31 de dezembro de 2013

Rússia vai se endurecer contra religião islâmica


Rússia vai se endurecer contra religião islâmica

Theodore Shoebat
Comentário de Julio Severo: O artigo a seguir foi publicado no site Shoebat, cujos textos são publicados também no WND, que é de longe meu site favorito em inglês.
A recente série de ataques terroristas que ocorreram na Rússia, em que dezenas de pessoas foram mortas, são acontecimentos que só estão aumentando a já crescente tensão da Rússia contra o islamismo, e também representa que uma inquisição religiosa [da Igreja Ortodoxa] será imposta na heresia de Maomé.
Ônibus destruído por ataque terrorista islâmico na Rússia
De acordo com o jornal Izvestiya, que é a favor do governo russo, autoridades de segurança da Rússia ambicionam impor certas medidas para controlar a imigração descontrolada, e também impor monitoração nas mulheres que se converteram ao islamismo.
Kirill Benediktov, analista de política russa, atribuiu o ataque terrorista ao apoio da Arábia Saudita ao wahabismo na Rússia:
“Não há dúvida de que os governos salafistas do Golfo Pérsico, principalmente a Arábia Saudita, têm apoiado o terrorismo islâmico na Rússia… A Rússia é agora forte o suficiente para retribuir as medidas hostis para os governos que vêm utilizando a quinta coluna Wahhabi, a fim de desestabilizar a situação no nosso país.”
Galina Khizreyeva, especialista em guerra santa islâmica no Instituto de Estudos Estratégicos da Rússia, foi mencionada pelo popular jornal Moskovskiy Komsomolets, como afirmando que deve-se aprovar leis contra o wahabismo:
“Os terroristas têm uma nova estratégia de envolver os russos na realização de ataques terroristas para mostrar que os russos estão descontentes com as autoridades. Esse problema deve ser resolvido em nível federal. É necessário aprovar leis o mais rápido possível para ajudar a deter o extremismo e o wahabismo, que resultam em terrorismo.”
Nunca nos esqueçamos de que os ataques na Rússia têm a intenção de matar os cristãos.
Aleksandr Grishin, escritor e patriota russo, defendeu a medida governamental de prender, não apenas os terroristas, mas todos os seus familiares também:
“Estamos ficando sem escolha, além de declarar tolerância zero em relação aos terroristas e membros das suas famílias… Não deve haver concessões do Estado aos familiares dos bandidos. Quem estava ciente dos preparativos para um ataque terrorista, mas não informou os órgãos de segurança, deve ser preso… Deve haver uma sentença de prisão perpétua para o terrorismo, a pena de morte para os organizadores.”
Todos estes sentimentos, e os relatos de planos de medidas governamentais focados em certos muçulmanos (especialmente mulheres convertidas), são prenúncios de uma futura imposição significativa de penalidades na religião islâmica. Agora, para deixar ainda mais claros os sinais que mostram uma futura supressão do islamismo, há vários eventos que ocorreram pouco antes dos recentes ataques terroristas.
No início deste mês, escrevi sobre como a cidade de Moscou decretou que os muçulmanos não podiam mais construir mesquitas. O prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, declarou enfaticamente:
“Nenhuma nova licença de construção será dada. Eu acho que Moscou tem mesquitas suficientes.”
O mesmo prefeito disse em um programa de rádio:
“Os moscovitas estão ficando irritados com pessoas que falam uma língua diferente, têm costumes diferentes, e mostram um comportamento agressivo. Essa não é uma questão puramente étnica, mas está ligada a algumas características étnicas.”
Além disso, adicione a isso o fato de que apenas alguns dias antes desses ataques terroristas ocorrerem, o Patriarca Kirill, que preside a Igreja Ortodoxa da Rússia, expressou sua preocupação e ilustrou sua visão sobre o Islamismo na Rússia:
“O aumento do número de migrantes, principalmente da Ásia Central e do Cáucaso, em Moscou aumentou o risco de conflitos étnicos.”
Ele também disse que muitos muçulmanos com mentalidade de guerra santa “são recrutados por organizações extremistas e terroristas, às vezes mesmo em Moscou,” e ele também acrescentou sua preocupação sobre a construção de mesquitas e os sentimentos anticristãos entre os muçulmanos:
“Os radicais são extremamente negativos para com a fé ortodoxa: eles mataram seis sacerdotes ortodoxos, inclusive o padre de Moscou Daniil Sysoyev, nos últimos 15 anos… A criação de um ambiente favorável sobre a questão da construção de mesquitas no território onde predomina uma população ortodoxa depende diretamente das relações étnicas em cada lugar específico, o nível de criminalidade étnica e terrorismo.”
O Patriarca, que é muito influente, disse que esperava que Moscou se expurgasse dos “enclaves de ilegalidade, que os problemas da imigração ilegal e do comportamento imprudente de alguns migrantes sejam resolvidos, que as atividades de alguns sabotadores e extremistas sejam controladas.”
Todos estes sinais são indícios de que a supressão do islamismo sob as mãos do Estado irá acontecer.
Traduzido por Alfa Luís (com revisão de Julio Severo) do artigo do site Shoebat: Russia Will Get Tougher On Islamic Religion
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30 de dezembro de 2013

Macumbaria de cinismo da Falha contra Maria e contra os judeus


Macumbaria de cinismo da Falha contra Maria e contra os judeus

Julio Severo
No dia de Natal, a Folha de S. Paulo (mais conhecida como Falha de S. Paulo, por mais errar do que acertar) publicou uma pseudo-reportagem sobre Maria, a mãe de Jesus. Depois da reação negativa de muitos leitores (inclusive minha, expressa neste artigo: “Um presente de Natal contra o Natal: Folha de S. Paulo retrata Maria como mulher preocupada com a causa palestina”), a Falha tentou, sem sucesso, simular um pedido de desculpas, dizendo:  
“Na quarta-feira passada, judeus reclamaram, com razão, da reportagem ‘Um muro no caminho de Maria,’ que elencou os percalços que a Virgem teria que enfrentar se fizesse hoje o trajeto entre Nazaré e Belém. O texto trazia várias críticas a Israel.”
A Falha pintou Maria como uma palestina sofrendo as inconveniências das forças armadas de Israel. Foi uma falha muito tosca, pois nem de longe Maria era palestina. Ela era judia.
A Falha diz que apenas os judeus reclamaram. Nesse ponto, tenho a obrigação de perguntar: Onde estão os evangélicos para cobrar da Falha esse erro histórico e bíblico? Maria jamais se oporia aos procedimentos de segurança dos soldados de seu povo, especialmente em questões relativas aos riscos (ataques a bombas sendo apenas um entre muitos) representados pelos ocupadores palestinos de Israel.
E onde estão os católicos, que veem Maria como mãe de Deus? Não há evidência de que Maria tenha gerado Deus desde a eternidade, mas há uma segurança de 100 por cento de que Maria era judia, com linhagem e tudo o mais a que um judeu tem direito.
Portanto, a afronta da Falha não foi somente aos judeus, que discordam do Cristianismo e suas raízes patentemente judaicas. Foi também aos evangélicos e católicos.
E a declaração da Falha, interpretada por alguns ingênuos como “desculpa,” nada mais é do que malícia descarada.
Quando a cobra se desculpar, cuidado com o bote. Quando a Falha se desculpar, não se espante com mais falhas.
A nota de pseudo-desculpa da Falha foi publicada num cantinho escuro, iniciando o texto da seguinte forma cínica: “Em menos de uma semana, a Folha conseguiu desagradar a dois grupos religiosos. No último dia 20, o título ‘Não multa que é macumba’ chamava para uma reportagem que informava que oferendas religiosas em locais públicos não serão enquadradas no Programa Lixo Zero, criado neste ano pela Prefeitura do Rio. O termo ‘macumba,’ de conotação pejorativa, deve ser evitado, como recomenda o ‘Manual da Redação.’”
O que macumba tem a ver com uma retratação escandalosamente mentirosa de Maria, dos judeus e de Israel?
Que história é essa de que a Falha conseguiu desagradar a dois grupos religiosos? Judeus e macumbeiros colocados no mesmo poleiro?
A Falha tem a cara-de-pau de ensinar o público que é errado dizer que macumbeiros fazem macumba, mas não tem coragem de dizer que seu jornalista mentiu ao insinuar que Maria era palestina? O que macumbeiros e macumba têm em comum? Tudo! O que Maria e uma identidade palestina têm em comum? Nada!
O que macumba e Maria têm em comum? Para a Falha, tudo! Esquerdistas defensores de um suposto Estado laico almejam nivelar todas as religiões, deuses e demônios. Nessa nivelação maldosa, a bruxaria sempre leva a melhor. Maria, que representa muito bem os valores judaico-cristãos (pois ela era totalmente judia e cristã), é tratada como mera ferramenta da causa esquerdista pró-Palestina.
Não é mentira dizer que as oferendas com sacrifícios de animais, velas e porcariadas do candomblé, umbanda e outras religiões afro-brasileiras são “macumba.”
Contudo, é mentira insinuar que Maria era palestina e sofreria dos soldados judeus o mesmo tratamento que sofreriam invasores e ocupadores da Terra de Israel.
Somente no caso da “macumba,” a Falha chegou mais perto de uma “desculpa,” embora não houvesse nada do que se desculpar, pois macumba sempre teve tudo a ver com as religiões afro-brasileiras.
Mas o que macumba tem a ver com judeus?
O que está subtendido na notinha cínica da Falha é: “Podemos até pedir desculpas ao candomblé e à umbanda por chamarmos seus trabalhos e oferendas de macumbas. Fazemos isso apenas para agradar a eles. Quanto aos judeus que reclamaram, sua religião e valores não são melhores do que as religiões macumbeiras! Por isso, se insinuamos que Maria era palestina, e daí? Os católicos, evangélicos e até judeus vão continuar comprando e valorizando nosso jornal. Vamos colocá-los todos no mesmo nível religioso dos macumbeiros, mas respeito, com certeza, daremos mais à bruxaria, pois nossa luta é contra os valores judaico-cristãos!”
Pelo menos, é a leitura que dá para fazer da notinha da Falha.
É a macumbaria de falhas e cinismo da Falha contra a cultura judaico-cristã.
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29 de dezembro de 2013

