30 de abril de 2017

Jesus cura e liberta hoje!


Jesus cura e liberta hoje!

Julio Severo
O exemplo claro que Jesus Cristo deixou de Evangelho é: proclamação e demonstração.
Ele pregava o Evangelho e, ao mesmo tempo, curava os enfermos e expulsava os demônios. Evangelho e cura de enfermos e expulsão de demônios eram inseparáveis no ministério de Jesus.
Contudo, os fariseus, que eram os teólogos da época, tinham dureza religiosa o suficiente para não se deixarem contaminar nem pela proclamação do Evangelho nem pelas curas e expulsões de demônios.
Os fariseus, que conheciam a Bíblia de capa a capa, aceitavam e elogiavam os milagres de Deus dentro da Bíblia. Eles louvavam a Deus por suas obras poderosas dentro da Bíblia. Mas eles não conseguiam enxergar Deus agindo fora das páginas da Bíblia. Para eles, Jesus era um enganador, um falsário e um mentiroso.
Se teologia ajudasse seus adeptos a enxergar melhor Deus e suas obras, os fariseus teriam sido os primeiros a reconhecer Jesus. Mas eles nunca o reconheceram e fizeram de tudo para destruir seu ministério e sua vida.
Hoje, os teólogos parecem ter os mesmos problemas. Teólogos desde luteranos até presbiterianos têm facilidade de aceitar milagres dentro da Bíblia, como belas histórias de milagres passados. E têm uma facilidade maior de aceitar ideologias humanas, que eles carinhosamente vestem com roupas teológicas. A Teologia da Missão Integral é uma delas.
Entretanto, eles têm dificuldade de aceitar um Deus que age fora da Bíblia e que cura hoje, em resposta direta à oração. Eles têm dificuldade de aceitar uma proclamação atual do Evangelho, dentro dos cultos semanais de suas igrejas, que inclua, como acontecia no próprio ministério de Jesus, espaço igual para cura de enfermos e expulsão de demônios.
Os fariseus tinham suas desculpas teológicas para não aceitar os milagres de Jesus e suas expulsões de demônios. Os modernos fariseus têm também um arsenal teológico para rejeitar o que Deus faz hoje.
Claro que toda a dureza, do passado e do presente, nunca impediu Deus de ser grande. O Apóstolo Paulo, que era fariseu, foi alcançado pelo Espírito Santo e deixou registrado na Bíblia cartas sobre o Espírito Santo e suas manifestações. Seus antigos colegas fariseus nunca aceitaram o que ele disse.
Hoje, apesar de teologias farisaicas que igualmente depreciam Deus agindo ao vivo e em cores na vida das pessoas, novos Paulos têm sido levantados por Deus para desafiar o farisaísmo teológico.
Rev. Larry Christenson, pastor luterano americano, escreveu várias obras sobre o Espírito Santo, inclusive “Welcome Holy Spirit” (Bem-Vindo, Espírito Santo), que é uma teologia sistemática de mais de 400 páginas que trata desde o dom de cura até o dom de profecia, com fartas referências teológicas.
No meio calvinista, onde predomina a teologia farisaica chamada “cessacionismo,” que rejeita para hoje os mesmos milagres que os apóstolos faziam em nome de Jesus, há 500 anos de história de membros e pastores que experimentaram os dons sobrenaturais do Espírito Santo.
O farisaísmo teológico de ontem e de hoje nunca foi forte o suficiente para impedir Deus de ser Deus, impedir Deus de curar sobrenaturalmente e impedir Deus de revelar, em sonhos e profecias, seus planos para indivíduos, famílias e congregações.
Nem luteranos nem calvinistas estão fora do alcance do poder de Deus. Vários pastores luteranos, inclusive Larry Christenson e Rodney Lensch, têm sido batizados no Espírito Santo desde a década de 1960.
No século XIX, o Rev. Johann Christoph Blumhardt, sem entender, começou a ser usado por Deus sobrenaturalmente. Apesar de que nenhum outro pastor luterano da Alemanha pregava um Evangelho com demonstração, Blumhardt era um pastor luterano no modelo apostólico. Quando ele proclamava o Evangelho, multidões eram curadas e demônios eram expulsos. Pastores apegados às tradições farisaicas pediam para que ele parasse isso, pois ia contra suas tradições de Evangelho sem demonstração. Mas multidões vinham até Blumhardt para ouvir o Evangelho e ser curadas e libertas.
Ninguém segura o Espírito Santo e seu poder. Os fariseus e suas tradições não seguraram Jesus. Nem ontem, nem hoje nem nunca.
A manifestação do poder do Espírito Santo é mais necessária entre luteranos e presbiterianos do que nunca, pois suas grandes denominações na Europa estão cambaleando diante do túmulo, sem vida e sem uma proclamação genuína do Evangelho acompanhada por curas e expulsão de demônios. Tudo o que lhes sobrou foi um discurso não convincente acompanhado por almas enfermas e demônios invadindo indivíduos, pastores, famílias e congregações.
São demônios de ocultismo, socialismo, maçonaria, espiritualismo, ideologias humanas, etc.
Jesus não veio curando e expulsando demônios entre pagãos que nada conheciam de Deus.
Ele veio curando enfermos e expulsando demônios dos judeus, que todas as semanas se reuniam para ouvir a Bíblia.
A visita de Jesus é necessária hoje para curar luteranos e presbiterianos enfermos e expulsar seus demônios, facilitados por tradições humanas que não os protegem de bruxarias e outras invasões satânicas.
Há décadas a maior denominação luterana do Brasil sofre a invasão da Teologia da Libertação, Teologia da Missão Integral, Teologia Gay e Teologia Feminista. Isso é invasão demoníaca. Enquanto isso, membros que ouvem tal evangelho contaminado recorrem, quando são desenganados pela medicina, a espíritas e pais-de-santo porque nunca viram o pastor impor as mãos sobre os enfermos e os curarem. Já vi tanto luteranos quanto presbiterianos recorrendo ao espiritismo em busca de cura e um milagre para suas famílias.
O pastor que não expulsa demônios acaba facilitando a invasão deles na igreja e seus membros.
Só a visita sobrenatural de Jesus pode transformar antigos fariseus amantes de teologia morta em Apóstolos Paulos, vibrantes e cheios de vida da Palavra e do Espírito.
As antigas catedrais protestantes imponentes da Europa e EUA estão se tornando túmulos para suas congregações mirradas. Uma teologia sem o Evangelho com curas e expulsão de demônios é uma teologia de morte e fracasso.
Uma ressurreição é necessária. E Deus é especialista em ressurreições.
Voltemos ao Evangelho com curas e expulsões de demônios. Esse é o único Evangelho que Jesus deixou como modelo. O resto é dos homens e suas tradições, que adoecem e matam.
Leitura recomendada:

29 de abril de 2017

Presidente Trump nomeia líder pró-vida para posto no “ministério da Saúde” dos EUA


Presidente Trump nomeia líder pró-vida para posto no “ministério da Saúde” dos EUA

Julio Severo
O presidente americano Donald Trump nomeou uma líder pró-vida para um posto elevado no Ministério da Saúde e Serviços Humanos, que é o ministério da Saúde dos EUA. Essa nomeação me alegra de forma especial, pois essa líder é minha amiga de Facebook há muitos anos.
Charmaine Yoest
O presidente Donald Trump disse na sexta-feira que ele nomearia Charmaine Yoest, a ex-presidente de Americans United for Life (Americanos Unidos pela Vida), uma das organizações pró-vida mais proeminentes dos EUA, para um cargo elevado no setor de comunicações do ministério da Saúde. Yoest se tornaria vice-secretária de assuntos públicos — uma posição que molda os esforços de comunicação desse ministério.
A nomeação dela continua os esforços pró-vida do presidente Trump desde sua posse, primeiro restabelecendo a Política da Cidade do México, a qual proíbe dinheiro de impostos do governo americano de ir para organizações pró-aborto. Trump também retirou as verbas do governo americano para o Fundo de População da ONU (FNUAP), que é uma entidade que sustenta o controle populacional no mundo inteiro.
Diferente de Trump, que acredita que o aborto no caso de estupro e incesto é válido, Yoest tem uma postura pró-vida muito mais firme.
Com a indicação de Yoest, Trump tem seguido, até agora, a linha do ex-presidente George W. Bush, que também era pró-vida. A diferença é que o histórico de Trump é patentemente mais aberto para a esquerda.
Em vista de seu histórico, não é de surpreender que Trump esteja continuando várias políticas homossexuais de Obama, inclusive mantendo o cargo do embaixador homossexual, nomeado pioneiramente por Obama, para promover, em nome do governo dos EUA, a agenda homossexual no mundo inteiro.
À semelhança de Bush, que falava de Deus em seu governo, ontem Trump disse: “A liberdade não é um presente do governo. A liberdade é um presente de Deus.”
Em política externa, Trump está também seguindo o modelo intervencionista neocon de Bush e Obama, embora na campanha ele tivesse prometido adotar uma política antineocon e anti-intervencionista. Mas ele não pôde cumprir suas promessas, especialmente depois que vazamentos maliciosos derrubaram seus assessores estratégicos mais importantes para tal política externa oposta à política neocon de Bush e Obama.
Ainda que Bush tenha acertado em suas políticas pró-vida dentro dos EUA, ele errou feio em suas políticas belicistas pró-morte fora dos EUA, especialmente a Guerra no Iraque, condenada por Trump em toda a campanha eleitoral do ano passado. A Guerra do Iraque acabou deixando um rastro de 500 mil cristãos mortos. As intervenções militares neocons de Bush e Obama deixaram um rastro igualmente desastroso para os cristãos na Líbia, Afeganistão e outros países. Por isso, é importante ser pró-vida dentro e fora dos EUA.
Embora não haja muito o que se aproveitar das políticas homossexualistas e política externa belicista de Trump, o movimento pró-vida pode se alegrar que as nomeações pró-vida são parte das promessas de Trump que até agora ele tem conseguido cumprir.
Oremos para que Charmaine Yoest possa continuar seu excelente trabalho pró-vida no ministério da Saúde nos EUA.
Oremos também por Trump, para que num intervencionismo sobrenatural de Deus, sua política externa mude de belicista para não-intervencionista e para que suas posições sobre a agenda gay espelhem os interesses da família americana, não as ambições do ativismo homossexual.
Com informações de LifeNews, Franklin Graham e New York Times.
Leitura recomendada:

28 de abril de 2017

Olavo de Carvalho, capitalismo, conservadorismo e protestantismo


Olavo de Carvalho, capitalismo, conservadorismo e protestantismo

Julio Severo
“Quem inventou o capitalismo foi o capeta,” disse o astrólogo ontem. Com sua suprema inteligência filosófico-esotérica ele pode ter descoberto que o maior país capitalista do mundo é os EUA que, por acaso, são também o maior país protestante do mundo. O mega-capitalismo nos EUA foi criação de protestantes com ajuda judaica.
Esse é o mesmo astrólogo que disse semana passada: “O Protestantismo nasceu do ódio e da sêde de sangue. Sua inspiração cristã é ZERO.” Mesmo assim, ele prefere viver como imigrante no maior país protestante do mundo.
Talvez, vendo que no Brasil, que é o maior país católico do mundo, não há ódio e sede de sangue, ele preferiu viver entre protestantes. Talvez, horrorizado com a inspiração 100 por cento cristã do catolicismo brasileiro, ele tenha buscado um país sem tal influência, e só nos EUA ele achou isso.
Mesmo assim, há evanjegue (termo usado pelo próprio astrólogo para depreciar os evangélicos que não se submetem ao seu jugo filosófico-esotérico supostamente conservador) que o chama de “professor,” achando que tem a obrigação de ignorar os xingamentos e pisadas dele porque suas opiniões políticas são supostamente infalíveis. Tal cego pede para cair no buraco. Ele está empolgado seguindo um mestre de filosofias esotéricas sem desconfiar que o mestre é espiritualmente cego conduzindo a si e outros diretamente para o buraco.
Não uso a palavra “astrólogo” como xingamento. Olavo de Carvalho fundou a primeira escola de astrólogos do Brasil e hoje a principal característica de sua atividade “filosófica” são previsões políticas. Na Bíblia, era comum os astrólogos fazerem previsões políticas. Hoje, eles seriam, ao que tudo indica, considerados “filósofos.” Se Carvalho pode ser considerado “filósofo,” por que não eles?
O esoterismo do astrólogo não é menos nocivo do que o esquerdismo. Hitler, que tinha um discurso estridentemente antimarxista, era católico nominal e esotérico.
Ao contrário dos comunistas soviéticos, que pregavam e impunham abertamente o ateísmo e combatiam a Bíblia, o católico esotérico Hitler não impunha o ateísmo, mas um falso cristianismo e uma falsa bíblia cristã feitos à imagem e semelhança de suas confusões esotéricas.
Ao dizer que “Quem inventou o capitalismo foi o capeta,” o astrólogo pode querer dizer uma de duas coisas:
1) Ele defende o capitalismo porque ele, como esotérico, segue o capeta e então precisa justificar que o capitalismo pertence ao mestre dele.
2) Ele está tão revoltado com os protestantes (que segundo ele nasceram de ódio e sede de sangue e não têm nada de cristão) que tudo o que eles produziram, inclusive o capitalismo, merece ser demonizado.
O mega-capitalismo, que faz parte da história dos EUA, sempre andou junto com valores protestantes e judaicos. Afinal, os EUA se tornaram o maior país capitalista do mundo porque são o país mais protestante do mundo.
Se em vez de dizer que “Quem inventou o capitalismo foi o capeta,” o astrólogo tivesse dito que o capitalismo nos EUA acabou virando coisa do capeta, haveria sentido, pois há muito tempo o capitalismo dos EUA se divorciou de seus valores protestantes históricos. Esse divórcio foi realmente coisa do capeta e hoje, em vez de ser guiado por valores protestantes, o capitalismo americano é guiado pelo capeta.
A melhor coisa do mundo foi o casamento entre capitalismo e protestantismo nos EUA. A pior coisa do mundo foi seu divórcio.
Contudo, o astrólogo prefere insinuar que quando foi inventado, sob valores protestantes, o capitalismo era do capeta.
Atacar o capitalismo de valores protestantes dos EUA é coisa de comunista. Mas quem foi que disse que Olavo de Carvalho é um filósofo conservador? Não ele, que disse, aos palavrões, no mês passado:
“Por isso é que, quando me apresentam como ‘filósofo conservador,’ a única resposta que me ocorre é:
— Conservador é a puta que o pariu, que conservou você na barriga por nove meses em vez de deixá-lo cair na privada.”
Há alguma dúvida de que o astrólogo esteja sob possessão? E os olavetes evanjegues estão caminhando também para tal estado. Uns, inclusive pastores, estão começando a ficar possessos, enquanto outros já estão em grau elevado de capetismo.
Toda forma de capetismo é espiritualmente mortal, seja do PT ou do astrólogo.
O pior inimigo do astrólogo não é Reinaldo de Azevedo, que é um católico quase tão contraditório quanto ele, mas não parece ser esotérico. O pior inimigo dele é a próprio boca dele.
Cada vez que ele abre a boca sobre o protestantismo, ele ataca o próprio país que escolheu para viver como imigrante.
Cada vez que ele abre a boca sobre o conservadorismo, seus próprios palavrões o negam, pois conservador americano genuíno não aceita boca suja, que é característica fundamental de comunistas.
Cada vez que ele abre a boca para elogiar a cultura católica, ele a nega, pois se recusa a voltar a viver no Brasil, o maior país católico do mundo.
Cada vez que ele abre a boca sobre a Inquisição, que torturava e matava judeus e protestantes, ele mente descaradamente.
Cada vez que ele abre a boca para falar de Jesus Cristo, ele O nega com seu famoso esgoto bucal e suas obscenidades.
A Bíblia diz:
“Não é de assustar? Podemos domar uma onça, mas não podemos domar a língua — ninguém nunca fez isso. A língua é veneno de cobra, uma assassina cruel. Com a língua, bendizemos a Deus, nosso Pai; com a mesma língua, amaldiçoamos homens e mulheres feitos à imagem de Deus. Palavrões, maldições, elogios e bênçãos saem todos da mesma boca! Amigos, assim não dá! Já viram uma fonte dar água pura num dia e água imprópria no outro? Um pé de manga produz maracujá? Uma laranjeira pode dar banana? É claro que não dá para tirar um copo de água pura de uma poça de lama!” (Tiago 3:7-11 A Mensagem)
Com sua própria boca, o astrólogo se revela. Mas os olavetes evanjegues nada enxergam.
Eles não ajudam o astrólogo a se libertar de sua legião de demônios. Não usam a autoridade do nome de Jesus para expulsar os demônios da vida dele. Mas pensam estar sendo ajudados por ele.
É muita santa inocência achar que o sujeito que mente descaradamente sobre os fatos históricos da Inquisição não mente em outras questões, inclusive filosóficas e políticas.
Todo esotérico é iludido e ilude.
Todo esotérico é enganado e engana.
O esoterismo, mesmo de direita, não é menos espiritualmente danoso e mortal do que o esquerdismo. Ambos levam diretamente para o inferno.
Se ativismo antimarxista fosse marca de Cristianismo e conservadorismo, o católico esotérico Hitler seria o maior cristão e conservador da história. O ativismo antimarxista dele era inigualável.
Em vez de avisarem o astrólogo que ele está indo para o buraco, os olavetes evangélicos preferem ir para lá com ele, até mesmo incentivando outros nessa cegueira.
Jesus disse: “Quando um cego guia outro cego, ambos caem no buraco.” (Mateus 15:14 A Mensagem)
Não importa que o guia (mestre, professor) seja filósofo. Ele está conduzindo seus evanjegues para o buraco.
Só um cego segue outro cego. Só os evanjegues chamam um cego espiritual de guia, mestre e professor.
Olavo de Carvalho e seus evanjegues precisam urgentemente de oração de libertação de espíritos demoníacos, inclusive potestades.
Ore. Jejue. E faça guerra espiritual contra os espíritos de engano e cegueira que dominam a mente do guia e de seus seguidores.
Leitura recomendada:

27 de abril de 2017

Por que o Observatório da Direita, da entidade esquerdista americana People for the American Way, está preocupado com Julio Severo?


Por que o Observatório da Direita, da entidade esquerdista americana People for the American Way, está preocupado com Julio Severo?

Julio Severo
O Observatório da Direita (em inglês, Right Wing Watch), uma grande organização socialista dos EUA, tem há vários anos e por diversas vezes focado em meus artigos publicados no portal conservador americano BarbWire, e exposto-os para sua audiência esquerdista nos EUA por opiniões politicamente incorretas.
Seu foco mais recente foi no meu artigo publicado no BarbWire “VP Pence Praises Indonesia’s Islamic Culture, Tours Mosque with His Shoes Off.” O Observatório da Direita disse em 25 de abril de 2017:
Finalmente, Julio Severo está revoltado que o vice-presidente Pence tirou seus sapatos enquanto estava visitando uma mesquita na Indonésia: “Você pode tirar seus sapatos onde Deus está. Mas tirar seus sapatos num lugar onde Deus é ofendido é uma afronta a Deus. Um cristão jamais deveria tirar seus sapatos num lugar em que o islamismo é adorado.”
Por que o Observatório da Direita quer defender Pence, que é um evangélico conservador, em suas atitudes não conservadoras envolvendo o islamismo? Especificamente, por que essa poderosa organização esquerdista quer defender Pence de um evangélico conservador brasileiro?
O Observatório da Direita expôs, ao mesmo tempo, David Horowitz e Larry Klayman apenas por expressarem opiniões conservadoras odiadas pela esquerda dos EUA.
Outros líderes conservadores proeminentes frequentemente atacados pelo Observatório da Direita são: Scott Lively, Pat Robertson, Peter LaBarbera, Tony Perkins, Matt Barber, Linda Harvey, Bill Federer, Michael Savage, Alex Jones, Joseph Farah, Jerry Falwell Jr., Jane Chastain, Erik Rush, Bryan Fischer, Michele Bachmann, James Dobson, Dinesh D’Souza, Barbara Simpson, Mat Staver, Cindy Jacobs, Lou Engle, Lance Wallnau, Rick Joyner e muitos outros.
O que o Observatório da Direita, cujo dono é a entidade People for the American Way, quer?
De acordo com o WND, um dos maiores sites conservadores do mundo, People for the American Way (PFAW) é “uma organização socialista ateísta que, por meio de publicações como seu ‘Right Wing Watch’ [Observatório da Direita] se dedica à destruição dos conservadores em geral.” 
De acordo com seu site, o Observatório da Direita tem uma missão especial de atacar conservadores que se opõem à agenda gay, ao aborto e à ideologia muçulmana.
Esta não é a primeira vez que o Observatório da Direita me expôs. Em janeiro passado, o Observatório da Direita disse:
Julio Severo afirma que o Departamento de Estado de Obama fomentou a “guerra cultural em favor da agenda homossexual” no mundo inteiro que foi executada por aquela “neocon pró-sodomia,” Hillary Clinton.
Em outubro do ano passado o Observatório da Direita disse:
Julio Severo proclama que “A neocon Hillary e seu vice católico querem expurgar os Estados Unidos de conservadores cristãos reais… Os reais Pais Fundadores da América, inclusive o primeiro presidente americano George Washington, eram brancos, protestantes e conservadores. Eles não eram pró-aborto, pró-sodomia e neocons. Eles nunca apoiariam a neocon Hillary.”
Naquele mesmo mês, o Observatório da Direita disse:
O site BarbWire de Matt Barber publicou um artigo na segunda-feira escrito pelo colaborador frequente Julio Severo, que ficou alarmado com uma “reunião da comunidade bissexual” na Casa Branca no mês passado e, de forma principal, com o discurso de um índio sioux que se descreve como bissexual que começou sua apresentação invocando “o Grande Espírito, Wakan Tanka, para guiar nossas palavras e pensamentos de modo que falemos com verdade e força.”
Numa coluna intitulada “Bisexual Indian Invokes Demons At White House” (Índio bissexual invoca demônios na Casa Branca), Severo escreveu que o homem havia invocado “espíritos homossexuais,” assim infestando a Casa Branca de demônios que só podem ser expulsos por “pessoas que conhecem e usam a autoridade do nome de Jesus.”
“Uma cultura homossexual é uma cultura de possessão demoníaca,” escreveu ele. “A Casa Branca virou morada de demônios?”
O proeminente site ateu americano Patheos também criticou minha perspectiva sobre demônios. Eles não acreditam em nenhuma atividade de Deus e demônios neste mundo. Num artigo intitulado “The White House Must Be Exorcised Of Bisexual Native American Demons, Says Christian Writer” (A Casa Branca Precisa de Exorcismo de Demônios Indígenas Bissexuais, Diz Escritor Cristão), Patheos disse, “Severo descreveu os espíritos/demônios gays como sendo ‘invisíveis, letais e destrutivos’ — o que é fascinante considerando que, até onde sabemos, ninguém nunca foi de fato assassinado por um…”
O artigo do Patheos gerou 110 comentários de ateus furiosos contra Severo.
Em outro artigo ontem, o Observatório da Direita disse: “Julio Severo avisa que se ‘Hillary for eleita, todos nos Estados Unidos e no mundo pagarão caro pelo agressivo ativismo abortista e homossexualista dela.’” (O artigo em português é este: “Por que os evangélicos preferem Donald Trump a Hillary Clinton?”)
O Observatório da Direita expôs, ao mesmo tempo, a Universidade Liberdade, Jerry Falwell Jr., Jane Chastain, Erik Rush, Bryan Fischer, Paula White, Michele Bachmann, Samuel Rodriguez, James Dobson e Mat Staver apenas por expressarem opiniões conservadoras odiadas pela esquerda dos EUA.
Eles também me “expuseram” em 28 de setembro de 2015:
Finalmente, Julio Severo não está contente com a nomeação de Eric Fanning como ministro do Exército dos EUA: “Tenho certeza de que no caso de Obama e de Fanning, o Pai dos Estados Unidos aprovaria sentença neles e trataria, com nojo e ódio, a sodomia e defesa da sodomia deles como um crime infame. No mínimo, Obama seria expulso da presidência dos EUA e Fanning seria expulso do Exército, ambos com desonra, para nunca mais voltarem. Ambos cometeram traição contra o Pai dos Estados Unidos.”
O texto completo em português está aqui: Obama nomeia homossexual assumido para liderar Exército dos EUA
Eles também me “expuseram” em 30 de junho de 2015:
Julio Severo avisa que “A homossexualidade trouxe destruição para Sodoma, e trará destruição para qualquer cidade ou superpotência que a adote. Um remanescente de cristãos fiéis a Deus precisa alertar acerca do perigo da sodomia e apoiar esforços para proteger crianças e suas famílias contra isso.”
Meu texto completo em português está aqui: “Casamento” homossexual dos EUA afetará outros países
Em 18 de junho de 2015, o Observatório da Direita de novo me “expôs” dizendo:
Finalmente, Julio Severo quer ver Scott Lively nomeado “como embaixador especial dos Estados Unidos para os Direitos Humanos das Crianças e Sua Proteção contra a Agenda LGBT.”
De novo, o Observatório da Direita leu minha opinião politicamente incorreta no Barbwire.
Por que o Observatório da Direita tem focado nos meus artigos?
Qual é a intenção deles?
Em 2011, o WND havia feito uma reportagem (a versão em português está neste link) sobre a monitoração do Ministério de Segurança Nacional dos EUA contra meu blog. Qual era a intenção deles?
No mesmo ano, o WND fez uma reportagem, que se tornou manchete (a versão em português está neste link), sobre o PayPal cortando minha conta depois da campanha de uma organização homossexual nos EUA.
Por que o Golias (Observatório da Direita, Ministério de Segurança Nacional dos EUA, etc.) monitora e se preocupa com um pequeno Davi?
Leitura recomendada:

25 de abril de 2017

Trump recusa chamar de genocídio as matanças em massa de cristãos armênios cometidas por turcos muçulmanos na Primeira Guerra Mundial


Trump recusa chamar de genocídio as matanças em massa de cristãos armênios cometidas por turcos muçulmanos na Primeira Guerra Mundial

Julio Severo
O presidente americano Donald Trump na segunda-feira marcou o massacre de 1,5 milhão de armênios, cometidos por turcos otomanos um século atrás, mas não quis classifica-lo como genocídio.
“Hoje, nos lembramos e honramos a memória dos que sofreram durante o Meds Yeghern, uma das piores atrocidades em massa do século XX,” Trump disse numa declaração. “Eu me junto à comunidade armênia nos EUA e no mundo inteiro para lamentar a perda de vidas inocentes e o sofrimento que muitos passaram.”
Tal declaração, ainda que evitando o termo “genocídio” e recusando mencionar que os assassinos eram muçulmanos e as vítimas eram cristãs, enfureceu a Turquia, cuja cooperação Trump busca contra o governo sírio.
“Consideramos que a desinformação e definições falsas contidas na declaração de 24 de abril de 2017 do presidente americano Trump com relação aos eventos de 1915 têm como fonte a poluição de informações criadas durante os anos por alguns círculos armênios nos EUA por meio de métodos de propaganda,” disse numa declaração o Ministério das Relações Exteriores da Turquia.
“Esperamos que o novo governo dos EUA não dê crédito à narrativa histórica unilateral desses círculos que são conhecidos por sua tendência à violência e discurso de ódio e adote uma postura que leve em consideração os sofrimentos de todos os lados,” disse a declaração.
Em contraste, muitos armênios-americanos, inclusive Kim Kardashian, têm protestado contra a omissão do governo dos EUA. Kim tem pedido o uso da palavra “genocídio” e compara a recusa de usá-la à negação do Holocausto.
Presidentes americanos passados, inclusive o presidente Barack Obama, também recusaram chamar as matanças em massa de genocídio. Os presidentes George W. Bush e Bill Clinton evitaram o termo “genocídio” depois de prometerem durante suas campanhas reconhecê-lo como tal.
Em 10 de abril, numa carta de republicanos e democratas pedindo que o presidente “marque devidamente o dia de 24 de abril como um dia de memória americana do Genocídio Armênio,” mais de oitenta parlamentares dos EUA disseram que “ao comemorar o Genocídio Armênio, renovamos nosso compromisso de impedir atrocidades futuras.”
“Nós nos juntamos aos membros do Congresso dos EUA para pedir que o presidente Trump rejeite a lei da mordaça da Turquia e adote uma memória americana honesta do Genocídio Armênio,” disse Aram Hamparian, diretor executivo do Comitê Nacional Armênio dos EUA. “Já passou muito da hora de os EUA pararem de terceirizar a política nacional dos EUA sobre o Genocídio Armênio entregando-a ao governo cada vez mais autoritário e antiamericano de Recep Erdogan.”
Ao pedir que o presidente Trump marque devidamente a data de 24 de abril, os signatários frisaram o histórico dos EUA de reconhecimento passado, inclusive “o presidente Reagan, que reconheceu o Genocídio Armênio em 1981.”
A carta especificamente cita as populações cristãs que foram alvo da campanha genocida do Império Otomano, inclusive “armênios, assírios, caldeus, gregos, pontianos, siríacos e outros povos perseguidos.”
O governo turco tem resistido ao rótulo genocida pelas ações das forças militares muçulmanas do Império Otomano em 1915, mas os grupos armênios-americanos têm há muito tempo pressionado os presidentes americanos a mudar de curso.
“A declaração do presidente não consegue defender os direitos humanos e é incompatível com os valores americanos, e representa o mesmo tipo de capitulação ao autoritarismo turco que custará mais vidas,” disseram Anthony Barsamian e Van Krikorian, co-presidentes da Assembleia Armênia dos EUA, sobre a declaração de Trump.
O grupo pediu uma investigação da “influência turca clandestina no governo dos EUA.”
Grupos cristãos não estão felizes com a conduta de Trump.
“Lamentavelmente, ele terminou seus primeiros 100 dias no cargo de forma muitíssimo vergonhosa, e consolidou sua posição como o político máximo do governo,” Steve Oshana, diretor-executivo da organização cristã que atua no Oriente Médio Necessidade de Ação, escreveu em seu Facebook vendo a declaração de Trump.
Por anos, preocupações sobre enfurecer a Turquia, um aliado dos EUA, e campanhas fortes de lobby por parte dos turcos têm bloqueado tentativas de mudar a política oficial do governo dos EUA de reconhecer o genocídio. Os presidentes Jimmy Carter e Ronald Reagan usaram o termo em seus cargos, mas George H.W. Bush, Bill Clinton, George W. Bush e Barack Obama o evitaram, chegando ao ponto de combater esforços do Congresso dos EUA de apoiar esse termo.
“A declaração que foi publicada está em harmonia com as declarações que foram publicadas por pelo menos vários governos passados,” disse Sean Spicer, secretário de imprensa da Casa Branca, falando sobre Trump. “Então acho que se você der uma olhada na linguagem que o presidente Obama, o presidente Bush, etc., usaram, a linguagem que o presidente Trump usou está em harmonia com tudo isso.”
Trump produziu, na sua campanha eleitoral, uma imagem de si mesmo como um homem ousado de fora da política e ao fazer isso ele deu esperanças de que ele poderia desafiar esse tabu, disse Oshana. Mas a declaração dele refletiu o poder que os neocons — que incluem o “pântano” que ele havia prometido drenar — detêm no governo dos EUA.
Trump vem se distanciando de suas opiniões de campanha contra os neocons e ele vem buscando forjar um vínculo mais próximo com o presidente turco Recep Tayyip Erdogan, chegando a telefonar para ele na semana passada para congratulá-lo sobre um referendo contestado que foi criticado como uma tomada autoritária de poder.
A Casa Branca mais tarde disse que os dois líderes discutiram esforços conjuntos de combate ao terrorismo. Isso é muito estranho, pois como uma nação islâmica, a Turquia não combate o terrorismo, especialmente do ISIS. De acordo com uma reportagem do WND (WorldNetDaily) de 2014: “Turquia apoia ISIS para eliminar Assad.”
O ISIS tem cometido genocídio contra os cristãos na Síria e Iraque. De acordo com Trump, Obama fundou o ISIS. E Obama trabalhava bem perto da Turquia. Então se Trump recusa o termo “genocídio” para agradar a Turquia e tem essa nação islâmica como aliada contra o ISSI, ele não está ajudando o genocídio do ISIS contra os cristãos? Ter a Turquia islâmica como aliada contra o terrorismo islâmico é tão insano quanto ter a Alemanha nazista como aliada contra o nazismo ou ter a União Soviética como aliada contra o marxismo soviético.
A Armênia foi a primeira nação oficialmente cristã do mundo. A Armênia, como nação ortodoxa cristã, é aliada da Rússia, a maior nação ortodoxa cristã do mundo.
Pelo fato de que os Estados Unidos são a maior nação protestante do mundo, Trump poderia ter uma aliança com a Armênia e a Rússia contra o terrorismo islâmico, e essa era a intenção dele em 2016, mas agora ele está privilegiando uma aliança insana com a Turquia islâmica e a Arábia Saudita para combater o terrorismo islâmico criado e apoiado por muçulmanos sauditas e turcos.
Se Trump não consegue reconhecer como genocídio as matanças de cristãos cometidas por muçulmanos 100 anos atrás, como é que ele conseguirá reconhecer os genocídios atuais contra os cristãos? Como é que ele conseguirá reconhecer que o islamismo foi e é uma máquina de genocídio contra os cristãos?
Até agora reconheceram o genocídio armênio apenas 23 países, entre os quais França, Alemanha, Itália, Canadá, Grécia, Rússia, Uruguai, Brasil, Argentina, Venezuela, Chile e Bolívia.
“Hoje, no dia da memória das vítimas do genocídio armênio, notamos a necessidade de lembrar nossos santos mártires,” declarou o presidente armênio Serzh Sargsyan na segunda-feira.
Em 2015 o presidente russo Vladimir Putin foi o único presidente de uma grande potência a comparecer às comemorações de 100 anos do Genocídio Armênio em 1915. As comemorações foram realizadas no Memorial do Genocídio Armênio no Monte Tsitsernakaberd, em Yerevan, capital da Armênia, para prestar tributo às vítimas do genocídio.
Na ocasião, o presidente turco Tayyip Erdogan se enfureceu com Putin por chamar de genocídio as matanças em massa de armênios cristãos cometidos por muçulmanos turcos. Ele disse: “Não é a primeira vez que a Rússia usou a palavra genocídio em referência a essa questão. Estou pessoalmente triste que Putin tomou tal passo.”
Um número estimado de 1,5 milhão de armênios em 66 cidades e 2.500 vilas foram massacrados; 2.350 igrejas e monastérios foram saqueados e 1.500 escolas e colégios foram destruídos.
Contudo, os muçulmanos na Turquia e outras nações atenuam os números e negam que os cristãos armênios sofreram um genocídio, exatamente como grupos neonazistas atenuam os números e negam o Holocausto contra os judeus e católicos ultrarradicais atenuam os números e negam a Inquisição contra judeus e protestantes.
Com informações do Washington Times, The Hill, Armenian Weekly, Sputnik News, Haaretz, Jerusalem Post, Huffington Post, DailyMail, Associated Press and Tert.
Leitura recomendada: