31 de maio de 2015

Casa Branca Vai Ordenar que Organizações Religiosas que Recebem Verbas Aceitem Candidatos a Emprego LGBTs


Casa Branca Vai Ordenar que Organizações Religiosas que Recebem Verbas Aceitem Candidatos a Emprego LGBTs

Austin Ruse
NOVA IORQUE, EUA, 31 maio (C-Fam) Uma fonte dentro do governo federal informou o Friday Fax que a Casa Branca está sem fazer alarde indo adiante com uma mudança política que exigirá que organizações humanitárias de caridade aceitem candidatos a emprego LGBTs a fim de terem qualificação para receber verbas do governo, até mesmo as organizações religiosas que podem ter objeções religiosas.
A mudança política está ligada a uma ordem executiva que o presidente Obama lançou em julho passado que proíbe organizações que têm contrato com o governo federal de práticas discriminatórias de contratação com base na orientação sexual e identidade de gênero. Organizações religiosas já estavam lutando contra essa ordem.
As coisas estão para ficar exponencialmente piores para as organizações religiosas que realizam tarefas humanitárias e recebem não contratos, mas verbas financeiras para fazer isso.
Embora a ordem executiva do verão passado tenha relação específica com encomenda e contratos do governo federal, não tocava em organizações que recebem verbas e que substancialmente são em maior número do que as organizações que têm contrato.
Contudo, a Casa Branca recentemente instruiu os órgãos federais a incluir a cláusula de “orientação sexual e identidade de gênero” em todos os acordos de concessão de verbas. A Agência Americana de Desenvolvimento Internacional (USAID) concordou em fazer essa mudança e diz-se que dentro de algumas semanas já estará implementando-a.
A fonte acrescentou que os órgãos federais estão sendo pressionados a fazer essa mudança sem uma subsequente ordem executiva e que o escritório legal do Departamento de Estado aconselhou a Casa Branca de que isso não é um assunto legal, mas um assunto político.
A implicação dessa mudança seria devastadora para os que estão em maior necessidade se as organizações de caridade tiverem de terminar seus programas nas regiões mais pobres do mundo se não mais tiverem direito às verbas governamentais.
Uma defesa que resta às organizações religiosas seria uma demanda sob a Lei de Restauração da Liberdade Religiosa. Mas o problema com isso é que seria a organização que recebe as verbas que teria de fazer a demanda e levar o governo à justiça. Seria um empreendimento longo e caro e o sucesso estaria longe de certo.
A Casa Branca tem estado sob pressão do congressista democrata Bobby Scott e outros para remover a isenção religiosa totalmente da ordem executiva da época do governo Johnson que o presidente Obama emendou no verão passado para incluir gays.
O Friday Fax foi informado de que alguns órgãos federais estão hesitantes de fazer a mudança, mas por causa da pressão que está vindo da Casa Branca estão relutantes de dizer não.
Essa mudança é apenas a mais recente de uma série de desafios de liberdade religiosa dirigidos a organizações de caridade por parte do governo de Obama.
Em dezembro — na véspera de Natal — o governo de Obama avisou que as organizações de caridade que trabalham com crianças refugiadas que entram nos Estados Unidos precisam incluir serviços de saúde sexual e reprodutiva que podem incluir contracepção e aborto.
Em julho passado, a ordem executiva de Obama que proíbe as organizações que têm contrato com o governo federal de discriminarem na hora de contratar indivíduos que se identificam como lésbicos, gays, bissexuais e transgêneros — não isentou as organizações religiosas. Na época do anúncio dois bispos presidentes da Conferência dos Bispos Católicos dos EUA imediatamente repreenderam a ordem declarando que era “sem precedente e radical e deveria se oposta.”
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
“Casamento” homossexual e os últimos dias

29 de maio de 2015

Estudo Fraudulento sobre Casamento de Mesmo Sexo, uma Lição para a ONU


Estudo Fraudulento sobre Casamento de Mesmo Sexo, uma Lição para a ONU

Wendy Wright
NOVA IORQUE, EUA, 29 de maio (C-Fam) Acusações de fraude contra um estudo amplamente propagandeado para converter o público ao casamento de mesmo sexo está oferecendo luz sobre como as instituições de elite são vulneráveis à manipulação ideológica.
Michael LaCour
É um exemplo para os diplomatas da ONU que estão decidindo os padrões para as novas metas de desenvolvimento — e como bilhões de dólares serão gastos.
Considerando o vasto impacto que terão, há um pedido frequente para que as políticas sejam “baseadas em evidências,” apoiando-se em pesquisas acadêmicas.
Em dezembro passado, a prestigiosa revista Science publicou um estudo avaliado por outros especialistas feito por Michael LaCour sobre mudar a mente das pessoas acerca da questão polarizante do casamento de mesmo sexo. As revelações eram inacreditáveis — literalmente, como acabou se comprovando.
O estudo de LaCour mirou californianos que votaram a favor do casamento tradicional. Um grande número de pessoas mudou de opinião depois de uma conversa com o entrevistador da pesquisa que anunciou que ele era homossexual e queria casar. A mudança foi supostamente de longa duração, e os eleitores persuadiram outros em sua família a mudar de ideia.
Suas atitudes foram acompanhadas usando um “termômetro de sentimentos gays.”
Uma “experiência real com um individuo gay” era um truque especial, LaCour supôs. Ele presumiu que o apoio ao casamento natural era baseado em ignorância e preconceito, e pode ser vencido por meio de uma breve conversa com alguém que se identificava como homossexual.
Os meios de comunicação alardearam o sucesso aparente. O estudo foi propagandeado para influenciar as políticas públicas nos EUA e outros países. Dentro de dias, atraiu entrevistas de emprego para LaCour.
“Fiz nove entrevistas de emprego nas últimas três semanas,” LaCour disse ao BuzzFeed News, e a Universidade de Princeton lhe ofereceu um emprego de professor.
Entretanto, tentativas de reproduzir o estudo rapidamente revelaram falhas fatais. LaCour recusou divulgar os dados brutos, então disse que os apagou, e deu motivos conflitantes para seu índice de resposta suspeitamente elevado.
O “termômetro de sentimentos” é um “instrumento notoriamente inconfiável, que mostra muitos erros de medição,” comentaram os investigadores.
Um professor respeitado que assinou como coautor agora confessa que ele nunca viu os dados.
LaCour — que fez um projeto semelhante a favor do aborto — nega publicamente que tenha cometido um ato ilegal.
Um líder do Centro LGBT de Los Angeles, que organizou os propagandistas de LaCour, disse: “Só porque os dados não existem não prova a eficácia desse método de mudar mentes, não significa que a hipótese é falsa.”
Investigadores independentes esclareceram as falsidades de LaCour, e inadvertidamente expuseram uma disposição predominante de ignorar sinais de perigo no que se referia a direitos sexuais.
Em contraste, estudos que revelam os benefícios de estruturas estáveis e tradicionais de famílias são sujeitos aos exames mais rigorosos — e mesmo depois de serem confirmados, seus autores são marginalizados.
Sob uma nova agenda de desenvolvimento da ONU, poderá ser mais difícil corrigir um entusiasmo cego por direitos sexuais.
As Metas de Desenvolvimento Sustentável estabelecem padrões para julgar o progresso dos países. Um dos indicadores propostos para medir a “inclusão” de uma sociedade é a “existência aparente de discriminação” —que, um artigo introdutório diz, inclui orientação sexual e identidade de gênero.
O que constitui uma violação, o documento sugere, deveria ser decidido por especialistas em comitês da ONU, assim elevando as opiniões deles à condição de padrões internacionais incontestáveis.
Esses especialistas cada vez mais ultrapassam sua autoridade, e não prestam contas a ninguém. Com o orçamento enorme e inacessível da ONU, eles não arriscam perder financiamento.
O coautor de LaCour pediu que o estudo fosse cancelado. A ONU planeja adotar sua nova agenda de desenvolvimento em setembro. Estará em vigor até 2030.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
Ligação da homossexualidade com trauma na infância

28 de maio de 2015

Leonardo Boff, da Teologia da Libertação, em congresso teológico evangélico


Leonardo Boff, da Teologia da Libertação, em congresso teológico evangélico

Julio Severo
A Faculdade Unida, uma instituição evangélica que se gaba de ser “a única faculdade do Espírito Santo com curso de bacharelado em teologia reconhecido pelo MEC,” estará realizando, de 9 a 12 de junho, o II Congresso Internacional de Teologia e Ciências da Religião, em Vitória, no Espírito Santo.
Alguns dos palestrantes são:
·         Leonardo Boff, considerado o principal promotor da Teologia da Libertação no Brasil.
·         Harvey Cox, que já foi professor de teologia na Universidade de Harvard. Ele é considerado especialista em Teologia da Libertação. Entre seus livros está “The Silencing of Leonardo Boff: Liberation Theology and the Future of World Christianity” (O Silenciamento de Leonardo Boff: a Teologia da Libertação e o Futuro do Cristianismo).
·         Leopoldo Cervantes-Ortis, autor do livro “A Teologia de Rubem Alves” e membro da Comissão Ecumênica do Conselho Mundial de Igrejas
·         Luiz Longuini, que falará de Rubem Alves. Longuini, que é reverendo da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), tem um livro publicado pela Editora Ultimato defendendo a Teologia da Missão Integral, que é a versão protestante da Teologia da Libertação.
Rubem Alves, discípulo do Rev. Richard Shaull, já expunha as ideias da Teologia da Libertação e Teologia da Missão Integral antes que essas teologias fossem reconhecidas oficialmente. De teólogo da IPB inicialmente, Alves terminou como agnóstico.
Mesmo assim, Rubem Alves, já falecido, e Leonardo Boff serão elogiados, juntamente com seu liberalismo teológico, num congresso teológico evangélico. A cerimônia de abertura do II Congresso Internacional de Teologia e Ciências da Religião fará menção especial de Rubem Alves.
Se fosse um congresso isolado, imaginaríamos que os efeitos negativos seriam menores. Mas esse congresso conta com o enorme apoio oficial da:
·         Visão Mundial, que é a filial da poderosa organização americana World Vision. A Visão Mundial no Brasil é presidida por Ariovaldo Ramos, grande promotor da Teologia da Missão Integral.
·         Associação de Seminários Teológicos Evangélicos.
·         Associação Evangélica de Educação Teológica na América Latina.
·         Conselho Latino-Americano de Igrejas (CLAI).
·         Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Teologia e Ciências da Religião.
·         Fonte Editorial.
·         Editora Paulinas.
No documento organizador do congresso constam vários nomes, inclusive Magali do Nascimento Cunha, professora na Universidade Metodista de São Paulo. Essa é uma das universidades evangélicas mais esquerdistas do Brasil. Magali é conhecida por suas posturas claramente socialistas.
O que está acontecendo com as instituições teológicas evangélicas? A Faculdade Unida, em sua ânsia de ser reconhecida e elogiada pelo mundo, acompanha a tendência de se prostrar diante da ideologia esquerdista. É mais importante ser reconhecida pelo MEC do que ganhar a aprovação de Deus?
Mas não é só a Faculdade Unida que está apresentando problemas. Em 2006, Luiz Mott, o patrono do movimento homossexual do Brasil, deu palestra na Escola Superior de Teologia da Igreja Evangélica Luterana no Brasil (IECLB).
A Universidade Presbiteriana Mackenzie em 2013 convidou o deputado Jean Wyllys, um dos maiores ativistas gays do Brasil, para um debate com um advogado evangélico. Os estudantes dessa universidade da IPB vaiaram o evangélico e aplaudiram o ativista gay. O evento ocorreu durante a gestão do Rev. Augustus Nicodemus, que também aceitava Ariovaldo Ramos como professor de aulas especiais de teologia.
O liberalismo teológico está avançando, por meio das instituições teológicas, na Igreja Evangélica do Brasil. Em 2014, sob a liderança de um pastor da IPB, a Faculdade Teológica Sul Americana realizou seu Congresso Internacional de Missão Integral.
Afinal, o que a Faculdade Unida pretende ao elogiar Leonardo Boff e Rubem Alves?
O que a Faculdade Unida pretende ao dar espaço para promotores da Teologia da Libertação e Teologia da Missão Integral?
A IECLB, que dá amplos espaços para ambas teologias, tem um teólogo e professor homossexual e homossexualista em sua Escola Superior de Teologia.
O liberalismo teológico da Teologia da Libertação e da Teologia da Missão Integral é solo fértil para a Teologia Gay.
Tanto Harvey Fox quanto Leonardo Boff são apoiadores das causas homossexuais.
Leitura recomendada:

27 de maio de 2015

Extremista ortodoxo iguala reavivamento pentecostal com teologia da libertação


Extremista ortodoxo iguala reavivamento pentecostal com teologia da libertação

Julio Severo
A Teologia da Libertação se iguala a um reavivamento pentecostal? De forma alguma. Aliás, a melhor oposição à Teologia da Libertação tem vindo de cristãos renovados, pentecostais e neopentecostais.
Contudo, inimigos do reavivamento pentecostal usarão qualquer desculpa para atacar o que o Espírito Santo está fazendo em nossos dias. Recentemente, um cristão ortodoxo radical num artigo intitulado “Teologia da Libertação — uma Invenção da KGB?” disse:
“E exatamente aí que tudo volta ao começo, e realmente mostra que tudo o que parece oposto é realmente o mesmo! Isso certamente explica muita coisa, e também oferece uma base sólida para compreender o que temos observado desde o começo — que as atuais autoridades políticas e religiosas de Moscou estão tentando levar a Igreja Ortodoxa na estrada do reavivamento pentecostal, posando como salvadores do Cristianismo para salvá-lo do domínio de uma ditadura ocidental (ou muçulmana), assim parecendo libertadores da humanidade, salvando-a do domínio do ‘anticristo’ cruel que está chegando. Temos escrito muito sobre esse assunto em nosso site.”
Essa crítica tola foi postada no site Orthodox Views (Opinião Ortodoxa).
Quando o autor diz que a Teologia da Libertação sendo criada pela KGB “certamente explica muita coisa,” ele parece sugerir que o movimento pentecostal também foi criado pela KGB. A propósito, de acordo com uma fonte católica conservadora do Brasil, a as ideias da Teologia da Libertação estavam presentes na Igreja Católica antes do nascimento da União Soviética e sua KGB.
O que o reavivamento pentecostal tem a ver com a KGB e a Teologia da Libertação? Nada. Apesar disso, o autor ortodoxo radical insiste que “as atuais autoridades políticas e religiosas de Moscou estão tentando levar a Igreja Ortodoxa na estrada do reavivamento pentecostal.”
Presumivelmente, na opinião dele, o que essas autoridades estão fazendo é tão maligno quanto a Teologia da Libertação.
Conheço esse modo de agir religioso tradicionalista radical. (Por tradicionalista radical quero dizer em grande parte pessoas “cessacionistas.” Para mais informações, veja este link: http://bit.ly/1OX5wu3) Quando protestantes tradicionalistas do Brasil dizem, até mesmo em seus artigos teológicos publicados nos Estados Unidos, que há problemas espirituais na Igreja Brasileira, em grande parte eles querem dizer cristãos renovados, pentecostais e neopentecostais e sua (falta de) teologia.
O problema real na Igreja Evangélica do Brasil é a Teologia da Missão Integral, que é a versão protestante da Teologia da Libertação.
Quer ortodoxos ou protestantes radicais, eles precisam de desculpas para atacar os cristãos renovados, pentecostais e neopentecostais, e agora querem usar a KGB e a Teologia da Libertação, que é desenfreada entre católicos, protestantes e ortodoxos, como um pretexto adicional?
Se, como disse o queixoso ortodoxo radical, “as atuais autoridades políticas e religiosas de Moscou estão tentando levar a Igreja Ortodoxa na estrada do reavivamento pentecostal,” isso é simplesmente maravilhoso!
Se elas avançarem nesse caminho, elas poderão ajudar o Cristianismo na Rússia a sobreviver às ditaduras politicamente corretas do Ocidente pró-sodomia e ditaduras muçulmanas.
O movimento pentecostal na Rússia não é novo. Aliás, esse movimento muito abençoou os Estados Unidos, ao desempenhar um papel significativo ou proeminente no famoso Avivamento da Rua Azusa em Los Angeles, na Califórnia.
E, sim, um reavivamento pentecostal pode salvar a Rússia. Antes do genocídio islâmico da Turquia contra os cristãos armênios, um menino pentecostal russo recebeu avisos proféticos de que os cristãos deveriam fugir da Armênia e da Turquia. Os que acreditaram no aviso profético foram salvos. Os que não acreditaram foram destruídos pela Turquia islâmica.
A Igreja Ortodoxa, cujos padres são casados e têm famílias, não tem papa. Dividiu-se da Igreja Católica 1.000 anos atrás. A Rússia é hoje o maior país cristão ortodoxo do mundo.
Os ortodoxos radicais deveriam parar de criticar o que o Espírito Santo está fazendo para salvar os russos.
Se de fato “as atuais autoridades políticas e religiosas de Moscou estão tentando levar a Igreja Ortodoxa na estrada do reavivamento pentecostal,” elas deveriam ser encorajadas, não desanimadas, nessa estrada espiritualmente vitoriosa.
Leitura recomendada:

26 de maio de 2015

Destino Manifesto na Bíblia? Os EUA São a Babilônia Moderna, Disse David Wilkerson


Destino Manifesto na Bíblia? Os EUA São a Babilônia Moderna, Disse David Wilkerson

Julio Severo comenta sobre as revelações proféticas de David Wilkerson sobre o “destino” dos EUA em seu livro “Set the Trumpet to Thy Mouth.”

Julio Severo
Uma maioria sólida dos americanos se sentiria agora bem com um presidente que é gay ou lésbico, de acordo com uma nova pesquisa de opinião pública do Wall Street Journal/NBC News.
Sessenta e um por cento dos entrevistados relataram se sentir “entusiasmados” ou “bem” com um presidente gay ou lésbico. Enquanto isso, os americanos se sentindo bem ou entusiasmados com um presidente evangélico receberam uma aprovação com menos entusiasmo: 52 por cento.
Esse estudo segue de perto uma pesquisa de março nos EUA, também conduzida pelo Wall Street Journal/NBC News, em que um número recorde de 59 por cento dos entrevistados americanos disse que estavam a favor do “casamento” de mesmo sexo.
O que está acontecendo com os EUA, a maior nação protestante do mundo, que estão prontos para dar calorosas boas-vindas a um presidente homossexual, mas não a um presidente evangélico? Os EUA estão correndo para seu castigo e juízo?
Trinta anos atrás, o Desafio Mundial, um ministério do Pr. David Wilkerson, me enviou o livro dele “Set the Trumpet to Thy Mouth” (Coloque a Trombeta na Sua Boca). A introdução foi escrita por Leonard Ravenhill. É uma mensagem ardente, com uma visão, sobre a destruição dos EUA. Quando o li pela primeira vez, fiquei chocado, principalmente porque a década de 1980 eram os anos de Ronald Reagan. Como Wilkerson conseguiu ter tal visão quando um Reagan conservador e pró-família estava enfrentando o Império do Mal? A profecia dele deveria ter sido dirigida à União Soviética, não aos EUA! Essa revelação foi de fato chocante. Entretanto, mais chocante é o que os EUA estão fazendo nas últimas décadas. Vim a compreender que até o conservadorismo americano está agora se tornando uma babilônia.
A União Soviética não existe mais. O que existe agora é um governo dos EUA obcecado com o “casamento” que tem como base a sodomia e se conduzindo imperialisticamente para impor o pecado homossexual no mundo inteiro. A profecia de Wilkerson foi, afinal, correta?
Algum tempo depois de Wilkerson, John Mulinde, um pregador de Uganda, recebeu uma revelação acerca do juízo de Deus sobre os EUA. Sua mensagem é um cumprimento da profecia de Wilkerson, que disse que Deus enviaria aos EUA profetas do terceiro mundo para avisar sobre o juízo que está para vir.
O nome de David Wilkerson ficou famoso com o livro e filme “A Cruz e o Punhal,” que mostram a vida e o ministério dele ajudando jovens drogados nos EUA, focando especialmente com experiências libertadoras com o Espírito Santo.
Uma das características da Babilônia em Apocalipse 18 é sua natureza intensamente comercial. Por sua sedução e poder comercial, Babilônia é invejada pelo mundo inteiro. É profundamente capitalista — mas sem Deus. No comunismo, vemos controle econômico intenso e destrutivo sem Deus. Na Babilônia, vemos o oposto: liberdade econômica intensa e destrutiva sem Deus.
Os melhores produtos e serviços (entretenimento, religioso, militar, médico, etc.) do mundo estão disponíveis na Babilônia.
No comunismo, há extrema limitação ou falta de produtos e serviços. Aliás, o comunismo oferece os piores produtos e serviços. Em contraste, na Babilônia, há a maior abundância dos melhores produtos e serviços que o mundo já viu. Então é evidente que a Babilônia não é marxista, comunista ou socialista. É um paraíso comercial na Terra. É a “Nova Jerusalém” dos sonhos carnais e ganância do coração humano. Não é de admirar que quando Babilônia for destruída, o mundo inteiro chorará.
Por suas ambições comerciais, produtos e serviços, Babilônia é descrita na Bíblia como tendo se prostituído com todas as nações da terra. E Deus disse sobre a Babilônia: “Seus mercadores eram os grandes do mundo. Todas as nações foram seduzidas por suas feitiçarias.” (Apocalipse 18:23-24) Se os EUA não se encaixam nesse perfil, quem se encaixa? Os poderosos empresários, comércio e moeda dos EUA não estão governando o mundo?
Além disso, há uma caraterística fatal nos EUA que Wilkerson viu como “Babilônia.”
Nestes últimos dias, os EUA adotaram um papel apaixonado de liderança na promoção da agenda gay — sem mencionar o aborto — no mundo inteiro, levando Billy Graham a dizer: “Os EUA são tão maus quanto Sodoma e Gomorra.” E muitas vezes ele menciona: “Se Deus não castigar os Estados Unidos, Ele terá de pedir perdão para Sodoma e Gomorra.” Isso é um destino manifesto?
Esse tipo de destino tem um fim horrível. O que aconteceu com Sodoma e Gomorra, que estavam envolvidas em homossexualidade desenfreada, é o que acontecerá com as cidades e nações envolvidas nos mesmos pecados:
O que aconteceu com Sodoma e Gomorra e as cidades vizinhas é, para nós, um exemplo do castigo do fogo eterno. O povo daquelas cidades sofreu o mesmo destino que o povo de Deus e os anjos sofreram, pois cometeram pecados sexuais e se engajaram em atividades homossexuais.(Judas 7 GWV)
Como tal castigo alcançaria a nação mais poderosa do mundo que, ainda que inundada com o Evangelho, está obcecada com a ideia de estender o pecado de Sodoma e Gomorra ao mundo inteiro? Se Deus não poupou Sodoma e Gomorra e seus pecados homossexuais, como ele poupará a maior nação protestante do mundo que quer o mundo inteiro envolvido nos mesmos pecados?
De acordo com Scott Lively, autor do livro “The Pink Swastika” (A Suástica Rosa): “A antiga tradição rabínica sustenta que a homossexualidade, mais especificamente o casamento homossexual, foi o ‘insulto final’ a Deus que fez com que Ele trouxesse aquele Grande Dilúvio.”
O papel dos EUA no pecado homossexual tem sido muito mais do que simplesmente adotá-lo. Os EUA têm sido seu principal propagandista. Até mesmo em sua condição protestante, os EUA têm sido o principal propagandista da teologia gay, e seus frutos podres são evidentes no Brasil, onde o teólogo protestante gay mais proeminente foi inspirado pela teologia gay dos EUA.
Os EUA têm espalhado a ideologia homossexual por todos os meios (religiosos, legais, culturais, comerciais, etc.) e têm usado sua força imperial para promovê-la e impô-la e seu “casamento” fajuto no mundo inteiro com imoralidade bestial. Será que existe um destino manifesto na sodomia para os EUA?
Alguns cristãos argumentam que pelo fato de que os EUA, depois de Israel, têm a maior população judaica do mundo, isso é sinal claro de que os EUA têm a aprovação e proteção de Deus contra destruição. No entanto, quando a primeira Babilônia, que estava localizada no Iraque moderno, foi destruída, sua população judaica era a maior do mundo depois de Israel. Aliás, um dos líderes políticos da Babilônia era o judeu Daniel, historicamente proeminente por seu livro profético “Daniel” no Antigo Testamento. Uma grande população de judeus e um profeta judeu no governo babilônico não salvaram Babilônia da destruição.
Ainda que duvidemos que os EUA serão destruídos por serem Babilônia, o papel dos EUA hoje como o principal propagandista, promotor e fiscal da sodomia parece garantia suficiente de que os EUA estão buscando o mesmo castigo e destruição de Sodoma e Gomorra.
A militância mundial da sodomia pareceria uma razão suficiente para castigo e destruição. Por muito menos, Sodoma foi destruída. Se os EUA não forem destruídos por serem Babilônia, serão destruídos por serem, como disse Billy Graham, “tão maus quanto Sodoma e Gomorra.”
Contudo, se David Wilkerson está correto em sua visão, os EUA serão julgados e destruídos como Babilônia. Wilkerson disse em seu livro “Set the Trumpet to Thy Mouth”:
Creio que a Babilônia moderna é os Estados Unidos de hoje, inclusive sua sociedade corrupta e seu sistema eclesiástico prostituto. Nenhuma outra nação na terra se encaixa na descrição de Apocalipse 18, exceto os EUA, o maior fornicador do mundo que se prostituiu com os mercadores de todas as nações.
Os EUA serão destruídos por fogo! Destruição súbita está vindo e poucos escaparão. Inesperadamente, e numa hora, um holocausto de hidrogênio engolirá os Estados Unidos — e essa nação não mais existirá. É porque os EUA têm cometido pecados contra a maior luz. Outras nações foram tão pecadoras quanto os EUA, mas nenhum país foi tão inundado pelo Evangelho como os EUA foram. Deus vai julgar os EUA por sua violência, seus crimes, suas apostasias, sua matança de milhões de bebês, sua ostentação da homossexualidade e sadomasoquismo, sua corrupção, suas bebedeiras e abuso de drogas, sua aparência de Cristianismo correto sem poder, sua indiferença para com Cristo, seus índices de divórcio e adultério desenfreados, sua pornografia imoral, seus estupros de crianças, suas traições, seus roubos, seus filmes sujos e suas práticas ocultistas. Em apenas uma hora, tudo estará acabado.
Pense na “senhora da enseada” de Nova Iorque — a Estátua da Liberdade [símbolo nacional maior dos EUA]. Isaías avisou acerca da destruição súbita sobre uma senhora orgulhosa. “Certamente dizias: ‘Eis que por todo o sempre hei de continuar a ser a grande senhora!’ Todavia, não ponderaste tais palavras no teu coração, não refletiste sobre as consequências futuras desta tua atitude. Portanto, ouvi isto, agora, ó criatura provocadora e libidinosa! Tu que te sentas despreocupada e preguiçosa e cogitas em tua sensação de segurança: ‘Ah! Eu sou a maior das rainhas e além de mim não há mais ninguém! Jamais me verei viúva, nem sofrerei com a morte dos meus filhos!’ Pois bem, justamente sofrerás estas duas perdas em um só momento, durante um único dia: a perda dos filhos e a viuvez se abaterão sobre ti com todo o seu peso de dor, a despeito de tuas muitas feitiçarias e todos os teus poderosos prognósticos, sortilégios e encantamentos. Depositaste a tua confiança na tua malignidade e afirmaste: ‘Não há quem descubra o que faço às escondidas!’ O teu próprio saber e a tua ciência te seduziram e enganaram, e assim imaginaste no teu coração: ‘Eu sou a maior. Não há ninguém além de mim!’ A desgraça, pois, te buscará e te alcançará, e não saberás como esconjurá-la. Eis que cairá sobre ti um mal do qual não poderás livrar-se mediante qualquer pagamento de resgate; uma catástrofe que não te será possível antever desabará sobre a tua cabeça.” (Isaías 47:7-11 KJA)
O aviso é que Deus inutilizará suas armas de guerra, que seus armamentos não conseguirão salvá-los da ira de Deus (Jeremias 21:4). Deus lhes disse: “Eu, pessoalmente, pelejarei contra vós.” (Jeremias 21:5 KJA)
Esse é um aviso categórico para os EUA. Os enormes estoques de armas dos EUA são meros paus e pedras — inúteis contra o que Deus planejou contra os EUA. O que Deus disse da antiga Babilônia ele também dirá da Babilônia moderna: “Os valentes da Babilônia cessaram de pelejar, permaneceram nas fortalezas, desfaleceu-lhes os ânimos e as forças; tornaram-se semelhantes a mulheres; estão em chamas as suas moradas, todas as trancas de seus portões foram arrombadas!” (Jeremias 51:30) É por isso que não haverá ataques de retaliação dos EUA ou seus aliados; pelo fato de que tudo será feito de forma definitiva e súbita, os EUA “cessarão de lutar,” e os mísseis americanos permanecerão em suas fortalezas. Os ânimos dos EUA se desfalecerão na hora de sofrer o juízo. Os aliados dos EUA “se tornarão semelhantes a mulheres” e se renderão imediatamente.
O que os EUA não conseguiram fazer com todos os seus milhões, todos os seus dispositivos eletrônicos, todos os seus métodos midiáticos caros, o Espírito Santo realizará num curto tempo com um exército de Gideão de evangelistas pobres e simples de países do terceiro mundo; e o resto do mundo ouvirá o Evangelho. Um remanescente de vencedores será levantado em justiça. Apesar da plena luz do Evangelho brilhando, a maioria se voltará para Satanás e será entregue à lascívia. A Bíblia não diz que os EUA sofrerão juízo só depois que o mundo inteiro for evangelizado.
Deus não precisa dos EUA para evangelizar o mundo. Os EUA falharam nessa missão. Os EUA ainda gastam mais dinheiro anualmente em ração de cachorro do que em missões. Haverá uma grande colheita final, e já está acontecendo agora. O Evangelho será divulgado no mundo inteiro por um grande exército de testemunhas nacionais em todas as nações da terra. É a última colheita do Senhor. Agora mesmo, o Espírito de Deus está levantando testemunhas florescentes na China. A América do Sul e a África serão cobertas de testemunhas poderosas de suas próprias terras. O México e a América do Sul estão abertos ao Evangelho e jovens evangelistas estão sendo levantados. Eles não precisarão de juntas missionárias, ordenações, grandes quantias de dinheiro e equipamentos sofisticados. Eles sobreviverão com muito pouco dinheiro, exatamente como sobreviveram os primeiros discípulos; e num curto tempo eles cobrirão a terra inteira com o Evangelho. E eles apontarão para o juízo ardente que Deus vai mandar sobre a moderna Babilônia rica e despreocupada como sinal de que o fim está perto.
Com informação de Charisma News.
Leitura recomendada: