30 de novembro de 2015

Autoridades da ONU Promovem Casamento Homossexual na América Latina por meio da Cultura da Celebridade, Ativismo Judicial e Medidas Executivas Além do Permitido


Autoridades da ONU Promovem Casamento Homossexual na América Latina por meio da Cultura da Celebridade, Ativismo Judicial e Medidas Executivas Além do Permitido

Dr. Stefano Gennarini
NOVA IORQUE, EUA, novembro (C-Fam) Organizações LGBT na América Latina e seus apoiadores na sede da ONU têm grandes planos para a região. Mas esses planos não envolvem os representantes democraticamente eleitos do povo do continente.
As autoridades da ONU lançaram um novo vídeo da cerimônia de casamento lésbico da superestrela brasileira Daniela Mercury para promover direitos lésbicos, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT) durante a Assembleia Geral na semana passada. Mercury vendeu mais de 20 milhões de álbuns mundialmente e anteriormente foi casada com dois homens. Ela tem sido a embaixadora da UNICEF para as crianças por mais de 20 anos.
O vídeo intitulado “Celebrando o Amor” apresenta Mercury e a jornalista Malu Vercosa em vestidos brancos durante uma cerimônia e recepção com a família e amigos.
“Todos os tipos de famílias têm os mesmos direitos como os de homem, mulher e filhos biológicos,” Vercosa disse no evento realizado pela Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, El Salvador e Uruguai junto com a burocracia de direitos humanos da ONU.
Mercury deu um discurso explosivo enquanto atirava beijos, abanava os braços e improvisava refrãos de suas músicas populares, repetidamente chamando a si mesma de “rainha.”
“Não sou a Cinderella nem a Bela Adormecida,” ela disse. “Sou uma rainha má. A rainha má da macumba” — usando um termo afro-brasileiro, ainda que Mercury seja branca. Ela citou a anarquia, o matriarcado e mulheres poderosas como parte de seu projeto artístico pessoal imediatamente depois. Ela falou de lutar para se tornar uma “rainha” contra os homens que achavam que eram melhores do que ela.
“Não vou ser submissa. Nunca aceitei isso como mulher, e não aceitarei isso como lésbica, ou o que quer que eu seja,” Mercury disse. “Não sou pior por ser lésbica. Agora sou subversiva, sou rainha e sou provocativa.”
Quando indagada como ela poderia se casar com uma mulher depois de casar com dois homens numa entrevista coletiva à imprensa mais cedo no dia, ela disse que não compreendia a pergunta. “Mulheres têm pele macia, o cheiro delas é maravilhoso,” ela explicou. “Gosto de pessoas de todas as cores e tipos,” ela disse, descrevendo seu lar como um casa de 10 mulheres, inclusive 3 crianças adotadas e bichos de estimação.
O assistente do representante da Argentina que moderou o evento como meio de prevenção respondeu por que a ONU promoveria o casamento de mesmo sexo, ainda que seja amplamente reconhecido que não é um direito humano.
A meta do movimento LGBT não é apenas tolerância ou até mesmo não discriminação, ele disse, mas “ampliar a extensão do reconhecimento de direitos LGBTI.”
Daniel Radcliffe, que é autoridade da ONU, expressou militância ao introduzir o vídeo preparado por seu escritório.
“A luta pelos direitos humanos pode realmente ser uma luta,” ele disse, pedindo compromisso e coragem para “lutar esta luta,” e “desmantelar estereótipos.”
O vídeo é parte da polêmica Campanha Livres e Iguais da burocracia de direitos humanos da ONU. A campanha busca contornar a ausência de um mandato para a burocracia da ONU promover direitos LGBT. Direitos LGBT não são universalmente reconhecidos pelos países membros da ONU e não são parte das leis internacionais de direitos humanos.
No evento estava também Tracy Robinson, uma autoridade jamaicana da Organização dos Estados Americanos encarregada de promover direitos LGBT na América Latina, que descreveu os sucessos e fracassos do movimento LGBT na região.
Ela frisou o “papel fundamental” do Executivo na América Latina como modelo para os países no mundo inteiro.
“Normas de não discriminação foram introduzidas orginalmente com decretos executivos,” ela explicou, descrevendo o caminho legislativo como “traiçoeiro” por causa da falta de apoio do povo à causa LGBT. Ela também frisou o papel das instituições nacionais de direitos humanos como fundamentais.
Continuando, ela disse que consolidar os ganhos no cumprimento das leis criminais e mecanismos judiciais era essencial junto com melhor coleta de dados sobre crimes de ódio contra LGBT, os quais ele descreveu como “casuais ou não existentes” até agora.
A América Latina é o grande caso que estabelecerá precedente para a promoção de direitos LGBT. Os Estados Unidos, os países nórdicos e europeus vêm despejando dinheiro na Organização dos Estados Americanos, e em organizações governamentais e não governamentais por uma década para mudar leis e políticas e promover a aceitação social da homossexualidade.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
Burocracia da ONU Imporá “Direitos LGBT,” Apesar de Tensões

29 de novembro de 2015

O herói que “traiu” o país que traiu Israel


O herói que “traiu” o país que traiu Israel

Alexandre Nigri
Comentário de Julio Severo: O mínimo que um país pode fazer por outro com quem tem uma aliança de amizade é lhe revelar segredos vitais para sua segurança e sobrevivência. Os EUA da época de Ronald Reagan, o presidente mais conservador da história recente dos EUA, tinham as duas coisas: 1. Uma aliança de amizade com Israel. 2. Segredos vitais para a segurança e sobrevivência de Israel. Com sua vasta de rede de espionagem e serviços de inteligência, os EUA de Reagan estavam de posse de informações secretas sobre armas que os países vizinhos muçulmanos de Israel tinham e como pretendiam usá-las. A obrigação moral dos EUA de Reagan era honrar a aliança de amizade com o amigo de Israel e contar os segredos assassinos de seus vizinhos. Mas os EUA nunca fizeram isso, de modo que um americano de ascendência judaica chamado Johathan Pollard, que trabalhava nos serviços americanos de inteligência e sentindo na sua consciência que não estava certo os EUA reterem segredos vitais para a sobrevivência de Israel, resolveu secretamente revelar para Israel o que os EUA de Reagan não revelavam. Com essas informações, Israel pôde se defender melhor. Nesse ponto, fica a pergunta: Quem traiu quem? Se foi errado Pollard trair os EUA, foi certo os EUA trairem Israel, sendo-lhe infiel pelas costas? Tendo sido condenado e preso durante o governo Reagan, Pollard cumpriu uma sentença injusta de 30 anos de prisão por ter “traído” um país que traiu a amizade de Israel. Ele deveria ser considerado um “traidor” e “criminoso”? Na minha opinião, ele é um herói que merece nossa admiração.
Jonathan Pollard
O espião israelense Jonathan Pollard, preso em 1985 e condenado à prisão perpétua em 1987, nos Estados Unidos, foi libertado na manhã do último dia 20, anunciou a polícia israelense em comunicado. Pollard, ex-analista da inteligência da Marinha americana, é preciso que se diga, teve papel fundamental no desdobramento de silenciosos ataques travados cirurgicamente nos anos 80 por Israel às instalações de beneficiamento de armas de destruição em massa no Oriente Médio.
Mas isso só foi possível porque Jonathan Pollard percebeu que muitas das informações como fotos de satélites, mapas e informações confidenciais (assim classificadas) e que faziam referência a centrais logísticas e de fabricação de armas químicas e biológicas na Síria, na Líbia e, em especial, reatores nucleares para enriquecimento de urânio no Iraque com o propósito de atacar Israel eram vistas com distância pela política internacional do então presidente Ronald Reagan. Tais documentos também incluíam o projeto de armamento de míssil balístico que alcançaria Tel-Aviv e a Europa, visando atacar alvos civis.
Apesar dos vários acordos de cooperação assinados entre Estados Unidos e Israel, em especial o Memorando de Entendimento – Iniciativa de Cooperação e Estratégia de Defesa, assinado em 1981 e pelo qual o pequeno Estado passaria ser o maior aliado dos Estados Unidos no Oriente Médio, Pollard entendia que, ao não ser informado de tais ameaças, Israel estava sendo privado das informações fundamentais que lhe garantiriam possibilidade de autodefesa e que poderiam colocar milhares de vidas em risco.
Para Pollard, um americano nascido no Texas em 1954 e de origem judaica, o dilema estava armado. Faz-me de alguma maneira lembrar o livro A Escolha de Sofia, que virou filme estrelado por Meryl Streep, em que uma prisioneira polonesa do campo de concentração de Auschwitz recebe a terrível e inumama possibilidade de escolher um “presente” dos nazistas: entre salvar o filho ou a filha, qual deles será executado e qual deles sobreviverá? Ela escolhe o menino, que é mais forte e tem mais chances na vida, mas nunca mais teria notícias dele. Atormentada, Sofia acaba se matando anos depois.
Já de posse das informações, Israel, por ordem do primeiro-ministro Menachem Begin, guiou-se por esses dados, que incluíam mapas e fotografias de satélites, e, cirurgicamente, atacou e destruiu instalações de um reator nuclear de 70 megawatts, localizado 28 quilômetros ao sul de Bagdá, capaz de enriquecer urânio e produzir uma bomba equivalente à utilizada em Hiroshima. Foi o primeiro ataque aéreo a instalações nucleares da história. Um número não revelado de aviões F-15 e F-16 destruíram pontualmente os alvos ordenados e retornaram à base em segurança.
Em 1985, o contrariado governo norte-americano descobriu o vazamento de documentos pelas mãos de Pollard, e com isso armou-se uma das maiores zonas de tensão na relação da grande aliança americana-israelense. Pollard tinha instruções do governo sionista: se fosse descoberto, deveria buscar refúgio na embaixada de Israel em Washington, o que ele fez imediatamente. No entanto, quando Pollard e sua ex-mulher chegaram à embaixada, foram deliberadamente entregues ao FBI. Israel não poderia cooperar com quem traiu seu maior aliado: “O inimigo do meu amigo será meu inimigo”.
Pollard nunca teve um julgamento, mas foi levado à prisão perpétua, tendo cumprido 30 anos de pena até sexta-feira passada. Durante sua defesa, alegou insistentemente em suas petições que havia levado a seus superiores da inteligência naval americana a necessidade de informar ao pequeno Estado aliado o perigo iminente das armas de destruição em massa que estavam sendo desenvolvidas ; como resposta, Pollard ouvira que “judeus se apavoravam quando ouviam falar em gases químicos”. Ele foi submetido por nove meses ao detector de mentiras; o FBI constatou que sua causa não era por dinheiro, mas ideológica. Que Jonathan Pollard cometeu crime de quebra de confidencialidade por entender que essa era a única maneira de defender Israel.
Pollard realmente foi um idealista em sua guerra solitária. Um lobo solitário do bem. Um herói traidor que salvaria seu filho Israel dos nazistas, mas condenaria sua filha liberdade à prisão perpétua.
Muitos foram os movimentos que se formaram para libertar Pollard. Presidentes como Bill Clinton trataram de conceder perdão – neste caso, a pedido de Yitzhak Rabin, à época primeiro-ministro de Israel. Mas, depois do assassinato de Rabin, Clinton desistiu de sua promessa por alguma razão. Outras tentativas de troca de prisioneiros foram esboçadas pelo sucessor de Rabin, o primeiro-ministro Shimon Peres, mas sem sucesso.
Na década de 2010, eu vivia nos Estados Unidos e, juntamente com alguns amigos e a comunidade do Norte de Miami, fizemos um abaixo-assinado com mais de 10 mil assinaturas e o enviamos à Casa Branca. Inúmeras foram as iniciativas como a construção de sites e o envio de representantes da sociedade civil à Casa Branca, mas nada surtiu efeito.
Em junho de 2008, fui a Israel junto com uma comitiva de empresários que tinha como parte da agenda uma visita à casa de Peres, então presidente de Israel. Uma vez na sala de reuniões, acerquei-me ao presidente e fiz a seguinte pergunta: “Sr. Peres, sendo nosso povo um povo que não se esquece de seu passado, que respeita democraticamente todas as tradições, as crianças, as mulheres e anciãos, mas principalmente seus heróis como Abraão, Isaac, Jacó, Moisés e Davi, como pode ser possível que deixemos Pollard para trás?” Ele me respondeu: “Sr. Nigri, esta questão é muito complicada para lhe explicar apenas nesta audiência”. E assim, diante dos enfezados agentes do Mossad com cara de ninjas prestes a atacar, retirei-me para voltar ao Estados Unidos de mãos vazias.
Já se foram 30 anos de prisão de Pollard e eu me pergunto se haveria agido corretamente o ex-agente por quebrar as regras do jogo e, possivelmente, salvar milhares de pessoas. Aristóteles, em Ética a Nicômaco, diz: “Embora ambos, Platão e a verdade, nos sejam caros, o dever moral nos impõe preferir a verdade”. No Evangelho de João, Jesus disse ao povo judeu: “conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. Para o filósofo e escritor irlandês Oscar Wilde, chama-se ética o conjunto de coisas que as pessoas fazem quando todos estão olhando. O conjunto de coisas que as pessoas fazem quando ninguém está olhando chama-se caráter.
Para mim, Pollard infringiu a moral individual, sim, mas em nome da ética. A ética está acima dos indivíduos e da moral individual, é o que entendemos por bem comum, as iniciativas que devemos ter para o bom convívio social e para o livramento do mal em nome do bem de todos. E este é o único norte pelo qual devemos nos guiar, é o “um por todos e todos por um”.
Israel é considerada a única democracia no Oriente Médio, acredita na liberdade de expressão e no amplo direto de ir e vir. Vive em constante ameaça desde sua fundação, em 1948, e por isso a luta de cada homem faz a diferença, ainda que seja por suas difíceis escolhas. Escolhas essas que possam custar sua própria liberdade, mas em nome de um bem maior, do seu semelhante, do bem comum.
Alexandre Nigri, administrador de empresas, é CEO da MCP Realty.
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
Questões judaicas: um esclarecimento aos cristãos sobre sua percepção dos judeus

28 de novembro de 2015

Putin diz que Israel e Rússia continuarão a compartilhar informações de inteligência sobre ações antiterrorismo


Putin diz que Israel e Rússia continuarão a compartilhar informações de inteligência sobre ações antiterrorismo

A Rússia continuará a compartilhar informações antiterrorismo com líderes israelenses, disse o presidente russo Vladimir Putin na sexta-feira, de acordo com Sputnik, site noticioso estatal.
Primeiro-ministro de Israel e presidente russo
“Continuaremos a manter contatos com líderes israelenses para estabelecer uma paz justa, abrangente e permanente no Oriente Médio, para compartilhar informações sobre a trajetória antiterrorismo,” Putin disse de acordo com o site, durante uma cerimônia para entregar credenciais a 15 novos embaixadores na Rússia, inclusive o embaixador de Israel.
Os comentários de Putin ocorreram poucos dias depois que uma autoridade da Força Aérea de Israel disse que Israel não abateria jatos russos que voem em seu espaço aéreo, principalmente sobre as Colinas de Golã.
Putin se reuniu com o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu em setembro para discutir a guerra civil que está ocorrendo na Síria.
De acordo com o jornal The Economist, os dois líderes concordaram que a Rússia não prejudicaria os interesses estratégicos israelenses na Síria, os quais incluem impedir que armas cheguem ao Hezbollah no Líbano, e Israel pararia de ajudar grupos que lutam para remover o presidente sírio Bashar Assad.
Separadamente, o general-de-divisão Yair Golan, vice-chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel, se encontrou com Nikolai Bogdanovski, vice-chefe do Estado-Maior da Rússia, em outubro para discutir a coordenação de atividades na Síria, para evitar colisões inesperadas.
A Turquia, que exige que Assad deixe a presidência para resolver o conflito na Síria, recusa pedir desculpas por abater um avião russo de guerra na quarta-feira passada perto da fronteira síria.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do Algemeiner: Putin Says Israel and Russia Will Continue Sharing Intelligence on Anti-Terrorism
Leitura recomendada:

27 de novembro de 2015

Matt Drudge: “Os EUA vêm armando o ISIS”


Matt Drudge: “Os EUA vêm armando o ISIS”

Douglas Ernst
O primeiro tuíte em meses de Matt Drudge veio com uma mensagem enigmática: “Uma verdade chocante está se revelando: Os Estados Unidos vêm armando o ISIS.”
O governo de Obama está há semanas sendo assolado por notícias de que armas americanas fornecidas aos rebeldes sírios estavam inadvertidamente acabando nas mãos de grupos terroristas. O tuíte de terça-feira de Matt Drudge, que é um gigante na mídia americana, faz referência a algo muito mais sinistro.
Os grandes meios de comunicação dos EUA fizeram cobertura da incompetência dos rebeldes treinados pelos EUA de Obama no início de novembro, mas não havia evidência de que Obama deliberadamente enviou armas para redes terroristas determinadas a atacar os EUA.
“Os rebeldes moderados que haviam sido armados e treinados pelos Estados Unidos se renderam ou desertaram para os extremistas enquanto o grupo Jabhat al-Nusra, filiado à al-Qaida, eliminaram as cidades e vilas que os moderados controlavam na província do norte de Idlib, no que parecia um esforço conjunto para conquistar o moderado Exército Sírio Livre, de acordo com comandantes rebeldes, ativistas e analistas,” informou o jornal Washington Times em 2 de novembro.
Para ler o restante desta reportagem, em inglês, clique aqui.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Matt Drudge: “America has been arming ISIS”
Leitura recomendada:

26 de novembro de 2015

Por que xingar? Uma resposta a Olavo de Carvalho


Por que xingar? Uma resposta a Olavo de Carvalho

Julio Severo
Comentário público do filósofo Olavo de Carvalho em seu perfil de Facebook (postado em 25 de novembro de 2015):
“O Papa Francisco pode estar realmente colaborando com as ambições globalistas, mas o Conselho Mundial das Igrejas (protestante) já colabora há quarenta anos. Isso o canalha do Julio Severo não conta.”
O comentário dele foi postado horas depois que divulguei publicamente em meu Facebook a publicação, no portal conservador americano Barbwire, do meu artigo “Catholic Church Paid Millions in Dollars to Facilitate Immigrant Invasion in U.S.,” cuja versão em português é: “Igreja Católica recebe milhões de dólares para facilitar invasão de imigrantes nos EUA.”
Neste artigo, nenhum palavrão foi usado contra o papa ou a Igreja Católica.
Eu não gosto e não uso palavrões. Mas mesmo que eu gostasse, o Barbwire, onde sou colunista, tem uma política inflexível de postagem, que diz: “Não temos nenhuma tolerância para com comentários contendo violência, racismo, vulgaridade, palavrões, letras maiúsculas ou conduta descortês. Obrigado por fazer parceria conosco para manter um ambiente público cortês e útil onde possamos nos engajar em conversas razoáveis.”
O comportamento cortês separa conservadores de esquerdistas. O hábito de palavrões é apropriado para esquerdistas, não conservadores cristãos.
Portanto, se eu chamasse o papa, a Igreja Católica ou Olavo de “canalha,” eu seria com justiça repreendido ou expulso do Barbwire.
Meu artigo no Barbwire foi baseado nas denúncias feitas por Cliff Kincaid, um católico americano que já entrevistou Olavo. Assim, minha fonte principal foi Kincaid. Como Olavo não conseguiu perceber isso se deixei claro, dando total crédito à fonte? Se ele não havia percebido isso, o que ele fará agora? Xingar Kincaid de “canalha”?
Tenho divulgado no Brasil alguns artigos denunciando a colaboração do Papa Francisco com ambições globalistas. Alguns desses artigos são de fontes católicas pró-vida. Outros são do portal conservador WND (WorldNetDaily), principalmente a reportagem “Vaticano se alinha com a ONU para a formação do governo mundial.” Se Olavo está descontente por causa dessa denúncia do WND, por que xingar o tradutor, não o publicador original?
Sobre o Conselho Mundial de Igrejas, as denúncias mais detalhadas e profundas no Brasil contra essa instituição apóstata foram traduzidas e publicadas por mim.
Em 2014, publiquei em português a reportagem “Ressuscitando a Teologia da Libertação,” escrita por Mark D. Tooley e publicado originalmente pela revista conservadora americana FrontPage.
Em 2007, publiquei em português a reportagem “Fantasmas soviéticos assombram o Conselho Mundial de Igrejas,” pelo mesmo autor e revista. Na época, o próprio site do Olavo em português publicou minha tradução.
Ambas as reportagens de Tooley mostram que o Conselho Mundial de Igrejas (CMI) está envolvido com a Teologia da Libertação, citando principalmente o Rev. Walter Altmann, que era então o moderador do CMI.
Logo depois que publiquei a denúncia de Tooley no Brasil (julho de 2007), o assessor do moderador do CMI entrou em contato comigo pedindo “diálogo” entre mim e Altmann.
Minha reposta: “O que há para dialogar? Walter Altmann precisa urgentemente dialogar com o Espírito Santo, se arrepender de seus muitos pecados e mudar de rumo enquanto é tempo. Deus é amor e misericórdia, mas também justiça. Cedo ou tarde, Altmann vai colher tudo o que plantou, pois Deus tarda, mas não falha.”
Há muitos outros artigos no meu blog contra o CMI. Nenhum deles xinga o CMI ou Altmann.
Nos EUA, o nome do Olavo consta como presidente do Instituto Interamericano, uma instituição conservadora com proeminentes personalidades conservadoras evangélicas e católicas. A missão dessa instituição é atacar a esquerda. Mas atualmente, o presidente dela está ocupado atacando, com muitos palavrões durante semanas, um homem que combate a esquerda e apoia Ronald Reagan desde a década de 1980, época em que Olavo ainda era esquerdista no Brasil.
Conheço pessoalmente alguns membros do Instituto Interamericano. Nenhum deles fala palavrão. Nunca ouvi, por exemplo, o evangélico John Haskins, que teve papel vital na fundação desse instituto, falar palavrões.
Mas quando o presidente desse instituto diz publicamente “Isso o canalha do Julio Severo não conta,” ele comete dois pecados: 1. Ele xingou um cristão conservador. 2. Ele mentiu, pois esse mesmo conservador já contou tudo o que precisava contar sobre o CMI.
Contudo, diferente da Igreja Católica, onde o papa governa, o CMI não governa todas as igrejas do movimento protestante e pentecostal. Ele só tem influência nas igrejas que são membros.
Eu, por exemplo, nunca frequentei uma igreja evangélica filiada ao CMI. Mesmo assim, contei tudo sobre o CMI que o Brasil precisava saber.
Eu só não contava nos EUA que no Brasil o Olavo é publicamente uma boca suja que ataca conservadores.
Palavrões e baixaria são comportamentos impróprios para conservadores, seja no Brasil ou nos EUA. Olavo, que vem me xingando desde 2013 quando rejeitei a Inquisição católica, precisa entender esse fato.
Versão em inglês deste artigo: Why Call Names? An Answer to Olavo de Carvalho
Leitura recomendada:

25 de novembro de 2015

Rússia: EUA realmente ajudaram ISIS


Rússia: EUA realmente ajudaram ISIS

Moscou culpa políticas americanas “irresponsáveis”

(BLOOMBERG) — As ações dos EUA no Oriente Médio ajudaram o Estado Islâmico a ganhar influência, disse o primeiro-ministro russo Dmitry Medvedev, de acordo com a Interfax.
Dmitry Medvedev
O fortalecimento do Estado Islâmico “se tornou possível em parte devido às políticas irresponsáveis dos EUA” que focaram no combate ao presidente sírio Bashar al-Assad em vez de juntar esforços para erradicar o terrorismo, Medvedev foi citado como dizendo em Kuala Lumpur no domingo. O presidente Barack Obama mais cedo no domingo disse que a Rússia está enfrentando uma escolha estratégica porque Assad não pode ficar. O governo de Obama recusou comentar no domingo sobre a declaração de Medvedev.
Os EUA contribuíram para o fortalecimento da al-Qaida, que levou aos acontecimentos de 11 de setembro de 2001, informou a Interfax, citando Medvedev. Só dá para combater a ameaça terrorista com união, ele disse.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Russia: U.S. actually helped ISIS
Leitura recomendada:

24 de novembro de 2015

Maçons alteraram investigação do Titanic para proteger elite, afirma arquivo secreto que apresenta lista de dois milhões de membros — inclusive Winston Churchill — e revela que grupo secreto de elites governou a sociedade inglesa por 200 anos


Maçons alteraram investigação do Titanic para proteger elite, afirma arquivo secreto que apresenta lista de dois milhões de membros — inclusive Winston Churchill — e revela que grupo secreto de elites governou a sociedade inglesa por 200 anos

Tom Witherow para o The Daily Mail e Martin Robinson para o MailOnline
Os maçons dominaram a investigação do afundamento do Titanic e podem ter permitido que personalidades ligadas às elites escapassem de culpa, conforme afirmação na noite passada.
A investigação da tragédia de 1912 que custou 1.500 vidas livrou a maioria dos envolvidos, inclusive os donos da empresa Linha Estrela Branca, do navio, e seu capitão.
Agora a publicação de um arquivo maçônico secreto — contendo dois milhões de nomes de membros de 1733 a 1923 — revela a dimensão do envolvimento maçônico nos graus mais elevados da sociedade britânica.
O arquivo contém os nomes de três reis, estadistas, juízes, oficiais militares de alta patente e bispos.
Especialistas creem que esse arquivo poderá levar a um reexame de quase 200 anos da história britânica, revelando a dimensão da influência maçônica em todos os níveis da sociedade britânica quando a Inglaterra era um dos países mais poderosos do mundo.
Os registros serão publicados online pelo serviço genealógico Ancestry.
Embora as ligações maçônicas de personalidades como Sir Winston Churchill, Oscar Wilde, Lorde Kitchener, Rudyard Kipling e Edward VIII sejam conhecidas, os registros oferecem a primeira visão abrangente do alcance da maçonaria durante o apogeu do Império Britânico.
Os registros revelam as íntimas ligações entre personalidades das elites envolvidas na investigação do afundamento do Titanic, noticiou o jornal Telegraph.
Uma investigação do Senado dos EUA focou especificamente na Câmara Britânica do Comércio, dizendo que o número pequeno de botes salva-vidas no Titanic era consequência de normas relaxadas.
Contudo, a investigação realizada na Inglaterra, dirigida pelo Lorde Mersey, inocentou a Câmara do Comércio.
O próprio Lorde Mersey era maçom, mostram os registros publicados recentemente. Ele foi iniciado em 1881 na Loja dos Advogados do Norte em Londres.
Crucialmente, Sydney Buxton, presidente da Câmara do Comércio, também era dessa loja, tendo sido iniciado em 1888 quando ele era parlamentar.
Os nomes de pelo menos dois dos membros da investigação que deram assessoria especializada — John Harvard Biles, especialista em arquitetura naval, e Edward Chaston, assessor graduado de engenharia — podem também ser encontrados no arquivo maçônico.
Lorde Pirrie, que não só era diretor do estaleiro Harland and Wolff em Belfast, o qual construiu o Titanic, mas também um dos diretores da empresa matriz da Estrela Branca, também parece ter sido maçom.
Nic Compton, que é um especialista em assuntos do Titanic, disse: “A investigação do Titanic na Inglaterra foi tachada de ‘farsa’ porque inocentou a maioria dos envolvidos. Só três passageiros foram entrevistados, e todos eram da primeira classe.”
Leitura recomendada:

23 de novembro de 2015

Igreja Católica recebe milhões de dólares para facilitar invasão de imigrantes nos EUA


Igreja Católica recebe milhões de dólares para facilitar invasão de imigrantes nos EUA

Julio Severo
Os maiores beneficiários da invasão de imigrantes nos EUA têm sido o islamismo — e a Igreja Católica, de acordo com um escritor católico americano. Se ele estiver certo sobre o grande envolvimento da Igreja Católica na invasão de imigrantes nos EUA, sua reportagem poderá ser uma pista importante para seus colegas católicos entenderem a invasão islâmica na Europa.
Embora o ganho islâmico seja óbvio, especialmente em expansão demográfica e religiosa na Europa e EUA, o ganho católico, que não tem sido tão evidente, tem sido principalmente financeiro.
A fonte dessa informação é Cliff Kincaid, um católico americano que geralmente vê conspiração e culpabilidade dos russos em todos os problemas do universo, mas que foi incrivelmente capaz de localizar esse problema imenso em sua própria igreja.
Kincaid disse: “De acordo com seu relatório financeiro para o ano de 2014, o ano mais recente com estatísticas disponíveis, a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos recebeu mais de 79 milhões de dólares em verbas governamentais para fornecer benefícios para os refugiados.”
Ele acrescenta que o governo dos EUA deu mais de 1,5 bilhão de dólares para organizações católicas durante os dois anos passados. Essas estatísticas incluem um aumento de 440 milhões (2008) para mais de 554 milhões (2010) só para uma organização católica: Catholic Charities USA.
De acordo com Kincaid, só a Conferência dos Bispos Católicos dos EUA recebe mais de 70 milhões de dólares de impostos por ano para recolonizar milhares de imigrantes, inclusive um grande número de muçulmanos, em cidades americanas que não suspeitam de nada. Catholic Charities em todo o território americano recebe mais milhões para fazer esse mesmo tipo de trabalho também.
Será que a Igreja Católica nos EUA se tornou um mero braço do Estado Assistencialista dos EUA?
Durante sua visita aos EUA, o Papa Francisco louvou as políticas pró-imigração do governo de Obama. E em resposta à recente onda de muçulmanos fugindo do Oriente Médio, Francisco apelou para os católicos da Europa, pedindo que toda paróquia, comunidade religiosa, monastério e santuário recebam uma família de refugiados. É certo que esse apelo beneficiará os invasores islâmicos. Mas quanto dinheiro, de parcerias governamentais, a Igreja Católica da Europa receberá por tudo isso?
Sobre os EUA, Kincaid disse: “A Igreja Católica nos EUA claramente preferiria trazer para os EUA imigrantes da América Latina, onde o catolicismo é ainda forte, e tê-los como membros das igrejas católicas nos EUA. O Centro Católico de Pesquisas Aplicadas no Apostolado informa que 40 por cento de todo o crescimento de paroquianos registrados em paróquias católicas dos EUA entre 2005 e 2010 foi de católicos hispânicos ou latino-americanos. Mas mesmo com a imigração em massa da América Latina, congregações católicas nos EUA estão ainda sendo fechadas. Uma organização chamada Future Church informa que centenas de paróquias foram fechadas ou incorporadas na Cidade de Nova Iorque, Filadélfia, Boston, Cleveland e muitos outros lugares urbanos e rurais. ‘Recentemente,’ essa organização informou, ‘a Arquidiocese de Nova Iorque incorporou ou fechou mais de 70 paróquias.’”
“O livro ‘The Red-Green Axis: Refugees, Immigration and the Agenda to Erase America,’ escrito por James Simpson, comenta que a Igreja Católica tem sido uma parte muito importante do movimento esquerdista que quer que os EUA abram suas fronteiras,” disse Kincaid. É óbvio que mais imigrantes nos EUA significa mais milhões de dinheiro de impostos para a Igreja Católica.
O site Observatório de Recolonização de Refugiados, de Ann Corcoran, comenta que a Igreja Católica Romana Santa Trindade em Syracuse, Nova Iorque, foi fechada pela Igreja Católica e foi alugada para uma sociedade islâmica que mudou o nome dela para Mesquita de Jesus Filho de Maria.
É o papel da Igreja Católica, em colaboração com o governo americano, para trazer milhares de “refugiados” aos EUA que fez com que Corcoran deixasse a Igreja Católica. Ela disse: “Em 2002, tendo sido criada na religião evangélica, me tornei católica. Durante alguns anos, adorei ser católica.” Tudo isso mudou começando em 2007 quando ela ficou sabendo que a Igreja Católica, em grande parte sendo financiada e dirigida pelo Departamento de Estado dos EUA, estava recolonizando “refugiados” majoritariamente muçulmanos nos EUA.
Como é que eu poderia ter dificuldade de acreditar na reportagem de Kincaid sobre a Igreja Católica facilitando a imigração islâmica? Em 2002, estive numa audiência sobre o aborto no Congresso Nacional, onde um proeminente deputado do PT disse que sua carreira política havia começado nas comunidades eclesiais da Igreja Católica. Essas comunidades, obcecadas pela Teologia da Libertação, estavam facilitando e até mesmo instigando revoluções marxistas no Brasil.
Em 2008, quando estive numa conferência pró-vida na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), um líder pró-vida católico me disse: “O Partido dos Trabalhadores nasceu aqui.” O PT é o partido que governa o Brasil. Então a Igreja Católica no Brasil muito facilitou o desastre marxista no Brasil. Minha única dúvida é se a Igreja Católica do Brasil recebeu dinheiro do governo para essa facilitação.
Eu pensava que a Igreja Católica dos EUA estava em melhor situação. E Kincaid também havia pensado que a situação no Brasil, que é a maior nação católica do mundo, estava melhor do que nos EUA, pois ele havia escrito uma reportagem no começo deste ano sugerindo que estava havendo uma “revolução antimarxista” no Brasil. Não, não houve. Mas tal revolução é extremamente necessária na Igreja Católica do Brasil, especialmente sua Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, fundada pelo cardeal marxista Hélder Câmara, que está em processo de beatificação.
Kincaid interpretou mal o cenário brasileiro, mas ao que tudo indica ele está certo sobre a situação católica nos EUA.
Depois que li a reportagem de Kincaid, conclui que a Igreja Católica não parece se importar com o fato de que os milhares de “refugiados” majoritariamente muçulmanos da Síria, do Oriente Médio e do Norte da África que estão invadindo a Europa e EUA vão mudar o panorama religioso e cultural dos EUA e Europa. Mas ela parece se importar muito com os milhões dólares de impostos que estão sendo canalizados através de suas instituições de “caridade” para “ajudar” imigrantes muçulmanos.
Ironicamente, enquanto os bispos católicos estão trazendo imigrantes muçulmanos para os EUA, congregações católicas estão sendo fechadas e muitas vezes virando mesquitas. O árabe é agora a língua que mais cresce nos EUA.
A situação é ainda pior na Europa, onde mais igrejas cristãs estão sendo fechadas e virando mesquitas. O islamismo está substituindo o Cristianismo como a religião dominante na Europa.
De acordo com Kincaid, os jornalistas americanos hesitam em investigar os milhões de dólares federais que estão indo para a Igreja Católica dos EUA. Qual é a fonte dessa hesitação ou medo?
A caridade é uma bela virtude cristã. Mas receber milhões do governo para trazer milhares de imigrantes muçulmanos não é caridade. É suicídio.
Miraculosamente, Kincaid não disse que o Kremlin ou Putin induziu a Igreja Católica a receber dinheiro do governo dos EUA.
Enquanto todos nós pensávamos que a Igreja Católica fazia caridade com dinheiro de seus próprios bolsos, é na verdade milhões, milhões e milhões de dinheiro governamental.
Mas a caridade cristã verdadeira não tem nada a ver com dependência ou parceria governamental.
Além disso, a suprema missão dos cristãos não é receber dinheiro do governo ou trazer milhares de imigrantes muçulmanos para nações cristãs. A missão deles é levar Cristo aos muçulmanos e outras pessoas. É enviar missionários cristãos para nações muçulmanas.
Mas onde há envolvimento de dinheiro governamental, o propósito e missão cristã são corrompidos e prostituídos.
Fico tentando imaginar quantas organizações protestantes estão igualmente recebendo dinheiro de imposto para facilitar a imigração islâmica. Essa caridade pervertida é normal entre protestantes esquerdistas.
Pelo menos na Igreja Católica dos EUA, parece que seus problemas, principalmente amor ao dinheiro governamental, começaram muito antes do Papa Francisco e outros papas.
Se é doloroso ver a Europa e os EUA sendo islamizados por milhares de imigrantes muçulmanos, é mais triste ver a Igreja Católica sendo paga para facilitar isso.
Com informações de Accuracy in Media. 
Leitura recomendada:
Artigos sobre Cliff Kincaid: