18 de agosto de 2017

Ao lado de Alckmin e Doria, Malafaia diz que não apoiará candidatos que defendem 'ideologia de gênero'


Ao lado de Alckmin e Doria, Malafaia diz que não apoiará candidatos que defendem 'ideologia de gênero'

Por Paula Paiva Paulo
O pastor Silas Malafaia, ao lado do governador Geraldo Alckmin e do prefeito João Doria, disse nesta quinta-feira (17) que quem apoiar "ideologia de gênero" pode "seguir seu caminho". O evangélico e as autoridades participaram da abertura da 13ª Expo Cristã, na Zona Norte de São Paulo.
"Aproveito para dizer para as autoridades, nós não vamos apoiar em nenhuma eleição quem apoiar ideologia de gênero. Quem apoiar segue seu caminho", disse o pastor. "Essa é uma das maiores engenharias do diabo para destruir a família".
"Eu conheço o gênero humano, sexo macho e fêmea", disse Malafaia. "Nós não negociamos nossos valores", completa.
O governador e o prefeito tomaram café da manhã com Malafaia e outras lideranças evangélicas antes da abertura do evento. Ao discursar, Doria se referiu a Malafaia como "meu amigo que tive a honra de dividir o café da manhã".
O prefeito disse ainda que o evento estimula a economia e geração de empregos da cidade, e elogiou a participação das igrejas na ajuda aos "mais vulneráveis".
"Pessoas que têm fé no coração são pessoas de bem, e o bem sempre prevalece contra o mal", disse o prefeito.
Questionado sobre a declaração de Malafaia em um evento no Palácio dos Bandeirantes, Alckmin citou um santo católico. "Santo Agostinho dizia, ama e faz o que quiseres, porque quem ama, faz o bem".
Na Expo Cristã, o governador também elogiou o trabalho das igrejas na área social e a geração de empregos que a feira proporciona. O tucano também usou o púlpito para um discurso religioso.
"Nos momentos conturbados a igreja é o porto seguro. Vamos deixar essa divisão de nós contra eles para nos unir em torno de valores. E essa união das igrejas em torno de valores vai inspirar o Brasil", disse o governador.
Fonte: G1
Divulgação: www.juliosevero.com
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17 de agosto de 2017

Bandeira e constituição americana racista?


Bandeira e constituição americana racista?

Julio Severo
Está na moda hoje nos EUA banir a bandeira confederada, mas estranhamente não existe nenhum esforço para banir bandeiras e símbolos islâmicos.
Alegadamente, a bandeira confederada é racista — porque um homem demente, num caso bem isolado, matou alguns evangélicos negros numa igreja, enquanto muçulmanos massacram muitos cristãos por dia.
Sabe de uma coisa? Num desses dias vão descobrir que a bandeira americana foi feita por brancos anglo-saxões. Descobrirão também que a Constituição dos EUA foi feita por brancos anglo-saxões.
E então? Daí, virará moda ver a bandeira e a Constituição dos EUA como “racistas,” e vão querer produzir uma bandeira e Constituição com a participação conjunta de negros, índios, chineses, brancos, etc.
Em seguida, descobrirão que a bandeira dos EUA foi feita somente por pessoas que não eram homossexuais. Descobrirão também que a Constituição dos EUA foi feita só por pessoas que não eram homossexuais.
Para cessar essa “discriminação” histórica, vão querer produzir uma bandeira e Constituição com a participação conjunta de homossexuais, bissexuais, metrossexuais e outras estranhas criaturas LGBTWYDXTZYSKS.
Em seguida, descobrirão que a bandeira dos EUA foi feita por homens em grande parte protestantes. Descobrirão também que a Constituição dos EUA foi feita por homens em grande parte protestantes.
Para exterminar essa “desigualdade” histórica, vão querer produzir uma bandeira e Constituição feita com a participação conjunta de muçulmanos, hindus, feiticeiros, etc.
Por favor, não me perguntem como serão a nova bandeira e Constituição dos EUA!
Versão em inglês deste artigo: Racist flag and Constitution?
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16 de agosto de 2017

Hitler era marxista?


Hitler era marxista?

Julio Severo
O nazismo foi marcado inicialmente por um grande programa eugênico de abortar e aplicar eutanásia em bebês e seres humanos “defeituosos.” Esse programa era cópia do programa eugênico americano com leis em vários estados que impunham esterilização compulsória em seres humanos “defeituosos.”
Nesse sentido, Hitler imitava os americanos. Ele só “avançou” a eugenia que os próprios americanos já praticavam.
Líderes nazistas tinham ligações com Margaret Sanger, a esotérica americana que inventou o termo “controle da natalidade.” Henry Ford, um dos maiores magnatas capitalistas dos EUA, havia apoiado o nazismo exatamente porque o nazismo era contra os judeus marxistas.
Os campos de concentração nazistas imitavam os campos de concentração que a Espanha ultra-católica impunha para controlar a população católica cubana no século XIX. A Espanha conseguiu uma recorde que nem a Alemanha nazista conseguiu: prender um terço da população cubana em campos de concentração, a maioria dos quais pereceram.
Ao contrário de Stálin, que era abertamente ateu, Hitler era nominalmente católico, e secretamente esotérico.
Stálin exaltava o ateísmo. Ele era um verdadeiro ateu. Só um verdadeiro ateu pode ser um verdadeiro comunista.
Hitler exaltava o esoterismo. Ele era um verdadeiro esotérico.
Um verdadeiro comunista só se sente à vontade sendo ateu. Um verdadeiro ocultista se sente à vontade no budismo, no catolicismo, no islamismo, no protestantismo tradicional, etc.
Os esotéricos costumam ser indivíduos confusos que confundem a todos.
Uma das características profundas de um homem ativamente envolvido no ocultismo é o homossexualismo. É normal, por exemplo, um bruxo ser homossexual. Quanto mais envolvido o homem está no ocultismo, mais ele mergulha no homossexualismo. Esse era o caso de Hitler. O livro “The Hidden Hitler” (O Hitler Secreto), escrito pelo professor alemão Lothar Machtan, mostra a homossexualidade de Hitler em 400 páginas.
O livro “The Pink Swastika” (A Suástica Rosa), de Scott Lively, mostra que a liderança do movimento nazista era composta de homossexuais “machões” que detestavam homossexuais “fêmeos.”
Mas uma das grandes confusões em torno de Hitler era que embora ele e sua cúpula nazista fossem homossexuais, eles perseguiam alguns homossexuais, de modo que a cabeça das pessoas entra em parafuso quando leem que ele era homossexual: “Mas ele não perseguia homossexuais?”
É o mesmo problema que se tem com o papa da época de Hitler. Há livros que acusam esse papa, que negociava com Hitler, de ser cúmplice do Holocausto por sua omissão e silêncio. Mas há alguns casos de judeus sendo salvos por algumas freiras e padres que foram computados na conta dele, de modo que o público hoje não sabe o que pensar, se ele era pró-nazismo ou pró-judeus. Há uma grande névo (ocultista?) em torno desse papa.
Enquanto é muito fácil identificar um verdadeiro comunista em seu ateísmo, é muito difícil identificar um esotérico, um ocultista, pois ele fica à vontade nas religiões, inclusive no catolicismo, parasitando-o e usando-o. O relacionamento entre Hitler e o papa da época é um dos capítulos mais obscuros e confusos da história do catolicismo.
Muito mais que símbolo político, a suástica nazista era um símbolo vindo diretamente do Tibete. Em seu livro “Hitler’s Cross: How the Cross of Christ was used to promote the Nazi agenda” (A Cruz de Hitler: Como a Cruz de Cristo foi usada para promover a agenda nazista), o autor Erwin W. Lutzer disse: “Quando os russos tomaram [Berlim] em 1945, eles encontraram mil cadáveres de tibetanos em uniformes alemães.”
O livro de Lutzer aponta claramente que Hitler não era ateu. Ele era ocultista.
Enquanto a propaganda comunista da União Soviética exaltava o indivíduo trabalhador, a propaganda da Alemanha nazista era pró-família: Exaltava em cartazes pai e mãe com filhos — algo impensável em propagandas comunistas.
Propaganda comunsita soviética exaltando o indivíduo
A União Soviética fazia questão de mostrar, em milhares de propagandas, que o centro da sociedade comunista soviética não era a família, mas o trabalhador, o indivíduo. O comunismo soviético era tudo, menos pró-família.
Em contraste, a Alemanha nazista fazia questão de mostrar, em milhares de propagandas, que o centro da sociedade nazista era a família com vários filhos. O nazismo era “pró-família.”
Propaganda nazista exaltando a família tradicional
Enquanto a propaganda da União Soviética exaltava o marxismo, a propaganda do nazismo atacava o marxismo.
A maioria dos judeus da Alemanha era grande apoiadora do marxismo e da União Soviética. Uma boa parte do ódio de Hitler contra os judeus era exatamente porque os judeus alemães eram comunistas ou simpatizantes do comunismo.
Apesar disso, o nome nazismo existe em referência a Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães. Era, no nome, socialista, porque era moda na época usar títulos socialistas e também porque os esotéricos confusos adoram confundir. Um dos maiores esotéricos do Brasil, por exemplo, usa palavrões porque em sua opinião essa foi uma estratégia bem-sucedida de Stálin. Talvez o futuro também o retrate como comunista, apesar de que ele é visto como um direitista que ataca o marxismo.
Por isso, é tão difícil entender os esotéricos. Eles misturam tudo para agradar a todos. Eles são confusos e confundem.
Hitler era marxista? Ele era um pouco de tudo. Ele era católico. Seu governo era “pró-família.” Ele era um pouco marxista e um pouco capitalista. Ele não ateu. Acima de tudo, ele era um ocultista homossexual.
Os judeus da época de Hitler já denunciavam que ele era homossexual. Mas a população católica e luterana alemã não acreditava, porque os judeus eram socialistas e o povo achava que que tudo não passava de era mera propaganda socialista contra Hitler.
Ocultistas tiram proveito da polarização. O nazismo se apresentou como antídoto ao marxismo.
O único antídoto ao marxismo e ao esoterismo é o Cristianismo com fundamentos na Bíblia. O resto é confusão e esoterismo.
O único antídoto para a polarização onde o diabo usa dois extremos opostos é o Cristianismo com fundamentos na Bíblia. O resto é confusão e esoterismo.
Faltava aos cristãos alemães o discernimento do Espírito Santo para ver que Hitler era um satanista homossexual cheio de confusões confundido tudo e todos com sua propaganda “pró-família” direitista contra o marxismo.
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15 de agosto de 2017

Justin Peters: o islamismo não é uma ameaça espiritual à igreja


Justin Peters: o islamismo não é uma ameaça espiritual à igreja

Julio Severo
Numa conferência apologética calvinista nos Estados Unidos na semana passada, Justin Peters declarou que “o islamismo não é uma ameaça espiritual à igreja.” (A declaração dele, gravada em vídeo em inglês, está aqui: https://youtu.be/4bMs1_WW8gE)
Justin Peters declarando que o islamismo não é uma ameaça espiritual à igreja
Ele também defendeu diálogo ecumênico com líderes islâmicos.
A declaração dele chocou, porque ele é conhecido por atacar televangelistas neopentecostais, tachando o neopentecostalismo como uma ameaça espiritual à igreja.
Ele é totalmente hostil ao diálogo com televangelistas neopentecostais, porque ele acredita na teoria de que o Espírito Santo não concede hoje dons sobrenaturais como profecias, revelações, sonhos, etc. Na lógica dessa teoria, se não é Deus quem dá hoje esses dons, só pode ser o diabo. Então os televangelistas são meros indivíduos possessos.
Se os muçulmanos fossem igualmente possessos, Peters sem dúvida jamais defenderia “diálogo” com eles!
E se a iniciativa de pedir diálogo” com líderes muçulmanos tivesse partido de um televangelista neopentecostal? Peters teria apoiado e aplaudido?
E se um televangelista neopentecostal tivesse declarado que “o islamismo não é uma ameaça espiritual à igreja”? Qual teria sido a reação dos apologetas calvinistas? Qual teria sido a reação de Peters?
Dias atrás, a televangelista neopentecostal Marilyn Hickey pregou o Evangelho para um milhão de muçulmanos num dos maiores centros do islamismo radical do mundo. Foi um verdadeiro milagre, pois Marilyn é uma avó de 85 anos. Quem poderia imaginar uma idosa sendo tão poderosamente usada por Deus, curando enfermos e expulsando demônios?
Ainda mais sobrenatural é que Marilyn é mulher, pois as culturas islâmicas tratam as mulheres, na melhor das hipóteses, como seres humanos de segunda categoria, pouco melhores que animais de carga e prazer.
Mas muitos apologetas como Peters não veem o sobrenatural de Deus numa avó de 85 anos pregando para um milhão de muçulmanos. Eles veem apenas “heresias” pentecostais.
E se a vovó neopentecostal tivesse declarado que “o islamismo não é uma ameaça espiritual à igreja”?
E se em vez de pregar para um milhão de muçulmanos no poder do Espírito, a vovó neopentecostal tivesse proposto diálogo ecumênico com os líderes muçulmanos? Peters e os apologetas aplaudiriam ou condenariam?
O neopentecostalismo não é, como acredita Peters, uma ameaça espiritual à igreja. Mas certamente o islamismo é tal ameaça.
O islamismo está crescendo assustadoramente na Europa, o berço do calvinismo. As igrejas calvinistas europeias, sem forças para enfrentar essa ameaça, estão definhando e morrendo. Mas as igrejas neopentecostais estão crescendo na Europa. E quando o Espírito Santo move, uma vovó de 85 anos prega para um milhão de muçulmanos!
“As coisas que são impossíveis aos homens são possíveis a Deus,” disse Jesus. O caso dessa vovó é só um deles, mas Peters e seus colegas apologetas calvinistas vão continuar demonizando a vovó e o Espírito Santo que a usa, enquanto suas igrejas calvinistas europeias estão morrendo, e a igreja da vovó se enche de muçulmanos.
Justin Peters é conhecido nos EUA por participar de cruzadas do teólogo calvinista ultra-radical John MacArthur. O objetivo das cruzadas é apresentar o pentecostalismo como um movimento marcado por práticas demoníacas, principalmente com relação aos dons sobrenaturais. Para eles, não há dúvida: o pentecostalismo é do diabo.
No Brasil, Peters ficou conhecido depois de ser palestrante da VINACC, causando um alvoroço ali por tentar defender a teoria cessacionista, que nega que o Espírito Santo dá hoje dons sobrenaturais.
Na visão de Peters, uma vovó de 85 anos não pode pregar para um milhão de muçulmanos, pois tal sobrenaturalidade é diabólica. Mas poderia, se tivesse forças humanas, pregar para esse um milhão de muçulmanos que o Espírito Santo não dá revelações hoje. Isso seria um grande desapontamento espiritual, pois muitos muçulmanos estão se convertendo a Jesus Cristo depois de terem sonhos sobrenaturais com Jesus.
Nem uma vovó neopentecostal nem muçulmanos que se convertem por meio de sonhos sobrenaturais têm lugar na teologia seca de Peters.
Com tal teologia, só lhe resta condenar o neopentecostalismo e defender “diálogo” com muçulmanos.
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14 de agosto de 2017

EUA, União Europeia, Brasil, Argentina, Chile e Israel pressionam Romênia a adotar o ativismo homossexual


EUA, União Europeia, Brasil, Argentina, Chile e Israel pressionam Romênia a adotar o ativismo homossexual

Julio Severo
Ativistas homossexuais se queixam de que a Romênia não quer permitir o “casamento” homossexual. Eles choramingam que enquanto a União Europeia vem dando passos rápidos para mudar a definição da família em suas leis, a Romênia está adotando passos para proteger a família tradicional contra a homossexualidade predatória.
Numa tentativa intrusiva de ajudar a homossexualidade predatória, várias embaixadas expressaram numa declaração conjunta solidariedade e apoio aos ativistas LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e intersexuais) da Romênia, no contexto do Dia Internacional contra a Homofobia em 17 de maio.
A declaração foi assinada pelas seguintes embaixadas: Alemanha, Argentina, Austrália, Áustria, Bélgica, Brasil, Canadá, Chile, Chipre, Dinamarca, Eslovênia, Espanha, Estados Unidos, Estônia, Finlândia, França, Holanda, Irlanda, Israel, Itália, México, Noruega, Nova Zelândia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Sérvia, Suécia, Suíça e Uruguai.
O ativismo homossexual tem apoio mínimo na Romênia. Então outras nações decidiram dar uma mão para os grupos homossexuais romenos. Por exemplo, a Parada do Orgulho Gay da Romênia no ano passado atraiu 2.500 pessoas, inclusive diplomatas estrangeiros.
O ativismo homossexual na Romênia é essencialmente um produto importado. O principal grupo homossexual, MozaiQ, foi fundado em 2012 por um romeno que, enquanto estava estudando na Universidade Estadual da Califórnia, se casou com um homossexual, e mais tarde voltou para a Romênia para exigir “casamento” homossexual legal.
Os romenos têm o índice mais baixo de aprovação para esse tipo de “casamento” na União Europeia inteira.
A Romênia está também entre os últimos países na União Europeia a não aceitar nenhum tipo de união civil entre indivíduos do mesmo sexo.
O que explica tal sólida postura pró-família é o Cristianismo. Com uma população de quase 20 milhões, de acordo com o último recenseamento, 87% dos romenos se declaram cristãos ortodoxos.
Considerando que os romenos, em sua maioria esmagadora, rejeitam o “casamento” homossexual e outros itens do ativismo homossexual predatório, por que os EUA, a União Europeia, o Brasil, a Argentina, o Chile e Israel estão ajudando os grupos homossexuais romenos a pressionar o governo romeno a adotar tal ativismo?
O Dr. Peter Costea, um cidadão americano nascido e criado na Romênia, está fazendo as perguntas certas sobre as pressões estrangeiras pró-homossexualismo na Romênia.
Ele sabe do que está falando: Ele é um jurista que tem trabalhado por 27 anos representando um número crescente de pessoas vitimadas por políticas abusivas de Estados e governos estrangeiros.
Dirigindo-se em carta oficial ao embaixador argentino, ele disse:
Você assinou, junto com embaixadores de vários países, uma declaração em apoio à parada do orgulho gay que ocorreu em Bucareste em 20 de maio de 2017. Ao fazer isso, você e a República Argentina ofenderam 25 milhões de romenos no mundo inteiro, principalmente na Romênia, na República da Moldávia, na Europa Ocidental e na América do Norte. Sou uma das pessoas a quem você ofendeu.
Ele acrescentou:
Essa espécie de conduta internacional abominável agora se tornou um ritual anual, em que um enxame de países do mundo todo assina declarações acusando, mais ou menos diretamente, o povo da Romênia de homofobia e transfobia.
Junto-me a Costea no protesto. Mas não é só a Argentina sob Maurício Macri que está ajudando grupos homossexuais na Romênia. O Brasil, meu país, também. Eu havia esperado que com a derrota do governo da socialista Dilma Rousseff no ano passado, o novo governo brasileiro pararia o ativismo homossexual em sua política externa. Minha esperança se frustrou.
Eu também havia esperado que com o novo governo de Trump, os EUA parariam sua conduta abusiva, sob o governo do socialista Obama, de usar suas embaixadas para se intrometer nos assuntos das outras nações para promover o ativismo homossexual.
Sempre denunciei o ativismo homossexual abusivo do meu próprio país. Embora sua política externa pró-sodomia seja nojenta, a influência do Brasil não é tão importante, graças a Deus, quanto à influência colossal do governo dos EUA.
Em meu livro “O Movimento Homossexual,” publicado originalmente pela Editora Betânia em 1998, denunciei o movimento homossexual brasileiro, que dependia da influência do movimento homossexual americano. Expus a realidade homossexual americana e especulei que o Brasil copiaria em poucos anos as tendências homossexuais americanas nas leis, escolas, mídia, igrejas, etc. O Brasil realmente acabou copiando tudo.
Denunciei principalmente o governo de Bill Clinton e suas políticas pró-sodomia.
E desde 2009 trabalhei duro para denunciar como o governo Obama estava promovendo o ativismo homossexual. Eu tinha de denunciar, pois as políticas pró-homossexualismo de Obama afetavam diretamente o Brasil e outras nações.
Embora Trump seja diferente de Obama, estou ciente de que ele não tem nenhum histórico conservador. Mas ele é um empresário que se importa com pessoas que utilizam seus serviços. Nesse caso, eu esperava que ele se importasse com os evangélicos, que foram seus principais eleitores. Trump precisava dos evangélicos, e eles o ajudaram. Agora os evangélicos precisam de Trump para deter o ativismo homossexual na política externa americana.
Trump adora contratos. Pelo fato de que os evangélicos brancos votaram esmagadoramente nele, Trump tem um “contrato” moral com os evangélicos.
E se Trump tem um “contrato” moral com os evangélicos, a Embaixada dos EUA na Romênia jamais deveria se intrometer nos assuntos da Romênia contra os valores morais e cristãos de seu povo em apoio do pecado homossexual ou qualquer outro pecado.
Ainda que alguns conservadores pudessem achar que o embaixador americano na Romênia havia sido nomeado por Obama, esse não é o caso. Embaixadores anteriores, sob Obama, não tiveram permissão de continuar em seus empregos depois da posse de Trump, que demitiu todos eles e escolheu preencher cada vaga com suas próprias nomeações para evitar a continuação das políticas de Obama.
Não é só a Embaixada dos EUA na Romênia que está promovendo a homossexualidade. Várias embaixadas dos EUA no mundo inteiro a estão promovendo. Aliás, até mesmo o Departamento de Estado de Trump reconheceu junho como Mês do Orgulho LGBTI.
A política externa dos EUA está se intrometendo nos assuntos de outras nações em apoio da sodomia (sexo entre homens) e Trump está silencioso acerca dessas ações torpes de seu próprio governo, apesar do fato de que ele tem sido informado acerca dessas ações e apesar do fato de que ele tem toda autoridade de detê-las.
A Bíblia mostra que a sodomia destrói sociedades. Trump não iniciou a sodomização da sociedade americana. Mas ele pode trabalhar para detê-la. Ele não iniciou a sodomização de outras nações por meio da política externa dos EUA. Mas ele pode detê-la.
Afinal, uma nação com um contrato com Deus desde seu nascimento pode manter um contrato com a sodomia? Os evangélicos conservadores, que elegeram Trump, podem ajudá-lo a salvar os EUA das devastações da sodomia.
Continuando, Peter Costea disse para o embaixador argentino (repreensão que eu aplico aos embaixadores do Brasil e EUA também):
Em primeiro lugar, não é seu papel como embaixador julgar os sentimentos que os cidadãos de outros países têm com relação a várias questões… Ao usar sua influência e a influência de seu país na declaração, você implicitamente condenou os que ousam expressar uma opinião diferente acerca de uma questão muito moral e polêmica. Exatamente como você, também me formei em diplomacia, e um dos princípios fundamentais que aprendemos na faculdade de diplomacia era respeitar os sentimentos dos cidadãos dos países em que os diplomatas são designados e não ofendê-los.
O papel de um embaixador é conectar estados com estados, e comunicar assuntos de preocupação mútua entre eles. Não é repreender as pessoas de uma nação estrangeira em assuntos de moralidade e nos quais pessoas racionais diferem. Não é arrogantemente transmitir uma postura de superioridade, sugerindo que, nesse caso, você ou a Argentina está num nível moral mais elevado, possui um registro de direitos humanos tão espetacular e nunca falharam em seus compromissos com os direitos humanos, que você alcançou a posição moral de repreender o povo da Romênia. Senhor embaixador, isso é muito impróprio e ofensivo.
Segundo, duvido que ao assinar a declaração você expressou os sentimentos verdadeiros de sua nação no assunto. Duvido que você teve a aprovação ou consentimento para assinar a declaração…
Terceiro, suspeito fortemente que você assinou a declaração para fazer média com a União Europeia em favor de seu governo. Se esse for o caso, sua ação foi insincera e motivada por conveniência política, não convicção. Nesse caso, foi hipócrita. Pode ser que ao assinar a declaração você fez média com a União Europeia, mas não fez média nem ganhou a boa vontade do povo da Romênia. Por favor entenda que os romenos também têm dignidade, constituem um Estado soberano, uma nação soberana e as normas da diplomacia não permitem que você mine a dignidade ou a soberania deles.
Quarto, a Argentina não está em posição de repreender a Romênia ou o resto do mundo em assuntos de direitos humanos e tolerância. Por favor, examine o passado e o presente do seu país e identifique suas próprias deficiências de direitos humanos. A Argentina quase exterminou todas as suas populações indígenas no final do século XIX, e hoje seu país comete discriminação contra os evangélicos.
Tomando emprestado a linguagem de Costea, digo: Suspeito fortemente que o Brasil, a Argentina, o Chile e Israel assinaram a declaração em apoio do ativismo homossexual na Romênia para fazer média com a União Europeia e os Estados Unidos em favor de seus governos.
A assinatura deles foi motivada por conveniência política e pela convicção politicamente correta de que a conduta homossexual está acima do bem-estar das famílias e seus filhos.
Os EUA, a União Europeia, o Brasil, a Argentina, o Chile e Israel deveriam se envergonhar de ajudar grupos homossexuais a impor o ativismo homossexual predatório na Romênia. Isso não é democracia.
Isso é diplomacia internacional a serviço da tirania homossexual.
Com informações de Agerpres, BalkanInsight, Raluca Ciocian Ardeleanu e carta de Peter Costea ao embaixador argentino.
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11 de agosto de 2017

Alemanha: Crimes Sexuais Perpetrados por Imigrantes Muçulmanos Dobram em um Ano


Alemanha: Crimes Sexuais Perpetrados por Imigrantes Muçulmanos Dobram em um Ano

Soeren Kern
Dois policiais alemães foram removidos de suas funções por não terem prestado assistência adequada de emergência a uma mulher que acabara de ser estuprada por um migrante em Bonn.
A falta de providências dos policiais aumentou ainda mais o temor de que as autoridades alemãs não estão levando a sério a crise de estupros na qual milhares de mulheres e crianças alemãs estão sendo atacadas sexualmente, desde que a chanceler Angela Merkel permitiu a entrada de cerca de dois milhões de migrantes da África, Ásia e Oriente Médio.
O incidente ocorreu pouco depois da meia-noite de 2 de abril, quando uma mulher de 23 anos de idade foi estuprada em um acampamento da reserva natural de Siegaue. O namorado, de 26 anos, tomado pelo pânico ligou para o serviço de emergência da polícia para pedir ajuda, uma funcionária atendeu o telefone. O namorado disse à atendente: "minha namorada está sendo estuprada por um negro. Ele tem um facão". A policial respondeu: "o senhor não está me zoando, né?" ("Sie wollen mich nicht verarschen, oder?"). O namorado respondeu: "não, não". A policial respondeu:" hmm. "Depois de alguns instantes em silêncio ela prometeu despachar uma viatura da polícia para investigar. Então ela disse: "obrigado, até logo" desligando abruptamente o telefone.
Poucos minutos depois, o namorado novamente chamou o serviço de emergência da polícia e outra oficial atendeu o telefone. O namorado disse: "olá, acabei de falar com a sua colega". A oficial respondeu: "o que está acontecendo?" o namorado disse: "é sobre o estupro da minha namorada". a oficial retrucou: "é de Siegaue, né?" O namorado disse: "exatamente". A oficial então disse ao namorado para que ele chamasse a polícia de Siegburg, cidade ao norte de Bonn. "Eles podem cuidar melhor desse caso", disse a oficial antes de desligar.
A polícia finalmente chegou ao local cerca de 20 minutos depois. Frank Piontek, porta-voz do departamento de polícia de Bonn, inicialmente defendeu a conduta dos policiais: "ainda que a polícia tivesse tratado do caso de forma diferente, nada poderia impedir o estupro". Diante de uma onda de indignação pública, no entanto, o departamento de polícia de Bonn divulgou um comunicado em 31 de maio - dois meses após o estupro - que os dois agentes envolvidos no caso "nunca mais" trabalharão no centro de controle de emergência da polícia.
Nesse ínterim, seis dias após o estupro, a polícia prendeu um suspeito, um migrante de 31 anos de idade de Gana chamado Eric Kwame Andam X., com base em evidências de DNA. Eric X. já era conhecido da polícia alemã: ele havia sido preso cinco vezes devido a uma série de crimes, nunca foi acusado de nada e sempre foi liberado. Mais tarde veio à tona que ele havia fugido de Gana em 2016 depois de assassinar o cunhado.
O relatório anual - Criminalidade no Contexto da Migração (Kriminalität im Kontext von Zuwanderung) - publicado pelo Departamento Federal de Polícia Criminal (Bundeskriminalamt, BKA) revelou em 27 de abril um salto de quase 500% no número de crimes sexuais perpetrados por migrantes (definidos como ataques sexuais, estupros e abuso sexual de crianças) nos últimos quatro anos.
O relatório mostrou que os migrantes (Zuwanderer, definidos como candidatos a asilo, refugiados e imigrantes ilegais) cometeram 3.404 crimes sexuais em 2016 - cerca de nove por dia. Um salto de 102% em relação a 2015, quando os migrantes cometeram 1.683 crimes sexuais - cerca de cinco por dia. Em termos de comparação, os migrantes cometeram 949 crimes sexuais em 2014, cerca de três por dia e 599 crimes sexuais em 2013, cerca de dois por dia.
De acordo com o relatório, os principais criminosos de 2016 vieram dos países a seguir: Síria (salto de 318,7% em comparação a 2015), Afeganistão (salto de 259,3%), Iraque (222,7%), Paquistão (70,3%), Irã (329,7%), Argélia (100%) e Marrocos (115,7%).
O problema de crimes sexuais perpetrados por migrantes na Alemanha tem se exacerbado devido ao sistema jurídico leniente, no qual os criminosos recebem sentenças relativamente leves, mesmo em caso de crimes graves. Em muitos casos, indivíduos que são detidos por crimes sexuais são liberados após um interrogatório da polícia. Esta prática permite que os suspeitos criminais continuem cometendo crimes com virtual impunidade.
Em Hamburgo por exemplo, um candidato a asilo afegão de 29 anos de idade abusou sexualmente de uma menina de 15 anos enquanto ela dormia em um quarto de um hospital local. O afegão foi internado na sala de emergência do hospital devido ao seu avançado estado de embriaguez. Sem estar sob vigilância, o afegão primeiro entrou no quarto de uma mulher de 29 anos que conseguiu sozinha se desvencilhar dele. Ele então entrou no quarto da menina de 15 anos abusando sexualmente dela. Ele foi detido e em seguida liberado. A polícia salientou que não havia motivos suficientes para prestar queixa.
Também em Hamburgo em 8 de junho, um tribunal deliberou que Ali D., migrante de 29 anos do Iraque que estuprou uma menina de 13 anos na estação de metrô da cidade de Jungfernstieg, não poderia ser considerado culpado da acusação de abuso sexual de crianças (Sexueller Missbrauch von Kindern) porque ele não tinha como saber que a menina tinha menos de 14 anos. De acordo com a lei alemã, são consideradas crianças se tiverem menos de 14 anos de idade.
Em Berlim, um tribunal absolveu um turco de 23 anos de idade do crime de estupro, porque a vítima não conseguiu provar que não consentiu o ato.
Na vizinha Áustria, o Supremo Tribunal reduziu a sentença de Amir A., migrante de 21 anos do Iraque, de sete para quatro anos de prisão por estuprar um menino de 10 anos em uma piscina pública em Viena. Durante o julgamento em primeira instância, Amir A. confessou ter abusado do menino. Ele disse que era uma "emergência sexual" porque ele não tinha tido relações sexuais há quatro meses. O advogado de defesa persuadiu o Supremo Tribunal de que a sentença de sete anos era "draconiana" e "excessiva". Contando o tempo já cumprido, Amir A. em breve estará em liberdade.
Traduzido por Joseph Skilnik do original em inglês: Germany: Migrant Sex Crimes Double in One Year
Editado por Julio Severo.
Divulgação: www.juliosevero.com
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