Jovem brasileira denuncia ao exterior escândalo dos gastos da Copa enquanto população é castigada por assistência estatal de péssima qualidade


Jovem brasileira denuncia ao exterior escândalo dos gastos da Copa enquanto população é castigada por assistência estatal de péssima qualidade

Julio Severo
Um vídeo que está sendo divulgado na internet traz uma jovem brasileira que está denunciando ao público internacional o escândalo dos elevados gastos que o governo socialista do Brasil está tendo com a Copa do Mundo. O vídeo está neste link: http://youtu.be/HoAVX6LBUYg
Enquanto os serviços estatais de atendimento à população são precários e ineficientes, o governo responsável pelo mau atendimento usa depois toda essa precariedade e ineficiência como desculpa para cobrar mais impostos. Quanto maior a ineficiência e precariedade de seus serviços, maior é a desculpa para “cobrar impostos.”
O governo irresponsável tira do bolso do brasileiro que trabalha para enfiar na Copa e no bolso de políticos corruptos. A mesma crise que afeta o brasileiro trabalhador comum não afeta os políticos que vivem de impostos, parasitando o bolso dos brasileiros. Esse parasitismo, que é roubo, é condenado por Deus, seja cometido por um indivíduo, grupo ou governo. Deus diz em Sua Palavra:
“Não furtarás.” (Êxodo 20:15)
Dona Dilma no passado era uma adoradora da Rússia soviética. Hoje, a Rússia cobra um imposto único de 13 por cento. Por que Dona Dilma não imita a Rússia de agora? Por que não para de forçar o governo brasileiro a roubar de seus cidadãos?
Tiradentes se rebelou contra o governo português que, mediante impostos de 20 por cento, roubava do povo brasileiro.
Hoje, o próprio governo brasileiro rouba quase 40 por cento de seu povo — o dobro de maldade que cometia o governo português.
Enquanto a igreja não compreender, se conscientizar, orar e se mobilizar, o governo continuará atacando e parasitando o bolso do trabalhador brasileiro.
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27 de dezembro de 2013

Possível candidato presidencial dos EUA apoia patriarca do programa “Duck Dynasty”


Possível candidato presidencial dos EUA apoia patriarca do programa “Duck Dynasty”

Julio Severo
Mike Huckabee, ex-governador do Arkansa e pastor batista ordenado, diz que a atitude da rede de televisão A&E de suspender o patriarca Phil Robertson do programa “Duck Dynasty” mostra que os grupos militantes homossexuais querem silenciar o tipo de opiniões bíblicas que Barack Obama expressou quando estava concorrendo à presidência dos Estados Unidos em 2008.
Phil Robertson
No noticiário televisivo Fox News no domingo passado, Huckabee disse que quando Obama falou em 2008 na Igreja Saddleback, ele “deixou muito claro que se opunha ao ‘casamento’ de mesmo sexo, e ele disse isso porque era cristão e por causa de suas opiniões bíblicas.”
Na ocasião, Obama disse ao Pr. Rick Warren: “Creio que o casamento é a união entre um homem e uma mulher,” e acrescentou: “Para mim como cristão, é uma união sagrada.”
Depois de eleito presidente, Obama se sentiu mais à vontade para colocar para fora suas verdadeiras opiniões socialistas. Em 2012, ele disse: “Jesus é a base do apoio ao ‘casamento’ gay.”
Huckabee buscou a nomeação do Partido Republicano para a presidência dos EUA em 2008 e disse que vai tentar de novo em 2016.
A polêmica toda contra Phil Robertson ocorreu porque, de acordo com o WND, numa entrevista ao GQ, ele disse: “Tudo está nublado e confuso sobre o que é certo e o que é errado… O pecado se tornou algo legal. Começa com a conduta homossexual e daí vira outras coisas. A bestialidade, dormir por aí com mulheres e com homens.”
Parafraseando Coríntios, ele disse: “Não se engane. Nem os adúlteros, nem os idólatras, nem os prostitutos, nem os tarados homossexuais, nem os gananciosos, nem os beberrões, nem os difamadores, nem os vigaristas — eles não herdarão o reino de Deus. Não se engane. Não é certo.”
O programa “Duck Dynasty,” de acordo com comentaristas de WND que li, nem parecia ter grande qualidade. Mas a hostilidade dos ativistas gays e seus aliados catapultaram a fama do programa, graças às declarações de Phil Robertson sobre homossexualidade.
Até o Rev. Jesse Jackson, que diz lutar pelos direitos dos negros, entrou na polêmica, afirmando: “as declarações feitas por Robertson são mais ofensivas do que” a segregação racial.
Jesse Jackson
Jackson foi conselheiro de Bill Clinton na Casa Branca. O ex-presidente, que viveu boa parte de sua presidência em escândalos de adultério, estava recebendo aconselhamento de Jackson, que igualmente estava em adultério. Ambos eram batistas e ambos estavam em pecados sexuais.
Em 2002, a convite do PT Jackson esteve no Brasil para convencer os líderes evangélicos para apoiar o candidato presidencial Lula. Pelo grande número de pastores que apoiaram Lula, não dá para dizer que a visita de Jackson foi um “fracasso.”
Mesmo sendo pastor batista, Jackson apoiou um socialista que, como ele mesmo, se opõe aos cristãos que creem no que Deus diz sobre o pecado homossexual.
A guerra politicamente correta não é, pois, contra Phil Robertson. É contra todos os cristãos que acreditam e promovem os ensinos da Bíblia.
Com informações da Associated Press, WND e Breitbart.
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26 de dezembro de 2013

Rússia escolhe vida


Rússia escolhe vida

Steven W. Mosher
Na semana passada, o presidente russo Vladimir Putin sancionou uma lei que proíbe anúncios comerciais de aborto. Alguns membros da Duma (o Congresso da Rússia) estão falando de ir mais longe e proibir o próprio procedimento do aborto. A Igreja Ortodoxa Russa, cujos membros estão se enchendo de convertidos e pessoas que estavam desviadas, está também mostrando seu peso na questão. Um prelado ortodoxo chamou o aborto de “rebelião contra Deus.” Eu mesmo não poderia ter expressado isso de forma melhor.
Essa é uma virada estupenda num país que há muito tempo é conhecido por seu índice de aborto tragicamente elevado. Até recentemente, em média a mulher russa poderia esperar ter sete abortos durante sua vida inteira. Até mesmo o jornal New York Times, que não é um bastião de sentimentos pró-vida, se sentiu compelido a reconhecer que o elevado índice de aborto da Rússia estava prejudicando a saúde e fertilidade das mulheres russas. Como o jornal comentou num editorial de 2003: “Agora o governo russo está tentando reduzir o índice de aborto. É uma meta admirável, considerando o preço muito alto que os abortos múltiplos têm causado na saúde e fertilidade das mulheres russas.” Sem mencionar o preço elevado que o aborto tem custado em vidas de bebês em gestação, e na população como um todo.
O aborto foi forçado no povo russo pelos bolcheviques (o Partido Comunista da Rússia sob a liderança de Lênin), que ao subirem ao poder em 1920 legalizaram o aborto até o momento do nascimento, sem nenhuma restrição. A meta deles era destruir a família incentivando as mulheres a fazer abortos, a não ficar em casa e a trabalhar fora. A Rússia foi o primeiro país do mundo a declarar guerra nos bebês em gestação desse jeito. É claro que com seus expurgos, execuções em massa e gulags a guerra atingiu os bebês em gestação de outras maneiras também.
Aliás, foram os primeiros bolcheviques que desenvolveram a máquina de sucção de aborto que ainda hoje as clínicas de aborto usam. De fato, eles desenvolveram duas versões. A primeira era a máquina de sucção elétrica de fazer aborto, usadas nas clínicas de abortos dos Estados Unidos e outros países. A segunda foi o aspirador manual a vácuo, uma máquina de aborto manual que é usada nos países menos desenvolvidos em lugares que não dispõem de energia elétrica.
O Instituto de Pesquisa Populacional, organização pró-vida com sede nos EUA, vem desempenhando um papel importante ajudando a Rússia a voltar a apoiar a vida. Participei da primeira Cúpula Demográfica na Universidade Social Estatal Russa em Moscou em maio de 2011. Conversamos com elevadas autoridades russas sobre a necessidade de proteger a vida. Não muito depois, uma lei foi aprovada proibindo o aborto de bebês de mais de 12 semanas. A lei também ordenava um período de 2 a 7 dias de espera para um aborto médico, e exigia que todos os que fazem anúncio de serviços de aborto incluíssem um aviso no sentido de que “o aborto é perigoso para a saúde da mulher.” Agora, evidentemente, o anúncio de qualquer tipo de aborto foi proibido.
Consideradas individualmente, cada uma das leis implantadas pelo governo russo tem um impacto demográfico relativamente pequeno. O governo russo, por exemplo, paga uma bonificação de $13.000 aos pais de cada bebê recém-nascido. Contudo, de acordo com o demógrafo Igor Beloborodov, essa bonificação só convenceu 8 por cento dos casais em idade reprodutiva a considerar ter outro filho.
O efeito cumulativo de todas as políticas pró-vida e pró-natalidade adotadas até agora está longe de ser importante. Embora haja ainda, de acordo com o Ministério da Saúde da Rússia, 1,7 abortos para cada nascimento vivo no país, essa proporção está diminuindo, pois o índice de natalidade está se elevando e o aborto está se tornando gradualmente menos comum.
Como resultado da adoção de políticas inteligentes para proteger a santidade da vida, o declínio da população da Rússia foi praticamente detido, e o país entrou num curso demográfico mais estável.
O inverno demográfico da Rússia ainda não acabou, mas há sinais de degelo de primavera.
Traduzido por Julio Severo do artigo do Instituto de Pesquisa Populacional: Russia Chooses Life
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25 de dezembro de 2013

Presidente palestino diz que Jesus foi um “mensageiro palestino”


Presidente palestino diz que Jesus foi um “mensageiro palestino”

Julio Severo
Numa mensagem de Natal, o presidente palestino Mahmoud Abbas se referiu a Jesus como um mensageiro “palestino” de esperança.
Mahmoud Abbas: Jesus era palestino
Quase nenhum especialista acadêmico coloca em dúvida que Jesus era judeu. Mas as autoridades palestinas estão defendendo uma nacionalidade palestina para Jesus como forma de promover sua causa palestina.
A declaração de Abbas parece ser parte de uma campanha para alcançar a opinião pública mundial e ligar a cultura cristã aos objetivos políticos palestinos.
Abbas também declarou que Jesus foi um “mensageiro palestino que se tornaria luz e direção para milhões.”
A maioria dos palestinos, inclusive Abbas, é islâmica, mas tanto ele como seu antecessor, o terrorista muçulmano Yasser Arafat, acreditavam que engajar os cristãos ajudaria a avançar a causa palestina muçulmana. Um importante cristão palestino engajado nessa estratégia é Bishara Awad, diretor do Colégio Bíblico de Belém, que esteve no Brasil meses atrás.
Belém, a cidade judaica que tradicionalmente é a cidade natal de Jesus e do rei Davi, está hoje sob a ocupação de palestinos.
Com informações da Associated Press.
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Um presente de Natal contra o Natal: Folha de S. Paulo retrata Maria como mulher preocupada com a causa palestina


Um presente de Natal contra o Natal: Folha de S. Paulo retrata Maria como mulher preocupada com a causa palestina

Julio Severo
Em pseudo-reportagem intitulada “Um muro no caminho de Maria,” o jornal Folha de S. Paulo (mais conhecido como Falha de S. Paulo, por mais errar do que acertar) coloca um de seus jornalistas para percorrer o mesmo caminho que Maria fez de Nazaré a Belém. Como disse a Falha, “É o trajeto que a tradição estabelece para Maria, antes de Cristo nascer.”
Propaganda palestina retrata Maria como palestina oprimida pelos judeus
A Falha continua: “Mas Maria, se decidisse fazer a viagem atualmente, teria de lidar com os desafios contemporâneos, distintos daqueles da Antiguidade. Hoje, essa estrada inclui controles militares e um caminho que, em tempos de ocupação da Cisjordânia, é em todo volátil e imprevisível.”
O que a Falha chama de “Cisjordânia ocupada” era, na época de Maria, a terra de Israel, seu povo. Na época, a terra estava sob o domínio dos romanos. De que lado Maria estava? Maria estava com seu povo, os judeus. Nenhum dos Evangelhos a apresenta como traindo o seu povo. Sua genealogia prova abundantemente que ela era judia.
A Falha faz questão de destacar que por estar sob ocupação, a Cisjordânia é “volátil e imprevisível.” Quem está ocupando a terra de Israel que a Falha chama de “Cisjordânia”? Os palestinos, que odeiam os judeus. De quem são os postos de “controles militares”? Dos judeus.
A Falha e o mundo veem hoje os judeus como ocupadores ilegítimos de sua própria terra. O que aconteceria se esses postos fossem removidos? Maria, como judia, estaria em segurança? Ela entraria hoje nesse antigo território de Israel e o veria ocupado por outro povo — um povo de maioria muçulmana movido a ódio intenso pelos judeus. Desde a infância, os palestinos são sistematicamente doutrinados, conforme sua religião islâmica, a odiar os judeus.
É natural, para as crianças palestinas muçulmanas, aprenderem desde cedo a ver os judeus como “porcos,” dignos de morte.
Se não houvesse os postos de controles militares, Maria, mesmo grávida de Jesus, seria vista como “porca” pelos palestinos. Mesmo grávida, ela dificilmente seria poupada de um crime ou assassinato. O ódio palestino aos judeus não poupa soldados, nem mulheres, nem crianças e nem bebês.
Durante a ocupação romana, os judeus podiam passar por suas terras. Durante a ocupação palestina, em grande parte estimulada pelos países muçulmanos e financiada pelos países ocidentais, os judeus precisam de escolta militar para tocar alguns pontos de suas antigas terras.
O jornalista da Falha diz: “A reportagem leva, por dentro da Cisjordânia, todo o dia para repetir esse difícil caminho, entre viagens e entrevistas. O ditado, entre palestinos, diz que Jesus teria nascido no muro que separa Israel da Cisjordânia.”
Ditado ou propaganda para enganar os ocidentais? Desde quando os ocupadores palestinos quereriam que um judeu nascesse no território que eles ocuparam?
O currículo de Yasser Arafat, o maior terrorista da Organização para a Libertação da Palestina, incluía ataques terroristas a ônibus escolares, matando dezenas de crianças. O que fez o jornalista da Falha imaginar que Maria, que era judia, seria poupada? O que o fez pensar que os palestinos islâmicos permitiriam que uma mulher judia grávida desse a luz no território que eles ocuparam?
A Falha insiste nas falhas: “A Maria inventada pela reportagem segue… para a periferia de Nazaré, onde toma uma xícara de chá com hortelã no restaurante Nostalgia. A árvore de Natal, ali, é decorada com os nomes de vilarejos palestinos destruídos desde 1948, a data da criação do Estado de Israel. ‘Se Maria viajasse hoje de Nazaré a Belém, ela veria os problemas pelos quais passamos,’ diz Sami Nsir, dono do estabelecimento. ‘Ela iria se sentir mal ao ver que as pessoas não se importam com a causa palestina.’”
Na verdade, Maria nunca se importou com a causa romana, ou com a causa marxista e hoje, diferente da propaganda palestina islâmica para enganar olhos ocidentais, ela se sentiria mal ao ver que muitos judeus e até cristãos não se importam com a causa judaica, pois foram infectados pelo vírus da ideologia marxista.
A Maria que no passado dava total atenção à causa do seu povo judeu contra os interesses dos ocupadores romanos continuaria hoje dando total atenção à causa de seu povo judeu contra os interesses dos atuais ocupadores palestinos islâmicos.
A Falha continua falhando ao dizer: “[Maria] também correria o risco de ter de encerrar sua viagem. O carro encontra o posto de controle de Gilboa fechado. Em contato com as Forças de Defesa de Israel, a reportagem descobre que o acesso de veículos está impedido devido a um embate entre Exército e palestinos. A alternativa é contornar a Cisjordânia e procurar uma entrada aberta. A Folha chega a Rihan, também fechada, exceto para colonos. Mas, com a identificação de imprensa, indisponível a Maria, os portões são abertos, após 15 minutos de negociação.”
A falha da Falha foi tratar Maria como palestina, o que ela nunca foi nem nunca será. Seria a mesma coisa como tratar o terrorista palestino Yasser Arafat como judeu. Os palestinos veriam isso como ofensa! Palestina é o nome que os ocupadores romanos designaram para Israel, por ódio aos judeus que não aceitavam sua ocupação. Palestina é uma variante latina que significa terra dos filisteus, os piores inimigos dos judeus no passado.
É uma falha grande, pois, da Falha insinuar que o exército dos judeus representaria alguma inconveniência para uma mulher judia grávida. A única função do exército dos judeus é proteger seu próprio povo. Maria estaria sob a total segurança desse exército. Sua genealogia prova abundantemente que ela era judia.
A Falha, ao retratar a chegada de sua Maria inventada a Belém, diz: “A entrada em Belém é feita pelo muro que separa Israel da Cisjordânia.”
O muro existe porque os ocupadores palestinos não se contentam apenas com os territórios que invadiram. Na primeira oportunidade, invadem o que ainda resta aos judeus, para cometerem atos terroristas e assassinatos, não importando se o “porco” judeu é soldado, criança ou mulher grávida. Não importando se a vítima judia é Maria ou não.
Já que o jornalista da Falha não acha importante muros de proteção, sugiro então que ele remova os muros de sua casa, para sentir a “segurança” que todo brasileiro desfruta. Se alguns sem-terra, ou estupradores, ou assassinos invadirem sua casa, que ele os trate como “coitadinhos” e “vítimas,” exatamente como ele faz de forma cínica com os palestinos.
Os muçulmanos e os jornalistas esquerdistas ocidentais não estão sozinhos em propagandas da causa palestina. Protestantes da teologia da libertação palestina são aliados íntimos dessa causa. Em maio de 2013, o Pr. Bishara Awad, fundador do Colégio Bíblico de Belém, visitou o Brasil. O Colégio Bíblico de Belém realiza anualmente a Conferência “Christ at the CheckPoint,” que retrata os palestinos como oprimidos e os judeus como opressores. “Christ at the CheckPoint” é o maior evento protestante palestino esquerdista do mundo. Awad tem feito viagens internacionais para convencer os evangélicos do mundo inteiro de sua causa palestina.
A pseudo-reportagem da Falha termina com as palavras de propaganda de um palestino dizendo: “’Maria nunca viria de Nazaré até Belém,’ diz. ‘Ela se recusaria a ver nosso povo em campos de refugiados.’”
Como judia legítima, Maria se recusaria a aceitar Belém sob ocupação palestina. Na verdade, ela diria: “Por que esse povo não vai viver na Arábia Saudita, ou na Turquia ou em outra grande nação islâmica? Por que invadir nossa terra? Por que matar meu povo? Por que nos chamar de ‘porcos’? Por que matar nossas crianças e mulheres grávidas?
Dois mil anos atrás, na alegria de estar grávida de Jesus Cristo, Maria em oração louvou a Deus:
“[Deus] ajudou a seu servo Israel, recordando-se da sua misericórdia infinda, a favor de Abraão e sua descendência, para sempre, assim como prometera aos nossos antepassados.” (Lucas 1:54-55 KJA)
Maria jamais louvaria a Deus pela causa dos palestinos, que são os modernos filisteus, conforme determinação dos antigos romanos ocupadores da terra de Israel.
Maria, como judia, oraria para que Deus ajudasse Israel contra os modernos filisteus. Ela sabia que o Deus de aliança, que “se recorda da sua misericórdia infinda, a favor de Abraão e sua descendência, para sempre, assim como prometera aos nossos antepassados,” prometeu a terra de Israel aos judeus. E suas promessas incluem livrar o povo de Israel dos que os ameaçam. No passado, foram os filisteus, os romanos e muitos outros povos. Hoje, são as turbas islâmicas e esquerdistas que usam a causa palestina para fazer o que muitos povos tentaram fazer no passado: tirar do povo judeu o que o próprio Deus lhes deu.
Ao tomar conhecimento de que a Falha e outros jornais ocidentais usam seu nome para propaganda palestina, Maria teria orado: “Deus de Israel, meu nome tem sido usado por usurpadores palestinos e islâmicos como propaganda contra meu povo! Livra-me desse mal! Livra meu povo desse mal!”
No passado, a Falha de S. Paulo teria retratado Maria como uma mulher preocupada com a causa dos filisteus ou dos romanos, que seriam pintados como “oprimidos” pelos judeus. Seguindo essa lógica doente, é natural que retratem Maria como uma mulher preocupada com a causa palestina.
Mas maior do que a palavra da Falha é a Palavra de Deus que não falha: a preocupação de Maria era seu povo Israel. Ela queria o socorro de Deus para seu povo. Hoje, ela não mudaria seu desejo. E Deus também não mudou suas promessas para o povo de Maria.
Quanto à Falha de S. Paulo, está sempre do lado dos opressores. Recentemente, atacou covardemente minha amiga Marisa Lobo, que já está sob ataques de supremacistas gays. Eu, um simples blogueiro, precisei defendê-la em dois artigos publicados:
Em 2012, precisei defender uma menina contra uma pseudo-reportagem da Falha que protegeu um marmanjo homossexual que invadiu o banheiro feminino assustando a menina:
Em 2010, defendi os bebês em gestação contra os argumentos abortistas da Falha:
E hoje defendo Maria e os judeus contra a perversidade da propaganda da Falha contra Israel.
No que depender da Falha, então, Maria seria condenada em suas reportagens, pela ética judaica dela radicalmente contra as práticas homossexuais. Maria, a mãe de Jesus, pensava sobre a homossexualidade não muito diferente do que pensa Marisa Lobo.
No que depender da Falha, se um homossexual biruta invadisse o banheiro feminino e Maria reclamasse, a Falha assumiria a defesa apenas do tarado homossexual.
No que depender da Falha, Maria poderia abortar o bebê Jesus.
No que depender da Falha, uma Maria inventada oraria a algum deus pagão pedindo “socorro” para os palestinos muçulmanos contra o “perverso” povo de Israel.
A Maria da Falha seria abortista, homossexualista e com genealogia palestina e islâmica!
Entretanto, a Maria da Bíblia não é uma Maria das causas dos opressores. Nem ela nem seu Deus. O Deus de Maria é o Deus dos oprimidos. Ele é o Deus de Israel.
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