30 de setembro de 2013

Negros são macacos? Assim mostrou “Blog da Dilma”


Negros são macacos? Assim mostrou “Blog da Dilma”

A esquerda e suas macaquices criminosas contra os inimigos da revolução

Julio Severo
Meses atrás, no auge dos ataques da esquerda contra o Dep. Marco Feliciano por causa de sua nomeação à presidência da Comissão de Direitos Humanos, usaram uma pregação de anos atrás onde o deputado, que é pastor da Assembleia de Deus, disse que os negros, por serem descendendes de Cão, estariam sob maldição pelo simples fato de que Cão foi amaldiçoado por Noé.
A interpretação teológica do pastor foi usada para acusá-lo de “racista.”
Em contraste, o “Blog da Dilma,” que se apresenta como “o maior portal de Dilma Rousseff na internet,” debochou do ministro Joaquim Barbosa com uma foto dele com um macaco. Não foi uma interpretação teológica. Foi um ataque direto ao ministro com base exclusivamente na cor da pele dele. Foi um ataque vindo do blog mais importante que apoia Dilma Rousseff. Foi um ataque vindo das entranhas da esquerda. E qual foi a reação?
Silêncio. Até mesmo o movimento negro, gordamente esquerdista e sustentado pelas esquerdas, calou-se, para não prejudicar os “companheiros.”
Por esse ataque direto, de natureza explicitamente racista, os autores “Blog da Dilma,” por mais ligações que tenham ou tivessem com Dilma Rousseff, deveriam ser enquadrados em crime de racismo, que é inafiançável. Prisão imediata para eles seria o mínimo da coerência legal.
Contudo, não foi o que aconteceu. As mesmas esquerdas histéricas, inclusive a esquerda evangélica adoradora da Teologia da Missão Integral e o movimento negro, souberam controlar sua histeria no caso do racismo nu e cru do “Blog da Dilma.”
Assim são as esquerdas — sempre. Quando lhes convêm, usam toda e qualquer coisa para acusar de “racismo” os que ousam atrapalhar seus planos. Mas quando um esquerdista pratica real racismo, a operação abafa é automática: nada de acusação, nem crime e muito menos prisão inafiançável.
No caso de Feliciano, que tem sangre negro, sua intenção não foi atacar nem debochar de seus irmãos de sangue. Ele apenas expôs uma opinião com base no modo como ele viu a Bíblia, deixando claro que Jesus Cristo quebra toda maldição. Além disso, a mesma Bíblia mostra que todos nascem sob a sombra da maldição, por causa do pecado.
Quer ou não concordemos com as interpretações teológicas de Feliciano, ficou muitíssimo óbvio que em momento algum ele atacou os brasileiros que têm sangre negro, entre os quais ele se encontra.
No entanto, o que ficou patente no “Blog da Dilma” é que se você não fizer as vontades da esquerda, você perderá seus direitos de cidadão e poderá ser xingado e atacado até mesmo com deboches racistas. Para a esquerda, os inimigos não merecem piedade.
Nesse sentido, qualquer esquerdista que atacar um inimigo da revolução marxista — que, no caso, significa qualquer pessoa que não satisfazer a todas as suas birras — é digno de misericórdia, por mais racista que seja.
Quando Joaquim Barbosa ou outro negro faz as vontades das esquerdas, ele é um herói. Recentemente, ele assim foi aclamado por elas ao obrigar os cartórios a realizar “casamentos” para os adeptos do sexo fecal (http://bit.ly/10XZYp9). Mas quando Barbosa não quis dar uma mãozinha para os criminosos petistas do Mensalão, ele virou “macaco.” Sem dó nem piedade, a esquerda que posa de defensora dos negros não teve o mínimo pudor de retratar o ministro negro de “macaco.”
Há um artigo importante (http://bit.ly/1dSnUUb) de Walter Williams, um professor universitário negro, desmascarando o racismo de Karl Marx. O fato de que o “Blog da Dilma” escapou impune de uma prisão inafiançável só mostra que o “crime de racismo” nada mais é do que uma arma política e social das esquerdas contra seus inimigos.
A esquerda é hipócrita. Tempos atrás, a atriz Paris Hilton, que participa de campanhas contra a “homofobia,” disse a um amigo que os “gays são nojentos” e que “a maioria deles tem AIDS” (http://bit.ly/1dSrihV). Diante das câmeras, eles pregam os sermões costumeiros: gays são maravilhosos. Fora das câmeras, eles são o que são, seja com relação a gays ou negros, que são apenas usados como arma de poder ideológico.
Dentro das esquerdas, todo racismo será perdoado. Fora delas, tudo poderá ser interpretado como racismo para destruir seus inimigos.
Dentro das esquerdas, não importa se os negros são retratados como macacos ou gorilas. O que importa é que a acusação de racismo não foi feita para puni-los, mas para destruir seus inimigos.
Os descendentes de Karl Marx são cínicos e diabólicos como seu mestre.
Leitura recomendada:

GospelPrime divulga entrevista de Marco Feliciano publicada no Blog Julio Severo


GospelPrime divulga entrevista de Marco Feliciano publicada no Blog Julio Severo

Comentário de Julio Severo: Para ler a entrevista completa de Marco Feliciano no Blog Julio Severo, clique neste link: http://bit.ly/16o6MWU
A seguir, a versão resumida da mesma entrevista no GospelPrime:

Tornei-me uma espécie de guarda-costas da família, diz Marco Feliciano

Em entrevista ao blog de Julio Severo, Feliciano fala sobre PT, homossexuais, ANAJURE e família

Michael Caceres
Marco Feliciano, pastor e deputado federal pelo Partido Social Cristão, concedeu uma extensa entrevista ao ativista cristão Júlio Severo, falando sobre as polêmicas que envolveram o seu nome desde que assumiu a Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados.
Criticado por diversos setores e perseguido por ativistas gays Feliciano afirma que há em tramitação no Congresso pelo menos 900 projetos que prejudicam a família e mais de 200 que beneficiam os homossexuais.
“Hoje num pente fino bem apurado, descobri tramitando pela Câmara dos Deputados mais de 900 projetos que ferem a família tradicional, as igrejas e a liberdade de expressão”, diz o parlamentar.
O parlamentar propõe um plebiscito sobre o casamento homossexual e já pediu o impeachment de um ministro do STF por ter antecipado o voto sobre o aborto dos bebês anencéfalos.  “Tornei-me uma espécie de ‘guarda-costas’ da família”, justifica.
Apesar de ter sido ovacionado por milhares de evangélicos no Congresso Internacional de Missões dos Gideões Missionários da Última Hora o pastor da Assembleia de Deus Catedral do Avivamento foi criticado por diversos líderes evangélicos, entre eles o pastor auxiliar da Igreja Batista de Água Branca (IBAB), pastor Ariovaldo Ramos.
Júlio Severo questionou Feliciano sobre as motivações que levaram Ariovaldo Ramos a se manifestar contra a permanência do parlamentar evangélico na CDHM. Marco Feliciano disse que não conhecia Ariovaldo Ramos e que foi ao encontro do pastor batista após receber um convite para se explicar, mas Ariovaldo teria aconselhado Feliciano “a não ser intolerante” e defendido o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Eram apenas ativistas, preocupados em não provocar uma ‘guerra’ santa, me aconselhando a não ser intolerante, me doutrinando sobre o perfeito governo de Lula e os bons relacionamentos com o Ministro da Casa Civil Gilberto de Carvalho. Um dos meus assessores, que me acompanhava, me confidenciou: esse cidadão (Ariovaldo) não é dos nossos… Dias depois vi que essa palavra se cumprindo: Ariovaldo e os outros já haviam assinado um documento público contra mim, antes da reunião, e depois dela não deram uma nota sequer”, disse Feliciano.
Feliciano criticou o grupo de juristas ANAJURE que se auto define como sendo uma entidade de juristas cristãos que defendem os direitos evangélicos.  “Lembrei-me da ANAJURE. Lembrei-me também do pedido desesperado que esses nobres juristas ‘cristãos’  fizeram à Frente Parlamentar Evangélica dizendo que a ANAJURE só seria reconhecida se houvesse a aprovação dos parlamentares. Afinal, era para isso que estavam criando essa entidade: para proteger os parlamentares evangélicos em suas lutas pela liberdade religiosa e pela família. Liguei para o então presidente* da ANAJURE que estava na França. Falei com ele mais de uma vez, e o que ele me disse era que estava do meu lado e que a ANAJURE iria me defender juridicamente. Papo furado! Balela! Dias depois uma nota destes santos juristas me espancou e me aconselhou a sair da CDHM porque eu não era uma pessoa qualificada. Após esse episódio, a ANAJURE perdeu alguns de seus membros fundadores mais importantes, inclusive nossa guerreira da fé em Brasília, Dra. Damares”, disse o deputado.
O presidente da CDHM também lembrou as ameaças, ataques e manifestações que sofreu desde que assumiu o colegiado. Disse que a esposa contraiu uma doença psicossomática e que as filhas menores (10 e 11 anos) precisaram receber acompanhamento psicológico. As meninas estavam no carro com o parlamentar quando um grupo de ativistas gays tentou agredi-lo na saída de um culto.
“Eu emagreci 10 quilos, pois não conseguia me alimentar nem dormir. A mídia foi cruel, editando mensagens que preguei há mais de 15 anos atrás e todos os dias estampavam em seus jornais e TV. A mídia social foi terrível. Criaram perfis fakes no Facebook”, lembrou.
Marco Feliciano disse que não processou a apresentadora Xuxa Meneghel, por ter chamado ele de monstro, por que ela teria se baseado em uma fala que ele nunca falou. “Procurei e encontrei um perfil fake com mais de 100 frases racistas supostamente ditas por mim”, disse.

Homossexualidade

Questionado sobre o que acredita ser a homossexualidade, Feliciano afirmou ser um fenômeno comportamental e que está longe de ser compreendido. “É um assunto que precisa ser estudado, mas a militância gay mundial fez com que psicólogos abandonassem o assunto e dessem por encerrado. O que é lamentável e por que não dizer criminoso. Transformaram em ‘moda’, e quem irá pagar por isso serão as próximas gerações. O comportamento gay trás transtornos, angustias, tristezas e desespero. Sinto muito por eles”, disse.

Política

Feliciano não descartou a possibilidade de se lançar candidato ao Palácio do Planalto e criticou a pré-candidata evangélica Marina Silva.
“Eu também me decepcionei com a nossa ‘irmã’ Marina. Marina é tão de esquerda que o próprio PT não foi radical o suficiente pra ela. Vejam os que estão ao lado dela na construção da Rede e entenderão o que falo. Se hoje um partido com tempo de TV me desse a legenda, eu me candidataria sem medo. Se não for dessa vez, quem sabe na próxima. Estou em oração. Tenho muito que aprender. Tenho 40 anos de idade e iniciando minha vida política, lembrando que nunca fui nem vereador. Tenho convicção de que não estou 100% preparado, mas para isso existem assessorias, ministérios, etc. É um sonho. Vamos sonhar. Sonhemos com o dia em que ao ouvir a Voz do Brasil, o jornalista dirá: Com a palavra sua excelência o presidente da Republica Federativa do Brasil, e o presidente iniciará seu discurso assim: EU CUMPRIMENTO OS COMPATRIOTAS BRASILEIROS COM A PAZ DO SENHOR!”, concluiu.
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
Julio Severo entrevista Dep. Marco Feliciano: Como uma oposição gayzista colossal catapultou o nome dele à fama, tornando-o o político evangélico mais proeminente do Brasil

29 de setembro de 2013

GospelMais divulga entrevista de Marco Feliciano publicada no Blog Julio Severo


GospelMais divulga entrevista de Marco Feliciano publicada no Blog Julio Severo

Comentário de Julio Severo: Para ler a entrevista completa de Marco Feliciano no Blog Julio Severo, clique neste link: http://bit.ly/16o6MWU
A seguir, a versão resumida da mesma entrevista no GospelMais:

Pastor Marco Feliciano diz que há mais de 900 projetos de lei no Congresso “que ameaçam a família e a igreja” no Brasil

Tiago Chagas
O pastor Marco Feliciano (PSC-SP) concedeu uma extensa entrevista falando sobre as questões que o colocaram sob os holofotes nacionais durante o primeiro semestre deste ano.
Eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados, Feliciano tornou-se alvo primário dos ativistas gays e militantes de partidos de esquerda que compõem o grupo de apoio ao governo da presidente Dilma Rousseff (PT), a quem ajudou eleger.
A entrevista foi concedida ao blogueiro e ativista Julio Severo, e Feliciano falou sobre os mais diversos temas.
Segundo o pastor e deputado federal, a oposição ferrenha a ele por parte dos partidos de esquerda se dá por sua atuação como parlamentar desde que assumiu o mandato, e não apenas por sua postura como presidente da CDHM.
“As esquerdas brasileiras odeiam a tudo e a todos que servirem de bloqueio aos seus nefastos projetos progressistas. Desde que fui eleito em 2010, honrando os votos do meu segmento cristão, me dobrei diante dos temas que me eram interessantes e para minha surpresa encontrei quase 200 projetos que transformavam gays em uma super-raça. Hoje num pente fino bem apurado, descobri tramitando pela Câmara dos Deputados mais de 900 projetos que ferem a família tradicional, as igrejas e a liberdade de expressão. Tornei-me uma espécie de ‘guarda-costas’ da família. Bem antes da CDHM eu já havia, por exemplo, pedido o impeachment de um ministro do STF por ter antecipado o voto sobre o aborto dos bebês anencéfalos. Fiz isso junto com o já falecido Dom Bergonzini, bispo de São Paulo. Fui também autor de um PDC de plebiscito sobre o casamento homossexual. Tive várias batalhas em comissões e no plenário quando o assunto era orientação sexual, e desde então me transformaram em inimigo público. Quando meu nome foi indicado para CDHM, a oposição surtou. Afinal, não era um deputado numa mísera comissão sem expressão. Era o deputado conservador, alguém basicamente de direita assumindo uma comissão criada exclusivamente pela e para a esquerda”, disse Feliciano.
No meio evangélico, o pastor da Assembleia de Deus Catedral do Avivamento recebeu críticas de diversos líderes, que discordavam do teor de suas opiniões teológicas e posturas políticas. Julio Severo questionou Feliciano especificamente sobre as críticas emitidas contra ele pelo pastor Ariovaldo Ramos, atualmente pastor auxiliar da Igreja Batista de Água Branca (IBAB).
“Um belo dia recebi uma ligação de alguém ligado ao Ariovaldo, dizendo que ele queria me ouvir antes de se pronunciar. Confesso, nunca antes havia ouvido falar dele. Segui a ordem bíblica: ‘segui a paz com todos’. Fui ao encontro desse senhor que me recebeu com vários outros senhores que compunham a diretoria da Aliança Evangélica. Por mais de uma hora dei minhas explicações, denunciei como as coisas funcionavam em Brasília, falei das centenas de projetos que ameaçavam a liberdade de culto e a destruição da família tradicional, etc. Contudo, fui questionado como eu me comportaria diante das reivindicações dos índios, dos pobres, questões sociais, e então percebi que estes senhores, amigos do peito do governo esquerdista, nada se preocupavam com as minhas preocupações. Eram apenas ativistas, preocupados em não provocar uma ‘guerra’ santa, me aconselhando a não ser intolerante, me doutrinando sobre o perfeito governo de Lula e os bons relacionamentos com o Ministro da Casa Civil Gilberto de Carvalho. Um dos meus assessores que me acompanhava, me confidenciou: esse cidadão (Ariovaldo) não é dos nossos… Dias depois vi que essa palavra se cumprindo: Ariovaldo e os outros já haviam assinado um documento público contra mim, antes da reunião, e depois dela não deram uma nota sequer”, queixou-se o pastor Marco Feliciano.

Perseguição pessoal

Feliciano ressaltou que, durante o ápice de sua exposição na mídia devido à repercussão de suas falas contra a homossexualidade e os ativistas gays, ele e sua família sofreram perseguições e agressões verbais, e as filiais de sua igreja tornaram-se alvos fixos da militância homossexual.
“[Sofri] perseguição, ameaças de morte, ataques físicos e humilhações públicas. Minha esposa contraiu uma doença psicossomática da qual ainda não se recuperou. Minhas filhas menores (10 e 11 anos) precisaram de apoio psicológico, pois em um culto os ativistas gays subiram sobre o meu carro, expondo seus órgãos sexuais, aos gritos, xingamentos, cusparadas, enquanto minhas crianças estavam no carro, aos gritos e prantos. Eu emagreci 10 quilos, pois não conseguia me alimentar nem dormir. A mídia foi cruel, editando mensagens que preguei há mais de 15 anos atrás e todos dias estampavam em seus jornais e TV. A mídia social foi terrível. Criaram perfis fakes no Facebook. Por causa disso, a Xuxa me chamou de monstro. Eu ia processá-la, mas aí li a citação dela, e vi que ela citava algo que eu nunca havia dito. Procurei e encontrei um perfil fake com mais de 100 frases racistas supostamente ditas por mim. As igrejas se amedrontaram e não tiro a razão em alguns casos. Fiquei 4 meses sem poder pregar. Tenho um ministério de igrejas com pouco mais de 5 anos de trabalho. Os ativistas gays depredaram nossos templos e fizeram campanha na porta de algumas igrejas proibindo as pessoas de entrarem. Em algumas cidades pequenas a tormenta foi tão grande que os membros não tinham mais coragem de ir à igreja, porque ao chegarem lá encontravam os ativistas gays fumando, se drogando, bebendo e dançando seminus. Fechamos algumas congregações. E até hoje fazem terrorismo. Descobrem onde vou estar pregando e pela mídia social ameaçam ir com milhares de pessoas para frente das igrejas com trios-elétricos”, relatou o pastor.
Marco Feliciano diz ainda que a interferência em sua vida pessoal ainda não foi interrompida, a exemplo do protesto feito por militantes dentro de um avião em pleno voo, e que sua filha mais velha teve que mudar de país para continuar estudando.
“Hoje, raramente ando em locais públicos. Quando o faço, se alguém me chama pelo nome, ou se aproxima abruptamente, meu coração dispara, pois não sei o que vai acontecer e qual será a intenção da pessoa. Por isso não vou mais a restaurantes, shoppings, e quando vou me descaracterizo para tentar passar despercebido [...] A minha filha primogênita, 18 anos, teve que trancar sua matricula escolar aqui no Brasil, pois o sobrenome Feliciano pesou. Tive que mandá-la para fora do Brasil. Hoje ela está nos EUA estudando”, lamentou.

Homossexualidade

Apesar da oposição ferrenha a ele, Feliciano não mudou seu discurso sobre a homossexualidade, e reforçou sua visão enquanto deputado e pastor: “[A homossexualidade] é um fenômeno comportamental que está longe de ser compreendido. É um assunto que precisa ser estudado, mas a militância gay mundial fez com que psicólogos abandonassem o assunto e dessem por encerrado. O que é lamentável e por que não dizer criminoso. Transformaram em ‘moda’, e quem irá pagar por isso serão as próximas gerações. O comportamento gay traz transtornos, angústias, tristezas e desespero. Sinto muito por eles”.
A atuação dos militantes homossexuais ameaça, segundo Feliciano, diretamente o direito à crença e culto. Segundo o deputado, o projeto “PLC 122 é o cadeado que lacrará para sempre a liberdade de expressão e castigará fortemente a igreja cristã verdadeira”.
A proposta do kit gay nas escolas públicas também foi comentada por Feliciano: “Sou contra e pago um alto preço por isso. A assim chamada ‘nova estrutura familiar’ é desonesta, macabra, pútrida, desgraçada e implacável! Pais cuidem de seus filhos”, alertou.
Para Feliciano, “é claro” que a revolta da militância gay contra sua permanência à Frente da CDHM tem a ver com a perda de recursos destinados ao movimento gay: “E também com a perda da visibilidade na própria Câmara dos Deputados. Embora este ano eles apareceram mais na mídia, o que deveria ser bom pra eles, foi um verdadeiro tiro no pé. As pessoas estão acordando e percebendo o que eles fazem de fato”.

Política

“Em 2010 estávamos entre a cruz e o punhal. De um lado, no segundo turno, estava o PSDB e José Serra, que assumiu publicamente que era a favor do aborto. Do outro, Dilma, que assinou um documento público dizendo que era contra o aborto e que em seu governo não o aprovaria. O que você faria? Eu escolhi o menos pior, o candidato que tinha um documento físico que poderia ser usado para cobrar a promessa feita. Apoiei Dilma. Arrependi-me. Para esta esquerda que aí governa, valores só existem quando é dinheiro”, disparou o pastor Marco Feliciano, sem revelar qual caminho tomará nas próximas eleições em termos de apoio aos candidatos a presidente.

Candidatura à presidência

O deputado e virtual candidato a senador em 2014 comentou a postura da ex-senadora Marina Silva, evangélica que luta para registrar a Rede Sustentabilidade como partido, e também falou sobre o porquê não se candidatará à presidência da República nas próximas eleições.
“Eu também me decepcionei com a nossa ‘irmã’ Marina. Marina é tão de esquerda que o próprio PT não foi radical o suficiente pra ela. Vejam os que estão ao lado dela na construção da Rede e entenderão o que falo. Se hoje um partido com tempo de TV me desse a legenda, eu me candidataria sem medo. Se não for dessa vez, quem sabe na próxima. Estou em oração. Tenho muito que aprender. Tenho 40 anos de idade e iniciando minha vida política, lembrando que nunca fui nem vereador. Tenho convicção de que não estou 100% preparado, mas para isso existem assessorias, ministérios, etc. É um sonho. Vamos sonhar. Sonhemos com o dia em que ao ouvir a Voz do Brasil, o jornalista dirá: Com a palavra sua excelência o presidente da Republica Federativa do Brasil, e o presidente iniciará seu discurso assim: Eu cumprimento os compatriotas brasileiros com a paz do Senhor!”, comentou.
Fonte: GospelMais
Divulgação: www.juliosevero.com
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GospelMais recomenda livros de pastor herético

Christian Post divulga testemunho de ex-homossexual que saiu no Blog Julio Severo


Christian Post divulga testemunho de ex-homossexual que saiu no Blog Julio Severo

Comentário de Julio Severo: A chave para destruir a mentira é divulgar a verdade. Publico a matéria do Christian Post que reproduziu nesta semana a entrevista do ex-homossexual Saulo Navarro ao meu blog. Essa entrevista completa está neste link: http://bit.ly/1gHPK4S
A matéria do Christian Post, que resumiu a entrevista, vem a seguir:

Ex-gay Saulo Navarro afirma que é preciso ‘agir urgentemente para combater este imperialismo gay’

Em entrevista, ex-homossexual fala sobre as novas gerações, o Conselho de Psicologia e a importância da Igreja

Maria Carolina Caiafa Correspondente do The Christian Post
O ex-gay Saulo Navarro, autor do livro Homossexualidade – Um Engano Em Minha Vida, concedeu entrevista a Julio Severo, que a publicou em seu blog no dia 20 de setembro. Ele fala da necessidade de “agir urgentemente, ir para a prática e criar ferramentas que possam combater este imperialismo gay”.
Ex-homossexual Saulo Navarro
Saulo analisa que o Conselho Federal de Psicologia (CFP) se dobrou ao movimento LGBT. Segundo ele, alguns profissionais sofrem censura da insituição “ao demonstrar que podem ajudar a resignificar a sexualidade de uma pessoa que esteja insatisfeita com a atração que sente pelo mesmo sexo”.
“Pessoas merecem ter esta ajuda sem que tenham que perambular pelas vielas das clínicas para achar alguém que possa atendê-los sem receio e medo de ser punido pelo CFP. Pessoas que deixaram a prática homossexual fazem parte de uma diversidade que é rejeitada e odiada pelo movimento gay e agora pelo CFP”, afirma Saulo. E completa: “as faculdades de psicologia de nosso país estão formando psicólogos totalmente favoráveis ao movimento [LGBT]”.
O ex-gay observa a importância da religião neste processo de reorientação sexual, a partir da sua própria experiência: “Deus é soberano. A psicologia é uma ciência e Deus excede a toda ciência. [...] Aceitei Jesus como meu único Senhor e Salvador e passei a seguí-lo aceitando todo conteúdo bíblico como verdade para minha vida, inclusive as passagens que tratam da homossexualidade como pecado e comportamento fora da vontade de Deus para o ser humano. [...] Durante quatro anos, caminhei dentro da Igreja sentindo atração pelo mesmo sexo. Ficou claro para mim que deixar de sentir atração pelo mesmo sexo levaria tempo, não se mudaria de um dia para o outro. [...] Pessoas foram usadas por Deus para me levar ao crescimento e amadurecimento”.
Sobre as novas gerações, Saulo acredita que houve um estímulo para a homossexualidade e a bissexualidade. “A propaganda gay e a mídia têm estimulado uma geração inteira para que pratiquem não só a homossexualidade como a bissexualidade também. [...] Estes jovens se declaram livres, parte de uma geração tolerância, que se acham donos do próprio nariz. [...] Para estes jovens eu digo, cuidado – você que se acha livre, que faz o que quer, você está mais preso do que possa imaginar. Esta geração que se assume homossexual está apenas agindo como os ideólogos gays, feministas e de gênero querem. Estes jovens são usados e manipulados por ideologias que têm o único interesse de destruir a família tradicional, projetada por Deus. Enquanto se dizem livres, na verdade são bonecos de fantoche nas mãos destes movimentos”, conclui ele.
Em seguida, o entrevistado explana sobre assuntos legais e políticos desse fenômeno LGBT: “A imoralidade está aprovada e amparada por lei [...] A militância gay é cruel e sem escrúpulos. A Igreja não deve ser ingênua a ponto de desconsiderar este fato. A Igreja deve ser firme em seu posicionamento e estar sempre contrária a esta agenda gay e se preciso for se defender juridicamente dos ataques da militância gay”.
Saulo comenta ainda sobre a necessidade das Igrejas estarem preparadas para receber os arrependidos: “Se a Igreja entender que a homossexualidade na vida de uma pessoa não é o foco e sim o que sustenta esta pessoa na homossexualidade, então alguns passos já foram dados. A omissão da Igreja foi grande e agora é apagar incêndio. A Igreja tem de sair da omissão e partir para a compaixão, para a ação. É preciso compreender os infinitos fatores que podem levar um indivíduo à prática da homossexualidade. O meio homossexual é instável e haverá um tempo em que esta pessoa poderá ir até uma Igreja em busca de apoio. As Igrejas podem oferecer um local seguro e confiável, oferecer um ambiente caloroso que mostre a diferença de uma vida de pecado e uma vida em Cristo”.
Ele conta que, na adolescência, traumas, amigos e abusos sexuais o levaram a experimentar o homossexualidade. Ele realizou essa prática por 12 anos, apesar de o incomodar a infidelidade e a pornografia.
O depoimento de Navaro serviu de base para outros testemunhos: “durante minha adolescência eu fui muito assediado por homossexuais. Eles moravam próximos à escola, onde fazia a quinta série em Taguatinga (DF). Confesso que na adolescência cheguei a ter dúvida da minha masculinidade, mas percebi que tudo está ligado à orgia sexual”, diz um usuário nos comentários.
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
Blog Julio Severo entrevista ex-homossexual Saulo Navarro: “Homossexualidade – um engano na vida de quem a pratica”

28 de setembro de 2013

Os sinais seguem os que creem


Os sinais seguem os que creem

Análise do argumento cessacionista baseado em Marcos 16

Dr. Fábio Blanco
Um dos argumentos cessacionistas é que os dons espirituais descritos no Novo Testamento tinham a função de autenticar a mensagem apostólica. Por isso, segundo essa ideia, como o cânon bíblico fechou-se, não havendo mais novas revelações, esses dons não teriam mais razão para existir, pois já não há mais o que autenticar.
Uma das passagens usadas para fundamentar essa tese é a do final do Evangelho de Marcos, no capítulo 16, versículos de14 a 18, os quais transcrevo abaixo:
“Finalmente apareceu aos onze, estando eles assentados juntamente, e lançou-lhes em rosto a sua incredulidade e dureza de coração, por não haverem crido nos que o tinham visto já ressuscitado. E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado. E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas; Pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e os curarão. Ora, o Senhor, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu, e assentou-se à direita de Deus. E eles, tendo partido, pregaram por todas as partes, cooperando com eles o Senhor, e confirmando a palavra com os sinais que se seguiram. Amém”.
Segundo o argumento cessacionista, baseado no texto transcrito, os sinais descritos nessa passagem eram meramente autenticadores da pregação apostólica, pois está escrito que eles confirmavam a palavra dos apóstolos. A conclusão cessacionista, portanto, é que como a pregação apostólica cessou, os sinais (incluindo aí os dons) também cessaram. O argumento é simples: se não há mais uma pregação a ser autenticada, os sinais, que serviam para isso, não têm mais função.
Apesar da coerência lógica do pensamento cessacionista, é bom atentar que nem sempre o que é lógico é verdadeiro. Muitas vezes, a lógica se fundamenta em falsas premissas, o que resulta em conclusões falsas. No presente caso, a primeira pergunta que se deve fazer é: se os sinais são autenticações da mensagem apostólica, quem eles querem convencer? Sim, porque se eles estão confirmando a mensagem apostólica, estão fazendo isso para alguém. Mas quem está sendo convencido?
Essa é uma pergunta fundamental. Isso porque se os cessacionistas falam de autenticação da pregação apostólica, eles não podem se eximir de responder para quem os sinais autenticavam essa mensagem. A resposta, porém, não é tão simples como parece. A tendência imediata é dizer que os sinais serviam para que os incrédulos vissem o poder de Deus e, assim, aceitassem a veracidade da pregação. No entanto, nada no texto de Marcos indica isso. Ali, Jesus diz, claramente, que os sinais seguirão aos que crerem! A passagem nada diz sobre autenticação da mensagem, nem mesmo demonstração de sua veracidade pelos sinais. Simplesmente afirma que a fé em Cristo seria acompanhada por sinais.
Os cessacionistas, porém, citarão a narração final do evangelista, quando ele afirma que os sinais que se seguiram confirmavam a palavra. O erro deles, porém, me parece residir no entendimento sobre o que é esta palavra. Quase sem vacilar, eles afirmam que ela se refere à própria pregação dos apóstolos, seja do evangelho, seja da ressurreição de Cristo. No entanto, Marcos não usa nenhum desses termos. O evangelista simplesmente diz que os sinais confirmavam o λογος. Mas, o que é esse logos confirmado pelos sinais? Ele não pode ser apenas o discurso apostólico, mas, sim, deve envolver o próprio discurso de Cristo. E o que continha esse discurso? Que estes sinais seguirão aos que crerem... Portanto, quando os apóstolos pregavam e as pessoas se convertiam, e os sinais se manifestavam, também estava se confirmando aquilo que Jesus disse para seus discípulos, a saber, que os sinais acompanhariam os que cressem. O que Jesus disse fazia parte da pregação e era confirmado pelos fatos!
Vê-se, portanto, que não se fala de autenticação da mensagem apostólica, mas confirmação da palavra de Jesus, simplesmente. Com isso, a tese cessacionista que se baseia no texto de Marcos desmorona. Isso porque não é mais possível delimitar esses sinais apenas ao período apostólico, já que o texto não dá qualquer indicação disso.
Se os sinais acompanham os que creem, então eles não existem meramente para autenticar uma mensagem ou para convencer os incrédulos, mas existem por causa dos próprios crentes. Porém, se eles já creem, esses sinais servem para quê? A razão disso só pode estar no fato de que os sinais são, na verdade, a demonstração do poder de Deus, para que aquele que crê se veja confirmado na verdade. Por isso, os sinais acompanham os que creem. Em outras palavras, aqueles que creem na verdade de Jesus têm os sinais do poder de Deus em suas vidas. Aliás, essa é a ênfase da passagem: os sinais como confirmação do poder de Deus na vida dos crentes!
Até porque não faz sentido pensar em confirmação da mensagem apostólica, se os sinais se manifestam exatamente naqueles que creem. Naqueles em quem os sinais se manifestam já existe a fé e não é mais necessário que sejam convencidos da verdade. Portanto, se os sinais se manifestam neles é menos para que a mensagem seja autenticada e mais como demonstração, pura e simples, do poder de Deus em suas vidas. Por isso quando Marcos afirma que os sinais confirmavam a palavra, isso deve ser entendido não como um selo colocado sobre a pregação, a fim de demonstrar que ela era verdadeira, mas, simplesmente, como uma constatação daquilo que Jesus havia dito, a saber, que os sinais acompanhariam os que cressem.
Assim, dizer que porque o cânon bíblico está encerrado não há mais necessidade dos sinais não faz sentido algum. Isso porque os sinais não existiram somente para confirmar para a Igreja que a mensagem pregada era verdadeira para que ela pudesse, dessa forma, determinar que tais e tais livros deveriam constar na Bíblia. Isso é uma redução impressionante do agir divino. O que os cessacionistas fazem, quando se baseiam nesse texto de Marcos, é expandir o sentido da confirmação feita pelos sinais a um mero carimbo sobre a pregação, como se fosse uma autenticação burocrática para fins documentais posteriores. O correto entendimento da passagem é que se os milagres confirmavam algo, faziam isso, não para uma instituição qualquer, nem para um colegiado futuro, nem para um concílio de cardeais, mas no coração dos crentes para que eles se fortalecessem na verdade. E se havia essa necessidade naquele tempo, tal necessidade permanece ainda hoje. E não há motivo algum para acreditar que haja alguma diferença fundamental entre os crentes da igreja primitiva e os de agora. E se a fé permanece, os sinais que a acompanham permanecem também. A não ser que acreditemos que a Bíblia encerrou o poder de Deus e, por causa dela, Ele não age mais no meio do seu povo.
Do que está escrito no Evangelho de Marcos, apenas se pode depreender que os sinais acompanham os crentes. Nada mais. Toda a exegese diferente disso é extra scriptura. E é aqui que insisto na incoerência cessacionista. Como boa parte dos cessacionistas alardeiam ser defensores da Sola Scriptura, ao insistirem que os sinais ficaram restritos ao período apostólico, fazem isso em contradição aos princípios que sustentam, já que suas conclusões não são tiradas da leitura simples e imediata da Bíblia, mas de uma interpretação bem elástica daquilo que está escrito.
Por isso, ainda hoje, se existem os dons, os sinais, os milagres, eles se manifestam pelo mesmo motivo que se manifestaram no período apostólico: como confirmação do poder de Deus na vida dos crentes. Encontrar outra razão para isso é forçar a Palavra de Deus de uma maneira irresponsável. Entender que os sinais acompanham os que creem, simplesmente como está escrito na Bíblia, isso, sim, é Sola Scriptura.
Divulgação: www.juliosevero.com
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Agência da ONU É Repreendida por Interferir em Negociações da ONU


Agência da ONU É Repreendida por Interferir em Negociações da ONU

Dr. Stefano Gennarini
NOVA IORQUE, EUA, 27 de setembro (C-FAM) Diplomatas e ministros de Bangladesh estão acusando uma agência da ONU de se meter em seus assuntos e enganar uma conferência internacional. O embaixador de Bangladesh na ONU atacou as ações polêmicas da agência na imprensa
A agência em questão é o polêmico Fundo de População da ONU (FNUAP). O FNUAP foi criticado no passado porque ajudou a estabelecer e implementar coercivos programas de controle populacional em vários países.
O FNUAP instruiu a delegação de Bangladesh sobre como votar e o que dizer numa conferência finalizada recentemente em Bangcoc, de acordo com o Dhaka Tribune. O jornal noticiou que os delegados se sentiram “sem jeito” porque o FNUAP pagou as despesas da delegação e colocou um representante de uma organização não governamental na delegação para pressioná-los. Os relatórios vieram de membros da delegação e outras fontes internas.
O documento da conferência está sendo abundantemente elogiado como “inovador” por declarar os direitos sexuais e reprodutivos como “indispensáveis” para o desenvolvimento sustentável e uma “parte essencial” da agenda de desenvolvimento pós-2015. Esses termos são polêmicos porque os ativistas pró-aborto e alguns dentro do sistema da ONU dizem que eles incluem o aborto.
Os relatórios lançam uma sombra sobre o resultado da conferência que teve o comparecimento de 500 delegados, ministros e autoridades de 47 países, indicando que alguns delegados estavam fazendo o papel do FNUAP e não representavam a vontade soberana de seus respectivos países.
O FNUAP mostrou suas expectativas de antemão aos delegados da conferência, instruindo-os no que dizer e como votar. Uma nota do FNUAP orientou a “deixar de votar contra quaisquer propostas em favor de serviços LGBT” e “fortemente apoiar” informações, serviços e educação de saúde sexual e reprodutiva para adolescentes.
M.M. Niazuddin, ministro da Saúde de Bangladesh, que liderou a delegação, admitiu que o FNUAP preparou um discurso para ele. Ele disse que um discurso preparado pelo embaixador de Bangladesh para a ONU era “longo demais.”
A.K. Abdul Momen, embaixador de Bangladesh e um experiente elaborador de políticas internacionais, atacou a pressão para aceitar direitos sexuais, direitos LGBT e polêmicos programas de educação sexual durante a conferência. Ele disse que a educação que está vindo do sistema da ONU envolve ensinar crianças pré-pubescentes “como ter sexo por meio de desenhos animados.”
As revelações das táticas do FNUAP levam a perguntas sobre como ele gasta o dinheiro dos países que fazem contribuições. A agência tem sido o tema de múltiplas auditorias.
O FNUAP diz que seu orçamento de 1 bilhão de dólares vai para a facilitar a disponibilização da contracepção, combater a fístula obstétrica, reduzir a mortalidade materna e outras questões. Apenas neste ano o FNUAP organizou duas outras conferências regionais como a de Bangcoc.
Nafis Sadik, ex-diretora do FNUAP, admitiu no começo deste ano que ela usou doações do FNUAP para colocar ativistas pró-aborto em delegações governamentais em conferências internacionais. Essa notícia mais recente mina mais ainda a credibilidade do FNUAP.
A conferência foi uma oportunidade para o FNUAP colorir o jeito que os países entendem o Programa de Ação da Conferência Internacional de População e Desenvolvimento (CIPD) de 1994 — um acordo fundamental de políticas sociais da ONU. O sistema da ONU está realizando uma revisão de 20 anos da CIPD, e conjuntamente está estabelecendo uma agenda de desenvolvimento pós-2015 para substituir as Metas de Desenvolvimento do Milênio.
O FNUAP está pressionando os países a adotar políticas polêmicas como direitos de aborto, novos direitos especiais para indivíduos LGBT e direitos sexuais para menores como prioridades para a agenda de desenvolvimento pós-2015. Os países rejeitaram essas políticas em 1994. Várias delegações na Conferência da Ásia expressaram reservas a referências no documento final que fazem os países avançarem para a aceitação dessas políticas.
Tradução: www.juliosevero.com
Fonte: Friday Fax
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27 de setembro de 2013

Karl Marx era marxista


Karl Marx era marxista

Eguinaldo Hélio de Souza
Alguns marxistas declarados ou simpatizantes se ofendem quando as atrocidades históricas cometidas em nome dessa ideologia lhe são apresentadas. A violência gratuita, o imenso rio de sangue, a perseguição religiosa, principalmente contra o cristianismo, o ataque à família tradicional são apenas alguns dos frutos podres do marxismo. Quando falamos na perversidade inerente às teorias de Marx, seus defensores alegam que essas ações nada tiveram a ver com o ideólogo alemão, que foram meros desvios. Usa-se frequentemente o clichê “Marx não era marxista”.
Nada mais enganoso. O fato dele pessoalmente não estar envolvido com essas ações perversas não significa que não as tenha inspirado. Se a pena é mais poderosa do que a espada, então quem inspira as ações é mais culpado do que quem as executa. E não há dúvida de que foi Karl Marx.
Basta lermos o Manifesto do Partido Comunista, celebrado panfleto de todo marxista convicto. Não é preciso nem ler as demais obras de Marx, Engels, Lenin e toda uma miríade de teóricos, crias do Manifesto, que contribuíram com a construção desse nebuloso edifício. O livreto já contém em germe as características da planta carnívora. Nele está a essência do pensamento que estimulou e justificou o assassinato, a tiranização e o sofrimento de milhares de seres humanos. Negar que as ações perversas desses estados totalitários surgidos sob a bandeira do comunismo sejam fruto direto das ideias Marx é querer jogar os escombros das torres gêmeas WTC para baixo do tapete.
Vejamos alguns trechos do Manifesto, publicado pela primeira vez em 21 de fevereiro de 1848, com grifos meus:
Esboçando em linhas gerais as fases do desenvolvimento proletário, descrevemos a história da guerra civil, mais ou menos oculta, que lavra na sociedade atual, até a hora em que essa guerra explode numa revolução aberta e o proletariado estabelece sua dominação pela derrubada violenta da burguesia. [1]
Abolição da família! Mesmo os mais radicais se enchem de indignação ao ouvirem proposta tão infame dos comunistas. [2]
Mas o comunismo quer abolir [as chamadas] verdades eternas, quer abolir a religião e a, moral, em lugar de lhes. dar uma nova forma... (Não resisti. Tive de grifar tudo). [3]
O proletariado utilizará sua supremacia política para arrancar pouco a pouco todo capital à burguesia, para centralizar todos os instrumentos de produção nas mãos do Estado... [4]
Todavia, nos países mais adiantados, as seguintes medidas poderão geralmente ser postas: Expropriação da propriedade latifundiária e emprego da renda da terra em proveito do Estado; Imposto fortemente progressivo; Abolição do direito de herança; Confiscação da propriedade de todos os emigrados e dos contrarrevolucionários. (Isto é, quem não concordasse com as ideias de Marx); Centralização do crédito nas mãos do Estado por meio de um banco nacional com capital do Estado e com o monopólio exclusivo;  Centralizarão, nas mãos do Estado, de todos os meios de comunicação e transporte. Adequação do sistema educativo ao processo de produção material (isto é, doutrinação comunista e anti-tudo o que não for marxista), etc. [5]
Resumindo, Marx e Engels idealizaram uma tomada violenta do poder, com a implantação de um governo onde o Estado se apoderaria à força da economia, dos meios de comunicação, da educação, destruindo “as verdades eternas, a religião e a moral”. E ai dos contrarrevolucionários (chamados de rebeldes em algumas traduções)! Esse foi o plano exposto no Manifesto.
Como pode alguém alegar a inocência de Marx diante das atrocidades comunistas? Já não estava tudo descrito no seu texto? Não foi exatamente assim que aconteceu, acontece ainda e vai acontecendo gradativamente no socialismo moderno? Se a pena de Karl Marx foi manchada de sangue, foi manchada pelas espadas que ele mesmo incitou.
Querem mais do Manifesto? Nele já estava expressa a inflexibilidade de Karl Marx, que expôs seu pensamento não como quem expõe meras reflexões, mas como alguém que proclama um evangelho infalível. Nada e nem ninguém era digno de criticar seu comunismo.
As acusações feitas ao comunismo, a partir de pontos de vista religiosos, filosóficos ou ideológicos não merecem exame aprofundado. [6]
Não! O mundo inteiro é tolo diante do monstro de Trevéris! Suas afirmações não são teorias, são uma religião em nome da qual todo opositor deve ser calado! E de fato foram. Dezenas de milhões calados para sempre!
Ele disse que o comunismo iria abolir a religião e concebeu o Estado como o mais poderoso Leviatã, mas ainda assim alguns nos querem fazer crer que tudo o que foi feito pelo comunismo na história não foi responsabilidade de Marx. Ou isso é ingenuidade ou é pura falsificação.
Pelos seus frutos os conhecereis! Longe de ser um desvio, o marxismo histórico é o fruto simples, puro e direto do marxismo teórico. A semente produziu o seu devido fruto, o monstro gerou o monstro, o que foi produzido foi justamente o que foi concebido.
Não se pode negar o óbvio. Karl Marx era sim um marxista.
1. MARX, K. e  ENGELS, F. Manifesto do Partido Comunista. São Paulo: Global Editora, 1986, p. 28.
2. IDEM p. 32
3. IDEM p. 35
4. IDEM p. 35
5. MARX, K. e  ENGELS, F. Manifesto do Partido Comunista. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996, p. 45
6. MARX, K. e  ENGELS, F. Manifesto do Partido Comunista. São Paulo: Global Editora, 1986, p. 34.
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