado – educação nele. O presidiário do se­miaberto se aproveita da infinita bondade do Estado e volta a roubar, matar, estuprar e traficar drogas? Nada de lhe aumentar drasticamente a pena – educação nele, com desconto no tempo de cadeia de­vido às horas de suposto estudo. Prova disso é que latrocidas, estupradores e homicidas seriais são chamados oficialmente pelo Es­ta­do de “reeducandos”. O conceito de educação foi completamente de­turpado e se tornou um fanatismo laico.

Na rabeira do mundo

Diante da ampliação do ensino obrigatório de 9 para 14 anos, é inevitável relembrar uma crônica do jornalista e escritor Benjamin Costallat (1897-1961) publicada em 3 de março de 1927, no “Jornal do Brasil”. A referida crônica, intitulada “Instrução”, discutia as precárias condições das escolas públicas no Rio de Janeiro, então Capital Federal, numa época em que os intelectuais começavam a se mobilizar em defesa da ex­pansão do ensino público gratuito. Em seu artigo, Benjamin Costallat descreve uma escola pública do Rio de Janeiro, em que as crianças conviviam com entulhos, animais e esgoto a céu aberto, “sem as mais  elementares regras de higiene, na promiscuidade sórdida”, como ele próprio afirma. Indignado com aquelas po­cilgas que se faziam passar por estabelecimentos de ensino, Costallat não hesitou em defender o fechamento das escolas públicas de seu tempo, afirmando que “melhor é ver aumentar o número de brasileiros analfabetos” do que ver “aumentar o nú­mero dos porcos brasileiros”.
Quase um século depois, sob a liderança dos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o consórcio tucano-petista que manda nos destinos do Brasil desde 1994 optou por fazer o oposto do que preconizava Benjamin Costallat – quanto mais a escola pública se mostra falida, mais tucanos e petistas prescrevem o aumento dos dias letivos e ampliam o tempo de ensino obrigatório, reforçando a dose do veneno que está matando a juventude. No passado, a escola podia até não oferecer um ensino de qualidade ao aluno, mas ao menos não destruía a formação moral que ele trazia de casa, como ocorre hoje. O ensino público, do modo como está estruturado, deixou de ser solução para ser o principal problema.
Já escrevi isso certa vez, mas sou obrigado a repetir: se no tempo de Benjamin Costallat, a escola pública era um chiqueiro físico, hoje ela virou uma pocilga moral. Se naquele tempo os alunos refocilavam na lama, hoje a escola lhes enodoa a própria alma. Já não se trata de escolher entre o analfabeto e o porquinho: se depender do veneno da pedagogia progressista inoculado nos alunos, a escolha será entre o analfabeto funcional e o menor disfuncional, alguns deles prontos para virar bandido.
Nos testes educacionais internacionais, o Brasil disputa o último lugar com países muito mais pobres. No ano passado, por exemplo, no índice de qualidade do ensino elaborado pela empresa Pearson, o Brasil aparece em penúltimo lugar da lista, à frente apenas da Indonésia, entre os 40 países pesquisados, liderados pela Finlândia, Coreia do Sul e Hong-Kong, os três primeiros. O Brasil ficou na 39ª posição, atrás do México, Colômbia, Argentina e Chile, bem como de Portugal e Espanha, que aparecem, respectivamente, em 27º e 28º lugar. E olha que a crise do sistema de ensino português se arrasta há anos, agravada pelos problemas econômicos que o país enfrenta no contexto da União Europeia. No Pisa, teste internacional de avaliação estudantil da Organização para a Cooperação e Desen­volvimento Econômico (OCDE), o Brasil ficou em 53º lugar, numa lista de 65 países. Isso porque as escolas privadas brasileiras, mesmo contaminadas pela ideologia da inclusão e não do mérito, evitaram que o país ficasse em situação pior. Se fossem avaliadas apenas as escolas públicas, o Brasil cairia para a 60ª posição, atrás do Cazaquistão.
E não é por falta de recursos. Desde o governo Fernando Hen­rique Cardoso, os investimentos em educação no Brasil estão crescendo de modo consistente. O estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) constatou que o Brasil foi o segundo país entre 35 nações analisadas que mais fez crescer o seu investimento em educação entre os anos de 2000 e 2009, perdendo apenas para a Rússia. Nesse período, somando os aportes da União, Estados e municípios, o Brasil passou a investir 5,5% do PIB em educação, um aumento de 57% em relação aos 3,5% que investia antes.
Para se ter uma ideia do que isso significa, basta observar que o PIB do Brasil em 2011 foi de R$ 4,143 trilhões, o que resulta em cerca de R$ 230 bilhões investidos em educação. Se porventura prevalecer a proposta de se investir 10% do PIB em educação, aprovada na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados no final do ano passado, o investimento em educação no Brasil subiria para R$ 414 bilhões de reais anualmente. O que talvez ainda seja pouco diante do poço sem fundo que se abre com a ampliação do ensino obrigatório de 9 para absurdos 14 anos.

