11 de janeiro de 2017

Belicistas pró-família, neocons pró-sodomia e não-neocons pró-sodomia: o que é pior para os cristãos?


Belicistas pró-família, neocons pró-sodomia e não-neocons pró-sodomia: o que é pior para os cristãos?

Julio Severo
Eu estava assistindo ao Franklin Graham, filho do evangelista Billy Graham, no canal noticioso de televisão esquerdista CNN (https://youtu.be/_2-ycehCnuM) sabiamente respondendo a perguntas enquanto a apresentadora o pressionava a condenar a intervenção russa na Síria. Para ela, essa intervenção era responsável por massacres, mas ela nunca mencionou que a Rússia estava lutando contra rebeldes muçulmanos financiados, treinados e armados pelo governo de Obama. Ela nunca mencionou que antes da intervenção russa, esses rebeldes estavam torturando, estuprando e massacrando cristãos. Ela nunca mencionou que o objetivo real da intervenção de Obama na Síria, principalmente por meio da secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton, nunca foi combater o ISIS, mas ajudar os rebeldes a derrubar o presidente sírio Assad, que é apoiado pela Rússia.
Apesar da pressão psicológica, Graham não condenou a Rússia.
O fato é que com Hillary, o Departamento de Estado dos EUA era uma máquina de guerra fazendo guerras contra os cristãos na Síria, Iraque, Líbia, Afeganistão, etc. Há evidência de que a secretária de Estado Hillary criou e armou o ISIS, que massacrou milhares de cristãos. Os EUA criaram uma bagunça horrível no Iraque, Líbia, Afeganistão e Síria.
Além disso, enquanto os muçulmanos têm representado uma vasta maioria dos imigrantes que estão sendo bem-vindos e reassentados nos EUA pelo Departamento de Estado, as vítimas cristãs representam menos de 5 por cento.
Outra guerra fomentada pelo Departamento de Estado de Obama foi a guerra cultural em favor da agenda homossexual. Esse departamento financiou e treinou ativistas homossexuais no mundo inteiro. De forma ativa e categórica, promoveu os interesses deles, inclusive nomeando o primeiro embaixador mundial para promover a agenda homossexual.
Hillary era uma neocon pró-sodomia no Departamento de Estado.
O que esperar de um secretário de Estado de Trump? Primeiro, coerência com seu discurso na campanha confrontando os neocons, conhecidos por suas parcerias com o terrorismo islâmico contra a Rússia, e por sua abertura para imigrantes islâmicos, não cristãos.
Quando Trump estava considerando Mitt Romney para secretário de Estado, era difícil não pensar que o espírito de Hillary não estaria continuando sua missão por meio dele, pois sob o governador Romney Massachusetts foi o primeiro estado dos EUA a legalizar o “casamento” homossexual. Além disso, ele queria confrontar a Rússia na Síria e Ucrânia, exatamente como Obama estava fazendo e exatamente como Hillary queria fazer em seu sonho de uma presidência.
Então Trump escolheu Rex Tillerson, presidente da Exxon Mobil, para secretário de Estado. Tillerson tem um histórico de boas relações com Putin e a Rússia, mas não com o ISIS. E ele não parece querer guerras, mas boas relações. Esse é um bom sinal.
Diferente de Hillary, que estava matando cristãos na Síria por meio dos rebeldes muçulmanos e do ISIS e no Iraque por meio do ISIS, Tillerson parece entender que não tem nexo apoiar tal guerra injusta e castigar a Rússia por seu envolvimento pró-cristão.
Diferente de Hillary e Obama, a esperança é que Tillerson compreenda que cristãos perseguidos, não muçulmanos, deveriam receber prioridade para imigração.
Entretanto, há uma preocupação. Tillerson estava na diretoria da organização de escoteiros dos EUA e aprovou sua decisão infame de permitir líderes homossexuais. Isso o torna igual a Hillary.
Contudo, e se Trump escolhesse Ted Cruz? As posturas pró-família e pró-Israel de Cruz são excelentes. Em política externa, ele não usaria o Departamento de Estado para promover a agenda homossexual. Mas com relação à Rússia, ele e neocons como Marco Rubio são iguais a Hillary: Cruz queria um confronto com a Rússia na Síria e Ucrânia por causa da Crimeia, uma região tradicionalmente russa por centenas de anos e da qual a Rússia fez reintegração de posse em 2014. Sua política seria uma continuação da política de Hillary.
Então, todas as escolhas são difíceis. No entanto, embora Hillary e o governo de Obama zombassem e hostilizassem a lei russa que proíbe propaganda homossexual para crianças e acabasse impondo sanções contra a Rússia usando como desculpa a reintegração da Crimeia, Tillerson se manifestou publicamente contra tais sanções.
Se ele fosse tão obcecado pela agenda gay quanto Obama e Hillary são, ele provavelmente se manifestaria a favor de tais sanções.
Como avaliar as diferenças? Cristãos como Ted Cruz são muito bons em defender a vida e a família. Eles merecem ser elogiados por seus esforços pró-família. Mas seus esforços neocons de combater a Rússia enquanto a Rússia está combatendo o ISIS e ajudando os cristãos no Oriente Médio os coloca em pé de igualdade com Hillary, cujas políticas anti-Rússia eram anticristãs e pró-ISIS e pró-rebeldes islâmicos.
Ted Cruz, Marco Rubio e outros são belicistas pró-família. Cristãos perseguidos por muçulmanos na Síria e outras nações dificilmente teriam alguma esperança de serem ajudados pelas políticas deles, e as opiniões pró-família deles seriam úteis apenas para cristãos pró-família fora das zonas de guerras islâmicas.
Romney seria uma continuação de Hillary, sem benefício para cristãos pró-família nos EUA e cristãos perseguidos por muçulmanos em outras nações.
Tillerson não parece ser belicista. Ele não tem histórico de guerras, mas de amizades e acordos. Isso é mudança real, pois o Departamento de Estado tem tido muitos belicistas por tempo demais
Tillerson seria perfeito se ele fosse um cristão pró-família contra a agenda gay — como Ted Cruz seria perfeito se ele não fosse belicista e confrontador numa época em que a Rússia está buscando paz e parceria contra o terrorismo islâmico. A Rússia tem o desejo exato que Trump mostrou em sua campanha.
Aliás, Trump disse na semana passada que só indivíduos estúpidos e idiotas veriam boas relações com a Rússia como coisa má. Isso está em conformidade com sua campanha e com o histórico de Tillerson.
Se Tillerson fosse um militante homossexual, haveria confronto entre ele e Putin, pois embora ele aprovasse líderes homossexuais de escoteiros para ensinar propaganda homossexual para crianças, Putin aprovou uma lei proibindo tal propaganda.
Como Trump, Tillerson está aberta à agenda gay, mas ambos, diferente de Hillary e Obama, estão abertos ao diálogo.
Contudo, ao avaliar entre belicistas pró-família, neocons pró-sodomia e não-neocons pró-sodomia, o que é importante? As vidas de cristãos perseguidos por muçulmanos na Síria são tão importantes quanto as vidas de bebês em gestação defendidas por bons cristãos pró-família.
Qualquer secretário de Estado disposto a apoiar os esforços russos, ou pelo menos não interferir negativamente como Obama e Hillary fizeram, na Síria está ajudando a salvar vidas, principalmente cristãos vitimados pelo ISIS. Nesse aspecto, Tillerson parece ser a única esperança para o Departamento de Estado parar sua intromissão pró-islamismo contra os cristãos na Síria.
Espero estar certo: Tillerson não parece ser neocon.
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Um comentário :

Unknown disse...


O pior para os cristãos é a apostasia.