31 de julho de 2015

Brasil não reconhece mais Jerusalém como capital de Israel


Brasil não reconhece mais Jerusalém como capital de Israel

Governo Dilma tenta apagar decisão histórica de Oswaldo Aranha

Jarbas Aragão
Comentário de Julio Severo: A matéria a seguir, do GospelPrime, revela que o governo de Dilma parou de reconhecer Jerusalém como capital de Israel. Estou surpreso, pois eu não sabia que o governo brasileiro fazia esse reconhecimento. Como maior país católico do mundo, era de esperar que o Brasil seguisse o Vaticano, que nunca reconheceu Jerusalém como capital de Israel. Aliás, a postura tradicional do Vaticano, que não difere muito da postura do governo socialista do Brasil, é ser contra Israel. A única grande exceção no Brasil católico era Dom Pedro II que, apesar de católico, amava muito os judeus. Mas ele foi derrubado. Entretanto, o pior é que os EUA, a maior nação evangélica do mundo e que se dizem aliados de Israel, nunca reconheceram Jerusalém como capital de Israel. Agora, o Brasil entrou oficialmente no mesmo barco do Vaticano e dos EUA. Eis a matéria do GospelPrime:
O moderno Estado de Israel reconhece que a articulação do diplomata brasileiro Oswaldo Aranha foi fundamental. Ele foi nomeado Presidente da Assembleia Geral da ONU, quando foi votada e aprovada a independência do Estado Judeu, após quase dois mil anos. A gratidão dos judeus é grande até hoje, sendo que existe uma rua em Tel Aviv com o nome dele.
Durante muitos anos os dois países tiveram boas relações. Contudo, desde o primeiro mandato de Dilma, isso foi se deteriorando. Ano passado, o Brasil foi um dos 29 países no Conselho de Direitos Humanos da ONU que votaram para a ONU investigar as ações de Israel contra terroristas islâmicos em Gaza (17 países se abstiveram, e apenas os EUA se opuseram).
Além disso, o Embaixador do Brasil em Tel Aviv foi chamado a Brasília para consultas. Cogitou-se que os países poderiam romper as relações diplomáticas. Após o imbróglio, o porta-voz do Ministério do Exterior, Yigal Palmor decretou: “Esta é uma demonstração lamentável porque o Brasil, um gigante econômico e cultural, continua a ser um ‘anão diplomático’”.
Agora, o portal Gospel Prime teve acesso ao passaporte de crianças brasileiras nascidas em Jerusalém. Estranhamente, cita-se a cidade, mas o espaço para o país é deixado em branco. Trata-se de um documento oficial, o que revela ser essa uma decisão federal.
Embora não tenha afirmado isso publicamente, o Brasil parece estar seguindo os passos dos Estados Unidos, que no mês passado parou de emitir passaportes de filhos de americanos nascidos em Jerusalém com a identificação que a cidade, de fato, fica em Israel.
Conforme previam analistas, essa decisão parece ter criado um efeito dominó, influenciando outras nações. Desde sua vitória na Guerra dos Seis Dias (1967), Israel reivindica Jerusalém como sua a capital “histórica e indivisível”. Os palestinos consideram a parte oriental da cidade como “território ocupado” e objeto de disputa.
Existem fortes indícios que o Conselho de Segurança da ONU deverá votar uma resolução para estabelecer definitivamente um Estado palestino. A atitude do Itamaraty indica que desta vez, o povo de Israel não poderá contar com o apoio dos diplomatas brasileiros.
A denúncia foi encaminhada ao Gospel Prime pela pastora Jane Silva. Ela conta que ligou para a Embaixada do Brasil em Tel Aviv e falou com o Conselheiro Sergio Pena. Ele confirmou a ordem do governo brasileiro e justificou que Jerusalém não pertence ao Estado Israel.
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
Recomendação:
O papa e o Vaticano precisam ser confrontados acerca de posturas católicas tradicionais contra Israel

30 de julho de 2015

Nigéria Repreende Alto Comissário da ONU por Impor Questões LGBT como Direitos Humanos


Nigéria Repreende Alto Comissário da ONU por Impor Questões LGBT como Direitos Humanos

Wendy Wright
NOVA IORQUE, EUA, julho (C-Fam) Nigéria fez declarações fortes públicas contra o escritório de direitos humanos da ONU por pisotear direitos universalmente aceitos por acordo enquanto busca impor o casamento de mesmo sexo e criminalizar opiniões da maioria sobre a homossexualidade. A repreensão forte acusou as autoridades da ONU de violar o direito à democracia, liberdade religiosa e padrões culturais que fortalecem as famílias.
A declaração, dada na semana passada em Genebra, veio em resposta a um relatório divulgado no mês passado pelo escritório de direitos humanos da ONU. O relatório sobre discriminação e violência contra indivíduos baseado na orientação sexual e identidade de gênero critica as leis que protegem as crianças contra a propaganda LGBT e condena a terapia para ajudar as pessoas que sofrem com atrações sexuais indesejadas. Expressar opiniões negativas sobre a homossexualidade contribui para a violência, o relatório afirma.
O relatório da ONU, que os governos são livres para ignorar, mas que será usado para pressioná-los, também orienta os países a legalizar o casamento ou uniões de mesmo sexo, e dar benefícios.
A maioria dos países define o casamento como a união de um homem e uma mulher. A Nigéria fortaleceu sua lei em 2014.
A Nigéria repreendeu as autoridades das ONU por desrespeitarem o processo democrático e colocarem em perigo direitos humanos universalmente aceitos por acordo.
A liberdade religiosa e direitos culturais são “partes fundamentais da Declaração Universal dos Direitos Humanos,” a Nigéria declarou. Os países têm um “dever de garantir que os valores da família, os valores religiosos e os valores culturais de seus cidadãos sejam protegidos,” que são “o fundamento dos valores morais do indivíduo.”
A lei de casamento da Nigéria “tem a intenção de sustentar e fortalecer esses valores.”
A Nigéria tem a maior população na África e a maioria de seus 170 milhões de cidadãos são cristãos ou muçulmanos.
A lei “sincroniza” a cultura, tradições, e as duas religiões principais da Nigéria que rejeitam “categoricamente o casamento de mesmo sexo, a homossexualidade, o lesbianismo e atitudes gays e transgêneras.”
Os nigerianos também disseram que direitos gays e orientação gay “limitarão a população” e “imporão consequências imprevistas sobre a família como instituição.”
O escritório de direitos humanos da ONU intensificou sua campanha para promover a conduta lésbica, gay, bissexual e transgênera (LGBT) em 2011, com base numa resolução do Conselho de Direitos Humanos que expressa “grave preocupação” com a violência e discriminação contra indivíduos na base da orientação sexual e identidade de gênero. O relatório recente admite que “os dados são incompletos” sobre homicídios. Indivíduos identificados como LGBT podem ser alvos de grupos terroristas, e são vítimas de assassinatos de honra.
Mas o relatório da ONU se desvia dos atos de violência para jogar no mesmo saco convicções religiosas e aconselhamento. O relatório “condena” a terapia reparativa para ajudar com relação a atrações homossexuais indesejadas, e descreve as declarações sobre a homossexualidade feitas por líderes católicos como contribuindo para o estigma e violência contra adolescentes e crianças.
Não se exige legalizar o casamento de mesmo sexo, o relatório admite, mas passa a orientar os países a reconhecer as uniões de mesmo sexo. Os países deveriam realizar campanhas de educação pública sobre orientação sexual e repelir políticas que causem impacto nos direitos à saúde, educação, trabalho, moradia e seguridade social — fornecendo uma abertura para ataques a organizações e indivíduos religiosos que recusem participar ou ajudar em atividades homossexuais.
O escritório de direitos humanos da ONU está atualmente atolado em escândalo e rumores de corrupção. Suas autoridades são acusadas de tratar de modo indevido uma investigação de soldados franceses que estupravam meninos africanos. O boato é que os funcionários são muito mais agradáveis para autoridades de governos que buscam influenciar a decisões dentro do escritório da ONU.
Os países nórdicos financiaram a campanha do escritório da ONU em prol de direitos LGBT, ao mesmo tempo em que o diretor de direitos humanos da ONU suplicou por mais verbas para fazer seu trabalho básico.
Em privado, os delegados da África e outras regiões expressam frustração imensa com o que veem como uma obsessão com questões LGBT por parte dos funcionários da ONU e alguns governos.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
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29 de julho de 2015

A Campanha das ONGs para Destruir Israel


A Campanha das ONGs para Destruir Israel

Denis MacEoin
O mundo ocidental está repleto de voluntários que não fazem nada além do bem, como combater doenças, ajudar os menos favorecidos e proporcionar assistência jurídica. Mas há diversos tipos de voluntariados, as assim chamadas Organizações Não Governamentais (ONGs), estas, não raramente, trabalham no cenário internacional, hipoteticamente em defesa dos direitos humanos, ajuda humanitária e em prol da paz. Essas ONGs são financiadas por fundações, comércio, pessoas físicas e ah, governos. O número de ONGs é espantoso: 1,5 milhões nos EUA, 2 milhões na Índia e milhares na Europa, mais de 500 delas são formadas por lobistas no Parlamento Europeu. O total da receita das ONGs ligadas à OCDE é de aproximadamente US$16 bilhões. Infelizmente algumas dessas ONGs traem seu amor pela humanidade adotando políticas discriminatórias.
Muitas delas, principalmente aquelas excessivamente dependentes de dinheiro do governo são, ao que parece, norteadas por comprometimentos ideológicos ou políticos, sendo inevitavelmente arrastadas para o engajamento político.
Na ânsia de ajudar os menos favorecidos, onde quer que eles se encontrem, muitas ONGs optam de forma ideológica sobre quem cairá na categoria dos menos favorecidos e quem cairá na categoria do "opressor". Essa maneira de ver as coisas muitas vezes significa que o bom trabalho de determinadas ONGs pode ser usado como "proteção" para pessoas e ações menos dignas de admiração.
Não é raro encontrar ONGs que ignoram violações dos direitos humanos em países onde elas procuram ter aliados ou com os quais são obrigadas a trabalhar. Às vezes as ONGs adotam posturas políticas deliberadamente preconceituosas ou prejudiciais. A grande maioria das ONGs politizadas, independentemente da sua área de atuação original, são aquelas que condenam somente um país e o fazem sempre que o tema volta à baila. Esse país, obviamente é Israel. Dentro de Israel, a comunidade que eles atacam é sem exceção, a comunidade judaica. Os israelenses, ao que tudo indica, nunca fazem a coisa certa em suas fronteiras, enquanto os palestinos vistos como pobres coitados e vítimas, jamais erram.
Os Quakers, por exemplo, são famosos por sempre terem apoiado a não violência. No entanto ONGs dos Quakers que alegam trabalhar em prol da paz no Oriente Médio, ignoram flagrantemente a violência palestina ao mesmo tempo em que condenam o direito de Israel de se defender dela. Em cooperação com o Conselho Mundial de Igrejas, organização liderada pelos Quakers autodenominada Programa Ecumênico de Acompanhamento nos territórios palestinos e em Israel (EAPPI), repetidamente desfere violentas criticas contra Israel por este fazer uso de postos de controle, ao mesmo tempo em que nada diz sobre palestinos ávidos em se tornarem homens bomba, que são os responsáveis do porquê da segurança israelense ser um imperativo dessa grandeza, uma hipocrisia que não parece incomodar muito a consciência deles. E é exatamente aí que essas ONGs politizadas causam estragos. A contribuição dessas ONGs ao recente relatório da ONU sobre a guerra de 2014 de Israel em Gaza o distorceu de tal forma que ele se tornou inútil para qualquer averiguação mais séria.
O restante deste artigo está neste link: http://bit.ly/1Ircnw9
Traduzido por Joseph Skilnik do original em inglês: The NGO Campaign to Destroy Israel
Divulgação: www.juliosevero.com
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28 de julho de 2015

O papa e o Vaticano precisam ser confrontados acerca de posturas católicas tradicionais contra Israel


O papa e o Vaticano precisam ser confrontados acerca de posturas católicas tradicionais contra Israel

Em vez de rejeitarem Israel como faz o Vaticano, os líderes evangélicos deveriam fazer o que o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu fez

Julio Severo
Joseph Farah, diretor do WorldNetDaily, com acerto apontou para a tragédia mais recente do Vaticano contra Israel dizendo que é “uma ação hostil unilateral contra Israel.” Ele disse:
O Papa Francisco anunciou que um acordo fora alcançado com a liderança selvagem da Organização para a Liberação da Palestina reconhecendo “Palestina.”
É um ato bárbaro de surdez política e histórica por parte do papa que coloca o Estado judeu sitiado, o único refúgio confiável para os cristãos esquecidos, abandonados e em número inferior no Oriente Médio, mais no fundo do retículo dos intrometidos internacionais.
O acordo do Vaticano foi intermediado com Mahmoud Abbas, o organizador do ataque terrorista aos atletas israelenses nos Jogos Olímpicos de Munique, um homem que escreveu sua tese de doutorado negando o Holocausto — e ainda nega o número de mortos judeus até hoje.
A declaração do Vaticano pede que o novo Estado palestino tenha sua capital em Jerusalém — a capital de Israel desde o tempo do rei Davi. Pede que o Estado palestino, administrado pelas mesmas pessoas que têm aprovado a destruição dos locais religiosos e históricos judaicos em seus próprios territórios, obtenha a responsabilidade dos locais santos de Jerusalém e outras partes.
Mas o que o Vaticano fez aí foi declarar seu apoio unilateral e incondicional à Organização para a Libertação da Palestina fundada por Yasser Arafat.
Não existe outro jeito de interpretar isso, exceto como uma ação hostil unilateral contra Israel.
Entretanto, essa não é a primeira hostilidade católica contra Israel. A escritora judia Janet Levy informa vários casos antijudeus do Vaticano na sua resenha do livro “The Vatican Against Israel: J’Accuse” (O Vaticano contra Israel: Eu Acuso), escrito pelo escritor católico Giulio Meotti, que explora o fundamento teológico de 1.700 anos de inimizade católica em relação aos judeus que levaram a múltiplas ações de perseguição e atrocidades através dos séculos e como ele continua a ocorrer na política da Igreja Católica para com o Estado judeu de hoje.
O Sr. Meotti explica como a Igreja Católica continua a minar os judeus através de sua política, declarações e relação de desprezo com o Estado de Israel. Desde a fundação de Israel em 1948, o Vaticano tem sempre trabalhado contra os melhores interesses do Estado judeu e ajudou e incentivou seus inimigos.
Essa extensa inimizade histórica da Igreja Católica para com os judeus e as atrocidades que a acompanharam, levou a uma aliança chocante com o islamismo hoje e, mais surpreendentemente ainda, tem impedido a Igreja Católica de ajudar os católicos perseguidos em todo o mundo muçulmano. Ao repudiar suas raízes judaicas e forjar uma aliança estratégica entre muçulmanos e católicos, a Igreja Católica iniciou um caminho precário para o futuro da Cristandade.
Em “O Vaticano contra Israel”, o autor examina como a Igreja Católica continuou a ser uma parceira disposta e ansiosa na destruição do povo judeu na era moderna.
A Igreja Católica ajudou a promulgar o embuste antissemita de um plano judeu para a dominação global, conforme estabelecido nos Protocolos dos Sábios de Sião, obra em grande parte usada pelos nazistas para justificar seus crimes contra os judeus. A primeira tradução dessa calúnia sanguinária foi traduzida por católicos árabes e publicada por um jornal da comunidade católica em Jerusalém, em 1926.
Quando Adolf Hitler chegou ao poder na Alemanha, o Vaticano foi o primeiro Estado a reconhecer formalmente a legitimidade do Terceiro Reich e manteve relações diplomáticas com o governo nazista até o final da guerra.
O Papa João Paulo II concedeu várias audiências a Yasser Arafat, o pai do terrorismo moderno e o chefe da Organização de Libertação da Palestina (OLP), que tinha ordenado e executado ataques contra civis judeus e estava buscando publicidade e legitimidade no cenário mundial. Enquanto proclamavam abertamente ódio aos judeus e planos de aniquilar Israel, Arafat e seus capangas ganhavam respeitabilidade da Igreja Católica.
Em 1974, o Vaticano reconheceu formalmente a Organização de Libertação da Palestina. Só em 1993, quase 20 anos depois, a Igreja Católica reconheceu o Estado de Israel.
Quando o presidente da OLP, Yasser Arafat, morreu em 2004, o Papa elogiou o terrorista como um grande líder neste “momento de profundo pesar” e falou com carinho de sua proximidade com a família Arafat.
Ainda hoje, muitos dos mapas do Vaticano de peregrinação dos católicos e passeios turísticos deixam de mencionar Israel.
Para piorar as coisas, os líderes evangélicos mostram que merecem quando a mídia esquerdista os agrupa na mesma categoria da antiga hostilidade católica contra Israel, chegando ao ponto de sugerir que a Inquisição anti-judaica não era distintivamente católica, mas “cristã,” como se todos os cristãos estivessem igualmente envolvidos em torturas e matanças de judeus.
Ainda que os líderes evangélicos do início dos Estados Unidos abraçassem os judeus e condenassem o Vaticano, os tempos mudaram. Hoje. As grandes denominações protestantes dos EUA abraçam o Vaticano e condenam Israel.
Os evangélicos dos EUA estão cada vez mais perdendo sua voz profética sobre Israel e contra os inimigos dos judeus, principalmente os muçulmanos. Por isso, não é de admirar que quando eles se encontram com o papa, eles não conseguem expressar sua condenação acerca da hostilidade católica histórica e atual contra Israel. Eles também não conseguem condenar as alianças do Vaticano com o islamismo.
A única atitude corajosa num encontro com um papa veio não de protestantes, mas de um líder judeu. Em 2013, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu se encontrou com o Papa Francisco no Vaticano, e deu ao líder da Igreja Católica “The Origins of the Inquisition in Fifteenth Century Spain” (As Origens da Inquisição na Espanha do Século Quinze), um livro que em grande parte gira em torno de católicos espanhóis questionando, torturando e castigando judeus que haviam se convertido ao catolicismo, expondo como milhares de judeus foram expulsos da Espanha ou queimados vivos na estaca. Pior ainda, a inquisição de convertidos católicos (e o uso da tortura para descobrir “heréticos”) foi sancionada legalmente pela primeira vez pelo Papa Inocêncio IV, de acordo com o Business Insider.
A Revista Judaica (Jewish Journal) diz que “As Origens da Inquisição na Espanha do Século Quinze,” uma obra-prima acadêmica e um tomo minucioso sobre a Inquisição da Espanha, descreve como a Igreja Católica perseguia, e muitas vezes executava, multidões de judeus que, sob pressão, haviam se convertido ao catolicismo e que eram acusados de praticar secretamente o judaísmo.
O Business Insider comenta que “é importante pensar no contexto do livro, que foi escrito Ben-Zion Netanyahu, pai de Netanyahu. Ben-Zion era um historiador conceituado que trabalhava na Universidade Hebraica de Jerusalém e na Universidade Cornell nos EUA.”
A CBS News diz: “Ben-Zion Netanyahu, pai de Netanyahu, era um historiador israelense… Como ativista sionista que se opunha à divisão da Palestina entre árabes e judeus, ele era melhor conhecido em círculos acadêmicos por suas pesquisas acerca da Inquisição da Igreja Católica contra os judeus da Espanha na Idade Média.”
O Business Insider disse que “o livro argumenta que a perseguição contra os judeus não era realmente baseada em religião, mas em preconceito racial e inveja financeira que ecoariam anos mais tarde no Holocausto.”
Essa “inveja” tem sido cara demais para a Igreja Católica. Num artigo fascinante intitulado “Judeus tiveram papel fundamental na fundação dos Estados Unidos,” o WorldNetDaily mostra como os judeus foram decisivos na construção dos EUA em seu início. A maioria dos judeus no início dos EUA havia fugido do Brasil, expulsos, sob ameaças de morte da Inquisição e do governo católico. Eles acabaram fundando o primeiro sistema bancário dos EUA. Se o Brasil católico, ou até mesmo o Vaticano, tivessem abraçado esses judeus, eles estariam vivendo hoje a hegemonia financeira que os EUA gozam.
Mas a cultura católica antijudaica os impediu disso. Essa cultura era predominante em países católicos até mesmo recentemente.
Recordo de um menino que era isolado por outros estudantes numa escola pública em São Paulo. Ele era judeu e outros estudantes falavam dele como algum tipo de “praga.” Eu conseguia me identificar com ele. Como evangélico, eu era muitas vezes ridicularizado porque eu não me envolvia em celebrações católicas ou outros comportamentos impróprios na escola. Então, provavelmente eu era o único estudante que conseguia manter um contato normal com o estudante judeu.
O sentimento antijudeu dos outros estudantes vinha da cultura do Brasil, o maior país católico do mundo. Em contraste, respeito pelo catolicismo era supremo.
Não sei o que se poderia fazer para mudar a cultura católica contra Israel, mas os evangélicos dos EUA e do Brasil deveriam seguir o exemplo corajoso do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, que confrontou uma cultura católica antijudaica com apenas uma arma: um livro sobre a Inquisição.
Todo líder evangélico deveria abraçar Israel e seu direito exclusivo à Terra Prometida. Eles não deveriam rejeitar Israel por amor ao Vaticano e suas tradições.
E eles deveriam também dar ao papa livros sobre a Inquisição e recordar a ele que passou da hora da Igreja Católica parar de ser contra Israel.
No entanto, se eles continuarem a abraçar o Vaticano à custa de Israel, todos eles deveriam também receber livros sobre a Inquisição das mãos de corajosos Netanyahus.
Sem perceber, Netanyahu se tornou uma inspiração profética para os evangélicos em seu relacionamento com o Vaticano.
Com informações do WorldNetDaily, Business Insider, Israel National News, Janet Levy, CBS News e Jewish Journal.
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27 de julho de 2015

A paralisia infantil não foi conquistada, foi redefinida


A paralisia infantil não foi conquistada, foi redefinida

Marco Cáceres
Talvez o exemplo mais chocante de truque esperto (… sem mencionar revisionismo descarado e grosseiro da história) por parte das autoridades de saúde dos Estados Unidos ocorreu em 1954 quando o governo dos EUA mudou o critério de diagnóstico para a paralisia infantil. Foi o ano em que Jonas Salk, pesquisador médico e virologista, produziu sua vacina injetável de pólio inativo. A vacina foi autorizada em 1955 e começou a ser usada para inocular milhões de crianças contra a pólio.
A vacina Salk tem sido amplamente aclamada como conquistadora da pólio, e é comumente usada como o exemplo resplandecente de como as vacinas são as drogas miraculosas para combater doenças infecciosas… e agora até mesmo doenças que não são infecciosas. Selecione alguma doença, enfermidade ou distúrbio que quiser. Se você tem câncer, cólera, alergia de amendoim, estresse, obesidade… a indústria farmacêutica desenvolverá uma vacina para isso.
O que os defensores da vacina Salk regurgitam de um script comum (…alguns poderiam dizer Escritura Sagrada) é que antes que a vacina fosse introduzida e testada em um milhão de crianças — os tão chamados “Pioneiros da Pólio” — em 1954 mais de 50 mil pessoas nos EUA estavam contraindo a pólio a cada ano, e que no final da década de 1950 os números haviam baixado para menos de 10 mil. Conclusão: a vacina Salk salvou os EUA da pólio. Caso encerrado.
Humm, não tão rápido.
O que foi convenientemente omitido dessa história heroica é que a razão que o número de casos de pólio nos EUA caiu de modo tão precipitado depois da introdução em massa da vacina Salk em 1955 não foi médica, mas em vez disso administrativa. Sim, é verdade, em 1952 houve 52.879 de casos registrados de pólio nos EUA. E sim, em 1955 o número caiu para 28.985, e em 1959 havia caído para 8.425. Mas primeiramente, é importante notar que os números já estavam caindo de modo significativo antes do uso inicial da vacina Salk. Em 1953, houve 35.592 de casos de pólio nos EUA. Portanto, havia outras coisas ocorrendo nos EUA na época sem nenhuma relação com a vacina Salk.
Contudo, o que é mais importante é que em 1954 o governo dos EUA simplesmente redefiniu a pólio. Sim, o governo pode fazer isso. Ele faz esse tipo de coisa ocasionalmente para ajudar a atingir seus objetivos de políticas públicas quando fica sem capacidade de realmente alcançá-los. Quantas vezes ficamos sabendo do Congresso fazendo trapaças e distorcendo a verdade, fazendo uso de propaganda engenhosa com o déficit do orçamento nacional ou na questão do índice de desemprego? Isso mesmo.
No que se refere ao governo e políticas públicas, a verdade é raramente absoluta. Tal é a natureza da besta.De acordo com o Dr. Bernard Greenberg, diretor do Departamento de Bioestatística da Escola de Saúde Pública da Universidade da Carolina do Norte:
“A fim de se qualificar para a classificação de poliomielite paralítica, o paciente tinha de exibir sintomas paralíticos por pelo menos 60 dias depois do início da doença. Antes de 1954, o paciente tinha de exibir os sintomas paralíticos por apenas 24 horas. A confirmação de laboratório e a presença de paralisia residual não eram exigidas. Depois de 1954, a paralisia residual era decidida entre 10 e 20 dias e de novo entre 50 e 70 dias depois do início da doença. Essa mudança na definição significou que em 1955 os EUA começaram a fazer registro de uma nova doença, isto é, a poliomielite paralítica com uma paralisia de duração mais longa.
Conforme escrevi em meu artigo “O Mito do ‘Milagre’ Salk”…
“Sob a nova definição de pólio, milhares de casos que teriam antes sido considerados como pólio não mais seriam considerados como pólio. A mudança na definição estabeleceu a base para criar a impressão de que a vacina Salk era eficaz.
Daí, como o radialista Paul Harvey costumava dizer por décadas no final de cada um de seus comentários fascinantes: “E agora vocês sabem… o resto da história.”
Traduzido por Julio Severo do artigo original em inglês do Vaccine Reaction: Polio Wasn’t Vanquished, It Was Redefined
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26 de julho de 2015

Silas Malafaia detona esquerdopatas gospel


Silas Malafaia detona esquerdopatas gospel

Julio Severo
Já não era sem tempo: Silas Malafaia, como um dos maiores pastores pentecostais do Brasil, faz forte denúncia contra pastores que abraçaram o esquerdismo.
Embora ele não mencionasse que todos eles são movidos pela Teologia da Missão Integral, pelo menos ele disse que eles seguem a ideologia de Karl Marx. Para assistir ao vídeo dele, siga este link: https://youtu.be/kEVzhA0tZqo
Entre os grandes pastores do Brasil, é a primeira vez que um pastor repreende fortemente pastores esquerdistas.
Falta agora Malafaia identificar o elo comum entre todos esses pastores: a Teologia da Missão Integral.
Encorajo você a assistir e divulgar amplamente o vídeo do Malafaia neste link: https://youtu.be/kEVzhA0tZqo
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25 de julho de 2015

Desafiando pastores, Obama promove agenda homossexual no Quênia


Desafiando pastores, Obama promove agenda homossexual no Quênia

CBN News
Apesar de pedidos de líderes africanos para que deixasse suas opiniões sobre a homossexualidade confinadas aos EUA, o presidente Barack Obama diz que ele planeja fazer dos direitos gays parte de sua agenda durante sua viagem à África.
Obama enfrentou muitas críticas e crescentes pedidos de organizações LGBT para pressionar essa questão de modo agressivo na África.
Enquanto isso numa carta, muitos políticos e líderes religiosos do Quênia avisaram o presidente dos EUA de que qualquer tentativa de falar de direitos gays não seria bem-vinda no Quênia.
“Não queremos que ele venha e fale sobre a homossexualidade no Quênia ou nos pressione a aceitar aquilo que é contra a nossa fé e cultura,” disse Mark Kariuki, o principal idealizador da carta.
Kariuki lidera uma aliança que representa 38.000 igrejas e 10 milhões de cristãos quenianos.
“Ele pode falar sobre desenvolvimento; ele pode falar sobre cooperação; ele pode falar sobre o relacionamento de muito tempo que o Quênia tem com os EUA. Mas sobre nossas convicções e cultura — ele deve ficar longe!” disse ele.
Obama usou suas viagens anteriores à África para exortar os governos a respeitar direitos gays. Kariuki disse que a carta aberta é um aviso para o presidente.
“A família é a força de uma nação. Se a família for destruída, então a nação é destruída,” Kariuki disse. “Então, não queremos abrir as portas para nossa nação ser destruída!”
A homossexualidade é ilegal no Quênia e em 36 outros países africanos.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da CBN (Rede de Televisão Cristã dos EUA): Obama Ignores Pastors: Gay Rights on Kenya Agenda
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24 de julho de 2015

Obama Redefinirá a Família para o Mundo?


Obama Redefinirá a Família para o Mundo?

Dr. Stefano Gennarini
NOVA IORQUE, EUA, 24 de julho (C-Fam) O fato de que o governo de Obama colocou direitos LGBT como prioridade da política externa dos EUA tem provocado repercussão negativa contra os direitos LGBTs em muitas partes do mundo. Mas depois de fracassos frequentes para redefinir a família para incluir a homossexualidade, algo pode estar para mudar na sede da ONU.
A campanha de vários anos de Obama para descartar a antiga tradição da Declaração Universal de Direitos Humanos que diz que a família é a “unidade natural e fundamental da sociedade” poderá surtir efeito enquanto a ONU celebra o aniversário de 70 anos de sua fundação em setembro deste ano, e um novo acordo sobre desenvolvimento for adotado pelos líderes mundiais.
Os delegados da ONU estão mergulhados nas duas semanas finais de negociações para lançar um enorme plano novo de desenvolvimento da ONU para lidar com a pobreza e promover desenvolvimento econômico e social que seja favorável ao meio-ambiente. Os assuntos para negociação são muitos, mas no fundo da mente de todos está também o destino da família.
A Declaração Universal de Direitos Humanos e outros acordos obrigatórios e não obrigatórios da ONU reconhecem a família como resultante da união de um homem e uma mulher que livremente casam. As leis e políticas internacionais estabelecem normas para crianças nascidas em situações irregulares ou fora do casamento para que não sofram discriminação, e proteções especiais para mães solteiras, mas não reconhecem relações de mesmo sexo como capazes de constituir uma família.
Em anos recentes os países membros da ONU têm rejeitado a frase “várias formas da família” em acordos da ONU, pois os países da América do Norte e da Europa a veem como reconhecendo “famílias” de mesmo sexo, e não parece que tal linguagem pode terminar num acordo da ONU tão cedo.
Delegados do mundo todo disseram ao C-Fam, que publica o Friday Fax, que os diplomatas dos EUA nos níveis mais elevados estão pressionando capitais e missões para pedir que os países suavizem sua postura sobre linguagem de família em resoluções da ONU. As delegações que não conseguem apoiar direitos LGBT são geralmente solicitadas a se abster e não comparecer para as votações sobre resoluções. Nesse caso, elas são solicitadas para se abster de propor linguagem da Declaração Universal de Direitos Humanos.
Até mesmo os inimigos ferrenhos de direitos LGBT parecem prontos para rejeitar linguagem enraizada que declara a família como a “unidade natural e fundamental da sociedade.” Uma exceção são as declarações fortes de países africanos.
Um delegado de Camarões disse na Assembleia Geral que sua delegação queria ver “família” e “cultura” reconhecidas no acordo final.
O embaixador Usman Sarki da Nigéria estava também inflexível na postura de ver a família natural refletida no resultado final e não “várias formas da família.”
Sarki disse: “Não existe justificativa racional possível para os países membros se sentarem num conclave sobre questões que não darão para ser implementadas em nível nacional.” Numa referência à pressão em favor de direitos LGBTs, ele disse: “O aborto, por exemplo, ou reconfiguração da família, ou endossar conduta que vai contra a convicção de práticas tradicionalmente aceitas.”
O reconhecimento de “famílias” de mesmo sexo pode ainda estar longe, mas se o governo de Obama conseguir o que quer e convencer os países membros da ONU a abandonar a Declaração Universal de Direitos Humanos, pode preparar o caminho para o reconhecimento futuro de relacionamentos homossexuais como família nas leis e políticas internacionais.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
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