25 de abril de 2017

Trump recusa chamar de genocídio as matanças em massa de cristãos armênios cometidas por turcos muçulmanos na Primeira Guerra Mundial


Trump recusa chamar de genocídio as matanças em massa de cristãos armênios cometidas por turcos muçulmanos na Primeira Guerra Mundial

Julio Severo
O presidente americano Donald Trump na segunda-feira marcou o massacre de 1,5 milhão de armênios, cometidos por turcos otomanos um século atrás, mas não quis classifica-lo como genocídio.
“Hoje, nos lembramos e honramos a memória dos que sofreram durante o Meds Yeghern, uma das piores atrocidades em massa do século XX,” Trump disse numa declaração. “Eu me junto à comunidade armênia nos EUA e no mundo inteiro para lamentar a perda de vidas inocentes e o sofrimento que muitos passaram.”
Tal declaração, ainda que evitando o termo “genocídio” e recusando mencionar que os assassinos eram muçulmanos e as vítimas eram cristãs, enfureceu a Turquia, cuja cooperação Trump busca contra o governo sírio.
“Consideramos que a desinformação e definições falsas contidas na declaração de 24 de abril de 2017 do presidente americano Trump com relação aos eventos de 1915 têm como fonte a poluição de informações criadas durante os anos por alguns círculos armênios nos EUA por meio de métodos de propaganda,” disse numa declaração o Ministério das Relações Exteriores da Turquia.
“Esperamos que o novo governo dos EUA não dê crédito à narrativa histórica unilateral desses círculos que são conhecidos por sua tendência à violência e discurso de ódio e adote uma postura que leve em consideração os sofrimentos de todos os lados,” disse a declaração.
Em contraste, muitos armênios-americanos, inclusive Kim Kardashian, têm protestado contra a omissão do governo dos EUA. Kim tem pedido o uso da palavra “genocídio” e compara a recusa de usá-la à negação do Holocausto.
Presidentes americanos passados, inclusive o presidente Barack Obama, também recusaram chamar as matanças em massa de genocídio. Os presidentes George W. Bush e Bill Clinton evitaram o termo “genocídio” depois de prometerem durante suas campanhas reconhecê-lo como tal.
Em 10 de abril, numa carta de republicanos e democratas pedindo que o presidente “marque devidamente o dia de 24 de abril como um dia de memória americana do Genocídio Armênio,” mais de oitenta parlamentares dos EUA disseram que “ao comemorar o Genocídio Armênio, renovamos nosso compromisso de impedir atrocidades futuras.”
“Nós nos juntamos aos membros do Congresso dos EUA para pedir que o presidente Trump rejeite a lei da mordaça da Turquia e adote uma memória americana honesta do Genocídio Armênio,” disse Aram Hamparian, diretor executivo do Comitê Nacional Armênio dos EUA. “Já passou muito da hora de os EUA pararem de terceirizar a política nacional dos EUA sobre o Genocídio Armênio entregando-a ao governo cada vez mais autoritário e antiamericano de Recep Erdogan.”
Ao pedir que o presidente Trump marque devidamente a data de 24 de abril, os signatários frisaram o histórico dos EUA de reconhecimento passado, inclusive “o presidente Reagan, que reconheceu o Genocídio Armênio em 1981.”
A carta especificamente cita as populações cristãs que foram alvo da campanha genocida do Império Otomano, inclusive “armênios, assírios, caldeus, gregos, pontianos, siríacos e outros povos perseguidos.”
O governo turco tem resistido ao rótulo genocida pelas ações das forças militares muçulmanas do Império Otomano em 1915, mas os grupos armênios-americanos têm há muito tempo pressionado os presidentes americanos a mudar de curso.
“A declaração do presidente não consegue defender os direitos humanos e é incompatível com os valores americanos, e representa o mesmo tipo de capitulação ao autoritarismo turco que custará mais vidas,” disseram Anthony Barsamian e Van Krikorian, co-presidentes da Assembleia Armênia dos EUA, sobre a declaração de Trump.
O grupo pediu uma investigação da “influência turca clandestina no governo dos EUA.”
Grupos cristãos não estão felizes com a conduta de Trump.
“Lamentavelmente, ele terminou seus primeiros 100 dias no cargo de forma muitíssimo vergonhosa, e consolidou sua posição como o político máximo do governo,” Steve Oshana, diretor-executivo da organização cristã que atua no Oriente Médio Necessidade de Ação, escreveu em seu Facebook vendo a declaração de Trump.
Por anos, preocupações sobre enfurecer a Turquia, um aliado dos EUA, e campanhas fortes de lobby por parte dos turcos têm bloqueado tentativas de mudar a política oficial do governo dos EUA de reconhecer o genocídio. Os presidentes Jimmy Carter e Ronald Reagan usaram o termo em seus cargos, mas George H.W. Bush, Bill Clinton, George W. Bush e Barack Obama o evitaram, chegando ao ponto de combater esforços do Congresso dos EUA de apoiar esse termo.
“A declaração que foi publicada está em harmonia com as declarações que foram publicadas por pelo menos vários governos passados,” disse Sean Spicer, secretário de imprensa da Casa Branca, falando sobre Trump. “Então acho que se você der uma olhada na linguagem que o presidente Obama, o presidente Bush, etc., usaram, a linguagem que o presidente Trump usou está em harmonia com tudo isso.”
Trump produziu, na sua campanha eleitoral, uma imagem de si mesmo como um homem ousado de fora da política e ao fazer isso ele deu esperanças de que ele poderia desafiar esse tabu, disse Oshana. Mas a declaração dele refletiu o poder que os neocons — que incluem o “pântano” que ele havia prometido drenar — detêm no governo dos EUA.
Trump vem se distanciando de suas opiniões de campanha contra os neocons e ele vem buscando forjar um vínculo mais próximo com o presidente turco Recep Tayyip Erdogan, chegando a telefonar para ele na semana passada para congratulá-lo sobre um referendo contestado que foi criticado como uma tomada autoritária de poder.
A Casa Branca mais tarde disse que os dois líderes discutiram esforços conjuntos de combate ao terrorismo. Isso é muito estranho, pois como uma nação islâmica, a Turquia não combate o terrorismo, especialmente do ISIS. De acordo com uma reportagem do WND (WorldNetDaily) de 2014: “Turquia apoia ISIS para eliminar Assad.”
O ISIS tem cometido genocídio contra os cristãos na Síria e Iraque. De acordo com Trump, Obama fundou o ISIS. E Obama trabalhava bem perto da Turquia. Então se Trump recusa o termo “genocídio” para agradar a Turquia e tem essa nação islâmica como aliada contra o ISSI, ele não está ajudando o genocídio do ISIS contra os cristãos? Ter a Turquia islâmica como aliada contra o terrorismo islâmico é tão insano quanto ter a Alemanha nazista como aliada contra o nazismo ou ter a União Soviética como aliada contra o marxismo soviético.
A Armênia foi a primeira nação oficialmente cristã do mundo. A Armênia, como nação ortodoxa cristã, é aliada da Rússia, a maior nação ortodoxa cristã do mundo.
Pelo fato de que os Estados Unidos são a maior nação protestante do mundo, Trump poderia ter uma aliança com a Armênia e a Rússia contra o terrorismo islâmico, e essa era a intenção dele em 2016, mas agora ele está privilegiando uma aliança insana com a Turquia islâmica e a Arábia Saudita para combater o terrorismo islâmico criado e apoiado por muçulmanos sauditas e turcos.
Se Trump não consegue reconhecer como genocídio as matanças de cristãos cometidas por muçulmanos 100 anos atrás, como é que ele conseguirá reconhecer os genocídios atuais contra os cristãos? Como é que ele conseguirá reconhecer que o islamismo foi e é uma máquina de genocídio contra os cristãos?
Até agora reconheceram o genocídio armênio apenas 23 países, entre os quais França, Alemanha, Itália, Canadá, Grécia, Rússia, Uruguai, Brasil, Argentina, Venezuela, Chile e Bolívia.
“Hoje, no dia da memória das vítimas do genocídio armênio, notamos a necessidade de lembrar nossos santos mártires,” declarou o presidente armênio Serzh Sargsyan na segunda-feira.
Em 2015 o presidente russo Vladimir Putin foi o único presidente de uma grande potência a comparecer às comemorações de 100 anos do Genocídio Armênio em 1915. As comemorações foram realizadas no Memorial do Genocídio Armênio no Monte Tsitsernakaberd, em Yerevan, capital da Armênia, para prestar tributo às vítimas do genocídio.
Na ocasião, o presidente turco Tayyip Erdogan se enfureceu com Putin por chamar de genocídio as matanças em massa de armênios cristãos cometidos por muçulmanos turcos. Ele disse: “Não é a primeira vez que a Rússia usou a palavra genocídio em referência a essa questão. Estou pessoalmente triste que Putin tomou tal passo.”
Um número estimado de 1,5 milhão de armênios em 66 cidades e 2.500 vilas foram massacrados; 2.350 igrejas e monastérios foram saqueados e 1.500 escolas e colégios foram destruídos.
Contudo, os muçulmanos na Turquia e outras nações atenuam os números e negam que os cristãos armênios sofreram um genocídio, exatamente como grupos neonazistas atenuam os números e negam o Holocausto contra os judeus e católicos ultrarradicais atenuam os números e negam a Inquisição contra judeus e protestantes.
Com informações do Washington Times, The Hill, Armenian Weekly, Sputnik News, Haaretz, Jerusalem Post, Huffington Post, DailyMail, Associated Press and Tert.
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24 de abril de 2017

Mike Pence louva a cultura islâmica da Indonésia dizendo que deveria inspirar outros países muçulmanos enquanto ele visita mesquita descalço


Mike Pence louva a cultura islâmica da Indonésia dizendo que deveria inspirar outros países muçulmanos enquanto ele visita mesquita descalço

Esposa e filhas de Pence cobrem a cabeça com lenço islâmico na mesquita

Julio Severo
Mike Pence, vice-presidente dos EUA, louvou a cultura islâmica da Indonésia na semana passada junto com o presidente da nação islâmica mais populosa do mundo, reforçando sua mensagem com uma visita à maior mesquita da região.
Mike Pence com líderes islâmicos dentro de mesquita
“Como a segunda e terceira democracia no mundo, nossos dois países têm muitos valores comuns, inclusive liberdade, o Estado Democrático de Direito, direitos humanos e diversidade religiosa,” Pence disse. “Os Estados Unidos têm o orgulho de fazer parceria com a Indonésia. A Indonésia promove e protege esses valores.”
Pence acrescentou: “A tradição da Indonésia de islamismo moderado é francamente uma inspiração para o mundo e elogiamos você e seu povo. Em sua nação assim como nos EUA, a religião unifica, não divide.”
Ainda que essas palavras pareçam ser de Obama, não são. Diferente de Obama, Pence se apresenta como um evangélico sólido.
Pence foi correto e justo ao igualar a religião nos Estados Unidos (a maior nação protestante do mundo) e a religião na Indonésia (a maior nação islâmica do mundo)? Ele foi correto e justo ao dizer que o islamismo na Indonésia unifica?
Ele foi correto e justo ao dizer que a Indonésia islâmica e a América cristã têm muitos valores comuns, inclusive liberdade, o Estado Democrático de Direito e direitos humanos? Ele foi correto e justo ao dizer que a Indonésia islâmica promove e protege esses valores?
Em seu livro “Persecuted: The Global Assault on Christians” (Perseguidos: A Agressão Mundial aos Cristãos), publicado por Thomas Nelson, Paul Marshall disse:
Em 2 de maio de 2008, uma multidão da vila predominantemente muçulmana de Saleman atacou a vila predominantemente cristã de Horale. Eles queimaram cento e vinte casas, três igrejas e a escola da vila, e feriram cinquenta e seis cristãos e mataram quatro. Três dos quatro assassinados tiveram suas gargantas cortadas.
A União das Igrejas Protestantes da Indonésia informa que a violência religiosa contra os cristãos quase dobrou entre 2010 e 2011.
Para os 10 a 13 por cento da população indonésia que são cristãos, os maiores desafios à liberdade religiosa vêm das pressões sociais, justiceiros, milícias e governo local.
A Indonésia recentemente teve muitos ataques contra igrejas cristãs. É impossível chegar a resumir todos os ataques, de modo que aqui estão alguns exemplos apenas do início de 2010, conforme resumido pela Comissão dos Estados Unidos sobre Liberdade Religiosa Internacional. Em 22 de janeiro de 2010, residentes locais se juntaram a membros de grupos radicais para incendiar o prédio da Igreja Protestante Batak e a residência do pastor em Sibuhuan, Norte do Sumatra. Nesse dia também, a Igreja Pentecostal (Gereja Pantekosta di Indonesia) de Sibuhun, Tapanuli Selatan, Norte do Sumatra, foi também incendiada.
Então se a Indonésia e os Estados Unidos são iguais em termos religiosos, por que as igrejas protestantes não estão incendiando mesquitas e matando muçulmanos nos Estados Unidos?
No entanto, a comparação imaginária feita por Pence foi motivada por bajulação, não pela realidade. Foi bajulação apenas, como Pence disse numa coletiva de imprensa conjunta com o presidente indonésio Jokowi Widodo, para fortalecer a parceria comercial dos EUA com a Indonésia.
A bajulação de Pence ultrapassou todos os limites de sua fé evangélica. De acordo com uma reportagem do DailyMail:
“Ele e sua família mais tarde visitaram a Mesquita Istiqlal, a maior do Sudeste Asiático. A família Pence tirou seus sapatos na entrada e sua esposa, Karen, e as duas filhas cobriram a cabeça com o lenço islâmico.”
A Mesquita Istiqlal pode acomodar até 200.000 muçulmanos.
Mike Pence, esposa e filhas com líderes islâmicos na frente de mesquita
Tirar os sapatos é uma demonstração de respeito profundo. Só Deus, não o islamismo, merece tal respeito. Deus disse a Moisés:
“Tira as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é uma terra santa.” (Êxodo 3:5 King James Atualizada)
Uma mesquita não é terra santa e a presença de Deus não está naquele lugar. Uma mesquita é um lugar de islamismo, e islamismo é uma ideologia religiosa de violência.
Você pode tirar seus sapatos onde Deus está. Mas tirar seus sapatos num lugar onde Deus é ofendido é uma afronta a Deus. Um cristão jamais deveria tirar seus sapatos num lugar em que o islamismo é adorado.
Daniel na Babilônia mantinha um elevado posto governamental sem “tirar seus sapatos” para outros deuses. O islamismo é outro deus, e se Pence acha que o islamismo na Indonésia e o evangelicalismo nos Estados Unidos são a mesma coisa, ele está fazendo o que Daniel não fez: vendendo seu Jesus por amor dos interesses comerciais dos EUA.
Daniel nunca vendeu seu Deus por amor dos interesses comerciais da Babilônia.
Piorando as coisas, Pence disse que sua viagem à Indonésia foi para “fortalecer laços econômicos e cooperação de segurança no combate ao terrorismo.” Combater o terrorismo?
Hoje, o terrorismo islâmico é a maior ameaça mundial. Como é que Pence pode querer os EUA numa parceria com a Indonésia islâmica para combater o terrorismo? Comparativamente, como é que os Estados Unidos poderiam querer uma parceria com a Alemanha nazista para combater o nazismo? Como é que os Estados Unidos poderiam querer uma parceria com a União Soviética para combater o marxismo soviético?
Nos primeiros dias do seu governo, o presidente americano Donald Trump cometeu o mesmo absurdo: Ele enviou seu diretor da CIA para premiar a Arábia Saudita por combater o terrorismo islâmico. Em contraste, uma reportagem da CBN disse que a Arábia Saudita propaga o terrorismo islâmico no mundo inteiro, inclusive o ISIS, a maior máquina islâmica de genocídio contra os cristãos hoje.
O que não é de surpreender é que Obama, que respeitava tanto o islamismo quanto Pence tem respeitado na Indonésia, foi creditado, pelo próprio Trump, como fundador do ISIS.
Mostrar profundo respeito pelo islamismo é ajudar o terrorismo islâmico.
No mês passado, o rei Salman da Arábia Saudita visitou a Indonésia para acelerar a expansão do islamismo. Desde 1980, a Arábia Saudita vem dedicando milhões de dólares para exportar sua marca estrita de islamismo na Indonésia.
Rei Salman, da Arábia Saudita, aperta mão do presidente indonésio Joko Widodo
A Arábia Saudita construiu mais de 150 mesquitas na Indonésia, uma imensa universidade gratuita em Jacarta, e vários institutos de língua árabe; forneceu livros e professores para mais de 100 escolas internas; trouxe pregadores e professores; e distribuiu milhares de bolsas de estudos universitários na Arábia Saudita. A tudo isso acrescente a profunda rede de influência saudita na Indonésia.
“Como o país com a maior população muçulmana no mundo, a Indonésia sempre terá um vínculo especial com a Arábia Saudita,” o presidente indonésio Joko Widodo disse ao rei Salman.
A Indonésia tem um vínculo especial com o estado terrorista da Arábia Saudita. Os Estados Unidos têm, por amor a interesses comerciais, o mesmo vínculo com a Arábia Saudita. E os Estados Unidos, anteriormente sob Obama e agora sob Trump, estão fortalecendo o islamismo, que mata cerca de 100.000 cristãos por ano. Com um islamismo fortalecido por Pence, Obama, Trump e outros “cristãos” americanos, muitos mais cristãos serão massacrados. Os EUA estão alimentando um poderoso monstro anticristão.
A Indonésia tem um vínculo especial com os Estados Unidos, por meio de Barack Hussein Obama.
Obama viveu na Indonésia, no final da década de 1960, pois sua mãe, Stanley Ann Dunham, depois de se divorciar de Barack Obama Sr. (um muçulmano marxista), se mudou para a Indonésia depois de se casar com outro muçulmano: o indonésio Lolo Soetoro.
Na Indonésia, Obama estudava numa escola islâmica.
De acordo com Wayne Madsen, não só Dunham trabalhava para a CIA, inclusive numa operação secreta na Indonésia por meio da agência de controle populacional USAID, mas o filho dela Obama foi uma criação da CIA.
Os conservadores dos EUA votaram na chapa Trump-Pence porque estavam cansados de Obama tirando os sapatos para o islamismo. O que foi que mudou? Quando a agenda neocon é seguida, discursos e parcerias pró-islamismo são comuns, independente se o seguidor é democrático ou republicano, esquerdista ou direitista.
A Arábia Saudita está espalhando sua religião violenta por meio de esforços governamentais. Se Pence realmente acha que Jesus Cristo é importante, por que ele não se conduz como Daniel fez, espalhando Seu Evangelho e tirando os sapatos só por Jesus, nunca pelo islamismo?
Por amor a interesses comerciais, um americano sem Deus pode hipocritamente fazer parceria com o islamismo para combater o terrorismo islâmico. Mas por amor a Jesus, um cristão não pode se conduzir hipocritamente. Daniel não agiu assim em seu elevado posto governamental e foi honrado por Deus.
Parceria com o islamismo, principalmente contra a Rússia, é um objetivo persistente dos neocons, que são incapazes de ver o futuro. Algumas décadas atrás, um grupo de indonésios disse: “Na década de 1950, ele [Arnold Toynbee] predisse que a guerra real no próximo século não seria entre comunistas e capitalistas, mas entre cristãos e muçulmanos.”
Para essa guerra futura, os neocons estão fortalecendo interesses muçulmanos, não interesses cristãos.
Pence quer honra dos neocons e líderes islâmicos ou de Deus?
Se Daniel pôde honrar a Deus em seu elevado posto governamental no Império Babilônico, por que Pence não pode honrar Jesus em seu elevado posto no Império Americano?
Se o Obama esquerdista antievangélico merecia ser repreendido por louvar o islamismo, o que o Pence direitista evangélico merece?
Com informações do DailyMail, The Atlantic e Associated Press.
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22 de abril de 2017

Trump virou marionete dos neocons?


Trump virou marionete dos neocons?

Scott Lively
A falsa bandeira síria foi o preço do presidente Trump para obter a confirmação do juiz Gorsuch no Supremo Tribunal dos EUA? E se foi, o Estado dentro do Estado transformou o novo presidente em sua marionete?
Scott Lively
Como mandam os pretextos para agressão ilegal contra outros países, o ataque de Trump na Síria é tão fraco e transparente quanto os pretextos — e suspeito que seja intencional. A coalizão McCain/Ryan/Obama/Bush conseguiu finalmente fazer Donald Trump segui-los, e eles querem que o mundo inteiro saiba disso. Minha suposição é que eles convenceram o presidente de que eles tinha a vontade e a capacidade de atrasar, sabotar ou derrotar todos os aspectos da agenda dele que dependiam de cooperação do Congresso, e a realidade é que a maior parte da agenda dele tinha essa dependência. A última dificuldade, parece, foi a confirmação de Gorsuch, e estou imaginando que colocar os EUA à beira do precipício da guerra nuclear foi o preço deles para passar por cima das dificuldades no processo de confirmar Gorsuch no Senado.
Posso estar errado sobre o que foi negociado, mas estou convencido de houve uma compensação e que foi de qualquer forma um mau negócio por causa das suas implicações.
Os meios de comunicação neocons estão repetindo o tema, como um raio de consolo, sobre como o ataque à Síria prova que Trump não está em comum acordo com a Rússia (maliciosamente reforçando a falsa suposição deles de que estar em acordo comum com a Rússia é uma coisa ruim enquanto parecem sinceramente defender Trump), e como esse ataque é um aviso para a Coreia do Norte de que os EUA falam sério com relação a confrontar o presidente vilão da Coreia do Norte (como se não houvesse muitos outros jeitos melhores de deixar isso claro).
Mas a realidade é que não há nenhum consolo no fato de que Trump abandonou sua promessa de buscar parceria global com a Rússia social e fiscalmente conservadora, porque sugere que as elites esquerdistas alcançaram a vitória e agora usarão sua máquina de guerra para criar tal clima de crise no mundo inteiro que o movimento populista e nacionalista permanecerá à margem na mente de uma população mundial cheia de preocupações. Não há nada como uma guerra mundial para justificar repressões de um Estado policial, e nada como propaganda de tempo de guerra para produzir pensamento conformista de grupo em grande escala numa população alvo.
Contudo, Trump poderia fazer o feitiço virar contra os feiticeiros, isto é, contra os neocons que controlam marionetes, e usam as crises para seus próprios objetivos, pedindo uma reunião de cúpula com a Rússia para evitar a guerra e finalmente ter um contexto no qual achar um denominador comum que favoreça as soluções conservadoras que os populistas e nacionalistas americanos o elegeram para seguir.
Para mim essa é uma encruzilhada em meu apoio ao presidente Trump, e presumo que seja o mesmo caso para um grande número dos eleitores que o elegeram. Se ele vai se sujeitar às políticas de guerra dos globalistas, os EUA caminharão em direção a um desastre de proporções potencialmente bíblicas. Permanecerei entre os apoiadores de Trump somente o tempo suficiente para ver se ele pode guiar tudo de volta para a estrada do conservadorismo, e estou orando fervorosamente para que ele crie a vontade e a determinação de fazer isso rapidamente, antes que tudo caia rapidamente no precipício.
Posso viver com o fracasso de cumprir a agenda de Trump enquanto ele continuar lutando arduamente por ela e mostrar ao público que a culpa é dos republicanos nominais que obstruem tudo. Os eleitores americanos conservadores podem derrotá-los nas próximas eleições. Não posso viver com concessões dos princípios básicos e visão que foram a parte principal de seu discurso de campanha.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): Are those puppet strings I’m seeing on Trump?
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20 de abril de 2017

Vidas muçulmanas são mais importantes do que vidas cristãs?


Vidas muçulmanas são mais importantes do que vidas cristãs?

Paul Bremmer
O mundo ficou horrorizado na semana passada com imagens das vítimas de um alegado ataque de gás sarin em civis na Síria. O presidente Trump ficou tão chocado que mudou de opinião sobre o presidente sírio Bashar al-Assad, ordenando um ataque de mísseis Tomahawk contra um campo de aviação sírio.
Presidente sírio Bashar al-Assad
Dias mais tarde, homens-bombas mataram 44 pessoas e feriram 126 em duas igrejas cristãs no norte do Egito no Domingo de Ramos. O serviço noticioso Associated Press chamou esse atentado de “o dia mais mortal para cristãos em décadas.”
Mas não houve nenhuma resposta militar dos Estados Unidos; num tuíte, Trump disse que os EUA “fortemente condenam” o atentado, pelo qual o ISIS assumiu a autoria.
Leo Hohmann, jornalista veterano do WND, assistiu ao noticiário da Fox News o dia inteiro no domingo e viu muito mais cobertura ao ataque sírio de gás, o qual havia ocorrido dias antes, do que ao atentado a bomba em igrejas cristãs no Egito, o qual havia acontecido na manhã de domingo. Aliás, a sensação que ele teve foi de uma disparidade de cobertura de dez a um.
“É interessante que quando cerca de 80 muçulmanos sunitas foram mortos por Assad, o mundo inteiro dá atenção a isso,” Hohmann disse para Jesse Lee Peterson durante uma participação recente no programa de rádio de Peterson. “Dezenas de cristãos são massacrados todos os dias no Oriente Médio, e nunca vemos nada noticiado. Então dá para supor que no Oriente Médio só ‘vidas muçulmanas são importantes.’ Vidas cristãs não são importantes.”
Hohmann, autor do livro “Stealth Invasion: Muslim Conquest Through Immigration and the Resettlement Jihad” (Invasão Sorrateira: Conquista Muçulmana por meio da Jihad da Imigração e Reassentamento), apontou para o fato de que Assad não massacra cristãos diariamente; em vez disso, ele permite que os cristãos adorem a Deus e cuidem de suas vidas livremente na Síria. Por esse motivo, Hohmann não apoia nenhuma campanha para derrubar Assad do poder.
“O governo de Assad tem seus problemas como todos os governos no Oriente Médio,” ele disse. “É uma ditadura; não vemos nenhuma democracia de estilo americano no Oriente Médio. Mas pelo menos sob o senhor Assad é uma ditadura secular, o que significa que ele não está nem um pouco preocupado com quem você adora ou como você adora, enquanto você não tentar minar seu governo.”
Ele comentou que Assad é um muçulmano xiita secular que protege os cristãos sírios da agressão muçulmana sunita.
Hohmann pensa que Trump cometeu um grande erro ao atacar o governo de Assad. Ele comentou com desgosto que Trump havia anteriormente indicado que ele queria ajudar o governo de Assad a sufocar a rebelião sunita na Síria, mas ele pareceu dar uma volta de 180 graus depois de ver fotos do ataque. Hohmann suspeita que Trump está dando atenção a vários fornecedores de maus conselhos sobre a Síria, inclusive o secretário de Estado Rex Tillerson, o assessor de segurança nacional H.R. McMaster e seu genro Jared Kushner.
Na mente de Hohmann, Assad não é a maior ameaça à Síria e a região vizinha. Ele é um ditador secular que não impõe a lei islâmica, e a lei islâmica é o que ameaça a vida dos cristãos no Oriente Médio.
“Esses rebeldes usam nomes diferentes, mas não se engane: todos eles são muçulmanos sunitas submissos à lei islâmica. Eles gostariam de estabelecer um Estado religioso com base no islamismo sunita e no Corão, e sabemos o que isso significa para os cristãos,” Hohmann alertou. “É estação de caça aos cristãos logo que chega esse tipo de governo. É o que aconteceu no Iraque. É o que acontecia na Síria até que um golpe militar derrubou [o governo islâmico]. É o que aconteceu na Líbia, e é o que aconteceu em todos esses países da Primavera Árabe em que Barack Obama e Hillary Clinton tentaram entrar e estabelecer um governo religioso sunita apoiado pela Irmandade Muçulmana. Os cristãos são mortos e os sunitas ganham poder.”
Hohmann reconheceu que Trump não se confessou como globalista nenhuma vez em sua campanha, mas depois do ataque à Síria o status dele como um homem de mentalidade independente está em dúvida. Se Trump tentar derrubar Assad e instalar um novo líder na Síria, ele não é realmente diferente de George W. Bush, na opinião de Hohmann.
“Se esse ataque é um ataque isolado, significando que os EUA bombardearam aquela instalação para enviar uma mensagem para Assad — não só para Assad, mas também para outros ditadores do mundo — de que eles não podem usar essas armas químicas — se esse foi o único propósito do ataque, não criticarei demais o presidente por lançá-lo,” Hohmann para Peterson
“Contudo, se esse é o começo de uma guerra prolongada contra Assad em que os EUA tentarão derrubar o governo desse país para colocar outro governo, como os EUA já fizeram com resultados desastrosos no Iraque, então penso que podemos dar um beijo de despedida neste governo Trump em termos do que vamos ver, em termos de política externa. Vamos ver os radicais muçulmanos sunitas ganhando mais e mais poder no Oriente Médio, e espero que esse não seja o caso. Espero que seja um ataque isolado, para enviar uma mensagem.”
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): “Muslim lives matter more than Christians”
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19 de abril de 2017

Você pode querer parar de usar Dove agora mesmo


Você pode querer parar de usar Dove agora mesmo

Todd Starnes
A Dove lançou uma campanha nos Estados Unidos para celebrar o que eles chamam de mães verdadeiras “cujos estilos diferentes de criar filhos destroem estereótipos acerca do papel de mãe e provam que não existem hoje normas sobre como ser mãe ou pai.”
Em outras palavras, para ser mãe não é necessário dar à luz.
“Nós dois somos pais biológicos,” um homem transgênero chamado Shea que se considera mãe disse no vídeo. “As pessoas perguntam: ‘O que você quer dizer quando você diz que é mãe?’”
“Respondemos: ‘Sim, nós dois vamos ser mães,’” disse Shea.
Dove parece acreditar que homens biológicos que se identificam como mulheres têm a mesma capacidade de ser mães biológicas quanto as mulheres. É isso o que acontece quando temos uma cultura que está desconstruindo os papéis sexuais.
O anúncio recebeu elogios do blog Mombian: “Adorei o tema total da campanha da Dove: ‘Não existe certo ou errado no jeito de ser mãe — só seu jeito.’” Como uma das outras mães no anúncio diz: “Faça o que for adequado para sua família. E confie em você mesmo.” Esse é quase o melhor conselho sobre criar filhos que posso imaginar.
Olha, o que vocês acham disso, mães? É verdade que não existe certo ou errado no jeito de ser mãe?
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da revista Charisma: Why You May Want to Stop Using Dove Right Now
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18 de abril de 2017

Blogueiro é obrigado a pagar R$ 15 mil por protestar contra dinheiro de imposto financiando grupo transgênero


Blogueiro é obrigado a pagar R$ 15 mil por protestar contra dinheiro de imposto financiando grupo transgênero

Steve Weatherbe
CAMPO GRANDE, Brasil, abril de 2017 (LifeSiteNews) — Um blogueiro católico brasileiro está sendo obrigado a pagar uma multa de R$ 15 mil depois de ser condenado por discurso de ódio contra homossexuais.
Roberto Flavio Calvacanti publicou o artigo ofensivo em seu blog “Catolicismo e Conservadorismo” em 2007. O Ministério Público o caracterizou como “evidente discurso de ódio e é incompatível com o respeito e a dignidade humana.”
A postagem dele pedia ao público que protestasse contra um projeto de lei da Câmara Municipal de Campo Grande para financiar a Associação de Travestis e Transexuais de Mato Grosso do Sul. Ele declarou: “É o cúmulo da patifaria cogitar distribuição de recursos provenientes de nossos impostos para os próprios e principais hospedeiros de doenças infecto-contagiosas como AIDS e Sífilis.
O artigo continuou: “Obviamente, existem em Campo Grande aplicações mais prioritárias e morais para o dinheiro público do que o subsídio a uma associação de travecos. Daqui a pouco poderão propor recursos públicos a pedófilos. Se você também é contra que o Estado financie o homossexualismo e a baitolagem, entre no sítio e vote NÃO.
Outro blogueiro pró-família e pró-vida, Julio Severo, que fugiu do Brasil em 2009 para evitar processos judiciais por uma ofensa semelhante, argumentou em seu próprio blog que o Ministério Público no Brasil tem tolerado ofensas muito piores contra os cristãos. “Ativistas esquerdistas favoráveis ao movimento homossexualista têm enfiado, em público, crucifixos no ânus como forma de protesto, sem medo de serem processados,” ele disse.
Contudo, o Ministério Público acusou que Calvacanti “é causador direto de danos morais difusos à comunidade LGBT desta capital mediante ofensa aos direitos da personalidade destes indivíduos.
Calvacanti argumentou que a lei brasileira não reconhece os homossexuais como um grupo que pode sofrer discriminação. Ele também desafiou o papel do Ministério Público, que parecia estar agindo como advogados da Associação das Travestis e Transexuais.
O juiz, que Calvacanti afirmou aparecer regularmente em noticiários da TV defendendo a agenda LGBT, concordou com o Ministério Público e rejeitou os argumentos de Calvacanti. Em sua decisão, o juiz declarou: “Pouco importa se esta pessoa é homem ou mulher, se é preto ou branco, se é religioso ou se é ateu, se é heterossexual ou se é homossexual. Todos têm o direito de viverem como desejarem, especialmente na intimidade, sem que seja permitido a ninguém incitar o ódio.”
A ação contra Calvacanti ocorre bem perto de uma condenação semelhante contra o político Levy Fidelix e uma multa de R$ 25 mil por comentários que ele fez enquanto disputava a presidência do Brasil na eleição de 2104.
Severo expressou esperança de que a liberdade de expressão acerca da homossexualidade possa ser restaurada ao Brasil com “o crescimento extraordinário de movimentos evangélicos conservadores que estão empurrando a política brasileira para a Direita.”
Traduzido por Julio Severo do original em inglês de LifeSiteNews: Blogger ordered to pay $6,000 for protesting taxpayer funding of transgender group
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