31 de dezembro de 2014

HarperCollins: Atlas americano omite Israel do Oriente Médio por respeito aos muçulmanos


HarperCollins: Atlas americano omite Israel do Oriente Médio por respeito aos muçulmanos

Julio Severo
A empresa americana HarperCollins, que é uma das maiores editoras seculares do mundo, excluiu Israel de seu atlas, que é comprado em grande parte por escolas de língua inglesa. A explicação para a omissão foi que clientes locais do Oriente Médio acham que a inclusão de Israel é ‘inaceitável.’ Outra desculpa é que Israel é muito pequeno para ser incluído.
Atlas da HarperCollins: Israel não existe ali
Contudo, a Jordânia e Gaza, que são países muçulmanos pequenos, estão claramente incluídos.
A HarperCollins insistiu que está respeitando as “preferências locais” do Oriente Médio.
Essa imensa editora americana não é desconhecida do público evangélico. HarperCollins, que publica a Bíblia de Satanás e muitos outros livros satânicos, pertence ao bilionário Rupert Murdoch.
Em 1988, a HarperCollins comprou a famosa editora evangélica Zondervan, que na época era a dona da Editora Vida no Brasil.
A Zondervan era, juntamente com a Thomas Nelson, a maior editora evangélica dos EUA.
Em 2011, a HarperCollins acabou com a concorrência comprando também a editora rival Thomas Nelson. Agora, as duas maiores editoras evangélicas do mundo pertencem à editora secular que publica a Bíblia de Satanás.
Se a moda nas elites políticas dos EUA é ver o islamismo como “religião de paz,” que lugar fica para Israel?
Deveria causar surpresa a exclusão de Israel do atlas de uma editora que vende a Bíblia de Satanás?
Com informações do DailyMail.
Leitura recomendada:

Retrospectiva: Os melhores artigos de 2014. Parte 3


Retrospectiva: Os melhores artigos de 2014. Parte 3

Julio Severo
Questões judaicas: um esclarecimento aos cristãos sobre sua percepção dos judeus: Este artigo explica muita coisa, inclusive por que tantos judeus preferem o socialismo.
Tom Parker: A maior ameaça ao aborto nos EUA, de acordo com escritora pró-aborto: Confira como Deus está usando um juiz evangélico conservador para incomodar a Esquerda pró-aborto dos EUA.
Kremlin realiza encontro internacional de líderes pró-família e é acusado pelo jornal The Moscow Times de fazer a festa dos “neocons” do mundo inteiro: Conforme me disse o escritor judeu americano conservador Don Feder, nunca pensei que um dia estaria no Kremlin falando contra a agenda gay, o aborto e o socialismo. Nós dois estávamos lá!
Profetadas a serviço da Teologia da Missão Integral? O caso Marina Silva: Se Teologia da Missão Integral (TMI) com profecias de certos grupos garantissem vitória, Marina Silva seria hoje presidente do Brasil. Veja quem profetizou e como as profecias falharam. Veja a união dos ‘profetas’ com os promotores da TMI.
Geopolítica pró-islâmica e anticristã: a ameaça aos cristãos no Oriente Médio: Meu artigo que trata de geopolítica, mas não a partir de interesses políticos. Apenas interesses em prol da segurança e vida dos cristãos no Oriente Médio.
Entrevista com Don Hank: Interpretando o que está acontecendo com os EUA, Europa e Rússia hoje: Nesta entrevista surpreendente, Hank que é um americano especialista em língua e cultura russa, apresenta uma perspectiva cristã equilibrada sobre EUA, Europa e Rússia.
Cuidado com os falsos conservadores! Neocons e suas crueldades esquerdistas contra os cristãos: Escolher candidatos conservadores é garantia de um governo conservador? Infelizmente, não. Nem todo candidato conservador se porta como político conservador depois de eleito.
Terra de Billy Graham legaliza “casamento” homossexual e seis juízes pedem demissão para não serem forçados a celebrar essa perversão: Se a terra de Billy Graham está escolhendo a sodomia, o que esperar do resto dos Estados Unidos?
Vladimir Putin: Personalidade do Ano em revista gay dos EUA: O ativismo homossexual americano ama esquerdistas do mundo inteiro. Mas odeia o presidente russo. O que está acontecendo?
Washington, D.C.: A capital do governo mundial imoral: Com informações muito importantes que recebi de um grande líder americano, denuncio o papel sórdido do governo dos EUA no treinamento e financiamento da militância homossexual no mundo inteiro.
“A homossexualidade é contra a Natureza”: A última grande mensagem de Myles Munroe sobre a agenda gay: Antes de morrer, Munroe deixou uma mensagem muito importante. Confira!
Ateísta Ed Brayton: Julio Severo é um ‘doido’ brasileiro: Por que a poderosa Esquerda americana ataca e xinga Julio Severo? Leia o artigo.
Ameaça turca se erguendo: Aliado dos EUA e da OTAN quer avanço islâmico na América Latina: O islamismo é uma grande ameaça e a Turquia está expandindo essa ameaça para a América Latina.
Conservadores e socialistas são ‘irmãos’? George W. Bush chama Bill Clinton de seu ‘irmão’: Eu nunca chamaria Lula e Dilma de irmãos, mas o conservador Bush fez isso com relação ao esquerdista Bill Clinton. O que está acontecendo com os conservadores americanos?
Do lado da “religião da paz”: Obama, Bush, Brzezinski…: Por que a liderança política dos EUA, seja esquerdista ou conservadora, está adulando tanto o islamismo?
Leitura recomendada:

30 de dezembro de 2014

Retrospectiva: Os melhores artigos de 2014. Parte 2


Retrospectiva: Os melhores artigos de 2014. Parte 2

Julio Severo
O Ano da Solidariedade da ONU à Causa Palestina: Nas guerras do Israel moderno para sobreviver, as crescentes resoluções negativas da ONU contra Israel não deixam dúvida de que, na perspectiva da ONU, Davi é a ameaça e o enorme Golias islâmico é inocente.
Crítica esquerdista perturbada de People for the American Way contra um conservador brasileiro: Uma das maiores e mais bem financiadas organizações socialistas dos Estados Unidos ficou tão incomodada com meus artigos que estão alcançando o público americano que decidiu me incluir na sua lista negra de conservadores que são atacados.
Por que esconder a real intenção da Teologia da Missão Integral? Este é um dos melhores artigos que já escrevi sobre a Teologia da Missão Integral. Todo líder evangélico deveria ler esse artigo. Todos deveriam imprimi-lo e dar aos seus líderes.
Xuxa e presidente da bancada evangélica celebram aprovação da Lei da Palmada: Com o acordo que Xuxa e a bancada evangélica fizeram para aprovar a Lei da Palmada, 2014 termina como um ano de tragédia e derrota para a família brasileira.
O agente do PT para enganar os evangélicos: Teólogo presbiteriano da Teologia da Missão Integral ocupa importante função estratégica, com salário elevado, na Secretaria-Geral da Presidência da República. Prega caridade, mas vive do bolso do trabalhador brasileiro.
Tempestade midiática sobre Rick Perry, que comparou homossexualidade ao alcoolismo: Artigo que mostra como Rick Perry, que já foi pré-candidato presidencial dos EUA, foi moralmente linchado pela mídia americana porque fez exatamente o que a Bíblia fez: colocou a homossexualidade na categoria de vícios pecaminosos como o alcoolismo.
Cristianismo fake: revista gospel se diz preocupada com “heresias” na internet e dá destaque para pseudo-especialista em “apologética”: No cúmulo da hipocrisia, a revista Cristianismo Hoje (CH) diz estar preocupada com o risco da disseminação de comportamentos anticristãos, mas dá destaque para um de seus maiores disseminadores, cuja boca é tão suja quanto uma latrina. A CH se diz também preocupada com o “perigo” e “risco” de disseminação de heresias, mas tem evitado denunciar como heresia o avanço de posturas evangélicas progressistas favoráveis ao “casamento” gay.
Marina Silva: a “nova direitista” que a esquerda escolheu para os conservadores do Brasil: Antes das eleições, houve uma tentativa febril, com informações nebulosas, de pintar Marina como ‘conservadora.’ Como pode?
O reavivamento perfeito? Qual é a motivação dos que criticam o reavivamento no Brasil? Confira aqui como foi o reavivamento dos críticos.
Lausanne, TMI e Israel: Surpreso? A Teologia da Missão Integral, como toda ideologia esquerdista, não se sente bem com Israel.
Na terceira parte, tem mais.
Leitura recomendada:

29 de dezembro de 2014

Retrospectiva: Os melhores artigos de 2014. Parte 1


Retrospectiva: Os melhores artigos de 2014. Parte 1

Julio Severo
“Mensageiros palestinos: Como Cristo e os cristãos são usados para promover a causa palestina”: denúncia importante que mostra como a Teologia da Libertação Palestina está se alastrando nos EUA e já está chegando ao Brasil. Essa é uma denúncia inédita, que contou com a colaboração de especialistas internacionais. Para esse artigo, entrevistei Walid Shoebat e um líder evangélico da Inglaterra que participou da Conferência “Cristo no Posto de Controle,” que recebe financiamento do governo dos EUA para sabotar o apoio evangélico mundial a Israel.
A maior ameaça à Igreja Evangélica do Brasil: texto importantíssimo que mostra como a versão evangélica da Teologia da Libertação está há décadas, sem oposição, levando as igrejas evangélicas do Brasil a apoiar o socialismo. Esse artigo abriu os olhos de muitos evangélicos.
A Igreja Evangélica do Brasil precisa de Caio Fábio? Segundo ele, Augustus Nicodemus diz que sim: Caio Fábio, que já foi o maior líder da Igreja Presbiteriana do Brasil, fala sobre outro líder dessa denominação. Muitos acreditam que ele se mostrou um invejoso.
Sob ataque: Julio Severo fala de censura em entrevista especial: O jornalista Thiago Cortês, do GospelMais, me entrevista sobre os ataques crescentes da esquerda evangélica que se sente incomodada com as denúncias do meu blog.
Jesus e o messias socialista: Esse excelente artigo mostra como Jesus sempre fugiu do messianismo do bolsa-família.
EUA querem combater movimento anti-homossexualismo no mundo inteiro: Uma importante denúncia que contrasta os ataques dos EUA às leis anti-homossexualidade da Rússia com a falta de ataques americanos às leis anti-homossexualidade da Arábia Saudita. Na Rússia, homossexuais não são condenados à morte por serem homossexuais. Na Arábia Saudita, sim. Então, por que os EUA condenam os russos, mas sempre poupam os sauditas? O artigo responde a essa questão.
O Cristianismo está sendo sequestrado por evangélicos progressistas? O esquerdismo está avançando entre os evangélicos. Mas as denúncias também estão avançando.
Por que o Christian Post adota o esquerdismo no Brasil? Grande portal evangélico é cobrado por sua tendenciosidade esquerdista.
Congresso Internacional da Teologia da Missão Integral e a IPB: Grande congresso esquerdista dirigido por pastores da IPB é exposto.
Foto sugestiva: Almoço no Mackenzie com um notório esquerdista: Flagrante de encontro esquerdista dentro da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
Quem salvará a vítima cristã sem especular sobre suas motivações? Teologia Brasileira afirma que Marco Feliciano “se diz perseguido,” e advogado evangélico concorda: Diante de ataque teológico a Marco Feliciano, meu texto busca fazer uma defesa do pastor assembleiano que foi alvo de difamações de todas as esquerdas do Brasil.
Na segunda e terceira parte, tem mais.

27 de dezembro de 2014

C-FAM: Os Cinco Momentos Mais Importantes para a Vida e Família em 2014


C-FAM: Os Cinco Momentos Mais Importantes para a Vida e Família em 2014

Dr. Stefano Gennarini
NOVA IORQUE, EUA, 26 de dezembro (C-Fam) Nem tudo é notícia ruim na ONU, não importa o que você leia no Friday Fax a cada semana! Eis a “Lista dos Melhores Momentos” do C-FAM em 2014.
1. Conselho de Direitos Humanos Adota Resolução sobre Proteção da Família.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos diz que a família é a “unidade natural e fundamental da sociedade.” Mas ao olhar para a ONU você ficaria sob uma dura pressão para encontrar alguma evidência disso, e a única vez em que se menciona a família em algum lugar é em referência a planejamento familiar. Talvez os tempos estejam mudando. O Conselho de Direitos Humanos com sede em Genebra adotou a primeira resolução a mencionar a família como objeto de direitos humanos neste verão. A resolução é um afastamento bem-vindo da ênfase costumeira. O C-FAM fez uma declaração de elogio ao Conselho em setembro por proteger a família e não ceder às exigências para redefinir a família.
2. Agenda LGBT Leva Goleada Durante Ano Internacional da Família.
A definição da família como a “unidade natural e fundamental da sociedade” contida na Declaração Universal dos Direitos Humanos está intacta apesar dos melhores esforços dos países mais poderosos do mundo. Os LGBTs estão furiosos porque a Declaração cobre tudo e qualquer coisa no mundo inteiro envolvendo um homem e uma mulher e seus filhos biológicos, mas não duplas de mesmo sexo. Essa é uma vitória tremenda para o movimento pró-vida pró-família. Exatamente como no ano passado, a Assembleia Geral, o EOCOSOC e o Conselho de Direitos Humanos todos rejeitaram a frase “várias formas da família.” Como é evidente a partir das declarações da UE e Estados Unidos lamentando a exclusão dela, esse qualificador para a definição da DUDH da família tem como objetivo enganar os países membros da ONU e levá-los a fazer o compromisso de sustentar relações de mesmo sexo. O C-FAM vem dizendo aos delegados a razão por que “várias formas da família” não é a mesma coisa que “a família.”
3. O aniversário de 20 anos do Cairo causa pouca impressão.
Por duas décadas os governos vêm gastando bilhões e bilhões de dólares em políticas de saúde sexual e reprodutiva graças aos compromissos na Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento (CIPD) em 1994. A conferência acabou se tornando o mecanismo para financiar um poderoso lobby mundial pró-aborto determinado a tornar o mundo inóspito para bebês. Neste ano, o C-FAM bradou contra o FNUAP por dizer que o aborto é essencial para o desenvolvimento. A boa notícia é que os governos não consideram a Conferência do Cairo uma prioridade elevada, como ficou evidente no começo deste ano quando líderes mundiais que estavam em Nova Iorque para o lançamento da Assembleia Geral recusaram desdenhosamente um evento em comemoração da CIPD que levou anos e milhões de dólares para planejar.
4. Senado dos EUA Sustenta Soberania dos EUA e o Direito Internacional, Recusa Ratificar Tratado da ONU sem Boa Razão.
Muita coisa estava em risco no começo deste ano quando senadores dos EUA consideraram outra votação sobre o tratado de deficiências da ONU. Quando autoridades da ONU que não foram eleitas e que não precisam prestar contas a ninguém lidam com tratados, inescrupulosamente pisando nos direitos soberanos do povo americano só o Senado pode nos proteger das leis internacionais. O C-FAM vem trabalhando com os senadores em todas as deliberações informando-os dos problemas com o tratado. Susan Yoshihara do C-FAM testificou diante da Comissão de Assuntos Externos no ano passado sobre os abusos da soberania nacional e direito internacional que ocorrem dentro do sistema de direitos humanos, e o C-FAM liderou uma campanha contra a ratificação envolvendo mais de 48 organizações por causa de preocupação de que o tratado, o primeiro a incluir o termo “saúde sexual e reprodutiva,” seria usado para pressionar os países a transformar o aborto num direito.
5. C-FAM Recebe Condição Consultiva na ONU!
Imagine a Rússia falando a favor de uma organização pró-vida de inspiração católica na tribuna da ONU. Impossível? Nem tanto. Isso é o que aconteceu quando o C-FAM foi finalmente reconhecido como uma organização merecedora de condição consultiva na ONU no começo deste ano; uma designação que facilita a participação mais plena das organizações nas deliberações da ONU. Levou muitos momentos de preocupação em que achávamos que não aconteceria. Foi um processo realmente estupendo em que testemunhamos o impossível e o vergonhoso. O C-FAM foi uma das poucas organizações pró-vida a receber condição consultiva, mas muitas organizações inescrupulosas, inclusive o Instituto Kinsey, receberam também um lugar à mesa.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com

26 de dezembro de 2014

Igreja Ortodoxa da Rússia Condena Fundo Infantil da ONU por Promover Homossexualidade


Igreja Ortodoxa da Rússia Condena Fundo Infantil da ONU por Promover Homossexualidade

Dr. Stefano Gennarini
NOVA IORQUE, EUA, 26 de dezembro (C-Fam) Enquanto os cristãos do mundo inteiro se preparavam para contemplar a inocência do menino Jesus, na semana passada a Igreja Ortodoxa da Rússia se revoltou contra um documento do UNICEF que diz que as crianças têm direitos LGBT.
Igreja Ortodoxa Russa
A Comissão da Família do Patriarca da Igreja Ortodoxa da Rússia divulgou uma declaração feroz criticando um documento da postura oficial do UNICEF que exorta os países a protegerem direitos LGBT porque, ela diz, está nos “melhores interesses das crianças.” A Comissão inverte a jogada maliciosa do UNICEF e diz: “Colocar crianças para serem criadas por duplas de mesmo sexo é uma violação grosseira dos direitos e interesses de uma criança.”
A Comissão Ortodoxa disse que estava “seriamente preocupada” que o UNICEF usaria todo o seu poder para apoiar o que chama de noções que são “desprovidas de sã base legal internacional” e “contrárias às culturas tradicionais bem como normas de moralidade natural e religiosa da maioria das nações.” Como resultado, a comissão diz que é “prejudicial para a comunidade internacional e minará a legitimidade moral do UNICEF e outros órgãos da ONU.”
O documento do UNICEF reconhece que “não existe instrumento internacional obrigatório que explicitamente lide com discriminação contra indivíduos com base em sua orientação sexual e identidade de gênero.” Ao mesmo tempo o UNICEF cita a opinião não obrigatória de especialistas da ONU no Comitê dos Direitos da Criança (CDC), que monitora a implementação da Convenção dos Direitos da Criança, para elevar a orientação sexual e a identidade de gênero ao nível de categorias de não discriminação como raça, sexo e religião.
O mesmo comitê da ONU disse à Igreja Católica neste ano que sua doutrina sobre o aborto violava os direitos humanos, e disse a Israel que a circuncisão viola a integridade física da criança.
O documento oficial vai além de meramente reconhecer uma interpretação do CDC com relação à Convenção dos Direitos da Criança. Pretende instruir os países sobre como devem prestar seus relatórios ao Comitê sobre os Direitos da Criança: “Os países membros e signatários da CDC precisam prestar relatórios sobre discriminação na base da orientação sexual e identidade de gênero, inclusive discriminação e bullying nas escolas e estabelecimentos educacionais.”
O UNICEF convida os países a revogar as leis que criminalizam a promoção da homossexualidade para menores de idade ou que proíbam a associação de crianças com adultos LGBT, tais como as leis que a Rússia aprovou no ano passado, e então “igualar a idade de consentimento para a conduta heterossexual e homossexual.”
O documento também recomenda dar às “duplas LGBT e seus filhos o reconhecimento legal de seus laços de família.” Acerca disso a Comissão do Patriarca teve algumas palavras especiais: “O UNICEF precisa saber que crianças nascem da união de um homem e uma mulher, não de uma união de mesmo sexo. Está nos melhores interesses de uma criança nascer e ser criada numa família, de modo que ela conheça seu pai e mãe que cuidam dela e a amam” diz a declaração.
A Comissão finaliza pedindo que a comunidade internacional “use todos os meios legais para impedir os órgãos internacionais de abusar de suas posições dessa maneira.”
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
Sobre a Igreja Ortodoxa da Rússia:
Entrevista com Don Hank: Interpretando o que está acontecendo com os EUA, Europa e Rússia hoje

25 de dezembro de 2014

Mensagens especiais de Natal


Mensagens especiais de Natal

Julio Severo
A beleza e importância do Natal está, conforme diz Joseph Farah, dono do WorldNetDaily, na atitude de Jesus de deixar sua posição celestial para se tornar humano. Farah diz:
Muitas vezes falamos e ponderamos a Ascensão. Mas e quanto à Condescendência que ocorreu quando Jesus se tornou, primeiro, um bebê no útero e mais tarde naquele dia em Belém, um vulnerável recém-nascido que seria caçado por Herodes, e no fim sofreria uma horrível morte na cruz?
Os que creem reconhecem o sacrifício de Yeshua feito no Gólgota. Mas, verdadeiramente, precisamos considerar o sacrifício que Ele fez no dia em que voluntariamente renunciou ao céu para nascer de uma virgem. Esse acontecimento poderia também ser chamado de Miraculosa ou Misteriosa Condescendência.
Obrigado, Yeshua!
O restante do artigo dele está neste link: Celebrando a “condescendência” de Jesus.
O artigo “Jesus é a pessoa mais famosa da história” diz que de acordo com uma pesquisa internacional Jesus é a pessoa mais famosa da história. Nada mais justo do que Ele ser também a pessoa mais importante do Natal.
Quer uma definição de Jesus como conservador perfeito? Então lei este artigo: “O Aniversariante de 25 de dezembro.”
O artigo diz:
“No Natal, vamos nos lembrar do Aniversariante, que nasceu para prometer as bênçãos de redenção, socorro e provisão do Pai para toda a humanidade e morreu para garantir o cumprimento.”
Natal, com o nascimento de Jesus celebrado, também significa o que Deus faz quando uma mulher se dispõe diante de Deus para acolher um bebê. Confira esta mensagem clicando aqui.
O artigo diz:
“A concepção, gravidez e nascimento na família que ama e adora Jesus em espírito e verdade não são atividades animais ou mecânicas. São, na perspectiva divina, o cenário para o mover de Deus em famílias e sociedades inteiras.”
Em seu artigo “O avarento Scrooge era esquerdista,” Ann Coulter explica como no Natal ou não os esquerdistas são avarentos. De forma magistral, ele mostra como esquerdistas falam em caridade, mas quem mais pratica são os cristãos conservadores.
Finalizando, o Reverendo Larry Christenson mostra o triste contraste entre Maria, que acolheu o bebê Jesus, e a cultura americana pró-aborto, que condiciona as mulheres a matar seus bebês, no artigo “Um triste cenário de fundo para o Natal.”
O Rev. Christenson diz:
“Por que estamos escrevendo sobre esse triste cenário de fundo para o Natal? Creio que a comum prática do aborto é uma — talvez a principal — das causas que estão impedindo a renovação espiritual do Espírito Santo de se espalhar em nossa nação. A crise do aborto nos EUA requer arrependimento, perdão e compromisso de defender a santidade do casamento e da vida humana.”
Leitura recomendada:

24 de dezembro de 2014

O Corão e a guerra eterna


O Corão e a guerra eterna

Raymond Ibrahim
Recentemente surgiu a notícia de que a Rússia estava banindo escrituras-chave islâmicas -- inclusive a Sahih Bukhari -- sob a acusação de que elas promovem “a exclusividade [a supremacia] de uma das religiões do mundo”, a saber, o islamismo; ou, nas palavras de um assistente-sênior do promotor de justiça de Tatarstan, Ruslan Galliev, “um islamismo militante, que provoca a inimizade étnica e religiosa”.
Se a Sahih Bukhari, uma coleção de nove livros compilados no século IX e considerada pelos muçulmanos sunitas como segunda em importância, atrás apenas do Corão, está sendo banida por incitar a hostilidade, onde fica o Corão nessa história?
Afinal, se a Sahih Bukhari contém declarações pró-terrorismo[1] atribuídas ao profeta do islamismo e ordena a matança de muçulmanos que deixarem o islamismo, o Corão, o livro sagrado número um do islamismo, conclama à violência contra os não-crentes. Segue uma pequena porção das proclamações de Alá:
• “Lançarei terror nos corações dos incrédulos, portanto, golpeiem-lhes os pescoços [cortem-lhes a cabeça] e lhes golpeiem desde a ponta dos dedos” (8.12).
• “Lutem contra o Povo do Livro [cristãos e judeus], que não acredita em Alá nem no Último Dia, que não proíbe o que Alá e Seus mensageiros proibiram, e que não abraça a religião da verdade [o islamismo], até que eles paguem a jizya (imposto cobrado dos “infiéis”) com disposição e submissão e sintam-se totalmente subjugados” (9.29).
• “Então, quando os meses sagrados tiverem passado, passem ao fio da espada os idólatras onde quer que vocês os encontrarem -- amarrem-nos, cerquem-nos e se preparem para emboscá-los!” (9.5).
• “Lutar foi ordenado a vocês [muçulmanos], embora seja-lhes odioso” (2.216).
Os textos fundamentais do islamismo incitam à violência e à intolerância e ele possui muitas ramificações para aqueles que desejam seguir este caminho baseado na lógica desta religião. Por exemplo, como argumentei mais amplamente em outro artigo,[2] embora os muçulmanos ao redor do mundo, especialmente na forma da Organização de Cooperação Islâmica (OCI), composta por 57 Estados-Membros, continuem a pressionar pelo reforço das leis de “difamação religiosa” na arena internacional, há uma grande ironia com relação aos islâmicos: se tais leis banissem os filmes e as charges que difamam o islã, elas teriam também, por extensão lógica, que banir a própria religião do islamismo -- a única religião cujos textos básicos difamam ativamente outras religiões.
Consideremos o que significa a palavra “difamação”: “ato de denegrir a reputação de outrem” e “dano falso ou injustificado à boa reputação de outrem, como por libelo ou calúnia”, são típicas definições de dicionários.
 O que, então, fazemos com os textos fundamentais do islamismo -- não simplesmente a Sahih Bukhari, mas o próprio Corão, que difama, denigre e calunia a reputação de outras religiões?
Considere apenas o cristianismo: A sura 5, verso 73 do Corão declara que “os infiéis são aqueles que dizem Deus [isto é, Alá] é um dos três”, uma referência à Trindade Cristã; o verso 72 diz que “os infiéis são aqueles que dizem que Deus é o Cristo [Jesus], filho de Maria”; e a sura 9, verso 30 reclama que “os cristãos dizem que o Cristo é o filho de Deus. (...) Que a maldição de Alá venha sobre eles!”.
Certamente que tais versículos difamam a religião cristã e suas principais doutrinas -- para não mencionar que criam hostilidade em relação aos seus praticantes. Em resumo, o argumento de que alguns livros islâmicos deveriam ser banidos, com base em que eles incitam a segregação e a violência, é aplicável ao próprio Corão, que inequivocamente difama e cria hostilidade aos infiéis, isto é, aos não-muçulmanos.

O Corão é diferente?

Dito isto, no “mundo real” (como parece atualmente), a simples idéia de banir o Corão -- crido por mais de um bilhão de pessoas como sendo a inalterável palavra de Deus -- deve parecer inconcebível.
Para os principiantes, sempre que os muçulmanos são pressionados a respeito dos versos violentos do Corão, eles se refugiam no argumento de que outras escrituras, de outras religiões, também estão repletas de conclamações à violência e à intolerância -- então, por que destacar o Corão?
Para provar isto, os apologistas quase sempre apontam para as Escrituras Hebraicas, mais amplamente conhecidas como o “Antigo Testamento”. E, de fato, o Antigo Testamento está repleto de violência e intolerância -- todas induzidas pelo Deus judaico-cristão.
A diferença entre as passagens violentas no Corão e aquelas no Antigo Testamento (como mais extensivamente explicado em outro artigo)[3] é a seguinte: o Antigo Testamento está claramente descrevendo episódios históricos, enquanto o Corão, embora também desenvolvido dentro de um contexto histórico, usa linguagem genérica e sem tempo específico, que transcende ao tempo e ao espaço, incitando os seguidores a atacarem e a matarem os incrédulos hoje tanto quanto aconteceu ontem.
Assim, nos mandamentos do Antigo Testamento, Deus ordena aos hebreus que lutem e matem os “hititas, os amonitas, os cananeus, os fereseus, os heveus, e os jebuseus” -- todos estes eram povos enraizados em um lugar e tempo específicos; todos eram povos específicos que já não existem há milênios. Em nenhum momento Deus deu um comando aberto para que os hebreus e, por extensão, seus descendentes judeus, lutassem e matassem todos os “incrédulos”.
Na verdade, os muçulmanos argumentam que os versos do Corão também tratam de oponentes históricos temporais, inclusive os politeístas de Meca, e, em um grau menor, dos impérios Bizantino e Sassânida.
Todavia, o problema é que, raramente, se é que o faz alguma vez, o Corão especifica quem são seus antagonistas, como o Antigo Testamento especifica. Em vez disso, os muçulmanos recebiam (e ainda recebem) ordens para lutar contra “o Povo do Livro”, o qual a exegese islâmica interpreta como os povos com as Escrituras, a saber, cristãos e judeus -- “até que eles paguem a jizya com disposição e submissão e sintam-se totalmente subjugados” (9.29), e ordena que “matem os idólatras onde quer que os encontrem” (9.5).
As duas conjunções árabes “até que” (hata) e “onde quer que” (haythu) demonstram a natureza perpétua e onipresente desses mandamentos: ainda existem os “Povos do Livro” que têm que “se sentir totalmente subjugados” (especialmente nas Américas, Europa e Israel), e ainda há “idólatras” a serem mortos “onde quer que” se olhe (especialmente na Ásia e na África subsaariana).
De fato, as características marcantes de quase todos os mandamentos violentos nas escrituras islâmicas são as de não terem um tempo específico e serem de natureza genérica: “Lutem contra eles até que não haja mais caos e [todas] as religiões pertençam a Alá” (Corão 8.39).
Este fato assegurará que, enquanto o Corão proliferar e for lido como sendo a palavra literal de Deus, seus leitores continuarão a viver em um mundo dicotomizado, a saber, eles mesmos contra todos os demais. (Raymond Ibrahim -- www.meforum.orgwww.beth-shalom.com.br)
Raymond Ibrahim possui o título de Associado Shillman do “David Horowitz Freedom Center”, é Redator Associado de Judith Friedman Rosen no “Fórum do Oriente Médio”, e também jornalista contribuinte da CBN News. Ele é o autor dos livros Crucified Again: Exposing Islam's New War on Christians [Crucificado Novamente: Expondo a Nova Guerra Islâmica Contra os Cristãos] (2013) e The Al Qaeda Reader [Textos Básicos da Al Qaeda] (2007).
Notas:
Divulgação: www.juliosevero.com
Outros artigos de Raymond Ibrahim:
Como a mídia encobre a perseguição muçulmana aos cristãos