29 de fevereiro de 2016

Decência para Presidente


Decência para Presidente

Max Lucado
Como pai de três filhas, me reservava o direito de entrevistar o rapaz com quem elas iam sair. Parecia simplesmente justo para mim. Afinal, minha esposa e eu havíamos passado 16 ou 17 anos alimentando-as, vestindo-as, pagando aparelhos dentais e levando-as de carro a eventos. Um encontro face a face de cinco minutos com o rapaz era uma expectativa justa. Eu estava confiando o amor da minha vida a ele. Nas próximas horas, ela dependeria da capacidade dele de dirigir um carro, evitar más companhias e permanecer sóbrio. Eu queria saber se ele estava em condições de fazer isso. Eu queria saber se ele era decente.
Essa era minha palavra: “decente.” Ele se conduzia de modo decente? Ele trataria minha filha com bondade e respeito? Dava para confiar que ele a traria para casa em tempo? Em sua linguagem, ações e decisões, ele seria um rapaz decente?
Decência importava para mim como pai.
Decência é importante para você. Notamos a pessoa que paga suas dívidas. Apreciamos o médico que gasta tempo para escutar. Quando o marido honra seus votos matrimoniais, quando o professor gasta tempo para ajudar o aluno que tem dificuldades, quando o empregado recusa fazer fofoca de seu colega de trabalho, quando o time perdedor congratula o time vencedor, podemos caracterizar a conduta deles com a palavra decente.
Apreciamos a decência. Aplaudimos a decência. Ensinamos a decência. Buscamos a decência. A decência importa, certo?
Então, por que a decência não está se saindo melhor na corrida presidencial dos EUA?
O candidato principal para ser o próximo líder do mundo livre não seria aprovado em minha entrevista de decência. Eu o mandaria embora. Eu diria para minha filha ficar em casa. Eu não a entregaria aos cuidados dele.
Não conheço o sr. Trump. Mas tenho me desapontado com suas maneiras. Ele ridicularizou um herói de guerra. Ele zombou do ciclo menstrual de uma jornalista. Ele ridicularizou um jornalista deficiente. Ele se referiu à ex-primeira-dama Barbara Bush como “mamãe” e desdenhou de Jeb Bush por trazê-la em sua campanha. Ele rotineiramente chama as pessoas de “estúpidas,” “perdedoras” e “idiotas.” Esses comentários não foram casuais e raros. Foram transmitidos pelo Twitter, gravados e apresentados de modo público e intencional.
Tal insensibilidade não seria aceita nem mesmo numa eleição de alunos do ensino fundamental. Mas para a presidência dos EUA? E fazer isso brandindo a Bíblia e se gabando de sua fé cristã? Estou perplexo com a conduta dele e com o fato de que o público americano está apoiando essa conduta.
A explicação comercial para seu sucesso é este: ele está tirando vantagem da revolta do povo americano. Como um homem disse: “Estamos votando com uma atitude vulgar de desprezo.” Soa mais como um comentário apropriado para uma briga de gangue do que para uma eleição presidencial. Reações estimuladas por ira provocam problemas desde que Caim ficou irado com Abel.
Só podemos esperar, e orar, por uma volta da decência. Talvez o sr. Trump controlará melhor suas maneiras. (Com certeza, ele é um caso digno de oração.) Ou, talvez o público americano se lembrará de que o papel principal do presidente é ser a face dos Estados Unidos. Quando ele fala, ele fala pelos americanos. Quer concordemos ou discordemos das políticas do presidente, não esperamos que ele se conduza de um modo coerente com a condição da presidência?
Até onde me lembro, nunca rejeitei um homem com quem minha filha queria sair. Eles não eram perfeitos, mas eles eram rapazes decentes. Isso era tudo o que eu podia pedir.
Parece que deveríamos pedir o mesmo.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do site Max Lucado: Decency for President
Leitura recomendada:

28 de fevereiro de 2016

Muçulmana saudita pergunta: O que aconteceria se os cristãos cometessem atos terroristas contra os muçulmanos?


Muçulmana saudita pergunta: O que aconteceria se os cristãos cometessem atos terroristas contra os muçulmanos?

Bob Unruh
Uma muçulmana saudita escreveu um artigo pedindo que os adeptos do islamismo rejeitem a violência que vem sendo executada no nome do islamismo.
“Imagine um rapaz ocidental chegando aqui e executando uma missão suicida numa de nossas praças públicas no nome da Cruz,” escreveu Nadine Al-Budair, uma jornalista saudita que vivem no Qatar.
“Imagine que dois edifícios arranha-céus tivessem caído em alguma capital árabe, e que um grupo cristão extremista, usando roupas antigas de um milênio atrás, tivesse aparecido para assumir responsabilidade pelo ocorrido, enquanto ao mesmo tempo frisasse sua determinação de reviver ensinos cristãos ou algumas normas cristãs, de acordo com sua compreensão, de viver como na época [de Jesus] e seus discípulos, e implementar certos decretos de acadêmicos cristãos.”
Ela escreveu o artigo para o jornal do Kuwait Al-Rai, de acordo com o Instituto de Pesquisa de Mídia do Oriente Médio, que monitora os meios de comunicação do Oriente Médio.
“Imagine ouvir as vozes de monges e padres de igrejas e casas de oração no mundo árabe, gritando em alto-falantes e jogando acusações contra os muçulmanos, chamando-os de infiéis e cantando: ‘Deus, elimine os muçulmanos e derrote-os todos,’” ela escreveu. “Imagine que tivéssemos fornecido para um número infinito de grupos estrangeiros vistos, identidades, cidadanias, empregos bons, educação grátis, assistência médica moderna grátis, seguridade social, etc, e mais tarde um membro desses grupos aparecesse, cheio de ódio e sede de sangue, e matasse nossos filhos em nossas ruas, em nossos prédios, em nossos escritórios jornalísticos, em nossas mesquitas e em nossas escolas.”
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Saudi Muslim: Imagine Christians shooting at us
Leitura recomendada:

27 de fevereiro de 2016

Agora querem legalizar o incesto e a necrofilia


Agora querem legalizar o incesto e a necrofilia

Setor juvenil de partido sueco diz que a “lei não pode ser feita como resultado de algo que é nojento

(London Independent) O incesto entre irmãos e irmãs e a necrofilia deveriam ser legalizados, argumentou um setor do Partido do Povo Liberal Sueco.
O setor juvenil (LUF) do partido em Estocolmo votou a proposta polêmica em sua reunião anual no domingo.
A proposta pede a revogação de várias leis para tornar consensual a relação sexual entre irmãos e irmãs acima da idade legal de 15 anos, e também para permitir que as pessoas “deixem como herança” seus corpos para relações sexuais depois da morte sem o temor de que os perpetradores sejam processados.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Now incest and necrophilia ‘should be legal’
Leitura recomendada sobre a Suécia:

26 de fevereiro de 2016

Ganância das grandes empresas farmacêuticas está matando dezenas de milhares de pessoas no mundo inteiro: Pacientes são exageradamente medicados e muitas vezes recebem drogas lucrativas que têm poucos benefícios comprovados


Ganância das grandes empresas farmacêuticas está matando dezenas de milhares de pessoas no mundo inteiro: Pacientes são exageradamente medicados e muitas vezes recebem drogas lucrativas que têm poucos benefícios comprovados

Anna Hodgekiss e Ben Spencer
O ex-médico da rainha da Inglaterra pediu uma urgente investigação pública das práticas “sombrias” das empresas farmacêuticas.
Sir Richard Thompson, ex-presidente da Sociedade Real de Médicos da Inglaterra [equivalente ao Conselho Federal de Medicina do Brasil] e médico pessoal da rainha da Inglaterra por 21 anos, alertou que muitos medicamentos são menos eficientes do que se pensa.
O médico faz parte de um grupo de seis eminentes médicos que hoje está avisando acerca da influência das empresas farmacêuticas na prescrição de drogas.
Os especialistas, liderados pelo Dr. Aseem Malhotra, cardiologista do Serviço Nacional de Saúde da Inglaterra, afirmam que um grande número de pacientes recebe drogas inúteis — e muitas vezes prejudiciais — que eles não precisam.
Eles argumentam que as empresas farmacêuticas estão desenvolvendo medicamentos para dar lucro, em vez de terem probabilidade de dar benefício.
E eles acusam o Serviço Nacional de Saúde de cometer irresponsabilidade ao não enfrentar os gigantes farmacêuticos.
Sir Richard disse: “Chegou a hora de uma investigação total e pública do modo como se obtém e revela a evidência da eficácia das drogas.”
Escrevendo para o MailOnline, o Dr. Malhotra diz que conflitos comerciais de interesse estão contribuindo para uma “epidemia de médicos mal-informados e pacientes desinformados na Inglaterra e outros países.”
Além disso, ele acrescenta que o Serviço Nacional de Saúde está dando “tratamento exagerado” para seus pacientes, e afirmou que os efeitos colaterais de medicação excessiva estão levando a inúmeras mortes.
O Dr. Malhotra disse: “Não há dúvida de que uma cultura de ‘mais remédio é melhor’ está no coração do sistema de saúde, agravada por incentivos financeiros dentro do sistema para prescrever mais drogas e realizar mais procedimentos.”
Ele acusou as empresas farmacêuticas de “se aproveitarem do sistema” gastando em comercialização o dobro do que gastam em pesquisas.
O Dr. Malhotra diz que as drogas de prescrição muitas vezes fazem mais mal do que bem.
E nos EUA, estima-se que um terço de toda a atividade do sistema de saúde não traz nenhum benefício aos pacientes.
Essa estatística foi apoiada também por uma afirmação feita pela Dra. Marcia Angell, ex-editora do New England Journal of Medicine (Revista de Medicina da Nova Inglaterra).
Numa palestra dada na Universidade de Montana, em 2009, ela revelou que das 667 novas drogas aprovadas pela FDA nos EUA entre 2000 e 2007, só 11 por cento eram consideradas inovadoras ou melhorias de medicamentos existentes.
E três quartos eram essencialmente apenas cópias dos medicamentos antigos.
Considerando o fato de que a principal responsabilidade das empresas farmacêuticas é dar lucro para os acionistas — em vez de dar saúde para os pacientes —, isso está longe de causar surpresa.
Uma pessoa que tem sido franca sobre os perigos da medicação moderna é Peter Gotzsche, professor de projeto e análise de pesquisas na Universidade de Copenhague.
Ele estima que as drogas de prescrição sejam a terceira causa mais comum de morte depois de doenças do coração e câncer.
O problema com a administração de medicação excessiva é que quanto mais drogas você toma, mais probabilidade há de que você experimentará efeitos colaterais que são interpretados incorretamente por um médico ou enfermeira como sintoma de doença que precisa ser tratada com medicamentos adicionais.
Entre 2007 e 2012 a maioria das dez maiores empresas farmacêuticas pagou multas consideráveis por contravenções que incluíam comercializar drogas por usos fora do rótulo, interpretação incorreta dos resultados de pesquisa e esconder dados sobre malefícios.
Mas se tais multas funcionam como um impedimento é algo controverso quando a obtenção de lucro é o motivador principal.
Em 2012 a empresa GlaxoSmithKline recebeu uma multa de 3 bilhões de dólares — o maior acordo de fraude da história dos EUA — por comercializar ilegalmente drogas que incluíam um antidepressivo, uma droga de diabete e outra para epilepsia.
Mas no período coberto pelo acordo, essa empresa contabilizou lucros de mais de 25 bilhões pela venda dessas drogas.
As revistas médicas e os meios de comunicação podem também ser manipulados para servir não só aos meios comercializadores da indústria farmacêutica, mas também ser cúmplices em silenciar os que pedem maior transparência e análises mais independentes dos dados científicos.
Pouco mais de 10 anos atrás, John Ioannidis, professor de medicina e políticas de saúde na Universidade de Stanford, publicou um documento histórico explicando por que a maioria das pesquisas médicas que são publicadas provavelmente é falsa.
Ele chegou ao ponto de afirmar que “quanto maiores são os interesses financeiros em determinada área, menos probabilidade há de que os resultados das pesquisas serão verdadeiros.”
A ciência médica está voltando às trevas.
E a luz do sol será seu único desinfetante.
Leitura recomendada:

25 de fevereiro de 2016

Jean Wyllys e os judeus esquerdistas


Jean Wyllys e os judeus esquerdistas

Julio Severo
Com o tema “Novos Desafios da Esquerda Brasileira e Israelense,” Jean Wyllys deu uma palestra na Federação Israelita do Rio de Janeiro em 21 de fevereiro, a convite do rabino Nilton Bonder.
Jean Wyllys dando palestra contra "homofobia" em sinagoga do Rio
Em post de Facebook, Wyllys destaca que o evento entre os judeus tratou de “homofobia, antissemitismo, islamofobia, a complexidade do conflito israelo-palestino, as múltiplas definições do termo ‘esquerda’ e até mesmo as posições do papa Francisco foram temas desse encontro de alto nível.”
Em janeiro deste ano, o deputado homossexualista já havia visitado Israel para dar uma palestra na Universidade Hebraica de Jerusalém. Em sua palestra na universidade, ele tratou de “antissemitismo, racismo, homofobia e outras formas de ódio e preconceito e suas relações com a política contemporânea.”
O que está unindo Wyllys e os judeus? A resposta é o esquerdismo. O esquerdismo anda junto com a ideologia homossexual. E infelizmente, o esquerdismo tem andado junto com os judeus há muito tempo.
Nos EUA, por exemplo, a maioria dos judeus tem preferências políticas esquerdistas que vão contra os interesses do Estado de Israel. Em sua primeira eleição em 1980, Reagan ganhou 39% dos votos dos judeus. Em sua reeleição de 1984, ele conseguiu ganhar apenas 31%. Em comparação, o socialista Barack Obama ganhou surpreendentemente 78% dos votos dos judeus em 2008, ainda que Obama seja mais pró-islamismo e anti-Israel do que Reagan.
A maioria dos judeus americanos não votou no conservador Reagan porque eles eram esquerdistas.
Contudo, o esquerdismo entre judeus não é um problema restrito aos EUA. Em Israel, há o mesmo problema, especialmente porque o nascimento do moderno Estado de Israel foi feito por judeus marxistas.
O problema também não está restrito à esquerda. O direitismo do atual primeiro-ministro Benjamin Netanyahu não inclui luta contra o aborto e a agenda gay. Ele é direitista apenas no aspecto econômico e sobre questões territoriais.
Em 7 de junho de 2015, quando o governo direitista de Israel lançou sua celebração anual de Semana do Orgulho Gay, Netanyahu disse: “A luta para que todas as pessoas sejam reconhecidas como iguais diante da lei é uma luta longa, e há ainda um logo caminho para ir. À medida que a Semana do Orgulho Gay prossegue, quero dar minha bênção para a comunidade LGBT. Tenho orgulho que Israel está entre os países mais abertos do mundo.”
Embora a ideologia gay seja abraçada com paixão ardente pela esquerda israelense, em Israel até num governo direitista como o de Netanyahu a causa homossexual não é vista como ameaça ou inimiga dos interesses políticos israelenses. Apesar disso, direitistas do mundo inteiro veem Netanyahu como um grande direitista.
O esquerdismo faz parte integral e inseparável da vida de Israel e da maioria dos judeus dos EUA. Aliás, Israel tem uma das piores leis de aborto do mundo e é o único país com paradas gays no Oriente Médio. Tem altos impostos. Tem ideologia de gênero. Como disse o escritor judeu Joel Pollak, “Israel é o único país do mundo em que o socialismo fracassado é um sucesso.” Nesse sentido, o entrosamento entre Jean Wyllys e a comunidade judaica brasileira e israelense é compreensível.
Talvez por causa do nascimento marxista de Israel em 1948, tanto a esquerda quanto a direita israelense não têm preocupações pró-vida sobre questões como aborto e homossexualidade.
A esquerda judaica vê a ideologia de Wyllys com prazer. A direita israelense nada vê de mal em Wyllys e sua agenda.
Para aqueles que amam Israel por causa das promessas da Bíblia, tanto o esquerdismo quanto o envolvimento de Israel com ativistas gays representam um dos muitos episódios de desvio de Israel do padrão de Deus.
O seguidor de Jesus ama e defende Israel, mas não ama nem defende suas apostasias e pecados.
Leitura recomendada:

24 de fevereiro de 2016

Para combater ameaça turca, Rússia envia caças para sua base na Armênia


Para combater ameaça turca, Rússia envia caças para sua base na Armênia

Julio Severo
A Rússia mandou vários caças MiG-29 e outros aviões militares para sua base militar na Armênia, depois das ameaças turcas de uma intervenção militar mais direta na Síria. A base russa na Armênia está localizada a uns 40 km da fronteira turca.
Quatro caças MiG-29, um bombardeiro MiG modernizado e um helicóptero de transporte foram despachados para a base aérea perto da capital armênia Yerevan.
As relações entre a Turquia e a Armênia sempre foram tensas, pois a Turquia se recusa a reconhecer que seu Império Otomano cometeu um genocídio de 1.5 milhão de armênios cristãos 100 anos atrás. Além disso, ao apoiar o ISIS e outros grupos islâmicos radicais contra o governo sírio, a Turquia tem representado uma ameaça séria à minoria cristã na Síria, uma das comunidades cristãs mais antigas do mundo.
A Armênia foi a primeira nação oficialmente cristã no mundo. Enquanto é bom que a Rússia, que é a maior nação cristã ortodoxa do mundo, esteja apoiando e protegendo a Armênia contra a Turquia islâmica, não é bom que os EUA, que são a maior nação protestante do mundo, sejam oficialmente aliados da Turquia, pois num conflito militar entre Turquia e Armênia, você provavelmente verá os EUA tomando o lado dos muçulmanos enquanto a Rússia toma o lado dos cristãos.
Essa situação já está acontecendo na Síria, onde a Rússia apoia um governo pró-cristão enquanto a Turquia, a Arábia Saudita e os EUA apoiam rebeldes islâmicos que estão torturando, estuprando e massacrando cristãos sírios.
Com informações da Deutsche Welle.
Leitura recomendada:

22 de fevereiro de 2016

Trump e o papa: um populista de direita (hoje) em conflito com um populista de esquerda


Trump e o papa: um populista de direita (hoje) em conflito com um populista de esquerda

Julio Severo
Na sua visita ao México, o Papa Francisco disse que não era cristã a atitude de Donald Trump, candidato presidencial pelo Partido Republicano, de cercar os Estados Unidos com um muro que impedisse a entrada de imigrantes ilegais.
Trump rebateu dizendo que o líder máximo dos católicos do mundo é uma vergonha — evidentemente pelas posturas esquerdistas.
Francisco não quer um muro cercando os EUA e mantendo os imigrantes de fora, mas o próprio Vaticano é cercado 100% por uma muralha que impede a entrada de todos os imigrantes ilegais, especialmente de invasões islâmicas.
Se Francisco está preocupado com os imigrantes, por que ele não os leva para o Vaticano? Por que ele não derruba as muralhas do Vaticano e deixa claro que todos os imigrantes ilegais, especialmente os muçulmanos, são bem-vindos ali?
A política do Vaticano, conforme denunciou o escritor católico Cliff Kincaid, tem sido facilitar invasões de imigrantes nos EUA e na Europa, pois a Igreja Católica tem convênios financeiros com governos para ajudar os imigrantes, de modo que quanto maior for a invasão de imigrantes, mais dinheiro a Igreja Católica recebe.
É óbvio que Francisco é um populista de esquerda, embora ele seja pró-vida e pró-família. É igualmente óbvio que Trump é um populista de direita, embora ele não tenha um histórico pró-vida e pró-família.
As promessas fantásticas de Trump que o consagram como populista de direita:
1. Ele prometeu banir imigrantes muçulmanos dos EUA. Essa é uma promessa excelente.
2. Ele prometeu abrir as portas dos EUA para os imigrantes cristãos perseguidos pelos muçulmanos do mundo. Essa é uma promessa excelente.
3. Ele publicamente demonstra admiração por Vladimir Putin, o presidente da Rússia, e prometeu relações melhores com a Rússia. Ele é o único candidato americano que vê o islamismo, não a Rússia, como principal ameaça.
Em suas promessas, Trump é uma lufada de ar fresco na política americana.
Os outros candidatos republicanos, especialmente os neocons, vociferam paranoicamente contra a Rússia, colocando-a como a principal ameaça do universo. De modo oposto, Trump vocifera contra os islâmicos, colocando o islamismo como tal ameaça e prometendo melhor relacionamento e amizade com a Rússia.
Os outros candidatos republicanos, especialmente os neocons, prometem maiores medidas para conter os russos. De modo oposto, Trump promete maiores medidas para conter os islâmicos e maior abertura para a Rússia.
Os outros candidatos republicanos, especialmente os neocons, não vociferam contra os crimes islâmicos contra os cristãos. Trump faz isso.
Os outros candidatos republicanos, especialmente os neocons, querem intervenções americanas na Síria e apoiam os melhores interesses da Turquia e Arábia Saudita na Síria. Ambas nações islâmicas têm apoiado os melhores interesses do ISIS e outros grupos terroristas islâmicos que têm sido os principais responsáveis pelo sofrimento e morte de cristãos na Síria, que tem uma das comunidades cristãs mais antigas do mundo. Trump é o único candidato republicano que tem expressado preocupação com os cristãos sírios acima dos melhores interesses da Turquia e Arábia Saudita. Aliás, ele é o único candidato republicano que tem apoiado a intervenção russa na Síria para combater o ISIS e proteger os cristãos.
Os outros candidatos republicanos, especialmente os neocons, vociferam contra as posturas pró-Rússia e anti-islâmicas de Trump.
Então, Trump é totalmente diferente dos outros candidatos republicanos, que são paranoicos sobre a Rússia, não sobre a ameaça islâmica. Se Trump se tornar presidente, os neocons anti-Rússia e pró-islamismo ficarão profundamente abalados e decepcionados.
Trump é presbiteriano e não é conhecido como um homem espiritual, mas suas promessas sobre deter a ameaça islâmica enfureceram a liderança da Arábia Saudita, que já declarou que Trump não pode se tornar presidente, e o tornam melhor do que a maioria dos presbiterianos dos EUA.
Contudo, ele perde para o papa em questões pró-vida e pró-família. Além disso, Trump nunca colocou em prática suas promessas fantásticas.
Se por um milagre Trump conseguir, depois de eleito, se tornar um homem pró-vida e pró-família que ele nunca foi em toda a sua vida, ele será o presidente perfeito. Um relacionamento mais amistoso com a Rússia e muito menos amistoso com ditaturas islâmicas é tudo o que o mundo precisa, e nisso Trump está absolutamente certo.
Agora, fica difícil escolher entre um populista de direita (hoje) que é pró-Rússia e anti-islamismo e um populista de esquerda que é pró-vida e pró-família e quer invasões muçulmanas nos EUA e na Europa, mas não no Vaticano.
Apoio o populismo pró-Rússia e anti-islamismo (cujas promessas só existem no papel) de Trump.
E apoio o populismo pró-vida e pró-família do Papa Francisco.
Ambos precisam aprender questões políticas um com o outro.
Sobre a acusação do papa de que Trump não é cristão, quem é que pode garantir que o papa é cristão?
Cristianismo real não é populismo nem de esquerda nem de direita. Cristianismo real é conhecer Cristo e pregar e demonstrar o Evangelho do Reino de Deus, curando os enfermos, expulsando demônios e libertando os cativos, tudo no nome de Jesus e pelo poder do Espírito Santo.
Nem o papa nem Trump parecem conhecer esse Cristianismo, que era pregado e vivido por Jesus e seus apóstolos.
Só Deus sabe se ambos virão a conhecer e viver tal Evangelho algum dia.
Só Deus sabe se Trump cumprirá suas promessas pró-Rússia e anti-islamismo.
Só Deus sabe se Trump cumprirá suas promessas de priorizar a entrada imigratória nos EUA de cristãos perseguidos.
Só Deus sabe se Trump, que era um populista esquerdista no passado, será no futuro o populista direitista que ele é hoje.
E quanto ao envolvimento do papa nas eleições americanas? Não sei o que resultaria disso. Mas os católicos americanos, principalmente os imigrantes, preferem votar em candidatos esquerdistas, muitas vezes colocando questões socialistas e populistas acima de questões pró-vida. A maioria dos católicos votou em Obama, um populista esquerdista que tem sido extremamente “generoso” com imigrantes católicos e muçulmanos.
Como um populista direitista, disposto a construir um muro que impedirá a imigração ilegal e muçulmana, provavelmente Trump não receberá apoio do papa e da maioria de suas ovelhas americanas.
Provavelmente, ele também não receberá apoio de líderes pró-vida, a menos que ele fale com clareza e força sobre questões pró-vida e pró-família do jeito que ele tem falado sobre questões islâmicas.
Se até o papa escolheu ser um populista pró-vida de esquerda, por que Trump não pode escolher ser um populista pró-vida de direita?
Muralha do Vaticano
Seja como for, o papa tem uma muralha enorme ao redor do Vaticano para proteção contra imigrantes ilegais e invasões islâmicas. Por que Trump não pode construir uma muralha enorme ao redor dos EUA para o mesmo objetivo?
Leitura recomendada:

20 de fevereiro de 2016

Igreja Católica culpa Israel pelos atos terroristas dos palestinos


Igreja Católica culpa Israel pelos atos terroristas dos palestinos

De acordo com a acusação, o Estado judeu teria criado desespero e frustração nos palestinos, induzindo-os assim a realizar atos de terrorismo.

Um grupo dos mais altos clérigos católicos, liderados pelo patriarca latino de Jerusalém, Fouad Twal, responsabilizou Israel pela recente onda de violência palestina nesta quinta-feira (18). De acordo com a acusação, o Estado judeu teria criado desespero e frustração nos palestinos, induzindo-os a realizar atos de terrorismo.
O clero católico divulgou sua posição em um comunicado na Comissão de Justiça e Paz da Assembleia dos Ordinários Católicos, que envolveu a participação de clérigos de diferentes ritos católicos em Israel, a Autoridade Palestina, a Jordânia e Chipre.
A declaração afirma que a situação atual dos palestinos é "desumana". O grupo ainda indica que o cerco de Gaza, as inspeções militares, as demolições de casas e o comportamento arbitrário de soldados israelenses, incentivaram os últimos cinco meses de ataques terroristas palestinos contra civis e oficiais israelenses.
De acordo com o patriarca católico, a "judaização" de Jerusalém também foi um fator de estímulo à violência palestina.
Por outro lado, os clérigos católicos não mencionaram o incentivo à violência que existe dentro da sociedade palestina, embora o documento tenha dito que "os israelenses precisam de segurança e tranquilidade".
Dirigindo-se aos líderes israelenses, a Comissão disse: "Há espaço suficiente na terra para todos nós. Todos têm a mesma dignidade e igualdade, sem ocupação e sem discriminação. Dois povos que viverão juntos e se amarão, de acordo com a maneira que escolherem. Eles serão capazes de amar uns aos outros e promover a paz juntos."
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Emanuel Nachshon, criticou fortemente a declaração do clero católico, dizendo que o endereço correto da violência eram os palestinos.
"É uma grande pena que o clero da Igreja esteja acusando a vítima, em vez de o agressor", disse Nachshon ao The Jerusalem Post. "Israel está lidando com uma onda sem precedentes de violência por parte dos palestinos, uma onda que reflete a recusa palestina em conduzir as negociações. Teria sido melhor para o clero voltar sua mensagem para os palestinos e implorar que eles voltem à mesa de negociação".
O vice-ministro da Defesa, Eli Ben-Dahan disse que as alegações feitas pelo patriarca não foram fundadas na realidade. "Durante a história dos últimos 150 anos, tem sido provado que os árabes não precisam de desculpas para cometer violência contra os judeus.”
"Com todo o respeito ao patriarca latino, ele não deve simplesmente repetir a propaganda palestina", acrescentou.
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:

19 de fevereiro de 2016

Brasil está sendo atacado por 7 pragas que parecem bíblicas


Brasil está sendo atacado por 7 pragas que parecem bíblicas

“A derrubada do mito Lula pareceu confirmar que o Brasil foi atacado por pragas que parecem bíblicas'', afirmou a revista Semana. Zika, violência, recessão também são destacadas

SÃO PAULO — Não são só as publicações dos Estados Unidos ou do Reino Unido que destacam o Brasil. Os nossos vizinhos também dão destaque para a crise econômica e política que o País vive em jornais e revistas. Na última edição, uma das grandes revistas da Colômbia, chamada "Semana", fez uma análise dos problemas brasileiros, chamando-as de "as setes pragas". de proporções bíblicas e que afligem o País. A matéria foi destacada pelo blog Brasilianismo, do UOL.
Segundo a análise da revista colombiana, o Brasil, chamado de gigante sul-americano, sofre uma série de desastres que o colocou "nas cordas", sendo que o escândalo envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é apenas um dos fatores. Agora, após um período de fartura, o Brasil viu a sua situação se precarizar, com a crise tornando-se mais crítica em meio às investigações sobre Lula.
“A derrubada do mito pareceu confirmar que o Brasil foi atacado por pragas que parecem bíblicas'', afirmou a revista, que fez uma lista das sete pragas que vêm afligindo o País:
1. A queda do mito
Nas últimas semanas, a Operação Lava Jato e a Zelotes aumentaram o cerco contra Lula, fazendo com que as chances para que o ex-presidente volte ao poder diminuam consideravelmente. A revista lembra que Lula saiu do governo em 2010 com 80% de aprovação mas, nos últimos meses, a sua reputação desabou: segundo a pesquisa Ipsos, apenas 25% o considera honesto.
2. Uma presidente sem poder
“A popularidade da presidente Dilma Rousseff é de 6%, um número menor de que a taxa de inflação de dois dígitos'', afirma a revista que ressalta que, desde o início do segundo mandato, a sua aprovação está em queda livre, arrastada pelo escândalo da Lava Jato e pelas más notícias da economia.
3. Corrupção generalizada
“Os escândalos de corrupção que apareceram durante os governos de Lula e Dilma são gigantescos", afirma. A revista também lembra 2005, quando estourou o escândalo do mensalão durante o governo Lula. "E, quando os brasileiros achavam que já tinham visto tudo, estourou a Zelotes, que logrou deixar para trás a Lava Jato, até então o maior escândalo da história''.
4. Uma recessão brutal
"Irredimível?. Este foi o título da Economist para referir-se à economia brasileira", lembra a Semana, que ressalta que a economia do Brasil encolherá 8% entre 2014 e 2016. A Semana ressalta que "a raiz da crise é a queda nos preços das matérias primas e do petróleo''.
5. Violência
“O Brasil tem uma mistura mortal de narcotráfico e violência. Das 50 cidades mais violentas do mundo, 21 são brasileiras'', afirma, ressaltando que a violência policial também está fora de controle: "em São Paulo, entre janeiro e novembro de 2015, 532 pessoas foram assinadas por 'intervenção policial'".
6. Adeus ao meio-ambiente
As inundações que deixaram no último ano mais de 170 mil pessoas atingidas na Argentina, Paraguai e Brasil refletem a perda de cobertura florestal nestes países, ressalta a revista, citando o Greenpeace. Além disso, a Amazônia perdeu 12% de sua área e deve perder entre 9% e 28% até 2050. Soma-se a isso uma tragédia ambiental no Brasil no ano passado: o “tsunami de lama tóxica destruiu o Rio Doce'' após o rompimento de uma barragem de resíduos químicos da Samarco, joint venture entre a Vale e a BHP.
7. E agora, o zika vírus...
Em sétimo lugar, o destaque ficou para o zika vírus. A revista ressalta que, segundo a Organização Mundial da Saúde, o Brasil será o país mais afetado pela epidemia na América Latina, com 1,5 milhão de casos nos próximos meses, ao mesmo tempo em que os casos de microcefalia saltaram para mais de 3.500 desde outubro de 2015. "Esta praga, que se nutre de inundações e de pobreza, uniu-se à dengue e à chikungunya e obrigou o governo a enviar 220 mil soldados para frear a epidemia antes dos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro em junho'', diz. A revista ressalta que, em todo caso, alguns países já colocaram em dúvida sua participação com os times principais.
"Um mau panorama para o País futeboleiro que em 2014 foi humilhado por 7 a 1 na Copa do Mundo realizada em sua própria casa", conclui a publicação.
Fonte: Infomoney
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada: