8 de janeiro de 2017

Igrejas liberais estão morrendo. Mas as igrejas conservadoras estão prosperando


Igrejas liberais estão morrendo

David Haskell
As grandes igrejas protestantes tradicionais estão em apuros: Um relatório de 2015 elaborado pelo Centro de Pesquisa Pew revelou que essas congregações, outrora o principal sustentáculo do Cristianismo dos EUA, estão agora diminuindo a uma taxa anual de 1 milhão de membros. Menos membros significa não só menos almas salvas, um pensamento que assusta alguns pastores, mas também menos renda para as igrejas, garantindo assim seu declínio.
Confrontados com esse acontecimento preocupante, pastores têm empregado vários esforços para reviver a frequência das pessoas à igreja. Quase 20 anos atrás John Shelby Spong, um bispo da Igreja Episcopal dos EUA, publicou seu livro “Por Que o Cristianismo Precisa Mudar ou Morrer.” O livro foi apresentado como um antídoto para a crise do declínio das grandes igrejas protestantes tradicionais. Spong, um teólogo liberal, disse que as congregações cresceriam se abandonassem sua interpretação literal da Bíblia e se transformassem junto com as tendências sociais.
O argumento de Spong é popular entre muitas grandes igrejas protestantes tradicionais, inclusive a Igreja Metodista Unida, a Igreja Evangélica Luterana, a Igreja Presbiteriana dos EUA e a Igreja Episcopal.
Mas a escolha do liberalismo nas grandes igrejas protestantes tradicionais não parece ter resolvido seu problema de declínio.
Se serve de consolo, no que se refere ao crescimento nas grandes igrejas protestantes tradicionais, Spong e outros liberais estão certos quando afirmam que o Cristianismo precisa mudar ou morrer. O problema é que eles mudaram para a direção errada.
Traduzido e editado por Julio Severo do original em inglês do jornal americano Washington Post: Liberal churches are dying. But conservative churches are thriving.
Leitura recomendada:

9 comentários :

Herberti disse...

Pô! Não entendi! O título diz uma coisa, mas o texto outra praticamente oposta. Acho bom revisar esta postagem. Está muito confusa.

Flávio Da Vitória disse...

O texto não citou o crescimento das igrejas conservadoras. Mas são as pentecostais é neopentecostais, Júlio fez um Post sobre isso uma vez

Aldo Santos disse...

Bom dia. amigo Herberti releia direitinho que vc vai entender... alguns pastores tornaram a igrejas liberais afim de atrair mais membros, mas não surtiu efeito.
Julio, infelizmente isso acontece aos poucos aqui no Brasil também. o povo está acomodado. não quero acreditar que o povo só se volta na dor, como no acontecimento grandes catástrofes o povo fica com "medo" de um "castigo" de Deus e lotam as igrejas.
Fico imaginando que muitos nos Estados Unido que antes tinham uma fé "inabalável", hoje apostataram da fé passando a frequentar a maçonaria. Lamentável esta apostasia. aqui também no Brasil alguns líderes são denunciados por adorarem a dois senhores.

Jorge Santos disse...

Menos membros não significa necessariamente menos almas salvas. Conheço uma igreja que extirpou o liberalismo, tornando-se mais conservadora e cujo dízimo aumentou com a redução de membros.

Marcelo Victor disse...

Está faltando um Gamaliel pra dizer a grande verdade que ninguém quer ouvir (nem católicos e nem sectários): "Dai de mão a estes homens, e deixai-os, porque, se este conselho ou esta obra é de homens, se desfará..." (At 5:38).

Jorge Santos disse...

Só que os judeus estavam lutando contra Deus. Hoje quem luta contra Deus são os liberais.

LUIS CLAUDIO MEGIORIN disse...

Verdade. Texto confunso, nada a ver com o título!

Penso se é este o preço a pagar, por nao ceder ao modernismo, que morramos, a fim de manter o Evangelho de Cristo puro e simples como deve ser. Os escolhidos virāo para esta ou aquela igreja, pois a Graça é issresistível!

Leonardo Melanino disse...

Na verdade, as Igrejas Cristãs jamais se devem posicionar nos extremos, pois eles sempre lhes são maléficos. Ou seja, nada de absolutismos, de anarquias, de internacionalismos, de relativismos, de de sacrilégios, de santimônias, totalitarismos, de ultraconservadorismos, de ultraliberalismos, de ultranacionalismos e de nenhuns outros. Extremismos e fanatismos sempre geram guerras e outras calamidades.

Marcelo Victor disse...

As recentes notícias do avanço do islamismo na Europa e EUA requerem uma reflexão mais profunda, pois me parece que podemos colher algumas lições disso:
1 - Podemos estar diante de um juízo de Deus diante da apostasia da fé cristã que nitidamente tomou conta das nações europeias, exatamente como tem ocorrido com os EUA, o qual foi fundado por protestantes e, hoje em dia, parece ter perdido, em grande parte, essa identidade original;
2 - Isso é um claro sinal de que o suposto cristianismo, em que criam os europeus, não era o verdadeiro, pois, diferentemente dos muçulmanos, que estão dispostos a morrer pelo seu deus (assim como os cristãos primitivos, que morreram na boca dos leões e nas chamas da inquisição), os "cristãos" europeus, da atualidade, parecem estar indiferentes à perda da identidade e do reino dos céus;
3 - Contrariando o que diz o Livro de Daniel 2:44 ("Mas, nos dias desses reis, o Deus do céu suscitará um reino que não será jamais destruído; nem passará a soberania deste reino a outro povo; mas esmiuçará e consumirá todos esses reinos, e subsistirá para sempre"), o que assistimos é um "deus maior" (do islã) vencer um "deus menor" (dos supostos cristãos). A maior confissão do fracasso desse cristianismo fajuto é o fato de que essa derrocada está sendo capitaneada pelo próprio chefe da idolatria romana (a papa chicão das couves), que, com essa atitude, está declarando, ao mundo, abertamente, a fraqueza do seu deus, e assumindo que nunca creu no Deus de Israel, pois quem acredita, de fato, no maravilhoso SER de Deus, jamais se associaria a qualquer religião pagã;
3 - Um sinal de que a volta de Cristo está próxima, pois, como os muçulmanos odeiam os cristãos e os judeus, e estão se expandindo, possivelmente, muito em breve, teremos o início de uma grande perseguição dos que não negarão o nome de Jesus Cristo;
4 - O protestantismo dos EUA também está em cheque, pois o que está sucedendo com a idolatria romana parece estar acontecendo semelhantemente com os supostos crentes norte-americanos e não só diante da invasão islâmica, mas também com relação à aceitação da doutrina sodomita nas escolas e até mesmo nas igrejas. As máscaras irão cair!!!