Doutrinação em sala de aula

Quem conhece a história da educação no País, sabe que o aluno de escola pública, hoje, é quase um privilegiado se comparado com seu congênere do passado. As escolas públicas atuais são razoavelmente estruturadas e só não são melhores porque a depredação cotidiana – protagonizada pelos próprios alunos – não deixa. Em todos os Estados, há escolas em condições precárias, especialmente no interior do Nordeste, mas, em regra, os problemas físicos não se comparam com aqueles descritos por Benjamin Costallat, na primeira metade do século, ou mesmo num passado recente, antes da Constituição de 88 e da campanha do governo Fer-nando Henrique Cardoso para colocar toda criança na escola. O governo FHC consolidou a Constituição de 88 (para o bem e para o mal) e transformou a educação num direito do aluno, começando por lhe garantir o livro didático, que pesava no bolso de seus pais. O problema é que não se exige nenhuma contrapartida dos alunos e muitos deles desperdiçam os recursos investidos na educação, fazendo valer o provérbio de que é inútil atirar pérola para porco. No Estado de São Paulo, por exemplo, onde o aluno da rede pública recebe tudo de graça, não só os livros, mas também uniforme e material escolar, não é raro, no início do mês de dezembro, esses alunos promoverem bacanais de apostilas rasgadas e jogadas em plena rua, em frente às escolas, para comemorar o fim do ano letivo.
Não adianta aumentar os dias letivos nem obrigar os alunos a passarem mais anos nas salas de aula, se a escola pública – premida pela falácia acadêmica da inclusão social – recusar-se a valorizar o mérito, separando o joio do trigo. Se o próprio Enem aprova redação de aluno que reproduz hino de clube de futebol ou transcreve receita de miojo ao discorrer sobre migração, o que se pode esperar da escola que prepara esse tipo de vestibulando? Histo­ri­ca­men­te, os exames vestibulares sem­pre exerceram uma grande in­fluência na escola básica. Durante o regime militar, quando as ciências humanas eram desprezadas e a até a escola pública cultuava a matemática, o seletivo vestibular das universidades federais é que reforçava essa tendência. Com a redemocratização e o advento do construtivismo, as ciências hu­ma­nas foram além do devido pres­tígio que mereciam e destruíram a própria lógica da educação com um subjetivismo hipertrofiado. O Enem representa o á­pi­ce dessa tendência e irá reforçá-la ainda mais, pois não passa de um descarado instrumento da doutrinação esquerdista, como mostram as análises publicadas pelo sítio “Escola Sem Partido”, idealizado e coordenado pelo jurista Miguel Nagib. O Enem não avalia o conhecimento do aluno e, sim, seu alinhamento ideológico com as teses da esquerda.

Escola deformadora

Mas se a escola pública se limitasse a formar mal o aluno, o problema não seria tão grave. No máximo, teríamos uma massa trabalhadora menos qualificada, mas que, com sua própria força de vontade e a ajuda do governo ou dos patrões, poderia recuperar, no canteiro de obras, parte do tempo perdido, por meio de cursos de capacitação. Ocorre que a escola não está apenas deixando de formar alunos – ela os está deformando intelectual e moralmente. Por isso, o escritor evangélico Júlio Severo está coberto de razão quando acusa o governo brasileiro de instituir o monopólio estatal do fracasso escolar ao fazer da matrícula na escola uma imposição ditatorial. Severo defende o direito dos pais de terem a opção de ensinar seus filhos em casa, como já fazem cerca de mil famílias em todo o País, segundo a Associação Na­cional de Educação Domiciliar.
Como observam os pais que optam pelo ensino em casa, a escola, além de não conseguir transmitir os conhecimentos básicos para o aluno, ainda se imiscui indevidamente em sua formação moral, frequentemente estimulando conflitos com os valores familiares. É o caso das aulas verdadeiramente pornográficas que estão se tornando co­muns mesmo em salas do ensino fundamental. O Minis­tério da Educação faz de tudo para obrigar alunas de 10 anos a conviver com travestis de 15 anos no banheiro feminino. Com que idoneidade moral pode exigir dos pais que entreguem seus filhos de apenas 4 anos para esse misto de boca de fumo e boate gay em que estão se transformando as escolas públicas?
Mas, ai desses pais! Melhor seria se deixassem os filhos viciarem em crack. Nesse caso teriam o apoio de todo o aparato estatal: acadêmicos, conselheiros tutelares, assistentes sociais, promotores e defensores públicos, ONGs de direitos humanos, consultórios de rua e, agora, leitos para internação no SUS ao custo de mais de R$ 4 mil por mês para cada drogado. Todavia, como esses pais e mães optaram pelo caminho mais difícil, que é assumir integralmente a paternidade e maternidade, zelando pessoalmente pela educação dos filhos, a resposta que recebem do Estado brasileiro é uma brutal perseguição, ainda que disfarçada de defesa dos direitos da criança.
Os pais que optam pelo ensino em casa enfrentam um longo calvário. São denunciados pelos conselhos tutelares e perseguidos pelo Ministério Público e pelas Varas de Infância e Juventude, que, com base no artigo 249 do nefasto Estatuto da Criança e do Adolescente, impõem a eles multas que variam de 3 a 20 salários mínimos, sem contar o risco de prisão. É como se a escola fosse um templo de desenvolvimento cognitivo e moral e não um portal de entrada para o mundo das drogas. Afinal, como insisto sempre, traficante não vicia ninguém em droga – quem geralmente in­fluen­cia o outro a usar droga é a­mi­go ou namorado e o lugar de­les costuma ser justamente a escola.
Com a ampliação do ensino obrigatório de 9 para 14 anos, isto é, dos 4 aos 17 anos, os graves problemas da escola pública vão se agravar ainda mais. Hoje, em que pese nenhum aluno poder ser expulso da rede pública de ensino, muitos menores de idade que se envolvem com o tráfico de drogas resolvem, por conta própria, abandonar a escola, pois perdem o interesse pelos estudos. A partir de agora, quando isso ocorrer, as autoridades responsáveis pela aplicação do Estatuto da Criança e do Adoles­cente irão obrigar o menor a permanecer em sala de aula até os 17 anos. E a tarefa de cumprir, na prática, essa determinação obviamente não será do juiz ou do promotor e, sim, dos pais e professores – justamente as duas classes de pessoas mais desautorizadas pelo Estado quando se trata da educação dos filhos.
O próprio Ministério da Edu­cação, por diversas vezes, deixou claro que não se importa com o que pensam as famílias a respeito da distribuição de preservativos para meninas de 10, 12 anos – vão continuar a distribuí-los de qualquer jeito. Da mesma forma, chama de reacionários os pais que reclamam de ver a filha adolescente, na aula de educação sexual, vestindo camisinha no indicador do colega, como demonstração, em vez de aprender português e matemática. E não se importam de falar de drogas pesadas para alunos nessa faixa etária valendo-se da mesma linguagem com que falam para viciados adultos. Mas, quando muitos alunos – ao verem o sexo, a droga e a violência naturalizados pela própria escola – resolvem participar ativamente desse mundo, aí a responsabilidade volta a ser dos pais. E agora, com ampliação do ensino obrigatório, também dos professores e demais alunos – obrigados a conviver com os infratores mirins até que eles completem 17 anos.
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
Visite o blog Escola Em Casa: www.escolaemcasa.blogspot.com

28 de abril de 2013

A sombra de Dave Hunt


A sombra de Dave Hunt

Exclusivo: Joseph Farah defende autor de “Harbinger” de dardos do chefão do Berean Call (Chamado Bereano)

Joseph Farah
Dave Hunt era meu amigo. O professor de assuntos bíblicos recentemente foi para o céu. Seus amigos e seus seguidores sentirão falta dele.
Ele era verdadeiramente um bereano, no melhor sentido da palavra. Por isso, o boletim dele tinha o nome apropriado — Chamado Bereano.
Os bereanos eram admirados pelo Apóstolo Paulo porque a atitude deles não era simplesmente aceitar seu ensino. Eles iam para casa e estudavam as Escrituras diariamente para garantir que o que ele dizia era verdade.
T.A. McMahon
Infelizmente, o protegido e sucessor de Dave no The Berean Call não está vivendo à altura da reputação. Digo isso como amigo de T.A. McMahon que desempenhou um papel num dos verdadeiros milagres da minha vida. Tínhamos palestrado juntos numa conferência e pegamos o mesmo voo na hora de ir embora. Eu tinha um histórico de pedras nos rins e tive um ataque horrível no voo. Eu estava em péssimo estado — em terrível dor e desconforto. Não há nada pior do que estar preso num avião, ainda que num voo relativamente curto, em agonia devido a pedras nos rins.
Já tive essa experiência antes, e eu sabia o que poderia ajudar — Tylenol. Mas eu não tinha nenhum Tylenol comigo. Eu não sabia se seria muito difícil achá-lo no aeroporto quando aterrissássemos, e eu tinha outro voo longo depois da parada em Minneapolis.
Perguntei a Tom McMahon se ele me ajudaria, no desembarque, a localizar o medicamento.
E é aí que entra o que chamo de “milagre do Tylenol.”
McMahon me acompanhou na saída do avião — eu estava em desespero para encontrar o Tylenol. Descemos a rampa, e a primeira máquina automática que vimos, a menos de 30 metros no terminal, era o milagre — algo que nunca vi antes nem depois: uma imensa máquina de venda de Tylenol. Demos uma boa risada sobre isso, ainda que eu ainda estivesse sentindo dores.
Creio que essa foi a última vez que vi McMahon.
Mas no ano passado, fiquei sabendo muitas coisas dele.
McMahon está envolvido numa desforra de alguma espécie contra o mais bem-sucedido e inteligente escritor cristão de 2012 e 2013, Jonathan Cahn, autor do livro “The Harbinger,” e a inspiração por trás do mais bem-sucedido filme evangélico do mesmo período, “The Isaiah 9:10 Judgment” (O Juízo de Isaías 9:10), que tive o privilégio de produzir.
Praticamente toda edição do The Berean Call inclui um novo ataque ao “The Harbinger” and “The Isaiah 9:10 Judgment” — cada um mais ridículo e difamador do que o próximo.
Ele acusa Cahn de ser cabalista. Ele o acusa de ser adepto da teologia da substituição. Ele o acusa de toda espécie de ensino herético. Nada disso é verdade. Aliás, é tudo absurdo.
Conheço os ensinos de Jonathan Cahn de dentro para fora. Li tudo o que ele já escreveu. Escutei dezenas de suas pregações. Passei muitas horas com ele. Ele é um judeu messiânico humilde e de muita oração. Ele ama o Senhor e é fiel às Escrituras.
Então, temos de tentar imaginar o que está motivando Tom McMahon — e um punhado de gente como ele — a gastar tanto tempo atacando um homem que está glorificando o Senhor e tenha dado o que pode ser o ensino mais importante para os EUA hoje.
Odeio julgar motivações. Tenho certeza de que McMahon realmente acredita no que escreve. Mas ele está completamente equivocado, mal-informado e errado. Algumas das coisas que ele disse e escreveu seriam dignas de um processo se Cahn não fosse uma figura pública.
Por isso, farei algo aqui que odeio fazer: especularei quanto às motivações por trás desses ataques falaciosos.
McMahon tem de viver à altura do legado que tem — o grande legado de Dave Hunt. Ele está tentando fazer isso com uma atitude santarrona para com o super-astro do evangelicalismo americano de hoje, Jonathan Cahn (e ocasionalmente para comigo mesmo por causa de minha associação próxima com ele).
É pura inveja, em minha opinião. É ciúme. É a tentação de atormentar alguém que tem muitos seguidores a fim de atrair a atenção de seu número de seguidores muito mais limitado.
Dá para imaginar alguém dirigindo um ministério de ensino cristão numa época em as grandes igrejas cristãs estão em apostasia quase total e vê-lo colocar como alvo número 1 um homem com os talentos e humildade de Jonathan Cahn, cuja mensagem simples é arrependimento, salvação e redenção — uma mensagem do Evangelho puro?
No meu caso, não dá para imaginar.
Contudo, a edição mais recente do The Berean Call continua mirando Cahn. Talvez esse boletim devesse receber outro nome, a fim de não manchar aqueles heróis do estudo das Escrituras citados pelo Apóstolo Paulo.
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: Dave Hunt’s shadow
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27 de abril de 2013

No espírito da ONU: Rev. Marcos Amaral e sua luta para acabar com a “intolerância” evangélica contra as religiões afro-brasileiras


No espírito da ONU: Rev. Marcos Amaral e sua luta para acabar com a “intolerância” evangélica contra as religiões afro-brasileiras

Julio Severo
Depois da enorme repercussão de um artigo dele desejando um derrame para Marco Feliciano, o Rev. Marcos Amaral apagou seu ofensivo texto original, que pedia vida longa ao ditador marxista Hugo Chávez.
Numa matéria desconcertante do GospelPrime intitulada “Reverendo Marcos Amaral explica sua posição a respeito de Feliciano,” não houve nenhum pedido de perdão formal ou informal pelo desejo de derrame para Feliciano.
O que o GospelPrime mostrou foi um pastor se queixando de “incompreensões e perseguições injustificadas.”
Rev. Marcos Amaral à esquerda
Em determinado momento, Amaral diz que ele é o único pastor evangélico na Comissão Contra a Intolerância Religiosa (CCIR), um órgão que tem se notabilizado especialmente por dar preferência para as religiões afro-brasileiras.

Um pastor pentecostal negro perseguido pela CCIR

O primeiro caso tratado pela CCIR envolveu um pastor da Igreja Evangélica Assembleia de Deus Trabalhadores da Última Hora em 2008. Segundo denúncia do meu blog na época:
“No Rio, um pastor pentecostal negro levou um criminoso a Jesus e o convenceu a se entregar à polícia. O Pr. Isaías da Silva Andrade acompanhou o ex-criminoso à polícia e quando lhe perguntaram como a vida dele havia sido transformada, o pastor respondeu que o ex-criminoso vivia sob a influência de demônios das religiões afro-brasileiras que o inspiravam a se envolver com conduta criminosa, mas agora ele encontrara salvação em Jesus. Por causa desse relato inocente, o Pr. Isaías está agora sofrendo ações criminais por discriminação contra a ‘cultura’ afro-brasileira! Se condenado, ele cumprirá sentença de dois a cinco anos de prisão”.
Mesmo assim, o Rev. Marcos Amaral justifica sua presença numa entidade que começou perseguindo um pastor pentecostal negro que foi um instrumento de Deus na libertação de um criminoso escravizado a espíritos demoníacos.
Pr. Isaías da Silva Andrade
Amaral relata, em seu texto que não pede perdão a Feliciano, que a existência da CCIR se tornou fundamental depois que comissários da ONU visitaram o Brasil e constataram que existe intolerância contra as religiões afro-brasileiras. Na verdade, essa visita ocorreu depois que o pai-de-santo Ivanir dos Santos esteve, com o patrocínio na época do governo Lula, na ONU para denunciar as igrejas evangélicas.

O que o pai-de-santo Ivanir não contou e o que a ONU não quis ver

Em 2008, meu blog denunciou:
Em 20 de dezembro de 2008, foi assassinado no Rio Grande do Sul o Pr. Francisco de Paula Cunha de Miranda, de 47 anos. O pastor, que era negro (e não pode, nem depois de sua morte, ser acusado de “racismo”), estava no 33º dia de jejum de uma campanha de oração quando o pai-de-santo Júlio César Bonato, sob possessão da entidade “cultural” exu caveira, saiu do terreiro em pleno ritual para ir até o pastor.
O pai-de-santo voltou a seu ritual com sua faca ritualística ensangüentada.
O pastor, que estava bem fraco devido ao longo jejum, foi morto a golpes de faca.
Numa notícia de 2010, o G1 da Globo, com seu habitual descaso e omissão contra os cristãos, disse:
Uma briga entre integrantes de duas religiões acabou em morte em Sapucaia do Sul (RS), na madrugada desta quinta-feira (11). Segundo a Brigada Militar, um grupo de evangélicos que realizava orações em uma área rural se encontrou com integrantes de uma religião de origem africana, que iriam realizar rituais na mesma região.
Houve uma discussão e dois evangélicos foram atingidos por facadas. Um deles teve ferimentos no pescoço e não resistiu. O outro foi ferido no abdômen e foi encaminhado ao hospital.
Até esta manhã, ninguém foi preso.
É evidente que se as vítimas se enquadrassem no perfil de praticantes de alguma religião afro-brasileira, os agressores nunca ficariam impunes. A própria Globo teria dado o nome dos evangélicos agressores e exigido enérgicas medidas governamentais. O próprio governo teria intervindo para garantir punição.
Pai-de-santo Ivanir dos Santos, fiel aliado de Amaral
Entretanto, considerando que o crime foi contra evangélicos, a Globo omitiu o nome das vítimas e não demonstrou nenhum interesse de exigir punição para os culpados. De forma oposta, o jornal Zero Hora deu mais detalhes e nomes, noticiando que oito evangélicos foram surpreendidos pela chegada de um grupo de cinco indivíduos de uma religião afro-brasileira. Houve um desentendimento e o evangélico Nilton Rodrigues, de 34 anos, foi esfaqueado e morto. O pastor João Carlos de Oliveira escapou ferido e foi hospitalizado.
O Zero Hora revelou que, segundo o delegado Eduardo Moraes, amigos de Nilton contaram que antes de agredirem e matarem, os adeptos da religião afro-brasileira haviam lançado ofensas contra a religião da vítima.
Examinemos então a justificativa do Rev. Marcos Amaral: A Comissão Contra a Intolerância Religiosa, da qual ele e o pai-de-santo Ivanir fazem parte, tem de existir, pois a ONU viu intolerância evangélica no Brasil.
Amaral precisa estar presente na CCIR, pois essa é a vontade da ONU.

Fazendo a vontade da ONU?

Mas a ONU também criticou a suspensão do kit gay nas escolas. O que devemos fazer? Imitar o exemplo de Amaral e integrar grupos gays que sugam milhões do dinheiro público para promover a pornografia homossexual nas escolas? Devemos fazer a vontade da ONU?
A ONU também quer que o Brasil criminalize a “homofobia,” isto é, que os cidadãos brasileiros percam sua liberdade de rejeitar e se expressar contra as repugnantes práticas sexuais dos homossexuais. O que devemos fazer? Imitar o exemplo de Amaral e se juntar aos grupos que querem a cabeça de Silas Malafaia, Marco Feliciano e Marisa Lobo por suas posturas contra os atos homossexuais? Devemos fazer a vontade da ONU?
No artigo do GospelPrime, Amaral assegurou que não é pai-de-santo nem bruxo. Mas se a ONU está se aliando aos bruxos para combater o “fundamentalismo” dos evangélicos do Brasil, o pastor presbiteriano não quer ficar de fora. Aliás, seu linguajar rotineiro de condenação ao “fundamentalismo” dos evangélicos reflete integralmente os sentimentos dos governantes da ONU.
Amaral tem sido fiel nesse chamado. Ele tem combatido publicamente o “fundamentalismo” de Marco Feliciano, se juntando a pais-de-santo e militantes socialistas para exigir a renúncia do pastor assembleiano da presidência da Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Câmara dos Deputados, conforme registro filmado dele (http://youtu.be/x-qnPVrGRNE) em discurso na ABI, insinuando que Feliciano e outros evangélicos contra a agenda gay “querem aniquilar pessoas.”

Amaral combate Feliciano e outros evangélicos contrários à agenda gay e à bruxaria como se eles quisessem queimá-los.

Presbiterianos do passado: lugar de bruxo era na fogueira

Bruxaria é algo sério e, séculos atrás, os presbiterianos agiam com muito mais rigor. Quando os presbiterianos da Escócia descobriram que seu maior pregador, Thomas Weir (1599-1670), era um satanista oculto que havia passado décadas praticando incesto, sexo com animais, bruxaria e muitos crimes sexuais e ocultos, eles lhe aplicaram uma sentença à altura: Weir foi condenado a morrer na fogueira.
Tenho certeza de que se aparecesse algum Amaral para defender Weir contra o “fundamentalismo” dos presbiterianos contra a bruxaria, uma sentença igualmente rigorosa poderia ser aplicada a ele.
Contudo, em vez de ser repreendido e denunciado, Amaral ocupa cargos elevados dentro da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB). Ele atualmente preside o Presbitério de Jacarepaguá e o Sínodo da Guanabara.
Rev. Marcos Amaral no Mackenzie do Rio junto com Roberto Brasileiro
Além disso, ele vem sendo badalado nos mais elevados círculos presbiterianos do Brasil, conforme foto acima, onde ele aparece de microfone na mão palestrando próximo ao Rev. Roberto Brasileiro, presidente do Supremo Concílio da IPB. A palestra dele foi dada no Mackenzie do Rio, que é ligado diretamente ao Mackenzie de São Paulo.

No Mackenzie: Amaral pode. Batalha espiritual não

O fascinante é que o Mackenzie tem em seu site textos e documentos que repudiam a prática de “batalha espiritual” defendida por grupos pentecostais e neopentecostais que compreendem que combater a bruxaria é muito mais do que só se engajar em discursos filosóficos. Atacam o que não sabem e acabam recebendo em seu meio Amarais e outros, que podem ser satanistas muito mais enrustidos e perigosos. Não lhes falta o discernimento apostólico, conforme se encontra na Bíblia, para reconhecer o mal?
Quando postei meu artigo sobre Amaral e seu desejo de derrame para Feliciano, tive uma experiência dessa guerra na mesma noite. Fui acordado e surpreendido com uma visão, logo depois da meia-noite, de um cadáver cercado de velas. Imediatamente, eu e minha esposa começamos a ser atacados.
Entendi que algumas forças espirituais não gostaram da minha denúncia. Meia-noite é o horário em que os adeptos da bruxaria estão mais ativos em seus trabalhos.
Nossa resposta? Oramos pedindo o fogo de Deus contra os trabalhos de bruxaria. Isso é guerra espiritual, quer o Mackenzie goste ou não. A guerra espiritual existe, quer aceitemos ou não.
Ainda que os presbiterianos de hoje não mais queimem bruxos, pelo menos deveriam evitar o extremo de criticar os que se engajam em guerra espiritual, sob o risco acolherem em seu meio Amarais ou até mesmo satanistas de alto nível — devidamente mascarados.
Deveriam fazer o que fez o pastor pentecostal negro que foi a primeira vítima da comissão contra a intolerância onde Amaral é membro. Deveriam pregar o Evangelho aos oprimidos pelo diabo e, mediante guerra espiritual, queimar os demônios deles.
Amaral, e outros evangélicos que o acolhem, precisam de um encontro de poder com o Espírito Santo.
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26 de abril de 2013

União homossexual se torna “casamento” na França


União homossexual se torna “casamento” na França

Julio Severo
Apesar de imensas manifestações envolvendo centenas de milhares de pessoas, o Parlamento da França passou por cima da vontade do povo e deu, na terça (23 de abril), legalidade de “casamento” às uniões sexuais dos homossexuais.
Presidente François Hollande: a vitória do “casamento” gay é a vitória do socialismo
A lei também autoriza o Estado a usar a força para obrigar instituições estatais e privadas a entregar crianças em adoção para duplas homossexuais.
Pelo fato de que a maioria dos parlamentares franceses é socialista, a lei não teve dificuldade de ser aprovada.
O presidente da França, François Hollande, afirmou equivocadamente que a união entre homossexuais é uma “evolução” da sociedade, quando na verdade é uma “evolução socialista.”
Ninguém deveria ficar surpreso com o que os socialistas fizeram contra o casamento normal na França. A meta suprema do socialista não é o bem do povo, nem das famílias, nem das crianças. Sua meta é avançar a ideologia socialista.

Os socialistas que estão agora no governo da França não aceitam justificativas para as queixas dos milhares de franceses descontentes com a lei de “casamento” gay. Se o povo não queria tal “casamento,” não deveria ter votado nos socialistas, que haviam deixado muito claro que legalizariam tal “casamento.”
Apesar de um discurso vazio de respeito ao povo, os socialistas só entendem a linguagem das urnas. Quando eleitos, entendem que receberam carta branca para realizar todo tipo de mudanças que quiserem na sociedade, quer o povo goste ou não.
Agora, é tarde demais para os franceses.
Se quiserem falar e ser ouvidos, os franceses deverão aguardar a próxima eleição, para enxotarem os canalhas do governo ou novamente serem enganados por eles.
Com informações do site homossexual A Capa.
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