30 de novembro de 2014

Papa diz que igualar islamismo com violência é errado


Papa diz que igualar islamismo com violência é errado

Julio Severo
De acordo com o serviço noticioso Reuters, o Papa Francisco disse no domingo que igualar o islamismo com violência é errado.
Papa e chefe islâmico turco
Francisco, que lidera 1,2 bilhão de católicos, disse aos jornalistas a bordo de seu avião que estava voltando de uma visita a Turquia que é errado alguém reagir ao terrorismo se irando contra o islamismo.
O antecessor de Francisco, Bento 16, causou, de acordo com a Reuters, violentas manifestações de protesto em todo o mundo islâmico em 2006, quando ele fez um discurso que sugeria que o islamismo adota a violência.
Bento disse que ele havia sido mal interpretado e pediu desculpas.
O papa argentino vem tentando fomentar cooperação com o islamismo ‘moderado’ a fim de trabalhar pela paz. Ele disse que acabar com a pobreza é crucial, porque ele acha que a pobreza provoca “o recrutamento de terroristas.”
Em sua visita a Turquia, Francisco disse ao mufti, chefe islâmico, que os cristãos e os muçulmanos precisam ‘adorar’ a Deus.
Enquanto ele estava reprendendo os que igualam o islamismo com violência e estava promovendo cooperação com o islamismo ‘moderado,’ parece que ele não conhece uma famosa declaração do presidente turco Tayyip Erdogan: “O termo ‘islamismo moderado’ é feio e ofensivo. Não existe ‘islamismo moderado.’ Islamismo é islamismo.“
Parece também que ele não sabe que recentemente Erdogan e seu governo realizaram uma cúpula islâmica para a América Latina, região em grande parte católica agora sob o radar islâmico da Turquia.
Com informações da Reuters, Associated Press and Jihad Watch.
Versão em inglês deste artigo: Pope says equating Islam with violence is wrong
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29 de novembro de 2014

Adolescente branco morto por policial negro e adolescente negro morto por policial branco e as preferências da mídia americana


Adolescente branco morto por policial negro e adolescente negro morto por policial branco e as preferências da mídia americana

Julio Severo
Dois anos atrás um adolescente branco desarmado foi morto por um policial negro e sua morte não atraiu nenhuma atenção da mídia americana e nenhum protesto nacional e internacional.
Protestos violentos em Ferguson
De acordo com o jornal Washington Times, Gilbert Collar, um homem branco de 18 anos sob a influência de drogas, foi alvejado e morto em 6 de outubro de 2012 pelo policial Trevis Austin, que é negro, na cidade de Mobile, Alabama. Apesar da pressão pública para indiciá-lo, um júri de acusação de Mobile se recusou a apresentar acusações contra o policial Austin, concluindo que ele agira em autodefesa.
Não houve nenhuma reação e nenhuma cobertura e ativismo da mídia nacional e internacional. Nenhum protesto. Nenhuma intervenção da ONU. Ninguém queimou prédios em favor do adolescente branco. E se tivessem feito isso, a mídia teria condenado.
Agora compare uma morte semelhante efetuada a balas em 9 de agosto. Michael Brown, um homem negro de 18 anos sob a influência de drogas, foi alvejado e morto pelo policial Darren Wilson, que é branco, na cidade de Ferguson.
A decisão de um júri de acusação da cidade de St. Louis de não indiciar o policial provocou violência e saques em Ferguson e dias de protestos nos Estados Unidos contra a “injustiça racial.” A população negra queimou prédios em favor do adolescente negro, enquanto a mídia observava sem condenar. A ONU, que não interveio em favor do adolescente branco morto a tiros, interveio em favor do adolescente negro morto a tiros.
Houve protestos nacionais e internacionais.
Por que nos EUA um adolescente negro desarmado morto por um policial branco causa revolta e um adolescente branco desarmado morto por um policial negro não?
Será que as populações brancas também deveriam queimar prédios para atrair a atenção da mídia para o “racismo” de policiais negros que matam adolescentes brancos desarmados?
Não, pois os meios de comunicação dos EUA não têm nenhuma idolatria por brancos.
Anos atrás Erik Rush, um escritor cristão negro americano, escreveu um livro relevante intitulado “Negrophilia” (Negrofilia), publicado pelo WND. Contudo, ele foi generoso demais. O caso de Ferguson mostra que o problema nos EUA ultrapassa a negrofilia. É negrolatria e até mesmo racismo reverso promovido por uma mídia negrolátrica.
Se a idolatria branca no passado dos EUA é condenada hoje, por que a moderna idolatria negra deveria ser poupada?
A cor do transgressor ou do policial não vem ao caso. Um transgressor alvejado por um policial não deveria ser causa de idolatria racial ou oportunismo ideológico.
Entretanto, pela vontade de uma mídia negrolátrica e ideologicamente oportunista, um transgressor pode ganhar o direito a tratamento especial, exclusivamente por causa da cor de sua pele. E um indivíduo sordidamente pró-aborto e pró-sodomia pode ganhar o direito à presidência, exclusivamente por causa da cor de sua pele também.
Nos EUA de hoje, a cor da pele importa mais do que a cor do caráter?
Com informações do jornal The Washington Times.
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Chaves defendeu a vida!


Chaves defendeu a vida!

O legado pró-vida do ator mexicano que morreu em 28 de novembro de 2014

Julio Severo
Roberto Gómez Bolaños (21 de fevereiro de 1929 — 28 de novembro de 2014), mais conhecido como Chaves, foi um ator, escritor, comediante, dramaturgo, compositor e diretor de televisão mexicano. Ficou conhecido mundialmente pela criação das séries televisivas Chaves, Chapolin e o Clube do Chaves, que lhe trouxeram grande prestígio e garantiram-lhe o reconhecimento internacional.
Bolaños nunca revelou sua orientação política de forma aberta, porém fazia fortes críticas à esquerda.
Em abril de 2007 uniu-se à manifestação de grupos católicos e conservadores que buscavam manter o aborto como crime, confrontando grupos esquerdistas que queriam descriminalizá-lo. Bolaños lançou anúncios em canais de televisão contra a legalização do aborto.
Um dos vídeos dele contra o aborto está disponível neste link: http://youtu.be/MyVZVPqG2Ls
Os programas do Chaves foram gravados no México pela rede Televisa entre os anos de 1968 e 1995, e exibidos em mais de 90 países, inclusive o Brasil.
Com informações da Wikipédia.
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28 de novembro de 2014

Multiculturalismo: Letal aos Valores Ocidentais


Multiculturalismo: Letal aos Valores Ocidentais

Walter E. Williams pergunta se os americanos têm “a vontade de nos defender da aniquilação”

Walter E. Williams
A chanceler alemã, Angela Merkel, declarou que na Alemanha o multiculturalismo "fracassou totalmente". Tanto o ex-Primeiro-Ministro John Howard da Austrália quanto o ex-Primeiro-Ministro José Maria Aznar da Espanha chegaram a essa mesma conclusão sobre o multiculturalismo em seus países. O Primeiro-Ministro britânico David Cameron alertou que o multiculturalismo está fomentando ideologias extremistas e contribuindo diretamente para o crescimento do terrorismo islâmico na Inglaterra. O líder do Partido Independente do Reino Unido, Nigel Farage, disse que o esforço do Reino Unido para promover o multiculturalismo não uniu os britânicos, mas os separou. Isso tem permitido que o islamismo vire destaque, apesar da cultura judaico-cristã da Grã-Bretanha. O ex-Primeiro-Ministro britânico, Tony Blair, disse que as raízes do islamismo violento não são "superficiais, mas profundas", e podem ser encontradas "na minoria extremista que agora, em cada cidade europeia, prega o ódio ao Ocidente e ao nosso modo de vida".
Prof. Walter E. Williams
O ponto principal é que grande parte do mundo muçulmano está em guerra com a civilização ocidental. Não há dúvida de que o Ocidente tem o poder militar para impedir a agenda do islamismo radical. A questão em jogo é se temos a inteligência para reconhecer o ataque e a vontade de nos defender da aniquilação.
O multiculturalismo está com com os pés dos islamitas na nossa porta. No coração do multiculturalismo está um ataque contra os valores ocidentais e cristãos. Boa parte deste ataque tem as suas raízes nos campus universitários, entre a elite intelectual que vê como sua missão doutrinar a juventude. Em artigos anteriores, eu tenho documentado o ensino do ódio à América pelos acadêmicos, assim como o professor de economia da UCLA que disse à sua classe, "Os Estados Unidos da América, apoiado por fatos, é o país mais ganancioso e mais egoísta do mundo". Uma professora de história disse à sua classe: "O capitalismo não é uma mentira dita de propósito. É apenas uma mentira". Ela também disse: "Os (capitalistas) são porcos. ... Eles são pessoas bastardas". Os alunos sentam-se entre as aulas ouvindo professores divagarem sobre temas como globalização e exploração ocidental dos povos do Oriente Médio e do Terceiro Mundo.
Alguns conselhos de escolas públicas proibiram canções e músicas com as referências ao Papai Noel, Jesus ou outros símbolos religiosos do Natal. O sistema escolar de Nova York permite exposições de menorás judeus e da estrela muçulmana com a lua crescente, mas não enfeites do Natal cristão. Um distrito escolar proibiu um professor de usar trechos de documentos históricos em sua sala de aula, pois continham referências a Deus e ao Cristianismo. Os documentos históricos em questão eram a Declaração da Independência e "Os Direitos dos Colonos", de Samuel Adams.
Os EUA são uma nação de muitas raças, etnias, religiões e culturas. Desde o início de nosso país, pessoas de todo o mundo imigraram para aqui para tornarem-se americanos. Eles aprenderam Inglês e a história americana e celebraram as tradições e os valores americanos. Eles se tornaram americanos ao mesmo tempo em que respeitavam e adaptavam algumas das tradições dos países que deixaram para trás. Por outro lado, muitos dos imigrantes de hoje exigem que as aulas sejam dadas — e os documentos oficiais sejam impressos — em sua língua nativa. Outros imigrantes exigem o uso da lei islâmmica, práticas que permitem o crime de honra e a mutilação genital feminina.
Os multiculturalistas afirmam que os diferentes valores culturais são moralmente equivalentes. Isso é um absurdo. A cultura e os valores ocidentais são superiores. Para aqueles que me acusam de eurocentrismo, eu pergunto: É a mutilação da genital feminina forçada, como a praticada nos países do Oriente Médio e em cerca de 30 paises sub-saarianos da África, um valor cultural moralmente equivalente? A escravidão é praticada na Mauritânia, Mali, Níger, Chade e Sudão; isso é moralmente equivalente? Na maior parte do Oriente Médio, existem inúmeras restrições colocadas às mulheres, como proibições de dirigir veículos, emprego e educação. Sob a lei islâmica, em alguns países, as mulheres adúlteras enfrentam a morte por apedrejamento e os ladrões enfrentam o castigo de terem a sua mão cortada. Em alguns países, a homossexualidade é um crime punível com a morte. Estes valores culturais são moralmente equivalentes, superiores ou inferiores aos valores ocidentais?
O multiculturalismo ainda não fez um estrago nos EUA como tem feito em países da Europa Ocidental — como a Inglaterra, França e Alemanha —, mas  está a caminho. Aliás, não é preciso ser um ocidental para manter os valores ocidentais. Sobretudo, você apenas tem que aceitar a supremacia do indivíduo acima de tudo.
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27 de novembro de 2014

Cidadãos russos podem agora portar, em público, armas para defesa pessoal


Cidadãos russos podem agora portar, em público, armas para defesa pessoal

John Farnam
Fort Collins, Colorado, EUA (Ammoland.com) — O Estupendo Vlad P!
Vladimir Putin da Rússia fez a decisão histórica de permitir que cidadãos russos comuns possuam e carreguem em público armas para, por incrível que pareça, “defesa pessoal” e para “proteger vidas, a saúde e propriedade.” As armas incluídas incluem “rifles, pistolas e revólveres.”
Ele disse: “Dá para se fazer muito mais com cortesia e uma arma do que só com cortesia!”
Os caluniadores de Vlad P estão prevendo carnificinas nas ruas. Quando não acontecerem, como os hipócritas esquerdistas dos EUA, eles todos, como já é de esperar, de repente ficarão com amnésia!
Aonde é que vamos parar? Enquanto os esquerdistas nos EUA só falam sobre mais e mais restrições contra armas, os russos estão falando sobre expandir a liberdade individual!
Será que ficou finalmente claro, até mesmo na Rússia, o fato de que cidadãos armados são o único impedimento para os crimes violentos?
Vlad P pode ter muitos defeitos, mas pelo menos ele se importa genuinamente com o povo que ele tem o compromisso de proteger. Ele teve coragem suficiente para fazer essa grande mudança. Tenho de tirar o chapéu para ele!
Enquanto isso, até quando teremos de esperar para ouvir Barack Obama dizer: “…e se você gosta da sua cabeça, pode ficar com ela.”

Sobre John Farnam e Treinamento de Defesa Internacional, Inc.

Como instrutor de armas e táticas defensivas, John Farnam exortará você, com base em suas próprias convicções, a decidir de antemão o que você faria ao se deparar com uma ameaça letal iminente e ilegal. É claro que você deveria também decidir os preparativos que deve fazer de antemão. Treinamento de Defesa Internacional quer assegurar que seus estudantes compreendam plenamente as consequências físicas, legais, psicológicas e sociais de suas ações ou falta de ações.
É nosso dever conscientizar você de certas realidades físicas desagradáveis que fazem parte do planeta Terra. O Sr. Farnam ficaria feliz de ser seu conselheiro e assessor. Visite seu site em inglês: www.defense-training.com
Traduzido por Julio Severo do artigo do AmmoLand (Terra das Munições): I Never Thought I’d See the Day, Russia Chooses Freedom & Liberty, USA Not So Much
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Sobre Vladimir Putin:

26 de novembro de 2014

O papa é falível na questão da evolução


O papa é falível na questão da evolução

Joseph Farah
“Quando lemos sobre a Criação no Gênesis, corremos o risco de imaginar Deus como um mágico, com uma varinha mágica capaz de fazer tudo. Mas não é desse jeito,” disse o Papa Francisco numa recente sessão plenária da Pontifícia Academia de Ciências. “Ele criou os seres humanos e os deixou se desenvolverem de acordo com as leis internas que ele deu a cada um de modo que alcançassem sua realização.”
Isso é o que ele diz.
Isso não é o que Ele diz.
O papa descarta o que a Bíblia diz acerca da Criação. Ele coloca a fé dele na evolução — bem na época em que muitos cientistas estão questionando-a.
Fico pensando: o que mais ele descarta da Palavra de Deus? Há algo sagrado na Bíblia?
“Deus não é um ser divino ou um mágico, mas o Criador que trouxe tudo à vida,” o papa disse. “A evolução na natureza não é incompatível com a noção da criação, pois a evolução requer a criação de seres que evoluam.”
Vamos pensar no que ele disse.
O que o Gênesis declara não é apenas um conto de fadas do Antigo Testamento. É fundamental para a convicção dos cristãos. Jesus confirmou totalmente o Gênesis. Aliás, se a queda do homem fosse apenas uma alegoria, por que Jesus teria vindo para fazer a expiação do pecado do homem — uma profecia que foi revelada pela primeira vez em Gênesis?
Se Jesus não veio para cumprir essa profecia, quem era Ele?
Em Gênesis 3:15, vemos a primeira profecia com relação ao redentor que viria na forma de Jesus. Num aviso à serpente, Deus diz: “Estabelecerei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o descendente dela; porquanto, este te ferirá a cabeça, e tu lhe picarás o calcanhar” (KJA).
Essa é uma referência ao Messias que viria.
O próprio Jesus confirmou que Moisés é o autor do Gênesis: “Abraão, concluindo, lhe afirmou: ‘Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco se permitirão converter, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos!’” (Lucas 16:31 KJA)
Ele confirmou o que a Bíblia diz sobre a Criação: “Entretanto, no princípio da criação Deus ‘os fez homem e mulher’. ‘Por esta razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua esposa, e os dois se tornarão uma só carne’. Dessa forma, eles já não são dois, mas sim uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, não o separe o ser humano!” (Marcos 10:6-9 KJA)
Talvez o papa tivesse se esquecido do ensino de Romanos e outros livros do Novo Testamento que explicam que Jesus veio como o segundo Adão: “No entanto, a morte reinou desde a época de Adão até os dias de Moisés, mesmo sobre aqueles que não cometeram pecado semelhante à desobediência de Adão, o qual era uma prefiguração daquele que haveria de vir.” (Romanos 5:14 KJA)
O que exatamente Jesus veio fazer se não redimir o homem como resultado da queda?
Se o pecado entrou no mundo por meio de Adão, como é que o papa explica toda a morte evolucionária que teria de ocorrer na terra antes do aparecimento de Adão?
Não entendo os cristãos que descartam o Gênesis. Não faz sentido. Nada na Bíblia faz sentido sem o que a Bíblia diz acerca da Criação. Se o papa não crê no aspecto fundamental da Bíblia, dá para ele acreditar em qualquer parte dela? Se ele acredita, ele deve ao mundo cristão uma explicação sobre quais partes da Bíblia ele acredita e quais ele descarta.
Recordando minha viagem este mês a Jerusalém, a Cidade Santa de Deus, fico pensando que o número de crentes será pequeno quando Jesus voltar.
Eu também fico pensando se o papa acredita que Ele voltará.
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: The pope’s fallible on evolution
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25 de novembro de 2014

Ameaça turca se erguendo: Aliado dos EUA e da OTAN quer avanço islâmico na América Latina


Ameaça turca se erguendo: Aliado dos EUA e da OTAN quer avanço islâmico na América Latina

Julio Severo
O presidente da Turquia reescreveu a história ao afirmar que exploradores muçulmanos, não Cristóvão Colombo, descobriram a América.
Recep Tayyip Erdogan, presidente da Turquia
Recep Tayyip Erdogan, chefe do aliado da OTAN dos EUA, disse em 15 de novembro que marinheiros islâmicos descobriram o Novo Mundo em 1178. Ele disse: “Os muçulmanos descobriram a América em 1178, não Cristóvão Colombo.” A Turquia é a única nação islâmica na OTAN.
Sua teoria — que é apoiada só por historiadores islâmicos — veio à luz num discurso televisionado durante uma cúpula, realizada em Istambul, de líderes muçulmanos da América Latina.
A cúpula teve o comparecimento de 76 líderes islâmicos de 40 países. A América Latina foi representada pelo Brasil, Venezuela, Argentina, Chile, México, Suriname, Uruguai, Paraguai, Nicarágua, Panamá, Colômbia, Bolívia, República Dominicana, Guiana, Equador, Jamaica e Haiti.
Cúpula turca para a América Latina
Erdogan trouxe à baila a suposta conexão num lance para estabelecer uma longa história para criar ligações entre a Turquia e a América Latina.
O principal tema da cúpula foi “Construindo Nossas Tradições e Nosso Futuro.”
Aparentemente, a Turquia está mirando seu expansionismo islâmico na América Latina, que não tem um número significativo de muçulmanos. Aliás, com a ajuda da Turquia, os muçulmanos têm a intenção de criar uma confederação islâmica internacional.
Numa conferência anterior apelidada de “Confederação do Anticristo,” o xeique Yusuf al-Qaradawi, presidente da União Internacional de Acadêmicos Muçulmanos (UIAM), anunciou na Turquia:
“Em nossa época, devemos estabelecer o Califado por meio de vários estados que sejam governados pela xariá [lei islâmica] e apoiado por ambos, os governantes e o povo na forma de uma federação ou confederação e não como era no passado.”
O anúncio dele foi publicado em todo o mundo muçulmano, inclusive na versão árabe da CNN. A UIAM representa o maior órgão de acadêmicos muçulmanos do mundo.
Antes de sua cúpula de líderes muçulmanos da América Latina, a Turquia organizou a reunião do Conselho Islâmico da Eurásia, focando na expansão islâmica na Eurásia.
Entretanto, o expansionismo turco nunca esteve sob o radar dos EUA e de um dos principais arquitetos da aliança dos EUA com grupos terroristas islâmicos, Zbigniew Brzezinski. Ben Barrack disse:
“É evidente que Brzezinski tem uma ideia fixa de que controlar a Eurásia é essencial para consolidar a dominação dos EUA. Contudo, o que é bem claro é que ele não entende que a Turquia é o país que vem buscando uma dominação eurasiana enquanto os países da OTAN continuam a ver a Turquia como aliada.”
O foco de preocupação de Brzezinski é apenas a Rússia. Para neutralizar a Rússia, por décadas ele ajudou Osama bin Laden e a al-Qaeda. E hoje os EUA são apoiadores das duas principais fontes do terrorismo islâmico no mundo: a Arábia Saudita e a Turquia.
Então, enquanto os EUA e sua OTAN estão focando na Rússia como uma ameaça eurasiana, seu único aliado islâmico está expandindo sua dominação islâmica na Eurásia.
Erdogan and Obama
Não só na Eurásia, mas internacionalmente. A Turquia também organizou a Cúpula de Líderes Africanos Muçulmanos, a Reunião dos Muçulmanos Europeus, a Reunião dos Presidentes de Assuntos Religiosos dos Bálcãs e a Reunião Mundial de Acadêmicos Islâmicos para Paz, Moderação e Bom Senso. A Turquia está trabalhando duro para estabelecer uma confederação islâmica.
O único aliado islâmico dos EUA na OTAN está, de acordo com Robert E. Kaplan, reconstruindo o Império Otomano, com a ajuda das intervenções militares dos EUA. Kaplan disse:
“Todas essas intervenções militares dos Estados Unidos aconteceram em uma área que foi parte do Império Otomano, e onde um regime secular foi substituído por um islâmico.”
E durante o Império Otomano, a terra de Israel estava sob controle islâmico por três séculos. Os cristãos também tiveram sua porção de sofrimento sob esse império islâmico.
Cem anos atrás, a Turquia cometeu um dos piores genocídios islâmicos contra os cristãos. Foi o genocídio armênio, que nunca foi reconhecido por nações cristãs supostamente grandes, inclusive os EUA, a Alemanha e o Brasil, que ao que tudo indica têm medo de enfurecer seu aliado, cuja expansão islâmica no passado trouxe derramamento de sangue.
Mesmo hoje, a Turquia está envolvida em derramamento de sangue. De acordo com o WND, “a Turquia tem apoiado os grupos jihadistas, cujos combatentes mais tarde se transformaram em combatentes do ISIS,” que estão massacrando cristãos na Síria e Iraque.
O WND também noticiou: “A Turquia é agora talvez a maior base da al-Qaeda no mundo.”
O que os planos expansionistas da Turquia, especialmente para a América Latina, trarão para os próximos anos?
Não sei. Mas em sua cúpula para a América Latina, a Turquia prometeu que está “Construindo Nossas Tradições e Nosso Futuro.”
Se incluirmos as profecias da Bíblia, o quadro turco fica muito mais sombrio.
De acordo com o WND, teólogos, tanto cristãos quanto judeus, há muito tempo interpretam que os exércitos anticristãos de Gogue e Magogue virão da terra da Turquia. Alguns desses teólogos são: Hipólito de Roma (170–235), Moisés Ben Maimônides (também conhecido como Rambam) (1135–1204), Nicolau de Lira (1270–1349), Martinho Lutero (1483–1546), John Wesley (1703–1755) e Jonathan Edwards (1703–1758).
As interpretações deles sobre a Turquia estão à altura do histórico e conduta dessa nação islâmica? Se sim, a Turquia vai querer ter seu Império Otomano de novo? E vai querer invadir Israel para restabelecer sua posse sobre a terra dos judeus?
As cartas do Apóstolo João no Livro do Apocalipse foram dirigidas às sete igrejas na Ásia Menor — hoje Turquia. Outra importante igreja cristã que desapareceu sob a Turquia islâmica é Santa Sofia, em Istambul (ex-Constantinopla). Santa Sofia era a catedral cristã mais antiga e maior (de 537 a 1453) no mundo. De 1453 a 1931, a Turquia islâmica a usou como mesquita.
No entanto, se você pensou que essas tragédias cristãs e o expansionismo islâmico turco são histórias do passado, pense de novo.
Depois do ataque terrorista a Nova Iorque em 2001, o número de mesquitas nos EUA está crescendo, e a Turquia, com a Arábia Saudita, é uma das nações islâmicas que está se beneficiando do ataque terrorista.
O governo turco está construindo uma mega-mesquita de 100 milhões de dólares, o Centro de Cultura e Civilização Turco-Americana em Lanham, Maryland, EUA. A Turquia, ou até mesmo a Arábia Saudita, permitiria que o governo americano construísse uma mega-igreja cristã de 100 milhões de dólares em suas terras?
O primeiro-ministro islamista da Turquia viajou aos EUA para comparecer à cerimônia de fundação da mesquita em 2013. A Turquia permitiria que um presidente dos EUA inaugurasse uma mega-igreja em sua nação?
Outra pergunta importante: Os muçulmanos descobriram a América? Não existe evidência disso hoje. Mas se os EUA mantiverem seu aliado islâmico livre para avançar, poderá ser impossível refutar as afirmações da Turquia no futuro de que os muçulmanos conquistaram a América.
Hoje, a Turquia ajuda grupos terroristas islâmicos que massacram cristãos no Oriente Médio, quer conquistar os EUA, a Eurásia e a América Latina e está avançando impune, porque é um aliado da OTAN e dos EUA.
Evidentemente, a Turquia desempenhará um importante papel islâmico no futuro sombrio que ameaçará os cristãos, os judeus, Israel, a América Latina e o mundo.
Com informações do WorldNetDaily, DailyMail, Diyanet e GospelPrime.
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